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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

Sobre a elevação dos juros: duas opiniões distintas

Postado em 17 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Seguem abaixo dois artigos mostrando duas visões diferentes sobre a atuação do Banco Central: se ele deve aumentar ou não os juros.

Por Katia Alves

Publicado na Folha

Por Carlos Eduardo Soares Gonçalves

O Banco Central deveria aumentar os juros na próxima quarta-feira para conter a inflação?

Sim

NA SEMANA que vem, o Copom (Comitê de Política Monetária) se reunirá mais uma vez para analisar a evolução do quadro econômico e, a partir daí, decidir o que fazer com a taxa de juros básica. Olhando os dados dos contratos de juros nos mercados futuros, fica claro que os agentes econômicos atribuem probabilidade muito alta de que a Selic seja elevada, ficando a discordância restrita ao tamanho do ajuste.

Recentemente, o professor Delfim Netto disse não ver excesso de demanda na economia brasileira. Com a ironia de sempre, aventou que a única coisa em excesso no Brasil é a dengue. Apesar de concordar com vários pontos levantados por Delfim Netto, como a crítica à visão de que o PIB potencial brasileiro tem um teto de expansão na casa de 3,5%, não me coaduno com a tese de ausência de excesso de demanda. De fato, não é trivial a afirmação de que o crescimento forte levará à inflação acima da meta, visto que ela só estará correta se o crescimento se dever eminentemente a impulsos de demanda, que causam aumentos dos preços. Quando a economia cresce a reboque de ganhos de produtividade e investimentos, a inflação não é um problema, como nos mostra a experiência americana da segunda metade da década passada.

Assim, preocupa o fato de que a taxa de crescimento de vendas do varejo esteja rodando na casa dos 12% (em 12 meses). Isso porque “vendas” é uma medida quase pura de demanda. A produção industrial, por sua vez, vem crescendo bem abaixo disso: 7%. Outra variável que os economistas gostam de olhar para medir a “temperatura” da demanda é a expansão da quantidade de moeda na economia. Até janeiro, o crescimento em 12 meses do agregado monetário chamado de M1 girou acima de 22% e apenas na ponta da série passou a situar-se abaixo de 20%. Não é pouco. Por fim, a utilização da capacidade instalada da indústria não tem cedido nem mesmo em meio à boa leva de investimentos que temos testemunhado, situando-se em torno dos 83%. Em resumo, há sinais de descompasso entre oferta e demanda, sim. Leia o resto do artigo »

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BNDES quer financiar mais projetos no NE

Postado em 17 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O BNDES através de uma política de Arranjos Produtivos Locais pretende ampliar desembolsos no nordeste.

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por Chico Santos

O BNDES vai usar o complexo industrial de Suape, em Pernambuco, como piloto de uma nova estratégia de financiamentos, que tem entre os objetivos principais ampliar a fatia dos desembolsos do banco estatal destinada à região Nordeste. A área está recebendo uma refinaria de grande porte da Petrobras (em parceria com a venezuelana PDVSA) e um estaleiro para grandes navios, de um consórcio liderado pelas construtoras Camargo Corrêa e Queiróz Galvão, além de projetos petroquímicos. Outro projeto com o mesmo objetivo vai apoiar a integração de arranjos produtivos locais (APLs) na calha do rio São Francisco, entre os Estados de Sergipe e Alagoas.

Os dois projetos estão sob a coordenação da Secretaria de Arranjos Produtivos e Desenvolvimento Local, criada pelo presidente do banco, Luciano Coutinho, e vinculada diretamente a ele. A secretaria foi confiada à economista Helena Lastres, especialista no tema, pinçada dos quadros da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para ajudar Coutinho a aumentar a presença nordestina nos recursos do banco. A secretaria coordena o Comitê de Arranjos Produtivos e Desenvolvimento Regional do banco, que realizou semana passada reunião para tratar do assunto.

Suape fica no município de Ipojuca, na região metropolitana de Recife, e já conta com um complexo portuário e vários projetos industriais. Ao mesmo tempo, a capital pernambucana e seu entorno convivem com um dos maiores bolsões de pobreza urbana do país, em grande parte atraído pelos investimentos industriais lá existentes. Leia o resto do artigo »

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A inflação de volta ao centro do debate econômico

Postado em 17 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Nos últimos cinco anos, a economia mundial conseguiu crescimento econômico e ao mesmo tempo controlou a inflação, mas no momento, um aumento de preços se torna quase inevitável.

