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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

Os dois maiores investimentos do Brasil estão no Rio

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Comperj e Companhia Siderúrgica do Atlântico, os dois maiores projetos em andamento no Brasil e na América Latina, serão construídos no Rio de Janeiro, envolvendo altas cifras e geração de milhares de empregos apenas em suas fases de implantação.

No texto a seguir, Paulo Henrique Amorim conversa com Cristiano Prado, gerente de infra-estrutura da Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) e falam sobre o projeto Comperj, a Companhia Siderúrgica do Atlântico, as transformações que estes projetos promoverão nas regiões onde serão construídos, a expectativa de geração de empregos e o montante de investimentos esperados para o estado do Rio até o fim de 2010…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim

Por Paulo Henrique Amorim

A Petrobras vai investir R$ 40 bilhões no Estado do Rio de Janeiro até 2010. Entre os projetos que vão receber esses recursos, o mais importante é o Comperj (clique aqui). Trata-se de um complexo petroquímico que vai produzir matéria-prima para a indústria do plástico. O Comperj vai receber um investimento de R$ 6,3 bilhões até 2010 e deve empregar cerca de 15 mil pessoas na fase de implantação.

Outro projeto que está em andamento no Rio de Janeiro é a construção da Companhia Siderúrgica do Atlântico (clique aqui). O projeto é construído pelo grupo ThyssenKrupp e pela Vale do Rio Doce.

O gerente de infra-estrutura da Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), Cristiano Prado, disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, dia 14, que a Companhia Siderúrgica do Atlântico é o maior investimento privado do Brasil.

“A gente não tem só o maior investimento brasileiro. A gente tem também o maior investimento privado brasileiro em andamento, que é a construção da Companhia Siderúrgica do Atlântico”, disse Prado.

Mas, segundo Cristiano Prado, o projeto brasileiro mais importante em andamento é o Comperj. “O projeto do Comperj é um dos projetos mais importantes que estão acontecendo atualmente no Brasil. Na verdade, ele é o maior projeto que está atualmente em andamento na América Latina. Só o projeto do Comperj está orçado em R$ 17,7 bilhões, dos quais R$ 6,3 bilhões estão previstos para serem investidos até 2010 ali na região de Itaboraí”, disse Prado. Leia o resto do artigo »

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Americanos tramam apoio ao Golpe de 64

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Conversa gravada, em março de 1964, entre o então presidente dos EUA, Lyndon Johnson, e o seu subsecretário de Estado, George Ball, revela participação e apoio do país ao Golpe de 64 ocorrido no Brasil…

*Por Elizabeth Cardoso

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Q65Pz-sFci8]

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Tesouro perde com alta dos juros

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Alex Ribeiro

Fonte: Valor Econômico ( 15/04/2008 )

O Tesouro Nacional vai perder cerca de R$ 10 bilhões nos próximos dois anos caso o Banco Central leve adiante um aperto monetário na duração e magnitude esperados pelo mercado financeiro. Mas, ao contrário do que costumava acontecer, os bancos desta vez não têm nada a ganhar com uma taxa básica mais alta. Hoje, eles estão aplicados em juros prefixados e apostam as suas fichas na expansão do crédito.

O Tesouro sai perdendo porque um bom pedaço de sua dívida é vinculada à taxa Selic – justamente aquela que, nas contas dos analistas do mercado financeiro, será elevada pelo BC dos atuais 11,25% ao ano para 12,75% ao ano até o fim do ano.

A dívida líquida do setor público somava R$ 1,157 trilhão em fevereiro, dos quais 52,4% são indexados à Selic. Os encargos dessa dívida serão tanto maiores quando maior for a taxa Selic média. Nas últimas quatro semanas, depois da sinalização feita pelo BC de que irá elevar os juros, a Selic média projetada pelo mercado para 2008 subiu de 11,25% ao ano para 12,09% ao ano. Caso se confirme essa alta na Selic, o gasto com encargos da dívida em 2008 será R$ 5,1 bilhão maior. Para 2009, os analistas do mercado subiram sua projeção para a Selic média de 10,69% ao ano para 11,52% ao ano, o que tende a ampliar os encargos com juros em R$ 5 bilhões. Leia o resto do artigo »

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Ritmo de deterioração da balança comercial assusta

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em entrevista à Folha, Luciano Coutinho, fala sobre a situação do balança comercial, e afirma que é “muito importante não permitir” a expansão desse déficit e avalia que além da política industrial, o governo deve estudar mais medidas para estimular as exportações”.

clique aqui para ler este artigo na íntegra: Ritmo de deterioração da balança comercial asusta

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Os desafios do etanol

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Para o Brasil se consolidar na agroenergia terá que enfrentar vários obstáculos…

Por Katia Alves

Publicado no: blog do Luis Nassif

Por: Luis Nassif

A consolidação da agroenergia brasileira no mundo exigirá uma guerra que exigirá atuação em várias frentes, uma verdadeira guerra mundial que exigirá planejamento, estratégia, marketing e capacidade de desmontar os argumentos técnicos que serão levantados pelos países competidores.

Presidente da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias) e homem de visão sistêmica, Silvio Crestana julga que a ação brasileira deverá se dar nas seguintes frentes:

1. Conflito energia x alimentos.

Hoje em dia é o argumento recorrente contra o etanol. Especialmente na União Européia considera-se que o advento da energia vegetal criará conflitos com alimentos. Em parte poderá ocorrer na própria Europa e nos Estados Unidos, não no Brasil.

