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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

Diagnósticos econômicos da doença e da prevenção

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Mais grave do que a escassez agregada de médicos é a assimétrica distribuição espacial destes profissionais no nosso grande, diverso e desigual território.

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por: Marcelo Côrtes Neri

O número de médicos brasileiros tem aumentado. O número de habitantes por médico caiu de 893 em 1990 para 595 em 2005. Daí conclui-se que a escassez de médicos caiu? Não necessariamente, pois mudanças de demanda por serviços, de oferta de profissionais no mercado e das tecnologias que mediam as duas pontas do mercado de saúde podem mais que compensar as tendências de incremento de oferta. Segundo o Censo 2000, os médicos ocupam a liderança da escassez em todos os principais indicadores trabalhistas, como taxa de ocupação, salário e jornada de trabalho. As últimas PNADs indicam aumento relativo do nível de pressão de demanda em todas as variáveis associadas à inserção dos médicos no mercado de trabalho.

Mais grave do que a escassez agregada de médicos é a assimétrica distribuição espacial destes profissionais no nosso grande, diverso e desigual território. Há movimentos pendulares dos médicos que moram em um município e trabalham em outro, assim como a migração destes profissionais entre Estados e municípios, inclusive daqueles que mudaram depois de estudar. Subsidiamos o debate em torno da iniciativa federal de ampliar o quadro permanente de médicos em cada região concedendo incentivos a recém-formados em universidades federais; e da criação da força nacional de saúde, anunciada pelo ministro Temporão no dia 16 de abril para lidar com emergências locais. Ou seja, as informações de disponibilidade de médicos e dos sinais de mercado de trabalho da escassez relativa deles, o que pode ajudar no diagnóstico (vide o sítio www.fgv.br/cps/medicos ).  

A assimetria da escassez de médicos não se dá apenas entre os Estados da federação, mas no interior dos mesmos e dentro das mesmas cidades. Movimentos pendulares dos médicos – moram em um município e trabalham em outro -, assim como a migração destes profissionais entre Estados e municípios, tornam complexas as análises e fazem a leitura dos sinais de mercado útil para lidar com assimetrias de localização e de informação.

O Grande Rio destaca-se por abrigar os municípios com as maiores e com as menores razões de médicos por habitante: Belford Roxo ocupa pior posição do ranking dos municípios brasileiros com mais de 250 mil habitantes. Niterói é o líder em número de médicos (93 habitantes por médico, maior que Cuba, líder mundial, com 169 por habitantes). Em Niterói não tinha havido nenhum caso fatal de dengue registrado até dia 16 de abril, data de lançamento da pesquisa, e Belford Roxo ocupava a maior taxa de incidência de mortes pela doença na epidemia em curso. É óbvio, a crise e as resposta a ela evoluem, como “O Globo” do dia 20 mostra – de lá para cá, foram apontados dois casos de morte por suspeita de dengue em Niterói, enquanto o diligente secretário de Saúde do Rio, Sérgio Côrtes, também morador de Niterói, não só anunciou como implementou a transferência e ampliação de uma das unidades espaciais de reidratação da Barra da Tijuca para Belford Roxo. Leia o resto do artigo »

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O Banco Central recusa-se a acatar os princípios de transparência e promove encontros secretos com o mercado.

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Diretores do BC se encontram às escondidas com o “mercado”.

E a denúncia de Carta Capital?

Publicado originalmente no Blog Entrelinhas

O Brasil é um país engraçado: há coisas que “pegam” e outras que simples passam batido, ninguém dá a menor bola. É assim até com as leis do País e também com certas denúncias bombásticas que aparecem na mídia sem provocar a menor repercussão. Pode ser o caso da matéria reproduzida abaixo, que está na revista Carta Capital. Até agora, nenhum grande veículo repercutiu a denúncia e os envolvidos também não se manifestaram sobre o teor do que foi publicado. Em alguns blogs, há gente comentando o assunto, mas o fato concreto, como diria o presidente Lula, é que a história está passando batida. Não deixa de ser engraçado lembrar que um episódio muito semelhante ao denunciado na revista derrubou, em 1999, o economista Francisco Lopes do cargo que hoje é de Henrique Meirelles. A diferença talvez esteja na oposição: naquela época, o PT não hesitava em partir para a jugular do presidente do Banco Central, sem dó nem piedade. Hoje, PSDB e PFL se revezam no Congresso para defender o “bom senso” de Meirelles e só lhe fazem críticas de mentirinha, quando querem jogar para a torcida. PSOL e PSTU à parte, ninguém no país parece querer a substituição de Meirelles. Portanto, o que Carta Capital denuncia – e a íntegra da matéria está abaixo – simplesmente “não vai pegar”.