Por Katia Alves

Publicado na Gazeta Mercantil

Por José Mauro Delella

No cenário atual, um ajuste de preços relativos tende a ser inevitável

Depois de um longo período de taxas muito baixas em praticamente todos os países, que levou alguns economistas a considerarem-na um problema “do passado”, a inflação volta a ocupar lugar de destaque no debate econômico mundial.

O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strausss Kahn, em pronunciamento feito em Washington no último final de semana, convocou os países-membros da instituição a enfrentar o desafio dos altos preços de alimentos, que já se constituem em fator de preocupação de magnitude equivalente à decorrente da crise financeira nos Estados Unidos.  Afinal, embora motivada por questões “nobres” — como a melhora, em termos de quantidade e qualidade, da dieta alimentar de milhões de pessoas nos países em desenvolvimento, bem como a utilização de áreas agricultáveis para produção de formas “limpas” de geração de energia -, a valorização dos produtos básicos afeta negativamente em maior intensidade os mais pobres. Que têm maior parcela de sua cesta de consumo concentrada nesse tipo de produto e encontram maior dificuldade para se defender das perdas provocadas pela inflação. 

Num cenário de globalização, urbanização e inclusão de novos atores à economia de mercado, um ajuste de preços relativos tenderia a ser mesmo inevitável. E, de fato, até bem pouco tempo atrás, a alta dos produtos básicos era em grande parte compensada por quedas nos manufaturados, preservando níveis ainda baixos de inflação agregada. Leia o resto do artigo »

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LE MONDE DESTACA DECLARAÇÃO DE LULA A FAVOR DOS BIOCOMBUSTÍVEIS

Postado em 17 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris – O diário francês Le Monde destaca, na primeira página de seu sítio na internet, a declaração feita pelo presidente Lula de que os biocombustíveis não são os vilões do aumento substancial no preço dos alimentos (clique aqui para ler a matéria).

 

Segundo Lula, não há nenhuma relação direta entre a produção de biocombustíveis e a crise do preço dos alimentos. Talvez o presidente desconheça o problema de escassez de terras. Além de impactar no preço dos alimentos, o projeto dos biocombustíveis reproduz a lógica do latifúndio, inimiga do desenvolvimento nacional, e da precarização das condições de trabalho. Ah, se Celso Furtado estivesse vivo….

 

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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Tesouro perde com alta dos juros

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O Tesouro não é o único que perde com as altas taxas de juros…

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Valor Online – Conteúdo restrito

Por: Alex Ribeiro

O Tesouro Nacional vai perder cerca de R$ 10 bilhões nos próximos dois anos caso o Banco Central leve adiante um aperto monetário na duração e magnitude esperados pelo mercado financeiro. Mas, ao contrário do que costumava acontecer, os bancos desta vez não têm nada a ganhar com uma taxa básica mais alta. Hoje, eles estão aplicados em juros prefixados e apostam as suas fichas na expansão do crédito.

O Tesouro sai perdendo porque um bom pedaço de sua dívida é vinculada à taxa Selic – justamente aquela que, nas contas dos analistas do mercado financeiro, será elevada pelo BC dos atuais 11,25% ao ano para 12,75% ao ano até o fim do ano.

A dívida líquida do setor público somava R$ 1,157 trilhão em fevereiro, dos quais 52,4% são indexados à Selic. Os encargos dessa dívida serão tanto maiores quando maior for a taxa Selic média. Nas últimas quatro semanas, depois da sinalização feita pelo BC de que irá elevar os juros, a Selic média projetada pelo mercado para 2008 subiu de 11,25% ao ano para 12,09% ao ano. Caso se confirme essa alta na Selic, o gasto com encargos da dívida em 2008 será R$ 5,1 bilhão maior. Para 2009, os analistas do mercado subiram sua projeção para a Selic média de 10,69% ao ano para 11,52% ao ano, o que tende a ampliar os encargos com juros em R$ 5 bilhões.

Para ter uma idéia das magnitudes envolvidas, o custo anual do aperto monetário equivale à metade da despesa com o Bolsa Família, que tem um orçamento de R$ 10,37 bilhões para atender a 11 milhões de famílias em 2008. Representa ainda 34% dos R$ 14,6 bilhões que o governo planeja investir neste ano com recursos fiscais no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). É também uma pressão adicional nos já alentados gastos com juros da dívida, que somaram R$ 163,172 bilhões nos 12 meses terminados em fevereiro.

