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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

Ciro denuncia conspiração para impedir candidatura de Dilma

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Ciro acredita que há um movimento para desmoralizar e difamar a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para impedir que não seja candidata à Presidência da República”

*Postado por Luciana Sergeiro

Publicado originalmente em: Portal Vermelho On Line

O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) acredita que há o movimento de “uma máquina clandestina”, com epicentro na imprensa de São Paulo, para desmoralizar e difamar a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. O objetivo, segundo ele, seria o de impedir que ela não seja candidata à Presidência da República.

Em entrevista à Rádio Gaúcha, ele disse acreditar que esse movimento ainda trabalharia para não deixar que Dilma se apresente para um ‘verdadeiro julgamento popular’. As declarações referem-se ao suposto dossiê que teria sido feito na Casa Civil sobre gastos do governo FHC.

“E isso não quer dizer que eu não ache que deva ter um esclarecimento de todas estas coisas”, afirmou. Ciro disse estar seguro para afirmar que o que está por baixo é “esta ação clandestina difamatória contra a ministra Dilma, que não merece isso. Volto a dizer: é uma mulher de grande valor, que se dedica 24 horas por dia à causa do povo brasileiro”.

Segundo Gomes, a Casa Civil hospeda informações sobre gastos do governo e, aí, não há escândalo de corrupção. “Em minha opinião, o que há são contas advindas das mordomias do poder brasileiro, que chocam a opinião pública”. Ele explicou que a Casa Civil, ao hospedar as informações, tem o dever funcional de nominá-las. Leia o resto do artigo »

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Empresários de transportes do País criticam restrições a caminhões na cidade de São Paulo

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Logística e Transportes

Por José Augusto Valente*

As medidas restritivas à circulação de caminhões em áreas da capital paulista foram amplamente analisadas na Reunião de Diretoria Plena da NTC&Logística (foto), realizada nesta quinta-feira (10/4), em Brasília.

O presidente da NTC, Flávio Benatti, afirmou que uma restrição de circulação de caminhões nas Marginais do Tietê e Pinheiros, provocará efeitos negativos em vários processos logísticos do País, afetando diretamente o Comércio Exterior.

Empresários de vários estados demonstraram suas preocupações com o trânsito de cargas que cruzam a capital paulista em direção ao Interior de São Paulo e a outras regiões do País. “No período restritivo os veículos ficarão represados no entorno da capital, em cidades da região”, avaliou o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de São Paulo (Setcesp), Francisco Pelucio. Leia o resto do artigo »

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O BB quer ser a Petrobrás

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Banco do Brasil está se posicionando em setores mais relacionados com o crescimento, definindo contratos de gestão como na Petrobrás com metas, responsabilidades, cobranças, obtendo uma maior flexibilidade para ir atrás do crescimento.”

*Postado por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif 

Por Luis Nassif

O Banco do Brasil pretende ser a Petrobrás. Obviamente, não no campo da atividade econômica, mas definindo formas de gestão que lhe dêem flexibilidade em um ambiente que se tornou bastante competitivo.

Nos últimos anos houve uma consolidação do sistema bancário através de fusões e aquisições. O BB ficou de fora. No máximo se habilita a bancos estaduais. Pesa contra ele o fato de ser controlado pelo governo. Mas, ao mesmo tempo, tem ações em Bolsa.

Alguns anos atrás, o volume de ativos do Bradesco – o maior banco privado nacional – era de pouco mais da metade dos ativos do BB. Hoje em dia, é de mais de 90%.

Esse impasse necessitará ser resolvido, sob pena de comprometer a lógica econômica da instituição.

Mesmo com as amarras, no ano passado houve movimentos de ajuste, conta Lima Netto, presidente do BB. Foi oferecido um Programa de Demissão Voluntária para 14 mil funcionários dos 82 mil funcionários do banco. 7 mil aceitaram.

Agora, o banco está se posicionando em setores mais relacionados com o crescimento. A carteira de crédito de pessoa física está em R$ 32 bi. Concorrentes diretos têm esse montante só em financiamento de veículos. O banco estava totalmente ausente do crédito imobiliário. Medidas recentes do Ministério da Fazenda criaram o ambiente regulatório para ele começar a entrar. Leia o resto do artigo »

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VIII Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Logística e Transportes

Por: José Augusto Valente*

Esse Seminário é voltado para ações junto ao Congresso Nacional, o Executivo Federal e o Judiciário. Entretanto, me parece ter havido uma perda de oportunidade de se apontar caminhos para a melhoria desse segmento ao se investir muito nas críticas e pouco em propostas.