A República distante

Por Márcia Pinheiro e Sergio Lirio

Fonte: CartaCapital, 28/03/07.

O Banco Central recusa-se a acatar os princípios de transparência e promove encontros secretos com o mercado.

Quinta-feira 15 e sexta 16. Dois diretores do Banco Central encontraram-se, sigilosamente, com executivos de instituições financeiras para discutir economia. Foram três reuniões em São Paulo (escalonadas de duas em duas horas, a partir das 11 da manhã) e uma no Rio, nas sedes regionais do BC, prédios públicos. Estavam presentes 20 participantes, em cada encontro, aproximadamente, o que em um cálculo rápido daria 80 privilegiados, que foram se atualizar sobre as planilhas dos representantes do BC: o diretor de Política Econômica e Estudos Especiais, Mario Mesquita (ex-ABN Amro e ING), e o diretor de Política Monetária, Rodrigo Azevedo (ex-Credit Suisse First Boston e Garantia). O presidente do BC, Henrique Meirelles, compareceu somente ao evento no Rio, mas não falou.

Cento e dezoito anos depois do gesto do marechal Deodoro da Fonseca, proclamando a República, eternizado em quadro do pintor Benedito Calixto, uma série de instituições brasileiras recusa-se a entrar na era da República. Falar em valores republicanos, nos dias de hoje, causa urticária em meia dúzia de aclamados pensadores e escribas da vida cotidiana, como se o conceito tivesse perdido o sentido.

Seria bom que os críticos do debate sobre o republicanismo no Brasil e os que acham moderno grafar estado com letra minúscula consultassem os ideólogos que moldaram a civilização ocidental. Encontrariam, por exemplo, um ensinamento de Montesquieu, na obra O Espírito das Leis, de 1745: “Quando, numa república, o povo como um todo possui o poder soberano, trata-se de uma Democracia. Quando o poder soberano está nas mãos de uma parte, trata-se de uma Aristocracia”. Leia o resto do artigo »

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SARKOZY E A DIREITA FRANCESA NA DEFENSIVA

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris – O presidente francês Nicolas Sarkozy detém, no primeiro ano de mandato, o maior índice de desaprovação da história da V República. Além disso, a direita francesa sofreu uma estrondosa derrota nas últimas eleições municipais. Mesmo assim, Sarkozy fará um discurso televisionado nesta semana, em que reforçará sua intenção de realizar reformas liberalizantes na economia.

 

A esquerda francesa, por sua vez, não tem aproveitado o momento de fraqueza da UMP (Union pour um Mouvement Populaire) para reforçar suas posições progressistas. Ao contrário, o PS (Parti Socialiste) prende-se a disputas internas. Neste meio tempo, no Élysée a ordem é avançar nas reformas.

 

Mesmo sem a adequada estruturação da esquerda, nota-se um significativo desgaste da direita e de suas propostas entre os franceses. O descontentamento atinge estudantes, sindicalistas, professores, dentre outros. Portanto, este seria o momento ideal para que a esquerda francesa começasse uma articulação consistente para a retomada do poder em 2012. Entretanto, muitas vezes o maior obstáculo para a esquerda é a própria esquerda.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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A ordem criminosa do mundo – Parte 3

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Terceira parte, de um total de quatro, do documentário produzido pela RTVE da Espanha, com o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano e o relator da ONU e sociólogo francês, Jean Ziegler.

Este documentário critica as implacáveis e desumanas formas de poder que tem se consolidado no mundo através das políticas e práticas imperialistas realizadas pelas potências mundiais em detrimento dos países e populações pobres, mas sempre a favor do capital financeiro. É uma ampla análise das inúmeras e profundas mazelas que assolam a humanidade. Através de suas colocações pungentes, Galeano e Ziegler examinam a nova ordem mortífera do mundo, que cada vez mais tem concentrado poder e riqueza na mão de uma pequena elite, a que controla o capital financeiro internacional, reservando para uma massa de milhões de pessoas apenas a miséria, a fome, o desemprego, enfim, a exclusão total. Uma nova ordem criminosa que destrói direitos; que desrespeita não apenas os direitos humanos, mas o próprio homem; que mata pessoas ao retirar-lhes mais que o alimento, o emprego, mas principalmente a dignidade e a esperança.

