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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

PHA: LULA SE CURVA DIANTE DA GLOBO (DE NOVO)

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Paulo Henrique Amorim do Conversa Afiada

Máximas e Mínimas 1076

Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PIG, Partido da Imprensa Golpista.

. Quando Roberto Marinho era vivo, os editores do jornalismo da Globo não podiam dar “sobe som” do candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva.

. Ou seja, o espectador não podia ouvir a voz dele.

. Se Lula falasse swahili ou sânscrito, os brasileiros só saberiam no horário eleitoral gratuito, porque, no jornalismo da Globo, ele não tinha som.

. No tempo de Roberto |Marinho, houve uma célebre edição do jornal nacional, na véspera da eleição do segundo turno entre Lula e Collor.

. Uma edição que entrou para os manuais sobre “jornalismo e manipulação de eleições”, em todo o mundo.

. A edição do jn continha uma manipulação tosca do que fora o debate entre os candidatos na véspera; uma pesquisa por telefone que dizia que Collor venceu o debate; e um editorial de Alexandre Garcia que conclamava o povo a votar em Collor.

. Quando Roberto Marinho morreu, o jornal nacional ignorou a queda do avião da Gol para não “desmanchar” uma edição que ressaltava a foto do dinheiro dos aloprados e a ausência de Lula no debate da Globo, na véspera.

. Essa edição do jornal nacional levou a eleição para o segundo turno.

. Clique aqui para ler “O primeiro golpe já houve. E o 2º?”

. E consulte o livro “A Mídia nas Eleições de 2006″, da Fundação Perseu Abramo, organizado pelo professor Venicio A. de Lima (clique aqui). Leia o resto do artigo »

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BANCO CENTRAL ENTROU EM PÂNICO E VIU FANTASMA

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Paulo Henrique Amorim

Máximas e Mínimas 1077

 . Se alguém ainda tem dúvida de que o Banco Central e seus astrólogos tenham cometido um ato desastroso ao elevar a Selic em meio ponto, para 11,75%, leia abaixo o que diz um relatório da agência de risco Moody’s: o Banco Central entrou em pânico e viu uma inflação que não há.

CLIQUE AQUI PARA LER >>

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Disputa judicial Diogo Mainardi x Paulo Henrique Amorim : esclarecimento IV

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Paulo Henrique Amorim do Conversa Afiada,

Meus advogados decidiram recorrer à instância superior da decisão de uma juíza que deu ganho de causa a Diogo Mainardi, na ação que movo contra ele no Crime. Mainardi, um “colunista sela”, como diz o Luis Nassif, disse em sua coluna da Veja que eu escrevia a soldo dos Fundos de pensão, do PT e de Luiz Gushiken, enquanto trabalhei no iG. Meus advogados ajuntaram ao processo a notificação do iG que rompia o meu contrato e, por obra de Caio T. (“T” de Tartufo) Costa, me tirava fisicamente do ar. Meus advogados argumentaram que aquela notificação derrubava o “nexo causal” do “colunista cela”. A juíza considerou que aquilo era, apenas, uma “questão de estilo” de Mainardi. Uma instância superior reavaliará essa decisão. Ou seja, Mainardi ainda pode dormir atrás das grades.

Clique aqui e veja os esclarecimentos que o Conversa Afiada já publicou: 

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Grande Entrevista com Paulo Henrique Amorim!! PHA / REVISTA FÓRUM: DANTAS COMPROU PARTE DO PT

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Paulo Henrique Amorim do Conversa Afiada

Em entrevista à revista Fórum Paulo Henrique Amorim diz que Dantas comprou parte do PT e analisa a imprensa e a política nacional (clique aqui). Paulo Henrique diz também que a fusão da Brasil Telecom com a Oi, que formará a BrOi, será a “grande conciliação nacional” que envolverá PT e PSDB.
Leia a íntegra da entrevista de Paulo Henrique Amorim à revista Fórum:
Por Renato Rovai e Glauco Faria

Fórum – Quando o senhor identifica o início da degradação da imprensa brasileira?

