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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

Delfim ainda não vê excesso de demanda

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Valor

por Claudia Safatle e Sergio Zacchi

Delfim Netto: “A única coisa que sabemos que há em excesso no Brasil é a dengue. Sobre isso não há dúvida”

 Antes de adotar qualquer medida para desaquecer a demanda é preciso, primeiro, saber se há excesso de demanda, recomenda o ex-ministro Antônio Delfim Netto. Ele tem fortes dúvidas a respeito do real descasamento entre a oferta e a demanda por bens e serviços na economia, propalado pelo Banco Central, que acabará gerando pressões inflacionárias indesejáveis. “A única coisa que sabemos que há em excesso no Brasil é a dengue. Sobre isso não há dúvida”, diz, num misto de bom humor e indignação em relação à postura do Banco Central, que acena com a elevação da taxa de juros, a Selic, já em abril para esfriar a demanda agregada e abortar um eventual aumento da inflação acima da meta de 4,5%.

 ”A não ser que o BC saiba de coisas que ninguém sabe, não há nenhuma prova de que há excesso de demanda que exija uma ação imediata, mesmo porque não sabemos quais serão os efeitos da crise americana na economia mundial, se os preços das commodities vão cair, se a recessão vai pegar a Europa, a China. Se isso acontecer, não será preciso mexer em nada”, avalia. Leia o resto do artigo »

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Superávit fiscal sobe, mas BC já projeta gasto maior com juros

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Superávit fiscal sobe, mas BC já projeta gasto maior com juros

 Publicado no Valor

Por Alex Ribeiro

 A perspectiva de alta na taxa básica dos juros já afeta as projeções fiscais do Banco Central para este ano. Agora, a expectativa oficial é de um déficit nominal do setor público de 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB), acima do 1,2% do PIB previsto pelo BC em fevereiro. Os gastos com juros da dívida foram reestimados de um percentual de 5% do PIB para 5,4% do PIB.

 Estatísticas fiscais divulgadas ontem pelo BC mostram que o superávit primário do setor público acumulado em 12 meses subiu de 4,14% do PIB para 4,18% do PIB entre janeiro e fevereiro. O bom resultado primário, contudo, não impediu que a dívida líquida do setor público aumentasse, passando de 41,9% do PIB para 42,2% do PIB entre um mês e outro.

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Entidades pressionam governo e Anatel a agilizar legalização de emissoras em SP

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Agência Brasil de Fato

Por Lucas Krauss e Cristina Charão

Depois da legalização da Rádio Heliópolis, a primeira comunitária paulistana oficialmente legalizada, organizações questionam governo sobre o pedido de outras emissoras

A repentina legalização da Rádio Heliópolis, que se tornou a primeira rádio comunitária oficialmente autorizada em São Paulo, será usada como mote para a retomada das pressões sobre o Ministério das Comunicações e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pela regularização de mais emissoras na capital paulista.

Entidades historicamente ligadas ao movimento das comunitárias querem que o governo esclareça a situação atual dos processos já em andamento de outras organizações, que pleiteiam a mesma autorização conseguida pela Heliópolis, assim como os critérios usados nas avaliações dos dois órgãos.

Na última segunda-feira (24), um grupo formado por parte destas organizações e entidades de apoio se reuniu em mesa de trabalho do Escritório Paulista da Amarc (Associação Mundial de Rádios Comunitárias) e delineou algumas ações conjuntas para pressionar o ministério e a Anatel. Uma delas é a realização de um ato político que reivindicará transparência e agilidade nos processos de autorização de rádios comunitárias na capital paulista. Outra, dar entrada em pedidos formais para que ambos os órgãos tornem pública a situação desses processos. Participaram da reunião o Escritório Modelo Dom Paulo Evaristo Arns, da PUC-SP, ABRAÇO-SP, Associação Cantareira, Projeto Cala-Boca Já Morreu, Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social e a Oboré Projetos Especiais em Comunicação. Leia o resto do artigo »