Nesta terceira parte, Galeano e Ziegler abordam sobre o grave problema migratório no mundo e a globalização que não passa de um processo financeiro, que mundializa as mercadorias, os capitais, que recebe de braços abertos o capital financeiro e as multinacionais, mas que fecha as portas para as pessoas. Eles também discorrem sobre a perda de valores fundamentais da humanidade e que tem colocado em risco a democracia, em prol de interesses econômicos. Ainda tratam sobre a destruição de direitos humanos.

*Por Elizabeth Cardoso

Duração: 10:50min

Idioma: Espanhol (sem legendas)

“A OMC, a Organização Mundial do Comércio, composta hoje por 147 Estados, deve assegurar e assegura em nome do capital financeiro internacional a liberalização total da circulação de mercadorias, de capitais, de patentes e de serviços. Desarma, portanto, os Estados do Sul frente ao capital multinacional, ao que liberaliza só as mercadorias, as patentes, os capitais, nunca as pessoas. As pessoas não aparecem nos projetos da Organização Mundial do Comércio [...] Os homens se reduzem a um problema menor, totalmente apartados da liberalização mundial.”

Jean Ziegler

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=Eng0XDMHcB8]

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Falta convergência no governo, diz Pochmann

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em entrevista, Marcio Pochmann, presidente do IPEA, declara que existe divergência de opinião dentro do governo e que um aumento da Selic valorizará o câmbio e impactará nas expectativas dos empresários…  leia mais no artigo abaixo.

Por Katia Alves

Publicado na: Folha

Por Fátima Fernandes e Claudia Rolli

O aumento da taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, para 11,75% ao ano, mostra que “não há coordenação perfeita dentro do governo Lula”, diz Marcio Pochmann, presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

“A decisão anterior do Banco Central de estancar a queda dos juros e a atual de elevar a Selic mostra que o BC opera em um sentido, e o Ministério da Fazenda, em outro. Isso expressa a ausência de uma maioria política que diga: Nosso projeto é o de crescimento. O governo está tomando decisões olhando somente para as pressões”, diz o presidente do Ipea. Pochmann, que está desde agosto do ano passado na presidência do Ipea e enfrentou críticas, em novembro, devido ao afastamento de quatro pesquisadores do instituto que eram críticos da política econômica, afirma que vê “um governo de disputa”. \ Leia a seguir os principais trechos da entrevista com Pochmann.

ALTA DOS JUROS

A decisão do Copom é claro sinal de que não existe convergência no governo. Há um grupo político que defende a estabilidade monetária a qualquer preço. Essa decisão do Copom talvez tenha sido uma das mais tensas porque o conjunto de forças reunidas em torno de uma economia mais financeira venha de certa maneira tendo processo de decisão sem grande contestação, sem grande reação social e política. Hoje, dentro do sistema financeiro e do governo havia aqueles que defendiam a estabilidade dos juros. Mesmo assim, o BC elevou a taxa básica de juros. Leia o resto do artigo »

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Scheinkman cobra mais transparência

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Scheinkman questiona a eficácia dos modelos usados pelo BC para prever a inflação futura.

Por Luciana Sergeiro 

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por: Altamiro Silva Júnior 

Mais do que a alta de 0,50 ponto percentual na Selic, anunciada na noite de anteontem, o que mais surpreendeu foi a falta de sinalização do Banco Central de que a elevação seria desta magnitude, avalia o economista José Alexandre Scheinkman, professor da Universidade de Princeton. “Os BCs do mundo todo tendem a sinalizar ao máximo o que vão fazer. Aqui, não é isso o que acontece”, diz ele. “Fiquei surpreso com a surpresa (do mercado).” O consenso dos analistas era de que o BC elevaria o juro em 0,25 ponto. 

