Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte
Por José Augusto Valente*
As obras do complexo portuário Barnabé-Bagres, no Porto de Santos, devem começar no segundo semestre de 2009, informou o ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito. De acordo com ele, a licitação para definir a empresa responsável pelo projeto deve ser feita no início do ano que vem.
O termo de autorização para que a empresa Santos Brasil faça os estudos de viabilidade do complexo foi assinado ontem (17) pela Companhia Docas de São Paulo (Codesp).
Segundo o ministro, o projeto vai ampliar em 120 milhões de toneladas a capacidade do Porto de Santos, que hoje é de 110 milhões de toneladas.
Com a conclusão do projeto, a área total do porto será de 6 milhões de metros quadrados, o que vai permitir um cais com 11 quilômetros de extensão e a construção de 45 novos berços de atracação para navios. “Isso dará uma nova realidade portuária para o país, não só para Santos. O porto de Santos vai se consolidar como o grande porto concentrador da América Latina”, avaliou Brito.
O custo total da obra será de R$ 9 bilhões, e os recursos sairão integralmente da iniciativa privada.
Segundo ministro, o projeto já está despertando interesse das empresas por causa da demanda crescente que existe por esse serviço no Brasil, especialmente na área do petróleo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Brasil também padece de “desigualdade sanitária” entre os estados, atingindo mais negativamente aqueles de menor expressão política, ou seja, os nortistas…
*Por Elizabeth Cardoso
Publicado originalmente no Vi o Mundo, de Luiz Carlos Azenha
Por Luiz Carlos Azenha


São Paulo – A tabela acima faz parte do estudo produzido pelas pesquisadoras Fernanda Blauth e Marussia Whately, do Instituto Socioambiental, com base em dados oficiais de 2004. Do lado direito, a taxa da população atendida com coleta de esgoto. Ou seja, em Porto Velho, 87,8% da população não tem o esgoto coletado. Em Belo Horizonte essa taxa cai para apenas 6,3%. Notem as grandes diferenças regionais. E, em São Paulo, os 14% não atendidos pela coleta com certeza representam muito em termos de potencial poluidor e de doenças. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte
Por José Augusto Valente*
O DNIT realizará, em sua Superintendência Regional no estado do Pará, audiência pública com o objetivo de apresentar à comunidade local e empreiteiros interessados, a licitação das obras de implantação e pavimentação da rodovia BR-163, no trecho entre Rurópolis/PA e a divisa com Mato Grosso.
A audiência atende aos dispositivos da Lei 8.666/93, que determina que todas as obras cujos valores sejam superiores a R$ 150 milhões sejam divulgadas à comunidade. O aviso da audiência foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta, 16/4.
As obras a serem licitadas abrangerão uma extensão total de 788,9 quilômetros. Para realizá-la o Governo Federal prevê investimento estimado em R$ 960 milhões, com recursos do Orçamento Geral da União. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Publicado no: Valor
Por Martin Wolf
Bela tentativa: sem charutos. Esta foi a minha reação à tentativa da comunidade bancária de evitar regulação adicional, quando recomendou “um conjunto de melhores práticas a ser adotado voluntariamente”. Foi também a reação dos formuladores de políticas que se encontraram em Washington na semana passada. Há mais regulação a caminho. Depois de assustar políticos e formuladores de política a esse extremo, até o banqueiro mais otimista deve constatar isso. Resta saber se a regulação adicional fará algum bem.
Num relatório provisório sobre “melhores práticas de mercado”, o Institute for International Finance, uma associação de banqueiros, oferece uma autocrítica devastadora IIF.com. Eis, portanto, algumas fragilidades que identifica: “deterioração de normas de concessão de empréstimo da parte de algumas instituições que dão origem ao crédito”; um “declínio nas normas de subscrição”; uma “dependência excessiva sobre produtos estruturados insuficientemente compreendidos, de desempenho insuficiente e com classificação inferior à adequada”; e “dificuldades em identificar onde residem as exposições [a risco]“. Você compraria um código voluntário de pessoas que descrevem os seus próprios erros nessa forma brutal? Acredito que não. Existem dois poderosos motivos adicionais para não fazê-lo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Veja abaixo a entrevista com o presidente da FIESP: ele comenta da alta taxa de juros, da política industrial, da pressão de demanda e entre outros assuntos econômicos.
Por Katia Alves
Publicado em: Gazeta mercantil
Por Jaime Soares de Assis
Em seu segundo mandato à frente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, o empresário Paulo Skaf venceu a queda-de-braço contra a CPMF e trava uma nova batalha contra as ameaças de elevação dos juros. Para ele, “não temos porque ter medo de demanda”, que considera combustível para o investimento, e não há razão para continuar a se ter “uma visão monetarista”. Nesta entrevista, Skaf defende a ampliação do Conselho Monetário Nacional (CMN) e aguarda as definições da política industrial, que foi elaborada sem a participação efetiva da indústria. “Vamos ver o que vai acontecer e que projeto é esse que vai sair”.
Gazeta Mercantil – Qual a sua expectativa em relação à política industrial que deve ser anunciada pelo governo; o que se espera deste projeto?