O desafio brasileiro será comprovar que o modelo combinado de agricultura pecuária será capaz de permitir aumento substancial na produção de etanol e de alimento simultaneamente. Para tanto, bastará demonstrar o ciclo econômico desse modelo. Leia o resto do artigo »

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Quando o livre mercado pede socorro

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Para atenuar a crise americana o governo deve intervir, de modo a evitar uma recessão maior.

Por Katia Alves

Publicado no:Valor

Por Cristiane Perini Lucchesi

“Agora somos todos keynesianos”. A famosa frase – dita pelo monetarista Milton Friedman em 1965 à revista “Time” e pelo ex-presidente americano Richard Nixon ao acabar com o padrão ouro, em 1971 – está de volta à ordem do dia. Afinal, o livre e desregulamentado mercado dá sinais de fraqueza inconteste e tem pedido cada vez mais a ajuda do Estado. A inadimplência nas hipotecas americanas gerou uma crise de solvência entre os bancos dos países ricos que foram, pouco a pouco, socorridos pelos diversos governos.

A necessidade de ampliação dos gastos públicos para evitar uma recessão maior passou a ser defendida por personalidades tão díspares quanto o presidente americano George W. Bush, passando por seu secretário do Tesouro, Henry Paulson, pelo diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, e pelos candidatos democratas à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton e Barack Obama. Bancos centrais, governos e até mesmo instituições financeiras privadas passaram a discursar em favor de mudanças na regulamentação para o sistema financeiro e de melhorias na atuação de entidades regulatórias em todo o mundo.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, e o ministro da Economia, Alistair Darling, tiveram de explicar a nacionalização do Northern Rock em fevereiro, após o socorro público ao banco, com empréstimos que chegaram a 55 bilhões de libras esterlinas (US$ 109 bilhões). O presidente do Fed, Ben Bernanke, teve de ir ao Congresso na semana passada para justificar o empréstimo de US$ 30 bilhões feito para o JPMorgan comprar o quebrado Bear Stearns, aceitando como garantia justamente títulos chamados de “lixo tóxico”, vinculados a hipotecas. Leia o resto do artigo »

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Novidades nas eleições municipais do Rio de Janeiro, Fortaleza e Belo Horizonte

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Do Blog do Jefferson Marinho

No Rio de Janeiro, o candidato líder nas pesquisar, Marcelo Crivella (PRB), da base de sustentação do governo Lula, amplia sua aliança política, o que lhe garante maior tempo no horário gratuito de televisão. A chapa de Crivella contará com PR, PTB e PT do B, além do próprio partido PRB. Segundo Crivella, “estamos procurando apoio dentro da base do governo”. O candidato reforça a idéia de aliança política entre os governos municipal, estadual e federal para enfrentar os desafios e problemas do município. O PTB deverá indicar a vice.  A a vereadora Cristiane Brasil (PTB), filha do ex-deputado cassado Roberto Jefferson, é uma das indicadas para vaga de vice.

O ponto fraco da campanha do senador era o baixo tempo de televisão. Inicialmente, sua aliança restringia ao PRB e PT do B, dois partidos nanicos e com pouco tempo no horário eleitoral gratuito. Com a ampliação da aliança, seu tempo de televisão dá um salto, o que é extremamente positivo para sua candidatura. O grande empecilho agora do candidato é a rejeição bastante elevada, o que pode criar dificuldades num hipotético segundo turno. Leia o resto do artigo »

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Desenvolvimento econômico e Previdência Social

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O número de emprego tem aumentado nos últimos anos, mas cresce junto uma preocupação com o déficit da Previdência Social, que embora tenha tido uma melhora sensível, não se pode acomodar e deve-se buscar o equilíbrio nas contas.

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por Luiz Marinho

O ciclo de crescimento econômico dos últimos anos tem permitido uma elevação sistemática e homogênea do emprego, tanto setorialmente quanto geograficamente, e a formalização vem batendo sucessivos recordes, com impactos positivos tanto no percentual de cobertura quanto de arrecadação do RGPS. Os dados do Caged/MTE mostram que, em 2007, foi registrado o melhor ano de toda a série histórica, com criação de 1,6 milhão de postos de trabalho com carteira assinada. Em fevereiro, foram 204.963 vagas, ou 38,4% a mais do que no mesmo mês de 2007.

Em números correntes, o déficit total na contabilidade tradicional, no ano passado, foi de R$ 44,8 bilhões – a previsão oficial era de mais de R$ 47 bilhões. E se não fosse a antecipação, para dezembro, de metade dos benefícios dos segurados que ganham até 1 SM, o que representou um gasto extra de R$ 2,7 bilhões no ano, teríamos fechado com queda no déficit, fato inédito desde meados da década de 90. Mesmo com a antecipação, o déficit do RGPS caiu de 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB) para 1,75%.

As primeiras projeções para 2008 indicaram queda para R$ 43,9 bilhões na necessidade de financiamento. O resultado do primeiro bimestre nos levou a refazer estimativas e reduzi-las em quase R$ 1 bilhão, ou seja, o equivalente a 1,52% do PIB. A confirmarem-se nossas projeções – e vamos trabalhar para isso – poderemos ter, neste ano, uma redução de R$ 3 bilhões no déficit previdenciário. Leia o resto do artigo »

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