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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

Petróleo de Carioca: o que dizem Haroldo Lima e a World Oil

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Se os especialistas dos Estados Unidos já tinham acesso às informações, não havia por que os brasileiros não saberem.”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: VERMELHO

O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, teve um dia cheio em Brasília nesta terça-feira (15). À noite, depois de uma entrevista para a TV Globo, ele falou ao Vermelho sobre as perspectivas da prospecção de petróleo no Brasil e a leitura que a imprensa fez de sua menção ao campo de Carioca-Pão de Açúcar. Para Haroldo Lima, se os especialistas dos Estados Unidos já tinham acesso às informações, “não havia por que os brasileiros não saberem”.

Tendo em vista o tipo de cobertura que a imprensa fez do tema, este portal prefere transcrever as declarações do responsável pela ANP. Com a palavra Haroldo Lima:

“Hoje (terça-feira, 15) abriu-se a sessão da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida pelo senador Aloísio Mercadante (PT-SP), em que eu falaria, assim como diretores da Petrobras e do IBGE. Antes da audiência, o senador Francisco Dornelles (PP-RJ), depois de fazer elogios à minha trajetória, questionou o meu comportamento conforme o noticiário dos jornais do dia, em especial O Globo. Mercadante passou-me então a palavra.” Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 16/04/2008

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Elizabeth Cardoso

Política

Lula considera que os governos deveriam trabalhar em harmonia, limitando as rivalidades políticas aos períodos de eleição, pois, estender tais rivalidades durante os mandatos só prejudica o povo…

JB Online: Politicagem prejudica o povo, afirma Lula

A CPMI dos cartões rejeitou os requerimentos para o acesso aos dados de gastos com cartões corporativos da Presidência e para a convocação da ministra Dilma Rousseff…

Último Segundo: CPI derruba acesso a gastos da presidência e convoca reitor da Unifesp

Economia

Mesmo com todo o alarme sobre o anúncio da mega reserva petrolífera da Petrobrás, o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, afirma que ainda é cedo para se ter qualquer informação relevante sobre o potencial da reserva…

Reuters Brasil: Petrobras diz que saberá tamanho de Carioca em 3 meses

Possível aumento na Selic pressionaria ainda mais os juros cobrados ao consumidor…

Último Segundo: Taxa de juros ao consumidor sobe mais que a Selic

Internacional

Bento XVI na terra do tio Sam… Papa discursa sobre liberdade e diz que os EUA são “generosos ao irem ao encontro das necessidades humanas imediatas, promovendo o desenvolvimento e oferecendo alívio para as vítimas das catástrofes naturais”… Quão generosos…

JB Online: Papa convida EUA a continuarem solucionando conflitos

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A subvenção econômica em inovação e tecnologia

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Para receber a subvenção e preciso que as atividades propostas pela empresa ou instituição interessada estejam ligadas à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico de produtos e processos inovadores em empresas nacionais.”

Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: Projeto Brasil

Por: Lilian Milena

A Subvenção Econômica foi instituída por meio da lei nº 10.973, em dezembro de 2004 para ajudar as micro e pequenas empresas a investirem em tecnologia e inovação.

Por meio desse sistema, o governo federal concede apoio de recursos financeiros para incentivar a implementação de atividades de pesquisa e desenvolvimento em um processo que une ações entre universidades e iniciativa privada, permitindo, ainda, a associação destes setores aos institutos de pesquisa.

O código aprovado pela União prevê mais recursos de subvenção para as regiões menos desenvolvidas do país. Até 60% do valor do sistema deve ser destinado ás empresas fixadas na região Nordeste e para o Estado do Amazonas. O restante, até 40%, é direcionado às demais localidades do Brasil.

Para receber a subvenção, é preciso que as atividades propostas pela empresa ou instituição interessada estejam ligadas à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico de produtos e processos inovadores em empresas nacionais.

