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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

Lula promete 28 estações do metrô no DF até 2010

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou durante inauguração de estação do metrô da Ceilândia, cidade-satélite de Brasília, que além dos R$ 30 milhões aplicados pelo governo federal nas estações, serão destinados mais de R$ 60 milhões para recuperar a BR-450 e mais de R$ 70 milhões para BR-020, rodovias que cortam o Distrito Federal.

O presidente afirmou também que até 2010 estarão funcionando todas as 28 estações previstas do metrô de Brasília, ampliando a meta de transportar 100 mil passageiros diários para 300 mil.

Fonte: Agência Estado

Já o Correioweb, dá a mesma notícia como se não existissem os recursos do Governo Federal.

Quem ler a matéria (clique aqui) terá a impressão que os recursos são todos do Governo do Distrito Federal. Não há uma palavra sequer fazendo referência ao financiamento da União. Leia o resto do artigo »

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Eric Hobsbawm – O desafio da razão: Manifesto para a renovação da história

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Eric Hobsbawn, um dos mais respeitados historiadores contemporâneos, discute o desenvolvimento e evolução do marxismo, sua contribuição para a Historiografia e as ciências sociais e o papel que desempenhou e ainda exerce sobre as diversas correntes de pensamentos e movimentos políticos…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente na Agência Carta Maior

O desafio da razão: Manifesto para a renovação da história

É tempo de restabelecer a coalizão daqueles que desejam ver na história uma pesquisa racional sobre o curso das transformações humanas, contra aqueles que a deformam sistematicamente com fins políticos e simultaneamente, de modo mais geral, contra os relativistas e os pós-modernos que se recusam a admitir que a história oferece essa possibilidade. A análise é de Eric Hobsbawm.

Por Eric Hobsbawm

“Até agora, os filósofos não fizeram mais do que interpretar o mundo; trata-se de mudá-lo.” Os dois enunciados da célebre “Teses sobre Feuerbach”, de Karl Marx, inspiraram os historiadores marxistas. A maioria dos intelectuais que aderiram ao marxismo a partir da década de 1880 – entre eles os historiadores marxistas – fizeram isso porque queriam mudar o mundo, junto com os movimentos operários e socialistas; movimentos que se transformariam, em grande medida devido à influência do marxismo, em forças políticas de massas.

Essa cooperação orientou de maneira natural os historiadores que queriam transformar o mundo na direção de certos campos de estudo – fundamentalmente, a história do povo ou da população operária – os quais, se bem atraíam naturalmente as pessoas de esquerda, não tinham em sua origem nenhuma relação particular com uma interpretação marxista. Por outro lado, quando esses intelectuais deixaram de ser revolucionários sociais, a partir da década de 1890, com freqüência também deixaram de ser marxistas.

A revolução soviética de outubro de 1917 reavivou esse compromisso. Lembremos que os principais partidos social-democratas da Europa continental abandonaram completamente o marxismo apenas na década de 1950, e às vezes ainda depois disso. Essa revolução gerou, também, o que poderíamos chamar de uma historiografia marxista obrigatória na URSS e nos Estados, que depois foi adotada por regimes comunistas. A motivação militante foi reforçada durante o período do antifascismo.

A partir da década de 1950 essa tendência começou a decair nos países desenvolvidos – mas não no Terceiro Mundo – apesar de que o considerável desenvolvimento do ensino universitário e a agitação estudantil geraram, dentro da universidade, na década de 1960, um novo e importante contingente de pessoas decididas a mudar o mundo. Contudo, apesar de desejar uma mudança radical, muitas delas já não eram abertamente marxistas, e algumas já não eram marxistas em absoluto.

Esse ressurgimento culminou na década de 1970, pouco antes do início de uma reação massiva contra o marxismo, mais uma vez por razões essencialmente políticas. Essa reação teve como principal efeito – exceto para os liberais, que ainda acreditam nisso – o aniquilamento da idéia de que é possível predizer, apoiados na análise histórica, o sucesso de uma forma particular de organizar a sociedade humana. A história havia se dissociado da teleologia. Leia o resto do artigo »

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A ordem criminosa do mundo – Parte 2

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Segunda parte, de um total de quatro, do documentário produzido pela RTVE da Espanha, com o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano e o relator da ONU e sociólogo francês, Jean Ziegler.