Ao contrário do que acontecia no passado recente, o Tesouro já não é o único que perde com altas no juro básico. Hoje, uma parte representativa da dívida pública é em títulos prefixados, nos quais o Tesouro paga juros fixos independentemente do que o BC faz com a Selic. Em fevereiro, os títulos prefixados representavam 39,2% da dívida, bem acima dos 1,5% de dezembro de 2002.

Na parcela da dívida prefixada, quem perde são os detentores dos títulos – na maioria, bancos e cotistas de fundos de investimentos. Essa perda já vem sendo sentida nos últimos meses, quando os juros futuros passaram a embutir a possibilidade de alta na taxa básica de juros. Leia o resto do artigo »

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A crise do setor elétrico brasileiro de 2007-2008

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Este artigo tem o objetivo central de analisar a situação de desequilíbrio que o setor elétrico atravessou entre novembro e fevereiro de 2007-2008, buscanso demonstrar que em nenhum momento se chegou frente a uma situação análoga à crise do apagão de 2001.”

Por Luciana Sergeiro

O predomínio da hidroeletricidade na matriz elétrica e significativo potencial hidroelétrico do Brasil, estimado em 160 GW, determinam vantagens comparativas singulares em termos internacionais: produção de energia elétrica a menores custos, menos poluidora, interligação de bacias e diferentes regimes de chuva em espaço continental. Contudo, a hidroeletricidade traz, em si, um componente de risco, na medida em que a energia assegurada e a energia natural afluente dependem da intensidade e localização das chuvas no período úmido, que vai de dezembro a março. Esta aleatoriedade é assimilada pela operação do sistema elétrico como risco hidrológico. Este artigo tem o objetivo central de analisar a situação de desequilíbrio que o setor elétrico atravessou entre novembro e fevereiro de 2007-2008, buscando demonstrar que em nenhum momento se chegou frente a uma situação análoga à crise do “apagão” de 2001. O trabalho conclui que novas características estruturais da matriz de energia elétrica estão aumentando o risco hidrológico. Esta tendência irá impor a necessidade de despachar usinas termoelétricas na base para mitigar o risco hidrológico. Como as diretrizes atuais de despacho do sistema elétrico evitam o uso das termoelétricas por razões tarifárias, há um componente de risco não dimensionado. A introdução do leilão de energia de reserva é uma ação no sentido de evitar as termoelétricas, colocando-as como backup do sistema e reduzindo o risco hidrológico.

Entre novembro de 2007 e meados de janeiro de 2008, o volume de chuvas ficou bem abaixo da média histórica brasileira (ONS, 2007, a), série que tem como limite temporal inferior o início da década de 1930. A redução no nível dos reservatórios provocou um forte estresse no SEB e na sociedade brasileira, em razão da ampla cobertura e divulgação pela mídia de opiniões e análises de representantes dos agentes do setor e de especialistas. Como sempre, certo alarmismo apoiado em paralelos e analogias com o “apagão” de 2001. A base deste posicionamento fundamentou-se, grosso modo, na impossibilidade de serem construídos novos empreendimentos no curto prazo que pudessem aumentar a capacidade de geração e, principalmente, devido à indisponibilidade pontual e conjuntural da oferta de gás natural para acionamento de parte do bloco gerador térmico. Outro fator em que se apoiaram as análises comparativas entre 2001 e 2008 foi a alta expressiva do preço da energia elétrica no mercado spot, de curto prazo, que “bateu” no teto dos quase R$ 600 por MW.

De imediato deve-se assinalar, e esta é a posição dos autores, que a possibilidade de ocorrer no início de 2008, situação análoga à crise do “apagão”, só poderia ser concretamente definida através da análise comparativa dos reservatórios das hidroelétricas no término do “período úmido”. Antes desta data limite, a afirmativa de que o “apagão” estaria na eminência de ocorrer foi posição muito prematura e especulativa.

Clique aqui para ler na íntegra o artigo

A crise do setor elétrico brasileiro de 2007-2008.

