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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

Charge de Sábado do Frank

Postado em 5 dEurope/London abril dEurope/London 2008

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Postado em Charges, O que deu na Imprensa | 5 Comentários »

Governo não vai privatizar os portos, diz ministro

Postado em 5 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no BLOG Logística e Transportes

Por José Augusto Valente*

Classificado como segmento estratégico que deve movimentar até US$ 320 bilhões este ano, o setor portuário continuará nas mãos do governo.

A orientação foi dada nesta semana, quando a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e outras sete companhias portuárias foram retiradas do Programa Nacional de Desestatização (PND) e confirmada pelo ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito.

“O governo brasileiro não vai privatizar os portos. Não porque não queira, mas porque esse é o modelo correto de gestão portuária”, afirmou o ministro.

Na avaliação do ministro, o equipamento portuário tem de atender ao coletivo, ou seja, às demandas de pequenos, médios e grandes produtores. “Essa decisão de atendimento estratégico não pode ficar nas mãos de poucos ou de um monopólio privado”, considerou.

De acordo com Brito, o setor portuário é público no mundo interno, com uma única exceção em Hong Kong, onde o porto é privado. O ministro lembrou que os portos de todo o mundo, inclusive do Brasil, têm gestão pública e terminais privados, que são explorados pelas empresas.

O modelo de portos privados, disse o ministro, não interessa ao Brasil. Nesse modelo, o porto pertence a um determinado grupo que define qual carga pode ou não ser transportada. “Temos que escoar a produção do Brasil inteiro, temos que dar atendimento a qualquer que seja o tipo de mercadoria, haja interesse econômico para um grupo específico ou não”, comentou. Leia o resto do artigo »

Postado em José Augusto Valente, Logística e Transporte, política industrial | 1 Comentário »

“Uribe repete a fracassada política internacional dos EUA”

Postado em 5 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Agência Brasil de Fato

Por Camila Moraes

Em entrevista, o pré-candidato do Pólo Democrático, Gustavo Petro, critica o atrelamento de Álvaro Uribe aos EUA e avalia que o Brasil não desempenhou papel importante na crise, ao não tomar partido

Apesar do principal jornal colombiano, El tiempo, ter publicado no dia 18 de março, uma reportagem afirmando que “a Organização dos Estados Americanos (OEA) conseguiu um consenso para superar a crise diplomática entre Colômbia e Equador”, o fato é que em Bogotá, capital da Colômbia, a questão é encarada de maneira muito menos consoladora, e por diferentes ângulos.

De um lado, o presidente Álvaro Uribe sente a pressão da comunidade internacional e falha ao insistir no argumento da legítima defesa para isentar o país de culpa pelo ataque militar ao território equatoriano ocorrido em 1º de março. De outro, o senador Gustavo Petro, pré-candidato às eleições presidenciais de 2010 pelo partido da oposição, o Pólo Democrático, acusa o governo de “repetir irracionalmente a fracassada política internacional dos Estados Unidos”. Veja abaixo entrevista concedida por Petro na qual avalia que o governo brasileiro não desempenhou papel importante na crise por ter se mantido neutro, sem tomar partido no conflito.

Qual é sua opinião sobre a atual crise diplomática entre Colômbia e Equador?

Gustavo Petro: Acredito que a crise é conseqüência de duas grandes causas. A primeira tem a ver com o governo da Colômbia, e a segunda com as FARC. O governo colombiano, sem dúvida alguma, violou o direito internacional. A pergunta aqui, portanto, é por que o fez. A realidade é que detrás da política colombiana existe uma repetição da política dos Estados Unidos de empreender o que eles chamam de “guerra contra o terrorismo” – o que supõe uma relativização das fronteiras e uma violação do mecanismo das Nações Unidas, através do qual os países deveriam resolver seus problemas de maneira pacífica e diplomática. Leia o resto do artigo »

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Argentina, entre “piquetes da abundância” e os camponeses pobres

Postado em 5 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Agência Brasil de Fato

Por Paula Sacchetta

Produtores rurais desencadeiam crise no país com protestos contra aumento de impostos na exportação definido pela presidente Cristina; “Crise ignora situação dos sem-terra”, avalia o Mocase, principal movimento camponês argentino

A Argentina está mergulhada há 15 dias em uma greve do setor agropecuário, com piquetes e bloqueios nas estradas de todo o país, que dificultam o abastecimento das grandes cidades. Já faltam ovos, laticínios e carne na capital Buenos Aires. O motivo do protesto é a decisão da presidente Cristina Kirchner em aumentar em até 45% os tributos cobrados pelas exportações de grãos – soja e girassol -, uma das principais fontes de dólares do país.