Um projeto de política industrial, na minha visão, deve ser feito, em primeiro lugar, com a indústria. Ele também passa pelas áreas de tecnologia, educação e desoneração tributária. Uma política industrial tem de ser elaborada entre o governo e a indústria, envolvendo todos esses atores e contemplar todas essas visões.
Gazeta Mercantil – O projeto não está sendo feito desta forma?
Não. Não está sendo feito desta forma. Então vou aguardar que ela seja anunciada, vou analisar e depois falo sobre o projeto. Por enquanto, é cedo para falar de um projeto que nós desconhecemos. O que algumas áreas do governo fizeram foi nos pedir algumas informações. Mas isso não é suficiente. A nossa visão é que isso deveria ser feito a quatro mãos, com toda transparência, ouvindo de forma permanente a indústria para que houvesse envolvimento e todos realmente estivessem de acordo. Até o momento não está sendo feito desta forma. Vamos ver o que vai acontecer e que projeto é esse que vai sair. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008
A inflação assusta…
Por Katia Alves
Publicado no: Valor
Por Cristiano Romero
Uma análise acurada do IPCA em março mostra que, mesmo retirando do índice itens que têm pressionado o custo de vida, como os alimentos, a inflação vem mostrando tendência de alta desde o segundo semestre de 2007. O bom comportamento dos preços administrados, por sua vez, tem ajudado a segurá-la. Mesmo com a alta do petróleo no mercado internacional, o preço da gasolina não tem subido no Brasil. Tarifas de energia, mesmo com o aumento do custo de geração graças ao uso de termelétricas, estão diminuindo de preço para consumidores residenciais.
Não é razoável esperar que os preços administrados continuem a dar, em 2009, a contribuição que deram em 2007 e estão dando agora. Não se sabe, também, até onde vai o atual ciclo de alta dos preços dos alimentos. O fenômeno não diz respeito somente à entressafra no Brasil; é internacional. Há milhões de novos consumidores no mundo e isso está pressionando os preços.
Em março, o IPCA acumulado em 12 meses chegou a 4,73%, acima, portanto, da meta de 4,5% perseguida pelo Banco Central (BC) e bem superior aos resultados alcançados em 2006 (3,14%) e 2007 (4,46%). Nos próximos meses, deve romper a barreira dos 5%, embora não haja ninguém prevendo uma explosão acima disso. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008
“Cerca de R$ 20 bilhões de investimentos foram anunciados para o Pernambuco desde o ano passado, esses empreendimento vão mudar a infra-estrutura, como também redefinir a matriz produtiva do Estado, sobretudo a indústria de transformação”.
Por Katia Alves
Publicado no: Valor
Por Carolina Mandl e Marisa Cauduro
Governador Eduardo Campos: “Estamos fazendo o maior investimento histórico em educação de Pernambuco, quase 26,4% da receita, na escola pública”.
Desde que assumiu o governo de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) tem gasto boa parte de seu tempo recebendo em seu gabinete empresários interessados em investir no Estado. Ao longo do primeiro ano de mandato, conquistou empreendimentos que vão demandar investimentos privados de cerca de R$ 20 bilhões nos próximos anos.
Estão em obras uma refinaria, um estaleiro, dois frigoríficos e até uma fábrica de vacinas. É com a chegada desses projetos que Campos pretende mudar o perfil econômico de Pernambuco, ampliando a indústria de transformação.
Mas os ventos favoráveis não significam tranqüilidade. Mesmo no campo econômico, o governador sabe que ainda precisa levar o desenvolvimento para o interior, o que inclui desbravar um vasto sertão. Hoje, a maioria dos empreendimentos está indo para o Porto de Suape. No campo social, os desafios são ainda maiores. Pernambuco está entre os piores indicadores do país em matéria de educação, segurança pública e saúde.
As empresas que aportaram no Estado já sentiram a dimensão do problema. Para colocar as fábricas para funcionar, estão precisando investir na capacitação da população. Agora, para correr atrás do atraso de muitos anos, Campos também aumenta os investimentos em educação, do ensino básico ao técnico. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008
“O fato de Brasil ser exportador de alimentos valoriza o real e neutraliza as pressões inflacionárias”.
Por Katia Alves
Publicado no: Gazeta Mercantil
Por A.C.G.
O HSBC engrossa o coro de bancos e investidores internacionais que acreditam que o Brasil sairá ileso das turbulências nos mercados mundiais. O economista-chefe do grupo HSBC, Stephen King, justifica o descolamento da economia brasileira dos mercados mundiais “Enquanto o País for exportador de commodities e o preço estiver alto, a economia continuará bem. O fato do Brasil não ter déficit na conta corrente e a fatia do comércio com os Estados Unidos for pequena na balança comercial também são positivos”, disse King. No entanto, o HSBC ressalta que as pressões inflacionárias representam risco para o País e que o Banco Central deve agir rápido. “O aumento nas exportações não foram suficientes para aplacar as pressões inflacionárias e não existe nenhum sinal de que os gastos do governo vão diminuir”, afirma o economista-chefe do HSBC no Brasil, Alexandre Bassoli.
O economista acredita que o Copom (Comitê de Política Monetária) aumente a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual para 11,5% ao ano para desacelerar a demanda doméstica e estima que taxa de juros termine o ano em 13%. Leia o resto do artigo »
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