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Blog do Desemprego Zero

Archive for janeiro 22nd, 2009

Mais uma barbeiragem na política monetária

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

 

* Heldo Siqueira

A administração da política monetária não esgota-se na decisão do nível da taxa de juros básica. Tão (ou mais) importante que isso é a percepção e a administração das expectivas dos agentes quanto à política monetária. Por basear as outras taxas de juros, a taxa SELIC influencia o nível de investimento privado. Nos últimos meses a administração (incompetente) do Banco Central brasileiro conseguiu formar um consenso sobre a diminuição da taxa SELIC.

Em algum momento de 2008, a cegueira do Banco Central, em diagnosticar todo o tipo de inflação como problema de demanda, pareceu ampliar-se: o Banco Central brasileiro passou a achar que todos os problemas econômicos geravam inflação. No início do ano, quando todos os países desenvolvidos do mundo diminuíam suas taxas de juros (para evitar uma depressão) o Banco Central brasileiro a aumentou até setembro a taxa básica, a mantendo em 13,75% até o fim do ano (clique aqui para ler sobre a trajetória dos juros no Brasil, em 2008, e aqui para ler sobre a trajetória dos juros no mundo).

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Efeito no PIB só deve vir no fim do ano

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: O Globo  

Para economistas, redução de juro não terá benefício direto sobre emprego

Por Cássia Almeida

 Professor da PUC especialista em inflação, o economista Luiz Roberto Cunha é pessimista sobre os efeitos do corte da Taxa Selic, promovido ontem pelo Comitê de Política Monetário (Copom), na atividade econômica e, consequentemente, na geração de empregos. Para ele, o desenrolar da crise internacional é que ditará o movimento da economia brasileira nos próximos meses. Mesma opinião tem o diretor da Nossa Caixa Joaquim Elói Cirne de Toledo, mas com uma dose de otimismo maior. Para ele, o corte pode trazer benefícios para o investimento das empresas e das famílias, no último caso no financiamento habitacional e de veículos, mas somente no fim do ano ou início de 2010:

-Não há efeito direto no aumento da demanda interna. Os juros subiram de abril a setembro de 2008 e a atividade econômica manteve-se em alta com criação recorde de vagas – afirmou Cirne de Toledo.

Os dois economistas esperam que o afrouxamento da política monetária leve a taxa básica de juros, a Selic, para 10,75% ao ano, com mais dois cortes de dois pontos. E a inflação, sempre o foco do Comitê de Política Monetária, deixou de preocupar. Leia o resto do artigo »

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Lula comemora decisão do Copom

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Presidente havia dito a Meirelles que corte abaixo de 0,75 seria inaceitável

Por Vera Rosa e Lu Aiko Otta

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou ontem o corte de 1 ponto porcentual na taxa básica de juros e disse, em conversa reservada, que a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) está “à altura” da mudança no ambiente macroeconômico. Nos últimos dias, Lula atuou fortemente para a queda dos juros e chegou até mesmo a chamar o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, na segunda-feira, quando avisou que um corte menor do que 0,75 ponto seria “inaceitável”.

Lula estava reunido com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, quando soube da decisão do Copom. Sem demonstrar surpresa, abriu um largo sorriso. A poucos metros dali, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, também teve a mesma reação. “Qual foi o placar?”, perguntou ele a um de seus secretários.
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Bancos cortam juros mas spread amplo limita o alívio para clientes

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Valor Econômico

Por Fernando Travaglini e Arnaldo Galvão

Na esteira da redução da Selic pelo Copom, os bancos já anunciaram corte nas taxas de juros para algumas linhas de empréstimos. A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil foram os mais agressivo. A Caixa reduziu os juros em até 0,94 ponto percentual. As instituições privadas limitaram as baixas a 0,08 ponto percentual ao mês, equivalente a um ponto por ano, repasse da redução feita pelo Banco Central. A exceção foi o Grupo Santander Brasil, que chegou a cortes de 0,33 ponto, para pessoas físicas.

O Banco do Brasil afirmou que a partir de sexta-feira algumas modalidades já terão os juros reduzidos. A taxa mínima do cheque especial, por exemplo, será reduzida de 1,42% para 1,34% ao mês. A maior queda se deu no BB Crediário, de 3,19% para 2,62% ao mês. Para as empresas as quedas variam entre 0,08 e 0,1 ponto percentual

A Caixa Econômica Federal informou que reduziu juros pela segunda vez em janeiro. Para as micro e pequenas empresas (faturamento anual até R$ 7 milhões), por exemplo, as reduções chegam a 23,56% (duplicatas e cheque eletrônico), de 3,99% para 3,05%. No consignado, baixou os juros de 2,5% ao mês para 2,39%. Leia o resto do artigo »

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A Time to Experiment

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

By Dani Rodrik

Fonte: Project Syndicate  

The world economy enters 2009 with more uncertainty (and anxiety) than at any time in recent memory. Although the financial crisis appears to be contained in the United States and Europe, its full repercussions will not be clear for some time. The advanced countries are in for the worst economic downturn since the Great Depression. But how long and deep will this recession be, and how badly will it affect emerging and developing nations?

