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Blog do Desemprego Zero

Os Juros e a intervenção do BC

Escrito por beatriz, postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: O Estado de S. Paulo

Segundo a Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a taxa média de juros caiu de 7,61% ao mês, em novembro, para 7,49% em dezembro. Uma redução que pouco contribuirá para reanimar a demanda.

Os juros alcançaram o teto em novembro, diante das dificuldades das instituições financeiras em captar recursos externos e pelo receio de aumento da inadimplência, embora diversas medidas do Banco Central (BC) devessem ter induzido uma redução muito maior.

É importante notar que uma taxa anual média de 141,12% é escandalosa para um país cuja inflação anual é estimada em torno de 6,5% para o IPCA. A redução dos juros que se verificou em dezembro certamente não reflete as mudanças que beneficiaram os bancos: redução do compulsório e ligeira melhora na captação de recursos, mas apenas a menor procura por crédito. Pode-se considerar como certo que o Comitê de Política Monetária optará, em 21 de janeiro, por uma redução da taxa Selic de pelo menos 0,50 ponto porcentual.

A discreta queda dos juros não deve aumentar a procura por crédito pelas pessoas físicas que estão conscientes de que não é o momento de se endividar, e nem favorecerá uma redução da inadimplência. No máximo, interessará às pessoas jurídicas que buscam crédito de curtíssimo prazo ou financiamentos para exportação, embora as facilidades oferecidas pelo Banco Central tenham um custo muito elevado. Sabe-se que uma redução da taxa Selic nunca repercute plenamente nas taxas de juros dos bancos, que, sob o pretexto da elevação da inadimplência, aumentaram os seus spreads (diferença entre a taxa de captação e de aplicação).

O governo está tentando obter uma redução desse spread, até agora sem grande sucesso. Para uma redução sensível das taxas de juros, duas medidas seriam necessárias: reduzi-las nos bancos públicos (Caixa Econômica e Banco do Brasil) e, especialmente, em função de uma taxa Selic menor, reduzir o interesse dos bancos em aplicar seus excedentes de caixa em títulos da dívida mobiliária federal, que oferecem juros elevados e total garantia. Nessas condições, os bancos fixam suas taxas para o setor privado visando a um lucro muito maior, sem falar das taxas cobradas pelos serviços prestados. Caberia ao BC divulgar cada mês, para cada operação, quais são as instituições que oferecem juros menores, para amenizar os efeitos da concentração do setor.



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