Na parte da manhã, onde se tratou o tema Infra-estrutura rodoviária, repisou-se no discurso do “quadro dramático” da malha rodoviária nacional, sem fundamentação na própria pesquisa rodoviária da CNT – como já demonstramos neste blog, através de vários posts.

O Geraldo Vianna apresentou seu trabalho onde mostra que falta muita pavimentação de rodovias no Brasil. É verdade e alguma coisa precisa ser feita, principalmente em relação às rodovias vicinais, que têm baixo tráfego mas são vitais para pequenas cidades e municípios com baixa densidade populacional, que são mais de quatro mil no Brasil. Leia o resto do artigo »

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O terrorismo do Banco Central

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“O próprio BC é o agente estimulador das expectativas inflacionárias. E continua preso ao samba de uma nota só dos juros.”

 *Postado por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luis Nassif

Hoje, no “Valor”, duas aulas de dois economistas que aliam conhecimento e bom senso: Delfim Netto e Yoshiaki Nakano. Ambos falam sobre o pânico que setores do mercado espalharam, sobre a volta da inflação (clique aqui).

Aliás, até hoje dói nos ouvidos o artigo do Luiz Carlos Mendonça na “Folha”, prevendo a explosão dos preços. Ele sabe que a gente sabe que ele não acredita um milímetro no que escreveu. Mas sempre foi um grande apostador: e quem aposta na taxa de ignorância líquida do pensamento hegemônico, sempre ganha.

A lógica de Delfim é a seguinte:

A política de “metas inflacionárias” atua fundamentalmente sobre as expectativas do mercado.

O Boletim Focus, do Banco Central, revela expectativas sob controle, ninguém apostando em inflação em alta.

O Banco Central, através de dura mensagem (estimulado pela “ciência” do “mercado”), declarou o óbvio: está pronto para atuar de forma “preventiva” para evitar a deterioração das expectativas inflacionárias. Não esclareceu nada. Apenas confundiu. Primeiro, porque seria espantoso se não estivesse pronto, se e quando, se verificasse a deterioração e, segundo, porque ignorou o seu próprio e importante papel na formação e na deterioração das expectativas. Isso certamente explica boa parte do movimento descontínuo verificado na “meta” da Selic no fim do período. Leia o resto do artigo »

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Resgate Histórico

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

*Paulo Passarinho

Volto ao assunto relativo à proposta da reforma tributária, em discussão no Congresso. No meu último artigo publicado nesse espaço, lembrei que essa já é a segunda vez – a primeira foi em 2003 – que o governo Lula apresenta proposta de reforma tributária, sem que nenhum dos seus compromissos históricos com a justiça tributária e a distribuição de renda tenha sido contemplado, minimamente.

Naquela primeira oportunidade, o governo, em troca da renovação da CPMF e da DRU, aceitou abrir mão do Imposto sobre Grandes Fortunas, do compromisso com a ampliação das classes de alíquotas do IRPF, e outras medidas que sempre fizeram parte do “ideário” do PT sobre o tema.

Nesse sentido, lembro que em 2 de outubro de 1995, o Partido dos Trabalhadores apresentou em Brasília a sua proposta de reforma tributária para o país.

Era o primeiro ano da tragédia que foi para o Brasil os governos de FHC. O texto lembra que o governo “impulsionado pela aliança política conservadora que o controla e subordinado a interesses internacionais, tenta consolidar um projeto neoliberal no país. Um neoliberalismo tardio, porque se instala, justamente, no momento em que esta experiência enfrenta dificuldades crescentes no México, na Argentina, na Bolívia, na Venezuela, entre outras nações”. Leia o resto do artigo »

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O filósofo da improvisação

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Matéria da Revista Época, publicada em 1º de abril deste ano, trata sobre a vida política e a respeitável trajetória acadêmica do ministro Mangabeira Unger, assim como de suas idéias para a Pasta de Longo Prazo.