Em passagem pelo país, Scheinkman falou ao Valor e questionou a eficácia dos modelos usados pelo BC para prever a inflação futura. “Não sei quão bons são esses modelos. Os bancos centrais mundiais têm dificuldade de prever a inflação futura.” Para o economista, a inflação atual no Brasil não está em nível preocupante e ainda está dentro da meta. “Mas como o Banco Central leva em conta a inflação futura, é preciso saber o que o modelo está dizendo.” 

Para o economista, o BC também deveria levar em conta o impacto fiscal do aumento dos juros. “Um impacto fiscal negativo pode influenciar a inflação futura”, diz ele. A elevação da Selic para 11,75% ao ano vai aumentar em R$ 2,9 bilhões o pagamento do Tesouro com juros.  Leia o resto do artigo »

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Gargalos na infra-estrutura

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“(…) para acabar com os gargalos em infra-estrutura será necessário que os governos continuem a apoiar a maioria dos investimentos necessários(…) os novos investimentos estejam focados nos gargalos principais que afetam tanto a posição competitiva do país como as suas metas sociais e por fim, os governos criem oportunidades para o investimento no setor privado (…)”.

Por Katia Alves

Por Luis A. Moreno

Publicado no: Valor

O gargalo no setor de infra-estrutura e o investimento no setor continua a crescer na América Latina e no Caribe. Apesar da cobertura e da qualidade da maioria dos serviços de infra-estrutura ter melhorado nas últimas décadas, as deficiências ainda são relevantes. A América Latina e o Caribe estão abaixo da média de países de renda média em relação aos níveis de cobertura de várias categorias de infra-estrutura (como eletricidade, transporte e comunicações). Os níveis atuais de investimento anual no setor representam 2,5% de seu PIB, mas estima-se que a região precise investir entre 4% e 6% do PIB nos próximos 20 anos para atender ao crescimento da demanda, mantendo os serviços existentes. A qualidade é pior que a da concorrência: estudos mostram que a infra-estrutura pública na região é 26% menos efetiva do que a de países industriais devido à má qualidade. Na visão dos investidores, a maioria das nações da região tem índices baixos de competitividade devido sobretudo à deficiente infra-estrutura.

As disparidades na região também são comuns. Enquanto alguns países apresentam serviço em níveis similares aos de países da OCDE (por exemplo, o Chile), outros estão mais próximos de países menos desenvolvidos (como Bolívia, Paraguai e Guiana). Existem também diferenças entre o acesso urbano e a rural à infra-estrutura (na Colômbia, um terço da população rural não tem acesso imediato à malha rodoviária e as residências rurais ficam, em média, a 2,5 Km de rodovias transitáveis durante todas as estações do ano). A cobertura e qualidade são também deficientes em áreas urbanas, com população densa mas sem serviços básicos suficientes. Leia o resto do artigo »

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Economia subterrânea cresce mais que atividade formal

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Não é somente a alta carga tributária brasileira um dos maiores impulsionadores das atividades informais na economia…

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Gazeta Online (restrito a assinantes)

Por: Anna Lúcia França

A economia informal no Brasil já cresce a taxas muito superiores à atividade formal. Enquanto o Produto Interno Bruto (PIB), que soma todas as riquezas do País, subiu 5,4% em 2007, a chamada economia subterrânea teve alta de 8,7% no ano. O crescimento é explicado pela maior flexibilidade da informalidade. A conclusão é da pesquisa feita pelo o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) por solicitação do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco), com objetivo de traçar um Índice da Economia Subterrânea, lançado ontem em São Paulo.

O estudo, que deverá ser utilizado pelo Etco como argumento para se balizar políticas públicas, leva em consideração as diversas variáveis que impulsionam a informalidade, excluindo tráfico e atividades ilícitas como contrabando.

Apesar de constatar que a alta carga tributária brasileira é de fato um dos maiores impulsionadores das atividades paralelas, os pesquisadores perceberam que não era só isso que empurrava o Brasil para a informalidade. Ao contrário do que se pensava, o crescimento do nível de atividade formal também puxa a informalidade. “A economia subterrânea, no Brasil, aproveita o crescimento da formal e seguem paralelas. Isso porque as regras da formalidade são muito rígidas. Já a economia subterrânea é mais flexível e rápida”, afirma o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador Ibre e da FGV do Rio de Janeiro. Ele explica ainda que em países pobres, são os momentos de crise que favorecem a informalidade e não o contrário. Leia o resto do artigo »

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