Boa notícia: transparência pública
Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Por Katia Alves
No artigo a seguir, o autor faz uma importante observação que às vezes notícia importante não é muito divulgada. Ele afirma a necessidade dos indivíduos acompanharem o que ocorre nos governos. Pois assim, o cidadão vai poder conhecer e combater corrupção e verificar quem está correto.
O autor destaca que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) lançou o Sistema Justiça Aberta, que pretende disponibilizar à população informações sobre a produtividade dos juizes dos Tribunais de Justiça espalhados pelo Brasil. A idéia, segundo o presidente do conselho e do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, é criar um mecanismo para “avaliar a morosidade da Justiça”. Sendo possível diagnosticar os principais entraves e efetivar as políticas de gestão.
Publicado originalmente no Blog do Chicão
Eu ainda fico inconformado quando uma notícia ótima e importante sai na forma de notinha em jornal.
Simplesmente os jornais e as pessoas não valorizam aquilo que ajuda a nos tornar mais racionais, eficientes e transparentes.
Há um monte de babaquice nos jornais de hoje. Decisões de juízes sobre entrevistas tem um destaque enorme.
A notícia mais importante fica num cantinho, pequenininha.
Sabe porque?
Porque entrevistas de candidatos interessam aos jornais e, é óbvio, aos políticos.
E a transparência pública?
Esta é do interesse MAIOR dos cidadãos que precisam e devem saber o que se passa nas “entranhas” dos governos (executivo, legislativo, judiciário).
É conhecendo o que se passa nas várias esferas de governo que a sociedade civil pode propor soluções, descobrir desperdícios e irracionalidades, combater a corrupção e elogiar as pessoas corretas.
Isto é fundamental. Leia o resto do artigo »
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Por José Augusto Valente*
Léo Nunes – Paris - O Federal Reserve Bank (o Banco Central dos EUA, ou FED), interrompeu a seqüência de cortes na taxa básica de juros da economia norte-americana. O aumento do índice de inflação nos EUA fez com que a autoridade monetária acendesse o sinal amarelo. O recado foi claro: futuros aumentos na taxa de juros são possíveis.