A reação dos latifundiários polarizou o país. O ministro da Economia, Martín Lousteau, afirmou que os protestos “foram montados por dirigentes que não estão ideologicamente de acordo com o governo”. O protesto agrário mobilizou sobretudo a classe média de Buenos Aires. Na terça-feira (25), moradores de bairros nobres da capital, como a Recoleta, participaram de um panelaço que foi o maior protesto contra um governo desde a crise econômica de 2001. Ao contrário do que diz a mídia argentina – e também a brasileira -, a manifestação não foi espontânea, mas sim convocada pelos produtores agropecuários e por meios de comunicação contrários à Cristina.

A oposição tenta pegar carona na crise para desgastar a imagem da presidente eleita em outubro, com 45,2% dos votos. Cristina, por sua vez, disse que “o país passou dos piquetes da miséria e da tragédia aos piquetes da abundância” e que “os prejudicados com a greve são os próprios argentinos”. O governo promete não negociar com os produtores enquanto não colocarem um fim à greve. Já as quatro principais entidades agrícolas do país também disseram que não vão ceder “na falta de uma resposta positiva do governo”, ou seja, a menos que o governo retire aumento do tributo. Leia o resto do artigo »

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Lula: Dilma não pode ser vítima de chantagem

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em Redação Terra

Por Jeferson Ribeiro

O presidente Lula  disse na tarde de hoje após almoço com o presidente da Eslovênia, Danilo Turk, que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, não está enfraquecida dentro do governo e que ela não pode ser vítima de uma chantagem política.

“Eu acho que a pessoa que tem a importância da Dilma e que presta serviços ao País como ela presta não pode ser vítima de uma chantagem política, de uma pessoa que não sei quem é e que roubou informações de uma base de dados e vendeu a idéia para alguém que era um dossiê. Eu não posso em nenhum momento ter um milésimo de suspeita sobre a ministra Dilma. Eu conheço ela e a história dela e os serviços que ela presta ao País”, disse o presidente em defesa da ministra. 

Lula afirmou ainda que as informações vazadas são como “osso de galinha”. “A impressão que eu tenho é que alguém encontrou um osso de galinha e tentou vender para a imprensa que tinha encontrado uma ossada de dinossauro. Na hora que for montado para ver que tamanho era o dinossauro vão perceber que era um franguinho. Nós estamos tranqüilos”, disse o presidente. Leia o resto do artigo »

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** DEBATE VI ** Os juros são um péssimo instrumento de combate à inflação. Um ótimo instrumento é o câmbio estável, porém competitivo

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Os juros são um péssimo instrumento contra a inflação. E em um país subdesenvolvido, então, são um instrumento completamente equivocado.

Continuação do Debate anterior (clique aqui para ler)

Que começou com o seguinte artigo (clique aqui para ler)

Explicação:

Como efeito direto, os juros aumentam os custos e os preços. Como efeito indireto podem reduzi-los. Esse efeito indireto é decorrente principalmente da valorização cambial e secundariamente da redução da renda, do emprego e dos salários. Existe ainda um efeito colateral não desejado de piora na distribuição de renda, pois a riqueza financeira, que se beneficia dos juros altos, é muito mal distribuída, como você deve estar careca de saber. Outro efeito colateral indesejado é o aumento expressivo da dívida pública.

Os juros possuem como efeito DIRETO inevitável o aumento dos preços. Isso decorre do aumento dos custos financeiros e dos custos de oportunidade, que são a própria materialidade do aumento dos juros. Isso é direto, inevitável e inquestionável.

Há também efeitos dos juros que levam indiretamente à redução dos preços. Mas esses efeitos são muito indiretos e até incertos e tênues. E mais, SÃO SEMPRE PREJUDICIAIS À SOCIEDADE. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Econômica | 11 Comentários »

Verborragia de Virgílio lembra bêbado de botequim, diz relator

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Portal Vermelho

Arthur Virgílio: alopragem verbal

  O relator da CPI Cartão Corporativo, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), descartou nesta sexta-feira (28) a convocação da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para se explicar na comissão sobre a denúncia de que uma assessora direta da pasta teria sido responsável pela montagem do suposto dossiê sobre gastos do governo FHC. Luiz Sergio também criticou o discurso do líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), que chamou Dilma de “aloprada”. Para o deputado petista, a atitude Virgílio “parece mais coisa de bêbado em porta de botequim”.

”Não vejo motivos de convocar. Qual a razão para isso a não ser o processo da disputa política? A oposição, ao longo do processo, tem uma estratégia em curso de atacar todos os nomes de figuras públicas do PT que ganham notoriedade nacional. A ministra Dilma está sendo atacada porque ela, no Gabinete Civil, deu uma demonstração clara de que é a gerente que o Lula estava precisando. Ganhou credibilidade interna no governo, externa da população”, disse. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | 4 Comentários »

Charge do Frank

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

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Frank

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