Este documentário critica as implacáveis e desumanas formas de poder que tem se consolidado no mundo através das políticas e práticas imperialistas realizadas pelas potências mundiais em detrimento dos países e populações pobres, mas sempre a favor do capital financeiro. É uma ampla análise das inúmeras e profundas mazelas que assolam a humanidade. Através de suas colocações pungentes, Galeano e Ziegler examinam a nova ordem mortífera do mundo, que cada vez mais tem concentrado poder e riqueza na mão de uma pequena elite, a que controla o capital financeiro internacional, reservando para uma massa de milhões de pessoas apenas a miséria, a fome, o desemprego, enfim, a exclusão total. Uma nova ordem criminosa que destrói direitos; que desrespeita não apenas os direitos humanos, mas o próprio homem; que mata pessoas ao retirar-lhes mais que o alimento, o emprego, mas principalmente a dignidade e a esperança.

Nesta segunda parte, Galeano e Ziegler discorrem sobre o “capitalismo assassino”, que mata milhares de pessoas devido à fome crônica que assola os países pobres, expiatórios das políticas imperialistas e excludentes do capital financeiro. Eles tratam também sobre o pânico característico do nosso tempo, principalmente o pânico relacionado à perda do trabalho, o que tem tornado o trabalhador passivo diante das práticas exploratórias e da restrição de seus direitos.

*Por Elizabeth Cardoso

Duração: 10:36min

Idioma: Espanhol (sem legendas)

“Todos os dias neste planeta, segundo a FAO [Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação], 100 mil pessoas morrem de fome ou por causa de suas conseqüências imediatas. No ano passado, a cada 5 segundos, uma criança de menos de 10 anos morria de fome e ano passado também, 856 milhões de pessoas, 1 de cada 6, tinham permanecido mal nutridas de forma grave e permanente. As cifras indicam que a pirâmide de mártires aumenta e tudo isso se sucede em um planeta que, segundo a FAO, poderia alimentar em condições normais com 2700 calorias por dia, para um adulto normal, a 12 bilhões de seres humanos, e somos 6 bilhões, quer dizer, a quase o dobro da população atual, ou seja, que nesta matança cotidiana de fome não há fatalidade alguma.”

Jean Ziegler

“Eu não sei se em outras civilizações, se em outras etapas da história humana, as pessoas estavam tão presas ao medo como nós vivemos agora. Temos medo de tudo, todo o tempo. Não se pode fazer nada, é um gás paralisante de medo. O medo, creio, predominante, o que se sente mais na vida cotidiana, é o medo de perder o trabalho. É um típico pânico do nosso tempo, a insegurança laboral. O medo de não encontrar amanhã um posto na fábrica ou na oficina faz com que uma quantidade de direitos sindicais que se haviam tido ao longo de mais de dois séculos de lutas estejam agora correndo um grave perigo de morte, porque ninguém se anima a nada por medo, por pânico, da perda do trabalho que se tem. Os que não têm medo da perda do trabalho tem medo de não encontrá-lo, que é um medo muito semelhante. [...] O pânico é o demônio que nos inventam para nos assustar. [...] O trabalho hoje vale menos que lixo [...] se trabalha cada vez mais em troca de menos, cada vez mais horas em troca de um salário menor. [...] direitos conquistados em muitas batalhas difíceis ao longo do tempo, como o direito à sindicalização [...] esse é um direito aniquilado pela máquina da morte do mundo de hoje, é uma máquina de exterminar direitos, que tem convertido o trabalhador em um mendigo, em um mendigo de emprego, em um mendigo de salário.”

Eduardo Galeano

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=LD0-VtYenLQ&feature=related]

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O que faz as pessoas felizes?

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“(…) a recessão e o desemprego afetam mais a satisfação das pessoas do que a inflação. (…) Em breve os bancos centrais irão levar estes fatores em consideração nos seus modelos e nas suas decisões, especialmente quando a felicidade começar a ser medida ainda mais precisamente.”

O autor aponta para a preocupação crescente de se verificar os níveis de felicidade dos países como forma de se adequar políticas econômicas à realidade destes.