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Dengue no Rio reflete a falência do modelo de gestão da saúde, diz presidente do CNS

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Brasil de Fato

Por Marco Antônio Soalheiro

“Os gestores optam pelo modelo equivocado, que prioriza os hospitais, os medicamentos e o profissional médico, em detrimento da prevenção”, diz presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS)

A epidemia de dengue no Rio de Janeiro é atribuída pelo presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Francisco Batista Júnior, a equívocos cometidos pelos gestores públicos do setor de saúde. “O que está acontecendo lá é um retrato fiel da falência de um modelo de atenção que os gestores insistem em por em prática no Sistema Único de Saúde (SUS). Os gestores optam pelo modelo equivocado, que prioriza os hospitais, os medicamentos e o profissional médico, em detrimento da prevenção”, afirmou na quarta-feira (26) Batista Júnior, em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional.

Segundo o diretor do CNS, o Rio de Janeiro carece de agentes comunitários de saúde fazendo trabalho de educação e formação, de obras de saneamento básico, de melhor estrutura em bairros periféricos e de estratégias eficazes de combate ao mosquito transmissor da doença.

Ele ressaltou que uma situação semelhante se repete em muitos lugares do Brasil. “Não se acaba a dengue com hospital e médico. Se consegue com prevenção, educação, informação e processo de convencimento, mas como não temos isso pelo país afora, com raríssimas exceções, as conseqüências ocorrem de forma dramática. E para agravar mais ainda, com um financiamento insuficiente para se adotar medidas que possam reverter o quadro”, afirmou.

Batista Júnior considera que parte dos problemas de gestão na saúde pública brasileira já começa na escolha dos ocupantes dos cargos mais importantes do setor. Segundo ele, seriam nomeadas pessoas sem preparação adequada para as funções.

“Os gestores, via de regra, são designados para as secretarias e serviços de saúde para atenderem a interesses de grupos e corporações organizadas, a interesses político partidários. Saúde não pode ser gerida desta forma e utilizada como moeda política. Tem que ser administrada com viés altamente técnico”.

 

 

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Moniz Bandeira e o futuro da América Latina

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Le Monde Diplomatique

Por Marília Arantes

Em entrevista na Argentina, historiador fala sobre o eixo EUA-Colômbia, as mudanças em Cuba e a Conselho de Defesa do Sul

Pouco procurado pela imprensa brasileira, que tem pouco apetite pela profundidade, o historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira concedeu há dias, ao jornal argentino Clarin, uma entrevista que merece atenção. Eis algumas de suas visões:

> Sobre as causas da incursão colombiana no Equador e os riscos de tensões prolongadas na América do Sul:

A paz interna não interessa elite colombiana, que precisa manter-se em conflito para ganhar com ajuda externa dos EUA. Por isso, o difícil prever o fim da instabilidade entre vizinhos, na América do Sul. O ataque às FARC em território equatoriano teve o aval de Bush e pode estar relacionado com um objetivo geopolítico dos EUA: interromper o envolvimento da França (e de Nicolas Sarkozy) na região, visto como sombra à influência de Washington. Além disso, um acordo para liberação de reféns fortaleceria Chávez, que a Casa Branca quer ver pelas costas. Leia o resto do artigo »

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Cuba liberaliza agricultura: de volta ao capitalismo?

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

  Publicado originalmente no Le Monde Diplomatique 

Anunciadas discretamente, medidas visam sanar enorme déficit alimentar da ilha e retomam um antigo debate: como organizar a produção, em sociedades não comandadas pelo mercado?

