Charge para HOJE do Frank
Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2008
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Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2008
MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo
Política
JB Online: DEM pede cassação de Lula no TSE
O Estadão: Rio confirma mais 13 mortes; já são 67 vítimas da dengue
Reuters Brasil: Lula desafia oposição a ver quem faz mais pelo povo brasileiro
Último Segundo: Para Lula, dengue é culpa da União, Estado, Prefeitura e população
Economia
JB Online: Mercados caem na Ásia e encerram pior trimestre em cinco anos
O Estadão: Dólar lidera ranking com turbulência externa
Reuters Brasil: Bovespa sobe no dia mas acumula perdas de 4% em março
Último Segundo: Bancos reajustam tarifas antes de normas do CMN
Internacional
JB Online: Forças de segurança da China fecham capital do Tibet
O Estadão: Marido de Ingrid faz apelo a Lula para libertação da refém
Reuters Brasil: Equador e Colômbia têm novos atritos na fronteira
Último Segundo: Cuba libera acesso da população a hotéis de turistas
Desenvolvimento
JB Online: Investimentos vão “mudar a cara” do Nordeste, afirma Lula
O Estadão: Indústria opera no nível mais alto desde dezembro, diz FGV
Projeto Brasil: Fórum Projeto Brasil debate Inovação e Tecnologia
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: Brasil e México discutem aumento do intercâmbio comercial
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Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Léo Nunes – Paris – O secretário do Tesouro norte-americano, Henry Paulson, defendeu, nesta segunda-feira, uma reforma significativa no sistema de regulamentação financeira dos EUA. Paulson admitiu que a estrutura de regulamentação ianque não faz frente ao mundo das finanças contemporâneas.
Dentre as medidas apresentadas, destaca-se aquela que amplia os poderes do Federal Reserve Bank (FED, o Banco Central dos EUA), dando a esta instituição o poder de fiscalizar o conjunto do sistema financeiro, o que inclui bancos de investimentos, fundos de pensão e hedge funds.
Como nos ensina a boa teoria econômica, a crise é um dado estrutural do capitalismo. Entretanto, pode-se amenizá-la, seja através da introdução de controles sobre os fluxos de capitais, seja pelo estabelecimento de mecanismos de supervisão prudencial. A decisão do secretário Paulson, mesmo que tardia, pode ser um pequeno alento no mundo da globalização financeira.
Clique aqui para ler nosso manifesto.
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Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008
Fonte: JB Online
Escrito por Aline Beckstein, Agência Brasil dia 29/03/2008
Um monumento que traz uma bandeira dilacerada e com várias pegadas de vidro, representado os estudantes mortos pela ditadura militar, foi inaugurado na Praça Ana Amélia, no Centro do Rio, nesta sexta-feira, 40 anos após o assassinato do secundarista Edson Luís Lima Souto, que tinha 18 anos. É o primeiro monumento inaugurado em praça pública pela Presidência da República em memória aos mortos e desaparecidos durante o regime militar, segundo o ministro Paulo Vanucchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos.
É um patrimônio protegido por lei, que permite aos transeuntes pararem para perceber que, ao lado de figuras como Tiradentes, Frei Caneca e tantos outros heróis da História brasileira dos séculos 18 e 19, também há muitos heróis do século 20. E o Edson Luís encarnava, melhor do que ninguém, a estupidez da violência do regime ditatorial – disse Vanucchi. Leia o resto do artigo »
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Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente no Blog Logística e Transportes, em 31/03/2008
Por José Augusto Valente*
Não é preciso viver em São Paulo para saber que o trânsito é um dos maiores problemas da cidade. Mas o que pouca gente sabe é que os primeiros congestionamentos datam da primeira metade do século passado. Só que em vez do carro, o “vilão” da época era o bonde.
Circulando pelas então estreitas ruas paulistanas, os bondes disputavam o pouco espaço com um número cada vez maior de carros. Além disso, eles quebravam com freqüência e causavam alguns acidentes, levando os primeiros motoristas da cidade à loucura. Com a popularidade em baixa, não demorou muito para os bondes, literalmente, perderem terreno.
No dia 27 de março de 1968, por volta das oito da noite, o carro número 1543 partiu da Vila Mariana em direção a Santo Amaro para fazer a última viagem de um bonde em São Paulo. Para a maioria, uma despedida comemorada. Para alguns poucos, uma oportunidade perdida. Leia o resto do artigo »
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Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente no Valor Econômico em 31/03/2008.
Por Sergio Leo
Quem pensa que a Fiesp mandou ao arquivo morto as idéias de interferir na persistente valorização do real em relação ao dólar não acompanha Roberto Giannetti da Fonseca, o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da federação das indústrias paulistas – e um dos mais insistentes defensores de medidas contra a valorização do câmbio. Ele tem mantido, com o governo e os bancos, discussões para, uma medida voltada diretamente a reduzir a pressão do comércio externo sobre a entrada de dólares no país. Chama-se “ACC em reais”, idéia levada pela Fiesp à Febraban e ao Banco Central.
