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Blog do Desemprego Zero

Câmbio favorece negócio com os árabes

Escrito por beatriz, postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Gazeta Mercantil

Por Roberto Tenório

A valorização do dólar nos últimos meses deverá impulsionar o volume dos negócios com produtos agropecuários entre o Brasil e os países árabes em 2009. Mesmo após o agravamento da crise, no segundo semestre de 2008, as exportações para os países árabes continuaram em expansão e fecharam acima das expectativas. O crescimento no terceiro trimestre também pode ser atribuído ao direcionamento dos produtos que deixaram de ser consumidos nos mercados europeu e americano, os que mais foram prejudicados com a crise. Nesse período, por exemplo, a receita com cafés cresceu 55,8% e a de carnes subiu 8% na comparação com 2007, segundo informações da Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB).

“O problema de liquidez que afeta o mundo inteiro não é problema para os países árabes. A queda nas cotações do petróleo foram compensadas em parte pela valorização do dólar e isso poderá criar muitas oportunidades para os empresários brasileiros em 2009″, avalia Antônio Sarkis Júnior, presidente da CCAB. Ele acredita que ainda existem muitos mercados para serem explorados. “Sempre que fizemos projeções de crescimento das exportações elas foram superadas”, ressaltou. Ele disse ainda que o fluxo comercial entre Brasil e os países do bloco sempre foi equilibrado. “Em 2007, o Brasil foi superavitário na balança comercial e no ano passado foi a vez do Brasil”, conta.

No ano, as carnes lideraram as exportações ao bloco árabe e movimentaram US$ 2,76 bilhões, crescimento de 40%. O destaque, porém, ficou com o milho. Os embarques do grão saltaram de US$ 21 milhões em 2007 para US$ 161,5 milhões no ano passado. Sarkis revela que a política do etanol adotada pelos Estados Unidos, principal fornecedor do grão ao bloco, motivou o aumento. “Os criadores ficaram preocupados com a possibilidade de faltar matéria-prima e direcionaram a demanda para o Brasil”.

O café também é considerado por Sarkis um produto com grande potencial. Segundo a associação, a receita com as exportações da commodity somaram US$ 162 milhões em 2008, aumento de 22%. Paulo Vilela, diretor comercial da Cia. Orgânica, que exporta café orgânico torrado para os Emirados Árabes Unidos, também considera a valorização do dólar como um fator importante para o crescimento da participação na região. “A renda na região é muito elevada e já conseguimos colocar nossos produtos entre o público de classe média também”. Ele disse que as vendas para a região ainda são pequenas, mas acredita que deverão dobrar neste ano.

Um estudo realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) em 2008 revelou que o país possui 47% de mercado em alguns países com o grão cru e apenas 9% de participação no torrado, que é liderado pela Índia. Segundo dados da CCAB, só as vendas de café não torrado aos árabes somaram US$ 146,7 milhões, um incremento de 16% em relação ao ano anterior. “Se a relação comercial for trabalhada para a abertura de novos mercados, o Brasil poderá ser um dos primeiros a superar crise”, avalia Sarkis.



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