We don’t have the answers to these questions, in part because the consequences will depend on what actions policymakers take. The right responses will ensure that the world economy can begin to recover by late 2009. Poor policy choices, on the other hand, will at best delay recovery and at worst do permanent damage. Here is a list of things to watch for.

Will the US response be “bold” enough? Barack Obama has promised that it will be, echoing at least part of Franklin D. Roosevelt’s famous call for “bold, persistent experimentation” at the height of the Great Depression in 1932. Obama has a first-rate group of economists on his side, which ensures that he will not do anything silly. But America’s circumstances are sufficiently exceptional that he will need advisers who are willing to try new, untested ideas – in other words, experimentation à la FDR. Leia o resto do artigo »

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Brasil precisa crescer mais de 4% para manter emprego, diz Ipea

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Instituto analisa a situação do país na crise internacional

Fonte: Ipea  

O Brasil precisa crescer mais de 4% para não interromper a trajetória positiva de 19 trimestres de investimentos acima da produção, aumento do emprego formal, redução do desemprego e da economia informal, conclui o documento “A crise internacional e possíveis repercussões: primeiras análises”, lançado hoje em Brasília pelo Presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann.

Elaborado por técnicos do Instituto integrantes de um Grupo de Trabalho (GT) sobre a crise da economia internacional, o documento faz três simulações sobre os efeitos da crise internacional no Brasil e mostra que menos de 4% significa o país interromper toda uma situação positiva de crescimento, com queda da desigualdade e da pobreza.

A participação dos rendimentos do trabalho no PIB vem crescendo desde 2004. Os resultados para a simulação indicam que para a expansão do PIB em 1%, a parcela salarial pode ser reduzida em 3%, assim como pode cair 0,6% se a elevação do PIB em 2009 for de 2,5%. No caso do PIB em 4%, a renda do trabalho na renda nacional pode continuar crescendo (0,2%) e manter a trajetória iniciada em 2004.O GT pretende acompanhar a situação do país e reproduzir informes ao longo deste ano.

O presidente do Ipea destacou que o Brasil tem condições de manter o ritmo de crescimento graças à opção anterior à crise, de investir em infraestrutura. “Além do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) federal, que já foi licitado e as obras estão em andamento, este ano os Estados começarão a executar seus PACs. Trata-se de um investimento importante para manter o ritmo de crescimento”, ressaltou.

O documento foi dividido em três partes: a primeira descreve as manifestações da crise e efeitos sobre o seu epicentro, os EUA; a segunda trata das medidas tomadas pelos governos da China, Índia, África do Sul e Brasil, no sentido de redefinirem suas posições relativas à geopolítica mundial, bem como de reestruturarem suas instituições e cadeias produtivas e ocupacionais; a terceira faz simulações dos efeitos da crise em relação ao emprego, renda, câmbio e inflação no Brasil.

“Esta é a primeira grande crise da economia globalizada, com todos os países submetidos à lógica da economia de mercado. Afeta, portanto, um mundo fundado com profundas desigualdades, tendo como epicentro os bancos desregulados”, observou Pochmann ao lembrar que estudos sobre homogeneização da economia de mercado já alertaram sobre a geração dessas desigualdades.

Nas três partes do documento o papel do Estado é destacado. Os bancos centrais dos EUA(FED), da área da Euro(BCE) e do Japão(BoJ), por exemplo, fizeram intervenções no período de agosto de 2007 a janeiro de 2009, todas com o propósito de evitar uma deterioração do Estado de confiança.

“As políticas anticrise dos anos 80 e 90 passavam pela elevação das taxas de juros, desregulamentação e corte de gastos. Hoje, a produção e o emprego estão no centro das atenções, acompanhadas pela convergência de ações espontâneas dos países, todas voltadas para políticas de defesa do Estado” explicou Pochmann.

A China, segundo o documento, revela uma postura agressiva e proativa. Considerada a economia mais dinâmica das últimas décadas, parece estar sujeita a grandes mudanças, em razão da importância do comércio exterior e da maior valorização do mercado interno. Adotou medidas importantes de combate à crise, tanto interna como externamente. Elaborou proposta para que os países emergentes desempenhem um papel maior na supervisão de organizações financeiras internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (Bird).

O documento não mostra a atuação dos organismos internacionais diante da crise. “Não identificamos uma coordenação das instituições internacionais”, justificou o presidente do Ipea. Ele aposta, no entanto, numa reorganização mundial, tanto em termo de regulação do sistema financeiro como em termo das relações internacionais e institucionais entre países. “É difícil acreditar que possamos voltar à situação anterior”, preconiza.

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