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente na Revista Época, em 01/04/2008

Mangabeira Unger, o ministro do Longo Prazo, tenta ganhar influência no governo semeando, a curto prazo,  suas idéias polêmicas

Por Ricardo Amaral

O filósofo Roberto Mangabeira Unger, um brasileiro de 60 anos de idade e invejáveis títulos acadêmicos, passou metade da vida esperando a chance de trabalhar com um presidente da República que prestasse atenção em suas idéias para mudar o país. Tentou com Ulysses Guimarães, no PMDB do começo dos anos 1980; com Leonel Brizola, do PDT, na década seguinte; e com Ciro Gomes, de quem foi uma espécie de guru na campanha presidencial de 2002. Todos o ouviram, mas nenhum deles chegou ao Planalto.

A cada fracasso, Mangabeira retornava à Universidade Harvard, nos Estados Unidos, onde é professor de Direito desde os 24 anos de idade (um recorde numa das mais prestigiadas instituições do mundo). Mas nunca desistiu de seu projeto brasileiro. A chance de influir chegou no ano passado, quando o presidente Lula superou as críticas (em 2005, Mangabeira escreveu que este governo era o mais corrupto da História) e o nomeou ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos. O professor agora precisa provar que suas idéias cabem no mundo real. E quer fazer isso depressa.

“Precisamos tratar do longo prazo a curto prazo”, diz o ministro, um trocadilho com o nome original de sua pasta. Ela nasceu como Secretaria Especial de Assuntos de Longo Prazo, mas foi fulminada com um apelido jocoso (Sealopra) pela oposição no Senado. Lula teve de rebatizá-la para manter Mangabeira no governo. Sua missão deveria ser planejar o futuro do país – mantendo distância das polêmicas do cotidiano. Mas Mangabeira tem sua própria noção de tempo na política. Decidiu semear idéias entre ministros que cuidam do presente.

“É importante começar já ações que apontem o rumo, como se fossem as primeiras prestações de um novo futuro, pois é dessa forma que as sociedades se mobilizam para um projeto nacional”, afirma. Filho de mãe baiana e pai americano, Mangabeira Unger diz rejeitar modelos e considerar falso o conflito entre Estado e mercado. Prega a radicalização da democracia e a universalização das oportunidades econômicas e educacionais. “O povo brasileiro, com sua indisciplina construtiva, o seu pendor para o improviso, não deve ter medo de ser vanguarda”, diz o ministro. Leia o resto do artigo »

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Cartel da Mídia

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Mais um capítulo do dossiê…

*Postado por Luciana Sergeiro

Publicado em: Cidadania.com – UOL Blog

Por: Eduardo Guimarães

Porque a Folha, o Globo, a Abril e o Estadão não são honestos pelo menos uma vez e assumem logo a fusão entre eles oficialmente?

Quem chora por FHC?

Depois da, digamos assim, desconstrução pela blogosfera da última ”nova” denúncia da Folha de São Paulo contra a ministra Dilma Rousseff, a própria Folha, a Globo e seu jornal, o Estadão e os demais jornais, rádios, tevês e revistas apêndices deles passaram a atuar em sincronia mecânica entre si.

Foram adotadas, pelos mega meios de comunicação, as seguintes regras:

1 – Manter sempre uma manchete vistosa, seja em jornais ou em telejornais, falando do “dossiê”

2 – Repetir, incessantemente, que o governo “só” quer investigar o vazamento de dados da Casa Civil e não “quem fez o dossiê”

3 – Repetir sempre que “o dossiê da ministra Dilma Rousseff” era “contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua senhora”

5 – Repetir, sem parar, que “agora” o governo isto, “agora” o governo aquilo, tentando caracterizar inconstância nas declarações governamentais sobre “o dossiê”.

6 – Tentar mostrar o governo “acuado”, a ministra “desequilibrada” e “assustada” com a “descoberta” dos “planos contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua senhora”

7 – Selecionar, cuidadosamente, os trechos de manifestações do governo, e evitar ao máximo o assunto Álvaro Dias.

8 – Sempre opinar sobre o assunto, seja em reportagens ou em editoriais.

9 – Tentar construir uma imagem de vítima de FHC e de “sua senhora”, de modo a despertar no leitor, no telespectador ou no ouvinte “solidariedade” para com o tucano.

10 – Barrar o contraditório, barrar qualquer racionalização sobre a falta de lógica da tese pró-oposição da mídia Leia o resto do artigo »

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