Paulo Henrique Amorim – Chegamos a um ponto sem precedentes em termos de degradação e corrupção da imprensa brasileira. A imprensa que chamo de Partido da Imprensa Golpista, ou PIG, é, sobretudo, a Globo, a Folha e o Estadão. Não falo da Veja, porque é um caso especial que eu chamo de “a última Flor do Fascio”, nem da IstoÉ, porque não é uma organização jornalística. Quando você compra um jornal, teoricamente, pelos cânones da indústria, vai obter ali um noticiário razoavelmente isento e, nas páginas de opinião, fica aquilo que o dono quer divulgar. Aqui no Brasil, houve uma inversão completa. Hoje, tem opinião na parte informativa, até no horóscopo e na previsão do tempo, e o mais grave de tudo isso é que se disseminou o sistema de cooptação com dinheiro do jornalismo econômico e político. Tenho divulgado no meu site as relações entre o Daniel Dantas e algumas instituições, cuja função é distribuir notícias que influenciam formadores de opinião, a Justiça… É uma degradação sem precedentes.

Meu ex-colega do IG, Luís Nassif, tem feito um trabalho exemplar ao apontar as ligações sórdidas entre a Veja e interesses econômicos constituídos. Não há nenhuma punição, nenhuma reclamação, nenhuma manifestação de indignação, os jornais do PIG não noticiam o que o Nassif está dizendo. É a maior revista semanal do país e ignoram o que fala um jornalista respeitável que trabalhou na Folha durante uma década, do Conselho Editorial da Folha. Ou seja, Nassif não é irresponsável segundo a Folha. E a Folha não dá uma linha!

O Mino Carta, que é o pioneiro nessa batalha para demonstrar a pusilanimidade, o golpismo e agora a corrupção na imprensa, acha que nós não chegamos no fundo do poço, que ainda iremos mais fundo e saberemos mais coisas e a impunidade continuará.

Fórum – O senhor acredita que essa degradação se agravou durante o processo de privatização?

Amorim – O presidente do México, Carlos Salina de Gortari, vendeu a telefonia do México para uma pessoa, que é o Carlos Slim, hoje o homem mais rico do mundo. Salinas de Gortari teve que fugir do México para a Irlanda porque nem em Miami ele podia ficar. O Fujimori, que fez a privatização no Peru, está preso. O Carlos Menem, que fez a privatização na Argentina, tem vários ministros na cadeia e não pode ver um juiz ou policial que sai correndo, pode ser preso a qualquer momento. Aqui no Brasil o Fernando Henrique Cardoso cobra US$ 60 mil por palestra e sai no PIG toda hora. E as pessoas levam o Fernando Henrique a sério, é o herói de uma parcela da população brasileira.

Vou desenvolver essa tese com mais clareza, mas houve, na transição de regime militar para o democrático, a tragédia da dívida nos anos 80. O Brasil quebrou em 1982, o fenômeno da hiperinflação, e o Sarney tentou resolver, o Collor tentou resolver, e o Fernando Henrique tocou o Plano Real. O plano, entretanto, tinha, como base para solucionar ou para auxiliar a equacionar o problema, a privatização, um instrumento pelo qual o sistema político dominante à época – o PSDB e o PFL – encontrou para acomodar os interesses políticos internos, domésticos, da coalizão dominante e os interesses dos bancos. Ela foi o fiel da balança dessa reengenharia que levou ao sucesso o Plano Real.

Agora, temo que a operação de criação da BrOi seja a consubstanciação, aquele quadro do Napoleão sendo coroado, que está na igreja de Notre Dame. O quadro começa a ser pintado a partir do momento em que o Luciano Coutinho, presidente do BNDES, assina o empréstimo para o Carlos Jereissati e o Sérgio Andrade comprarem a Brasil Telecom, sem botar um tostão. Nesse momento, será feita a grande conciliação nacional, os fundos e o Citibank renunciam a toda ação [judicial] que moveram na Justiça contra o Daniel Dantas1 . O governo Lula põe para dentro a corrupção do Dantas e do governo FHC, limpa a pedra e resolve esse problema botando o dinheiro do BNDES nas mãos desses dois subempresários, já que eles compraram a Telemar sem gastar também.