O percentual de recursos destinados ao projeto são fixados pela União e a aprovação dependerá dos objetivos da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE). Leia o resto do artigo »

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A dependência dos insumos

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Na coluna Economia de hoje, Nassif discorre sobre as medidas que o Brasil deveria adotar se pretende alcançar a meta de ser a maior potência agrícola mundial, além de apresentar um painel sobre os números do país no setor no que se refere ao comércio internacional. Para alcançar tal meta, o país precisaria libertar-se da dependência dos insumos produzidos pelo cartel, melhor dizendo, pelo Canadá, Rússia e Alemanha…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Blog do Nassif, na aba Economia

Por Luiz Nassif

Se quiser, de fato, se transformar na maior potência agrícola, o Brasil terá que reverter a posição de refém da cadeia de comércio de insumos de fertilizantes.

Hoje são 3 nutrientes básicos que se utiliza na agricultura: nitrogênio, fósforo e potássio. São 3 países produtores de potássio Canadá, Rússia e Alemanha, que são os principais produtores, e acabam “combinando” os preços.

Na avaliação de André Debastiane, consultor da Agroconsult, o país não tem potencial de produção suficiente dos nutrientes para atender toda sua demanda. E continuará a comprar insumos do Canadá, Rússia e Alemanha.

No caso do potássio, a única jazida existente está na Amazônia, e sua exploração sofre de profundas restrições ambientais. No caso de fósforo, o Brasil produz 49% do total consumido, mas a capacidade de produção está praticamente no limite. No caso do nitrogênio, o potencial é maior, porque depende da exploração de petróleo. Leia o resto do artigo »

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O persistente descompasso e o monitoramento da inflação

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O Banco Central afirma que há um risco de inflação… do outro lado o Ministro da Fazenda, Guido Mantega alega o contrário: não há risco… em quem devemos acreditar?

Por Katia Alves

Por Alcides Leite

Publicado no: Valor

O último relatório de inflação do Banco Central (BC) confirmou o tom de alarme presente na ata do Copom, divulgada uma semana antes. No relatório, o BC afirma que “o persistente descompasso entre o ritmo de expansão da demanda doméstica e da oferta, apresenta risco relevante para o panorama inflacionário, o que requer atento monitoramento por parte da autoridade monetária”. O tom de alarme está presente nos trechos “o persistente descompasso”, “risco relevante” e “atento monitoramento”.

Por outro lado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, deixou claro que não há nenhum risco de inflação acima da meta estabelecida, de 4,5%, em 2008. Segundo o ministro, os preços dos alimentos, principais vilões da inflação, começarão a recuar com a entrada da safra agrícola de 2007/2008 e não haverá nenhum descompasso entre a oferta e demanda ao longo do ano.

Os textos do BC e as declarações de Mantega demonstram existir “um persistente descompasso” entre as opiniões do titular do Ministério da Fazenda e a diretoria de sua principal autarquia, o BC. Este descompasso apresenta “risco relevante” para a política monetária do país, de forma que a situação “requer atento monitoramento” do mercado financeiro e da população em geral. Divergências de opinião dentro da equipe econômica geram insegurança entre os agentes econômicos e apreensão por parte dos investidores. Leia o resto do artigo »

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Estudo vê na China mais oportunidades do que ameaças

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Os países que se sentem mais ameaçados em relação à China devem “adotar políticas mais ativas de incentivo às indústrias, melhorias no campo fiscal e de infra-estrutura, maior integração entre os mercados e aproveitar as chances trazidas pela China”.

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por Sergio Leo

Vista como fonte de ameaças comerciais às indústrias dos países latino americanos, a China começa a ser encarada como fonte de oportunidades, que exigirá adaptação de empresas e governos. Há casos bem-sucedidos de empresas da América Latina que aprenderam a enfrentar a concorrência chinesa, e os governos têm de garantir as condições para que esses exemplos se reproduzam, aponta estudo recém-concluído pelo Centro de Desenvolvimento da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que será divulgado hoje (15/04), no Fórum Econômico Mundial, no México.