As duas medidas começaram a ser adotadas sem alarde: nenhum discurso de dirigentes, nenhum artigo no Granma ou no Juventud Rebelde. Mas são para valer. Em diversas reuniões regionais com produtores rurais, autoridades do ministério da Agricultura de Cuba têm anunciado que: a) o planejamento da produção rural deixará de ser feito em Havana, e passará ao plano local; b) os agricultores poderão comprar autonomamente os insumos (ferramentas, equipamentos de irrigação, fertilizantes, cercas e roupas apropriadas) de que precisam para produzir, ao invés de recebê-los do Estado. As primeiras lojas já foram abertas. Não se aceitam pesos cubanos – apenas CUCs, atrelados ao dólar. Leia o resto do artigo »

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Politicagem ou racionalidade. A quem interessa a bagunça do governo FHC?

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

  Publicado no Blog do Chicão  

Vejam a que ponto chegamos no Brasil. Para termos acesso a uma ÓTIMA NOTÍCIA é preciso que exista mais uma “crise política”. Estou me referindo ao SUPRIM (Sistema de controle de suprimentos de fundos), banco de dados que o governo Lula vem organizando desde 2004. No Suprim são registrados eletronicamente as despesas feitas com os cartões de crédito corporativos e com as verbas destinadas a suprir pequenos gastos da presidência da República.

Antes do Lula, na era FHC, os gastos eram uma bagunça, milhares de papéis, colocados juntos em pastas com pouquíssima organização. Para entender o quanto ele é importante vamos ler o que o Tribunal de Contas da União diz sobre este sistema (em seguida eu comento): “Houve um nítido aprimoramento dos controles internos sobre a gestão dos cartões de pagamento”. Ou seja, foi um ótimo avanço para a administração pública, um trabalho longo que infelizmente não tem sido devidamente valorizado pelos brasileiros. “A alimentação do sistema é descentralizada, iniciando-se pelo próprio portador do cartão e complementado com informações específicas pelos setores competentes da Secretaria de Administração”. Ou seja, quem gastou insere os dados e depois quem tem a responsabilidade de conferir descreve o gasto, motivo e dá o Ok.

Tudo em meio eletrônico, fácil de conferir e ter acesso. “Relativamente a 2003 os processos estavam sendo primeiramente desmembrados por portador, para que, então, pudessem ser lançados segundo o padrão adotado pelo sistema.” O governo federal, já em 2005 estava retroagindo os dados do SUPRIM. Iniciou em 2004 e a idéia era retroagir para outros anos. 2003, 2002, 2001, etc. Em 2003 os controles ainda funcionavam do modo herdado do governo FHC. Ou seja, uma bagunça. Os processos nem eram desmembrados por portador. Traduzindo: juntavam as despesas de várias pessoas, misturavam tudo e depois deixavam a pasta em algum arquivo empoeirado. BAGUNÇA PURA. A quem interessava esta bagunça? Era pura incompetência ou uma forma PLANEJADA de dificultar qualquer controle?

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‘Nova’ denúncia da Folha

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 publicado no Blog do Eduardo Guimarães

‘Nova’ denúncia da Folha A Folha gosta de fazer blogueiros (como este que escreve) perderem tempo. Ao publicar “nova” denúncia “apocalíptica” que referendaria as acusações que o jornal, em sintonia com o PSDB, tem feito contra a ministra Dilma Rousseff, leva a ter que gastar tempo com o assunto quem, como eu, se dispõe a municiar com fatos aqueles que não compram material jornalístico enlatado e o consomem sem verificar a validade.  

A rigor, o que é que a espalhafatosa manchete de primeira página do jornalão paulista anuncia de novo? O tom da manchete serve como alento para a parte do público que quer porque quer que seja verdade o que o conluio tucano-pefelê-midiático “denunciou”. Essa parcela da sociedade ficou desnorteada com a revelação de que Álvaro Dias é o “senhor X”, aquele que municiou a imprensa com o “dossiê” que teria sido feito pelo governo para “chantagear” o PSDB. Precisava de algum paliativo para poder retomar algum discurso, pois já não tinha mais o que falar diante da revelação de que o tal “dossiê” não passa de armação da oposição e de seu braço midiático para demoralizarem aquela que acreditam ser a aposta eleitoral de Lula para 2010.   Leia o resto do artigo »

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