Aí será feita a grande pacificação nacional, que mobilizou essa subimprensa de contratos de prestação de serviços, mas que você nunca sabe que serviços são esses. Então, se houver o Aécio [Neves] candidato em uma chapa que reúna PSDB e PT, como está sendo montada em Belo Horizonte, resolve tudo. Põe todo o Brasil debaixo do tapete. O PSDB esconde ossos do Fernando Henrique no armário do Lula, o Lula esconde no armário seus próprios esqueletos, e o Brasil vai seguir em frente com a conciliação que o Tancredo [Neves] tentou fazer e não conseguiu porque morreu antes.

A privatização é o que define o processo da Nova República no regime pós-militar, é a metástase da corrupção no Brasil. O Daniel Dantas é o maior símbolo, herói e beneficiário desse processo que corrompeu o PSDB, o PFL e o PT. Ele corrompeu o PSDB, financiou a filha do Serra e ele é a grana que está no duto do Valerioduto. Que o procurador-geral da República não procurou e que o ministro Joaquim Barbosa não achou. A grana do Valerioduto veio de onde? Dá em árvore ou o Valério era maluco e colocava dinheiro dele no esquema? Ele era um lavador de dinheiro e ninguém quer dizer isso. Fizeram a CPI dos Correios e não pediram indiciamento do Daniel Dantas, porque a bancada dele tem um líder no senado, que é o Heráclito Fortes, e tem um líder na Câmara, que é o José Eduardo Cardozo.

Fórum – Então a tentativa do PT de incluir o Daniel Dantas na CPI dos Correios foi uma farsa?

Amorim – Foi uma tentativa de última hora, feita depois que o relatório estava escrito e que não resultou em nada. Durante a argüição do Daniel Dantas, o senhor José Eduardo Cardozo fez perguntas que o Dantas esperava que fosse feitas e o Jorge Bittar (PT-RJ) fez perguntas inúteis. Ninguém do PT perguntou se o Dantas colocava dinheiro no Valerioduto. E era a única pergunta que cabia ali. Por que o PT não foi pra cima do Dantas? Porque o cara da bancada do PT não sabe se quem está do lado dele pegou dinheiro do Dantas. O Dantas calou o PT, o Dantas imobilizou o PT, porque o Dantas comprou uma parte do PT. Pode escrever aí.

Fórum – No PT, havia uma disputa que envolvia o Luís Gushiken, os fundos e a participação do Dantas… Leia o resto do artigo »

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Sobre dengue, mídia e autoridades públicas

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Uma verdadeira batata quente que ninguém quer segurar e passa para o próximo. Assim tem sido o problema da epidemia de dengue no Rio. A mídia reforça o seu discurso contra os órgãos de saúde pública, criando e alimentando na população o sentimento de ineficiência desses órgãos, o que acaba por alarmar as pessoas, desestimulando-as a procurar ajuda médica adequada. Os governos, por sua vez, alfinetam-se de mais e cooperam de menos, colocando picuinhas políticas a frente do bem-estar social. Os agentes menores desse processo, os cidadãos, tornam-se os responsáveis por tudo, acabam ficando com a batata na mão que receberam do governo e da mídia…

Leia abaixo a análise do jornalista e historiador Rafael Fortes sobre este assunto…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Correio da Cidadania

Por Rafael Fortes*

Em 11/4, a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro enviou à imprensa sugestão de pauta sobre a inauguração de uma “tenda de hidratação” para vítimas da dengue, a ser realizada em 14/4, com presença do secretário de estado de Saúde e do secretário de Atenção à Saúde (órgão do Ministério da Saúde). A “notícia” me foi encaminhada por um amigo jornalista, que perguntava: “para que a inauguração? Se os secretários são médicos, não seria melhor irem trabalhar atendendo os pacientes? Isto é festa? Haverá bolo, guaraná, balões de gás e fita para cortar?”. Esse ato é um desrespeito às mães que perderam os filhos. Só falta inaugurarem um cemitério especial para os mortos pela dengue, com fogos de artifício e inclusão da obra no PAC.

