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Blog do Desemprego Zero

Archive for janeiro 13th, 2009

Exclusões no Bolsa Família

Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Correio Brasiliense



Ao mesmo tempo em que planeja a ampliação do número de beneficiários, MDS estima retirar este ano 1 milhão de famílias do programa

Por Daniel Pereira

O governo se prepara para passar um pente-fino, a partir de abril, em cerca de 5 milhões dos 11 milhões de benefícios do Bolsa Família. A medida atende a uma regra fixada no artigo 21 do Decreto 6.392, de março de 2008, segundo o qual a concessão do benefício tem caráter temporário e deve ser revista a cada dois anos. Secretária nacional de Renda de Cidadania do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Lúcia Modesto prevê que 10% das famílias analisadas perderão o direito de continuar no programa depois de concluído o trabalho. Ou seja, 500 mil famílias.

Lúcia ressalta que o número é uma estimativa, baseada em auditorias já realizadas. Além desse grupo, mais 622 mil famílias correm o risco de não mais receber os valores pagos, que são de R$ 85 em média. Nesse caso, os benefícios já foram bloqueados para que a pasta investigue, por exemplo, se o aumento da renda dos beneficiários não lhes tirou o direito de permanecer no Bolsa Família. Só as famílias com renda per capita de até R$ 120 mensais podem ser atendidas pelo programa. Para Lúcia, cerca de 500 mil benefícios já bloqueados serão cancelados.

Pobreza oculta

Confirmada a previsão da secretária, 1 milhão de famílias, portanto, sairão do programa devido à fiscalização. Nada que implique redução da quantidade de pessoas beneficiadas pela iniciativa. Conforme o Correio antecipou na quarta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, querem incluir no Bolsa Família toda a parcela da população que faz jus ao benefício. Ambos estariam preocupados com a “pobreza oculta” no Brasil, conforme a assessoria de imprensa do ministério. Hoje, 11 milhões de famílias são atendidas. Segundo Lúcia, mais 2,2 milhões de famílias reúnem as condições de perfil e de renda para entrar no programa.

Metade delas pode substituir o grupo que tende a perder o direito ao benefício depois dos cancelamentos e da revisão. A outra metade só será agraciada caso o governo libere verba adicional para o ministério. O reforço necessário seria de cerca de R$ 1 bilhão, diz Lúcia. Para estimar a quantia, ela levou em consideração o valor médio do benefício. Na quarta-feira, o Correio publicou que 5 milhões de famílias – e não 2,2 milhões, tal qual estipula a secretária – estariam aptas a entrar no programa. A informação foi passada pela assessoria do ministério, para quem 15,7 milhões das 17,4 milhões de famílias incluídas no Cadastro Único para Programas Sociais teriam o “perfil” do Bolsa Família.

Na quinta-feira passada, Lúcia fez questão de ressaltar que vale o número menor divulgado por ela. “Se os nossos números se confirmarem, a gente precisará ter disponibilidade para incluir 1 milhão de famílias”, declarou, referindo-se ao acréscimo líquido de beneficiários, sem contar as substituições. Em 2008, o orçamento do Bolsa Família foi de R$ 10,8 bilhões. Em 2009, será de R$ 12 bilhões. “Colocar (os cerca de) R$ 11 bilhões (de 2008) faz uma diferença fundamental na dinâmica econômica dos municípios onde vivem essas famílias”, acrescentou a secretária.

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Socorro financeiro

Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Correio Brasiliense

Banco do Brasil compra quase metade do Banco Votorantim por R$ 4,2 bilhões, mas deixa controle acionário nas mãos da família. Instituição sofreu um forte baque e perdas com a crise internacional

Por Edna Simão

Numa operação clara de socorro financeiro, o Banco do Brasil (BB) comprou quase metade (49,99%) do Banco Votorantim por R$ 4,2 bilhões, preço considerado justo diante de um cenário de crise econômica mundial. Tanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, quanto o presidente do BB, Antonio Francisco de Lima Neto, e o representante da família que controla o grupo Votorantim, José Ermírio de Moraes Neto, comemoraram o negócio que, na avaliação deles, será lucrativa para todos os envolvidos.

A situação do Votorantim se deteriorou após setembro, com o estouro da crise financeira internacional, porque empresas do grupo perderam dinheiro em operações com derivativos cambiais. Esse prejuízo acabou arranhando a imagem do banco que não tinha dinheiro para cobrir com seus compromissos. O futuro presidente executivo do novo Banco Votorantim após a associação com o Banco do Brasil, Wilson Masao, destacou que a crise financeira causou dificuldades para bancos médios e pequenos. E acrescentou que a previsão é de que a instituição encerre 2008 com um lucro líquido de R$ 1 bilhão. O representante da família Votorantim disse ainda que, após setembro, houve escassez do crédito em todo o mundo. Leia o resto do artigo »

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Revolução no embate das idéias e projeto de sociedade

Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Carta Maior

A superação da crise atual, sistêmica e estrutural, exige a construção de uma nova agenda civilizatória. Para isso, é preciso formar uma maioria política que alie capital produtivo e estratos sociais organizados, como trabalhadores e seus sindicatos, associações de bairros e entidades de classe média. Uma das principais tarefas é a defesa da sustentação das atividades produtivas com redistribuição da renda e riqueza acompanhada da democratização das estruturas de poder, produção e consumo. A análise é de Márcio Pochmann, presidente do IPEA.

Por Marcio Pochmann

O agravamento da crise do capital globalizado neste início do século 21 torna mais claro o anacronismo das idéias-forças atualmente existentes para a implantação de um novo projeto de sociedade. Poucas vezes antes as elites mundiais persistiram prisioneiras de pressupostos constituídos por quem já não vive mais, desconhecendo, portanto, as oportunidades que o novo permite concretizar.

De um lado, porque a trajetória do desenvolvimento econômico e social percorrida desde antes do segundo pós-guerra se mostrou incapaz de incluir a todos, uma vez que não mais de 1/3 de toda a população mundial teve alguma forma de acesso ao padrão civilizatório produzido pela chamada sociedade industrial do século 20. De outro, devido à insustentabilidade ambiental que marca profundamente a perspectiva de reprodução continuada do atual padrão de produção e consumo em larga escala, fortemente destrutivo, especialmente pela elevação da temperatura e demais transtornos crescentemente ocasionados pelas mudanças climáticos globais. Ou seja, o projeto de sociedade existente não pode ser universalizado, salvo na forma do subdesenvolvimento que gera o mito de permitir a absorção de alguns simultaneamente à exclusão da maioria. Leia o resto do artigo »

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