Por: Nivalde José de Castro2

       Roberto Brandão3

       Felipe Botelho4

       Paula Goldenberg4

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O crescimento econômico e a competitividade chinesa

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“O artigo discute as principais causas do forte crescimento da economia chinesa nos últimos 27 anos. Um dos principais objetivos deste trabalho é lançar novas hipóteses quanto às fontes do desempenho econômico chinês e suas características, propondo uma visão sobre o desenvolvimento recente daquele país, a qual procure ir além das explicações mais conhecidas e que busque, na história recente e na geografia, algumas pistas para esse processo.”

Por Luciana Sergeiro

O forte crescimento da economia da China nos últimos 27 anos é fato amplamente conhecido – nos quatro últimos anos, o Produto Interno Bruto (PIB) chinês teve crescimento real médio de cerca de 10% ao ano (a.a.). Da mesma forma, é notório o extraordinário aumento da competitividade das exportações de produtos manufaturados chineses, deslocando rapidamente produtores tradicionais, inclusive de países desenvolvidos.

Menos conhecidas e compreendidas, no entanto, são as causas desse  processo,ou, pelo menos, suas características e elementos definidores mais importantes. Dentre as causas apontadas, destacam-se os investimentos diretos externos (IDEs), em sua maioria voltados para exportação, que transferem tecnologia e fornecem capital para o país, atraídos principalmente pelo baixo custo de uma mão-de-obra disciplinada e com nível relativamente alto de qualificação. Enfatizam-se também as medidas de política industrial, como os incentivos fiscais concedidos a setores determinados localizados em zonas econômicas especiais, a obrigação de as empresas multinacionais (EMNs) se associarem a um parceiro doméstico e a proibição de investir em certos setores, bem como a manutenção de uma taxa de câmbio fixa e desvalorizada, estimulando as exportações. Todos esses fatores, certamente, contribuíram para o espetacular crescimento econômico chinês, mas estão longe de explicar adequadamente esse processo. Afinal, algumas dessas características estiveram presentes em diversos outros países e regiões, sem que o efeito fosse sequer parecido.

Há uma dimensão em que o fenômeno chinês pode ser considerado como uma terceira onda do modelo asiático, após a do Japão, ainda na década de 1950, e a dos quatro newly industrialized countries (NICs) – Cingapura, Coréia do Sul, Hong Kong e Taiwan -, já na década de 1970. Essa dimensão é a ênfase no comércio internacional, talvez por todas essas economias se caracterizarem por dotação relativamente menos favorecida de recursos naturais. De fato, o Japão e a Coréia do Sul adotaram algumas medidas que, em algum grau, são parecidas com as chinesas, mas que diferem em aspectos substanciais. Leia o resto do artigo »

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A economia brasileira e a dinâmica do setor elétrico em 2007.

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“O artigo descreve a dinâmica da expansão e a evolução macroeconômica da economia brasileira.”

Por: Luciana Sergeiro

No ano de 2007, a economia brasileira apresentou resultado bastante favorável na dinâmica de expansão e evolução dos seus fundamentos macroeconômicos. Superando todas as previsões formuladas no inicio do ano, o PIB apresentou crescimento de 5,4%.

Com este resultado em 2007, a economia brasileira firma um período de crescimento do PIB de cinco anos, fato que não ocorria desde fins da década de 1970. Desta forma, verifica-se uma maior capacidade de sustentabilidade assentada em duas variaves: aumento do consumo interno e da taxa de investimento. Conforme dados divulgados pelo IBGE (2008), o consumo das famílias (que responde por 60% do PIB) e o investimento, cresceram 6,5% e 13,4%, respectivamente. O forte avanço do consumo das famílias foi impulsionado pelas altas taxas de ampliação da massa salarial que atingiu 3,6%, na ampliação de crédito para pessoa física, que cresceu 28,8%, e no aumento das importações, que aumentaram em 20,3%. Segundo Travalglini (2008), ao contrário de outros períodos, a expansão verificada no crédito em 2007 não foi acompanhada pelo aumento percentual da inadimplência, indicando assim maior consistência desta variável. O saldo das operações de empréstimos cresceu 27,9%, nos últimos doze meses. No mesmo período, a taxa de crédito em atraso há mais de 90 dias ficou em 3,2% em janeiro, em relação aos 3,8% no mesmo mês do ano passado. Entre as empresas, caiu de 2,8% para 2%. Entre as pessoas físicas, grande termômetro do mercado para medir o comportamento futuro do crédito, essa relação caiu de 7,5% para 7,1%. Leia o resto do artigo »

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