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Naércio Menezes Filho

A felicidade tem ocupado a mente dos economistas por muito tempo, mas nas últimas décadas as pesquisas nesta área têm se intensificado, com o uso de novas técnicas e novas bases de dados. Alguns economistas argumentam que o sucesso de um país deve ser medido exclusivamente pela felicidade de seus habitantes e que as decisões de política econômica e social têm que se voltar para este objetivo. A satisfação com a vida seria uma medida síntese de bem-estar que agrega vários componentes, como saúde, riqueza e status social. Além disto, a felicidade seria mensurável, já que nós podemos perguntar diretamente para as pessoas se elas estão ou não satisfeitas com a vida. Mas, afinal de contas, o que determina a felicidade? Renda familiar, bens de consumo, casamento, filhos, satisfação no trabalho, desemprego, inflação baixa – quais são os fatores mais importantes para a satisfação das pessoas? E como a política econômica pode afetar estes fatores?

Existem várias bases de dados que tentam medir as percepções das pessoas sobre estas e outras questões. As mais conhecidas são “World Value Surveys”, “Gallup World Polls” e “Latino Barômetro”. Estas pesquisas perguntam para os entrevistados quão satisfeitos estão com a vida, mas também suas condições de saúde e opiniões a respeito da liberdade e democracia, além de colher informações sobre suas características sócio-econômicas. A pergunta sobre felicidade geralmente é feita da seguinte forma: “olhando para sua vida como um todo, você diria que está muito satisfeito, satisfeito, não muito satisfeito ou totalmente insatisfeito com ela?”. Leia o resto do artigo »

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ALIANÇA PIMENTEL-AÉCIO: A POLÊMICA DA ESCÓRIA DE CIRO GOMES

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Do Blog do Jefferson Marinho

Um artigo publicado no Jornal O Tempo sobre a aliança PT-PSDB em Belo Horizonte, tendo como cabeça-chapa um candidato do PSB, Márcio Lacerda.

Do Jornal O Tempo, de 19/04/2008.        

 A escória de Ciro

 VITTORIO MEDIOLI

Recebi uma carta da Assembléia Legislativa de Minas que informa o voto de repúdio ao Ciro Gomes subscrito por 16 deputados. Motivo do qüiproquó é a declaração de 20 de março do ex-governador do Ceará, “Aqui o que eu vejo é que a escória da política não tem espaço.

A hegemonia moral e intelectual que preside esse movimento que Minas está fazendo é tão eloqüente e importante que a escória da política deve estar apavorada com isso”. Ciro abriu assim as comportas da insolência, mais uma vez, contra os que não aprovam a aliança PT/PSDB, aliança em volta de seu pupilo e ex-secretário Márcio Lacerda para prefeito de Belo Horizonte. Leia o resto do artigo »

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Dólar atinge menor valor em quase 9 anos

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Em meio à espera pela elevação da taxa de juros, anunciada apenas depois de o mercado financeiro estar fechado, o dólar perdeu ainda mais valor diante do real.”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Folha de S. Paulo

Após sofrer depreciação de 1,19%, moeda americana fecha vendida a R$ 1,664, mais baixa cotação desde maio de 99.

No ano, desvalorização já alcança 6,36%; entrada de capital externo no país dá sinais de alta, e juro maior deve acelerar movimento

Em meio à espera pela elevação da taxa de juros, anunciada apenas depois de o mercado financeiro estar fechado, o dólar perdeu ainda mais valor diante do real. Vendida a R$ 1,664, a moeda americana encerrou as operações de ontem em seu mais baixo valor desde maio de 1999.

Apenas ontem, o dólar desvalorizou-se em 1,19% diante do real. Neste mês, a baixa alcança 5,08%; no ano, está acumulada em 6,36%.

O processo de aumento da taxa básica brasileira, retomado ontem, eleva as expectativas em relação à possibilidade de o dólar seguir em queda. A Selic subiu de 11,25% para 11,75%.

“Não há fundo para o dólar”, afirmou Mário Battistel, diretor de câmbio da Fair Corretora. “E não acredito que o governo anuncie nenhuma medida para mexer com o câmbio. Afinal, o câmbio é um mecanismo que auxilia no controle da inflação”, disse Battistel.