Giannetti defende a construção de um mecanismo financeiro com uso da moeda nacional para permitir ao exportador receber antecipadamente pelas mercadorias destinadas à exportação com financiamento ao comprador – os conhecidos ACC, adiantamento de contratos de câmbio. Hoje, com esses ACC o exportador recebe em reais, no Brasil, de uma instituição financeira que, porém, para conceder o empréstimo, é obrigada a contratar um financiamento no exterior. A proposta de Giannetti elimina o recurso ao financiador externo, e, portanto, à entrada antecipada de dólares no país.
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Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008
Divisão de poder provoca idas-e-vindas na área econômica
Publicado no Jornal O Estado de São Paulo em 30/03/2008
Por Lu Aiko Otta
Guido Mantega é um ministro da Fazenda que comanda só uma parte da política econômica. Ele divide o poder, em condições de igualdade, com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles – que, como ele, é ministro. Os “sócios” procuram conviver pacificamente, mas têm visões diferentes sobre como promover o crescimento da economia brasileira.
Não se trata de um confronto aberto, mas não faltam estocadas de um lado e de outro.
Antes de assumir o Ministério da Fazenda, Mantega era crítico contumaz da política de juros conduzida por Henrique Meirelles. Ao assumir a pasta, há dois anos, interrompeu os ataques. Não significa, porém, que passou a concordar com o Banco Central. Volta e meia, Mantega exibe sinais de desconforto com a política de juros.
A situação se agravou este mês porque o Comitê de Política Monetária (Copom), composto pelos diretores do Banco Central, deixou claro que o aumento das taxas de juros está no radar. A ata da reunião do Copom de março informa que foi cogitado um aumento de 1 ponto de porcentagem na taxa, atualmente em 11,25% ao ano. O Copom volta a se reunir nos dias 15 e 16 de abril e boa parte dos economistas aposta em alta.
Preocupado, o Ministério da Fazenda fez uma manobra para tentar “desarmar” a alta de juros. Segundo fonte do governo, o objetivo era mostrar que há outras formas de conter a inflação, além de elevar os juros. Porém, a operação se mostrou uma trapalhada.
No feriado de Páscoa, assessores qualificados de Guido Mantega fizeram chegar aos principais jornais do País a informação de que o governo está preocupado com o aumento do consumo no mercado interno, que pode provocar inflação. O foco da preocupação estaria na venda de automóveis por crediário. Uma possível medida para “esfriar” a demanda interna, aliviando a pressão inflacionária, seria encurtar os prazos de financiamento, que hoje chegam há 99 meses.
A informação repercutiu mal, pois trombava de frente com todo o esforço feito desde o início do governo, para aumentar o acesso da população ao crédito e ao consumo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reclamou. Mantega recuou.
Na quinta-feira, o diretor de Política Econômica, Mario Mesquita, disse que as operações de crédito, alvo da alternativa sugerida pela Fazenda, não são a principal fonte de pressão da demanda. “A renda, a massa salarial, é tão ou mais importante em algumas regiões e em alguns casos que o crédito”, disse, ao divulgar o relatório trimestral de inflação.
No início deste mês, Fazenda e Banco Central já haviam se estranhado por causa dos juros. Ao comemorar o crescimento de 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2007, Guido Mantega comentou: “Estamos derrubando mitos da economia brasileira, como o mito do PIB potencial. Há não muito tempo atrás, dizia-se que não podíamos crescer mais do que 3%. Está provado que podemos crescer mais do que 5% sem gerar pressões inflacionárias”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008
PCC fatura 511% a mais em 2 anos e meio
Fonte: AE- Agencia Estado
Escrito por V. R. Fiorini* dia 30/03/08
O faturamento da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) cresceu 511% em dois anos e meio. Mesmo com todo o esforço das autoridades no combate ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro patrocinados pelo crime organizado, o exército de criminosos chefiado por Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, lucra cada vez mais. A organização, que já se havia transformado em atacadista no mercado de cocaína no País, agora dá os primeiros passos no tráfico internacional de entorpecentes e busca um acerto com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
O crescimento dos lucros da organização é atestado em contabilidade apreendida em 28 de fevereiro com Wagner Roberto Raposo Olzon, o Fusca, tesoureiro da facção. Ali, é possível verificar que, em 7 de janeiro, o PCC fechou seu caixa dos 30 dias anteriores com R$ 4,89 milhões arrecadados. Em 2005, quando policiais civis apreenderam a contabilidade da cúpula nas mãos de Deivid Surur, o DVD – que, mais tarde, foi obrigado pela facção a se matar na prisão -, as contas somavam R$ 800 mil mensais e preenchiam 18 páginas de caderno escolar. Agora, ocupam 33 páginas – quatro em forma de planilha.
As contas revelam que o PCC mantém um consórcio de advogados pagos para defender seus interesses. Há 21 profissionais da advocacia relacionados na contabilidade, com salários de até R$ 10 mil mensais.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
* V. R. Fiorini (vrfiorini@yahoo.com.br)
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