O despreparo e/ou má-fé das autoridades se revela também em algumas providências para “combater” o problema: a) iniciativa surreal de trazer médicos de fora do estado do Rio de Janeiro; b) recomendação para as crianças usarem calça, meia e sapato fechado (saúde é obrigação de Estado, se o uso de certas vestimentas é apontado como política de saúde pública, cabe ao Estado viabilizar imediatamente a distribuição para todas as crianças dos itens necessários); c) estímulo ao uso de repelentes (há pesquisas sobre possíveis efeitos da aplicação intensiva e prolongada de veneno sobre a pele de crianças e adultos?); d) a recente e inacreditável “parceria” entre governo do estado e empresas de dedetização; e) contratação de médicos, empresas e cooperativas em regime de urgência, o que dispensa licitação e é sujeita a ingerências pessoais, políticas e comerciais.

É nítido, mas paradoxalmente pouco se discute, que a situação é fruto, sobretudo, do baixo investimento em saúde e da privatização aberta ou velada (cooperativas, fundações, terceirizações etc.), como apontou matéria recente deste Correio.

Em debate no Programa Faixa Livre, o presidente do Sindicado dos Médicos do Rio de Janeiro, Jorge Darze, afirmou que o alto número de óbitos se deve à falta de atendimento, pois o poder público só se mexeu quando a sociedade organizada cobrou e protestou. Disse ainda que os governos federal e estadual se omitiram e demoraram a agir por oportunismo eleitoral, visando deixar à prefeitura o ônus político da epidemia. Caso o leitor não saiba, os governos federal (PT) e estadual (PMDB) são aliados, e a prefeitura (PFL, atual DEM), adversária de ambos. Leia o resto do artigo »

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O infindável assassinato de Isabella Nardoni

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Portal do meu Mundo

Por José Augusto Valente*

Em primeiro lugar, é overdose, mesmo para mim que não vejo televisão. Ainda assim, na internet e nos jornais, é assunto diário.

A pré-condenação do pai e da madrasta, os detalhes sórdidos e o “martelamento” permanente sobre o assunto são insuportáveis e não levam (nem elevam) a humanidade a lugar algum.

A menina não morreu apenas uma vez, como a maioria das pessoas. Ela morre centenas de vezes todos os dias, desde a sua primeira morte.

Imagino também o sofrimento da mãe da Isabella (foto das duas), com a exposição permanente da chaga aberta naqueles que amavam a menina e não a terão mais no convívio diário, mas apenas na lembrança.

Para piorar o incômodo, tenho uma neta de seis meses, chamada Isabella.

Isso mesmo, com “s” e “ll”! É a tal lindinha para quem eu fiz uma música instrumental, quando do seu nascimento, e me expus tocando aqui nesse blog.

Imaginem ouvir e ler o tempo todo a frase “assassinato da Isabella”. Leia o resto do artigo »

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A herança maldita

Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Como os compromissos do passado podem comprometer o poder de investimentos dos Estados?”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Revista Amanhã

Por  Marcos Graciani e Andreas Müller

Pagamento de dívidas antigas, de servidores inativos, de pensionistas… Um estudo exclusivo mostra como os compromissos do passado comprometem o poder de investimento dos Estados