Enquanto os juros caem com força nos EUA, o Brasil voltou a subir sua taxa. Essa conjunção eleva a atratividade do país para o capital externo. Muitos investidores internacionais captam recursos no exterior a baixo custo e os aplica no Brasil (onde o juro alto garante alta remuneração). Isso eleva a oferta de dólares no país, derrubando sua cotação.

De sua parte, o Banco Central tem se limitado a realizar leilões, praticamente todos os dias, para comprar dólares das instituições financeiras. Mas essa forma de ação tem se mostrado tímida para evitar a apreciação da moeda nacional, que encarece as exportações.

Além do real, o dólar tem se depreciado diante de moedas de outros países. Em relação ao euro, por exemplo, tem batido recordes de baixa nas últimas semanas.

Segundo a agência Bloomberg, o banco Goldman Sachs recomendou que os investidores troquem dólares da Nova Zelândia pelo real. Na Nova Zelândia, a expectativa é que os juros sejam reduzidos nos próximos meses. O real se valorizou diante de 14 das 16 moedas mais negociadas do mundo no último mês, disse a Bloomberg. Leia o resto do artigo »

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O nacionalismo e o renascimento chinês

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no: Jornal do Brasil

Por Mauro Santayana

A Fundação Alexandre Gusmão reuniu nos dias 17 e 18 no velho Palácio do Itamaraty, acadêmicos, diplomatas e jornalistas – brasileiros e estrangeiros – a fim de discutir o caso chinês. O extraordinário desenvolvimento econômico do mais populoso país do mundo, nestas três últimas décadas, pode corresponder a uma revolução histórica, ou não, uma vez que a nenhum mortal é concedido o privilégio de ver um segundo sequer do futuro. Mas, na hipótese, demonstrada até agora, de que haja futuro, convém-nos, tanto às pessoas quanto às nações, examinar o presente e nos prepararmos para o que é provável.

Não é só a China que cresceu e cresce. Ela arrasta os seus vizinhos igualmente populosos, como é o caso da Índia, do Paquistão, do Bangladesh e outros países vizinhos. Só nesse bloco temos mais da metade dos seres humanos. Até o fim da Segunda Guerra Mundial, essa imensa parcela da humanidade se encontrava sob domínio direto e indireto dos estrangeiros, com a aquiescência de chefes militares e potentados religiosos internos, que exploravam seus vassalos menores.

Se para alguma coisa, além do próprio proveito, serviu o crescimento da China, foi para reabilitar o velho nacionalismo. Toynbee escreveu que a ideologia do século passado era a do nacionalismo. Depois da capitulação soviética, organizada pela tróica do liberalismo econômico tardio (o papa Wojtyla, a senhora Thatcher e o cow-boy Ronald Reagan), os meios de comunicação, administrados por Wall Street e pela Casa Branca, fizeram acreditar que o nacionalismo morrera. É curioso que a ascensão dos três ao poder coincide com o início da ação renovadora de Deng Xiaoping no sistema chinês. Leia o resto do artigo »

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Brasil tem o pior crescimento de exportações entre os Bric

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“O crescimento das exportações brasileiras ficou abaixo da média dos países do Mercosul…”

Por Luciana Sergeiro

 Publicado em Valor Online (restrito a assinantes)

Por Agências internacionais

O câmbio valorizado e o aumento no consumo doméstico fizeram com que o Brasil registrasse um dos maiores aumentos de importação entre as principais economias do mundo, com taxas duas vezes maiores que o desempenho de suas exportações. Por outro lado, o país teve o mais baixo crescimento de exportações ante os principais países emergentes.

Em 2007, o país teve uma alta de 32% em suas importações. Nos dois primeiros meses do ano, a alta foi ainda maior e chegou a 50%. Em 2006, o Brasil ocupava a 29ª posição entre os importadores, com US$ 88 bilhões. Um ano depois, o país passou para a 27ª posição, superando Dinamarca, República Tcheca e Emirados Árabes Unidos. No total, o Brasil importou US$ 127 bilhões, respondendo por 0,9% das compras mundiais. Leia o resto do artigo »

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