“Somos da geração de empresários atropelada pela China, ela já destruiu o que podia destruir”, comenta o vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Juan Quirós, que, amanhã, participa de conferência fechada, no Fórum, sobre o crescimento da China como investidor mundial. “A China está se voltando ao próprio mercado interno, e trocando a ênfase na produção de manufaturas pelo foco na produção e exportação de serviços”, diz Quirós. “É melhor não nos dedicarmos a setores que a China vai enfocar, os serviços intensivos de mão-de-obra, como call centers.”

No discurso do setor privado e nos estudos que circulam pelo Fórum Econômico não se nega o perigo representado pela China, para os países da América Latina, mas empresários e analistas começam a explorar maneiras de aproveitar a consolidação do país asiático como motor do crescimento mundial. Leia o resto do artigo »

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STANDARD & POOR’S AMEAÇA REBAIXAR (?) NOTA DOS PAPÉIS NORTE-AMERICANOS

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris – A empresa de classificação de risco Standard & Poor’s ameaça rebaixar a nota dos títulos de dívida pública do Tesouro norte-americano, sob o pretexto de um sobre-endividamento dos EUA. A ameaça, assim como seu pretexto, parece um tanto quanto inusitada, considerando o funcionamento do capitalismo e o papel diferenciado de sua maior potência.

 

O dinheiro exerce um papel central numa economia monetária. Este símbolo deve possuir os atributos de (i) meio de pagamento, (ii) unidade de conta na denominação de contratos e operações comerciais e/ou financeiras e (iii) reserva de valor, isto é, deve principalmente servir como instrumento de validação da riqueza geral produzida.

 

Na economia capitalista contemporânea, este papel é desempenhado pelo dólar, emitido pelo governo dos EUA. Tal privilégio faz com que o governo norte-americano tenha o poder de emitir títulos de dívida ilimitadamente, desde que as convenções corroborem o papel da moeda verde. Desta forma, enquanto o dólar ocupar a especial função de dinheiro do sistema, não faz sentido falar em sobre-endividamento, na medida em que o limite de endividamento é colocado pela vontade da autoridade monetária ianque.

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

 Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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O desastre midiático

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A desinformação é uma das principais ameaças que pairam sobre as democracias na hora da globalização econômica”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por Ignacio Ramonet

O jornalista espanhol Pascual Serrano construiu um “arquivo da vergonha jornalística”, reunindo flagrantes demonstrações da deterioração de uma profissão que ameaça ruir. Hoje, a verdade informativa é quando toda a mídia (imprensa, rádio, televisão e Internet) diz a mesma coisa sobre um tema, diz que uma coisa é verdade… mesmo que seja mentira.

Epílogo do livro “Pérolas 2. Balelas, disparates e trapaças nos meios de comunicação”, de Pascual Serrano.

Indispensável. Este é um livro indispensável para tomar consciência da amplitude do atual desastre midiático. E temos que agradecer Pascual Serrano pelo talento que esbanjou ao constituir o “arquivo da vergonha jornalística” conseguindo arrebanhar tão flagrantes demonstrações da deterioração de uma profissão que ameaça ruir.

O que Pascual Serrano revela com esta nova coleção de “balelas, disparates e trapaças” é que alguma coisa deixou de funcionar nos nossos meios massivos de comunicação. E que, por isso, a informação – ou, melhor dizendo, a desinformação – passou a ser uma das principais ameaças que pairam sobre nossas democracias na hora da globalização econômica.

Uma das razões desta situação mora no fato de que a maioria dos grandes jornais do mundo, se formos falar da imprensa escrita, não são, hoje, dirigidos por jornalistas. Agora são quase sempre dirigidos por egressos das Escolas de Comércio, de Escolas de “Ciências Empresariais”, que são os que, evidentemente, estão com as rédeas da empresa midiática, que irá se comportar como uma empresa que, antes de mais nada, vai pensar em suas relações com os “clientes”, e os clientes são os compradores dos jornais ou os ouvintes do rádio ou os telespectadores da televisão, mas são percebidos principalmente como “clientes”. Leia o resto do artigo »

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