As contas da União vão bem, obrigado. A poupança de dólares do Banco Central cresce sem parar, o governo federal se mantém superavitário e o presidente Lula, entusiasmado, fala em expandir os investimentos em infra-estrutura em todo o país. O que preocupa, mesmo, é a situação dos Estados. Poucas vezes, houve um descompasso tão grande nas contas dos governadores – especialmente os da Região Sul do Brasil, que acumulam déficits orçamentários já há vários anos. O caso mais crítico é o de Yeda Crusius, que governa com uma margem para investimentos correspondente a -3,9% da receita líquida corrente do Rio Grande do Sul. Em bom português, Yeda não tem um único centavo para realizar novos investimentos. Tampouco para bancar as despesas correntes do Estado, como o pagamento de servidores ativos e inativos, o serviço de dívidas antigas etc – que, juntas, são 3,9% maiores do que a arrecadação total do governo gaúcho. Nos outros Estados, a situação não é tão sufocante assim, mas inspira cuidados. Em Santa Catarina, por exemplo, descontadas as despesas “fixas”, sobra apenas 1,3% da receita líquida corrente (ou RCL) para o governador Luiz Henrique da Silveira investir. No Rio de Janeiro, a margem é de 3,9%.

Como explicar a diferença abissal entre o poder de investimento da União e dos Estados? Um estudo exclusivo encomendado por AMANHÃ ao economista Darcy Francisco Carvalho dos Santos, especializado em contas públicas, traz uma explicação simples: a diferença básica é que os Estados ainda estão enredados em compromissos adquiridos no passado – tais como pagar dívidas contraídas por governos anteriores ou bancar servidores inativos e pensionistas. São compromissos importantes, é claro. Mas que constituem uma “herança maldita” para a maioria dos atuais governadores. O estudo de Santos não deixa dúvidas: os Estados que destinam as maiores parcelas do orçamento para honrar esses compromissos são justamente os que têm as piores condições de realizar novos investimentos. Veja o caso dos três Estados do Sul. No Paraná, apenas 27,6% da RCL vai para o pagamento de inativos, pensionistas e serviço da dívida. Não por acaso, o governo paranaense é o que goza de maior margem para investimentos da região – equivalente a 7,2% da RCL. Já o Rio Grande do Sul despeja 44% de sua RCL no pagamento de inativos, pensionistas e serviço da dívida e é o único Estado do Sul que não dispõe de recursos próprios para realizar investimentos. Leia o resto do artigo »

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A ordem criminosa do mundo – Parte 1

Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Documentário produzido pela RTVE da Espanha, com o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano e o relator da ONU e sociólogo francês, Jean Ziegler.

Este documentário critica as implacáveis e desumanas formas de poder que tem se consolidado no mundo através das políticas e práticas imperialistas realizadas pelas potências mundiais em detrimento dos países e populações pobres, mas sempre a favor do capital financeiro. É uma ampla análise das inúmeras e profundas mazelas que assolam a humanidade. Através de suas colocações pungentes, Galeano e Ziegler examinam a nova ordem mortífera do mundo, que cada vez mais tem concentrado poder e riqueza na mão de uma pequena elite, a que controla o capital financeiro internacional, reservando para uma massa de milhões de pessoas apenas a miséria, a fome, o desemprego, enfim, a exclusão total. Uma nova ordem criminosa que destrói direitos; que desrespeita não apenas os direitos humanos, mas o próprio homem; que mata pessoas ao retirar-lhes mais que o alimento, o emprego, mas principalmente a dignidade e a esperança.

*Por Elizabeth Cardoso

“Os verdadeiros donos do mundo hoje em dia, em primeiro lugar, são invisíveis, não estão submetidos a nenhum controle social, sindical, parlamentar. São homens sob a sombra que detêm o governo do mundo. Detrás dos Estados, detrás das organizações internacionais, há um governo oligárquico de muito pouca gente, muito pouca gente, mas que conta com uma potência, uma influência, um controle social sobre a humanidade como jamais um papa, nenhum imperador nem rei algum tinha tido ao longo da história dos homens.”

Jean Ziegler

Duração: 10:54min

Idioma: Espanhol (sem legendas)

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