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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

A OBSESSÃO INFLACIONÁRIA TAMBÉM ATINGE O BCE

Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris - O diário francês Le Monde publica, na sua versão eletrônica (clique aqui para ler mais), uma reportagem em que discute o papel do Banco Central Europeu (BCE). Segundo o diário, o BCE tem exagerado na mão no que concerne à política monetária.

 

Não satisfeitos com a restritiva política monetária, que valoriza o euro e compromete a competitividade das exportações dos países da zona do euro, há economistas que defendem um aperto ainda maior na política de juros com vistas a conter a crise econômica mundial. Como se vê, o surto obsessivo inflacionário não atinge apenas nossa autoridade monetária.

 Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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A ordem criminosa do mundo – Parte 4

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Última parte do documentário produzido pela RTVE da Espanha, com o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano e o relator da ONU e sociólogo francês, Jean Ziegler.

Este documentário critica as implacáveis e desumanas formas de poder que tem se consolidado no mundo através das políticas e práticas imperialistas realizadas pelas potências mundiais em detrimento dos países e populações pobres, mas sempre a favor do capital financeiro. É uma ampla análise das inúmeras e profundas mazelas que assolam a humanidade. Através de suas colocações pungentes, Galeano e Ziegler examinam a nova ordem mortífera do mundo, que cada vez mais tem concentrado poder e riqueza na mão de uma pequena elite, a que controla o capital financeiro internacional, reservando para uma massa de milhões de pessoas apenas a miséria, a fome, o desemprego, enfim, a exclusão total. Uma nova ordem criminosa que destrói direitos; que desrespeita não apenas os direitos humanos, mas o próprio homem; que mata pessoas ao retirar-lhes mais que o alimento, o emprego, mas principalmente a dignidade e a esperança.

Nesta última parte, Galeano e Ziegler tratam sobre a tortura, enquanto um instrumento empregado para semear o medo e, assim, favorecer a manutenção do poder nas mãos daqueles que já o detêm; pois, este medo semeado, cresce e dá frutos, e seus frutos não são outros que não a apatia política dos povos, o conformismo com as situações de injustiça, a banalização da pobreza e sua aceitação como uma conseqüência natural da incapacidade “técnica”, da “desqualificação” ou “despreparo” dos pobres para o mercado de trabalho, a indiferença ante o sofrimento de tantos acometidos pela fome crônica e pela miséria. Galeano e Ziegler chamam a uma postura diferente, de não-conformismo com esta realidade mortífera e criminosa do mundo, que, mais do que nunca, está sob a égide das práticas imperialistas do capital financeiro internacional.

*Por Elizabeth Cardoso

“Há uma convenção internacional contra a tortura. Existem mecanismos de controle da tortura. Há um artigo na Declaração dos Direitos do Homem [...] que proíbe radicalmente a tortura. E, sem embargo, a maior potência econômica e militar do planeta pratica abertamente a tortura. [...] Há, portanto, uma destruição, não só um retrocesso, de partes inteiras, de capítulos completos dos Direitos Humanos.”
Jean Ziegler

“[...] Se a tortura torturasse somente os culpados não seria eficaz [...] Os símbolos de poder funcionam porque emitem medo, e emitem medo na medida em que podem tocar a qualquer um [...] Não se tortura para obter a informação, isso é falso. Se tortura para semear o medo. E nisso se tem que reconhecer que a tortura é eficaz. E por isso é que agora a tortura é objeto de publicidade incessante, porque a máquina do medo, a máquina de semear o medo, utiliza a tortura para prevenir o delito da dignidade.”
Eduardo Galeano

“[...] essa perversa herança colonial que nos convence que a realidade é intocável… o medo de mudar. Não se pode! [...] Por hoje, existe esta ideologia do tipo de impotência nascida do medo. Não se pode! Eu penso que esse medo de mudar é um medo muito, mas muito, danoso e que é um dos medos mais poderosos, mais importantes, neste tipo de maquinaria mundial do crime porque é um medo que mata a esperança, ou seja, opera contra a vontade democrática de mudança.”
Eduardo Galeano

Duração: 10:54min
Idioma: Espanhol (sem legendas)

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=gAgv1hRm9JI]

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Mais juros, mais gasto público, mais inflação

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em São Paulo existe o “impostômetro” (placar da arrecadação de impostos), mas os cariocas já estão planejando a instalação de um “jurômetro”, para mostrar que são os juros – e não o gasto corrente – que obrigam o governo a aumentar a carga tributária.

 

Especialistas garantem que o aumento do gasto público será de R$ 10 bilhões anuais apenas com a última elevação da Selic em 0,5 ponto percentual. Nenhum choque de gestão poderia economizar um terço desse valor, segundo levantamento do conservador jornal Estado de São Paulo.

 

Para o economista Dércio Garcia Munhoz, a política monetária é “cínica, brutal e inviabiliza investimentos sociais e na infra-estrutura”.

 

Luiz Gonzaga Belluzzo – professor da Unicamp

 

O senhor realmente defende o corte de gastos como alternativa para a política de Meirelles?

Não é bem assim. A atual taxa de juros é uma aberração. O que eu disse é que, tendo em vista a conjuntura de aceleração do crédito e expansão do gasto privado nem o próprio Keynes recomendaria aumentar o gasto público acima do crescimento do PIB. O problema é a aceleração do gasto, mas não o gasto propriamente.

 

O gasto corrente cresceu acima da inflação, mas somente superaria o PIB se fosse incluída a despesa com juros e outras…

Certo, mas o mercado não considera separação entre gasto corrente e gasto com juros, o que não deixa de ser uma espécie de patifaria. O pretexto do gasto público em alta serviu para o Copom elevar os juros, que têm impacto na própria dívida pública. Mas podemos argumentar que o corte de juros reduziria o gasto público. O próprio aumento da arrecadação (acima da inflação e do PIB) permite um superávit fiscal suficiente para baixar juros mais rápido.

 

Qual a melhor alternativa ao regime de metas de inflação?

É preciso coordenar as políticas monetária e fiscal. A taxa Selic poderia estar em torno de 6,5%. O pior é que do jeito que está ela desvaloriza ainda mais o dólar.

 

A inflação realmente preocupa?

Está próxima do centro da meta. A decisão do Copom não foi tecnicamente bem pensada. Pareceu mais uma queda-de-braço, o que não é conveniente para um banco central. É uma atitude pouco madura, que não se justifica. Todo o mercado esperava 0,25 ponto percentual, mas o BC subiu a Selic em meio ponto. Foi um aumento precipitado. Mesmo os industrializados que subiram são em boa medida ligados aos alimentos. A alta atingirá setores que nada tema ver com isso.

 

Dércio Garcia Munhoz – professor da Universidade de Brasília (UnB)

 

Por que o senhor afirma que nossa política monetária é sinistra? Leia o resto do artigo »

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Chineses cobram abertura maior de economias da América Latina

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“(…) os chineses reclamaram, inclusive do Brasil, da dificuldade para negociar, de regras tributárias excessivas e complicadas, de problemas de infra-estrutura, corrupção

Por Katia Alves

Publicado na: Folha

Por Maria Cristina Frias

Banqueiro diz que há interesse de investir em obras como portos e rodovias

“A América Latina ainda não é tão aberta. A China se abriu para o comércio há 30 anos e se beneficiou muito da globalização”, afirmou ontem o presidente do China Construction Bank, Guo Shuqing, no segundo e último dia do Fórum Econômico Mundial, em sua edição latina, em Cancún, no México. “Interessa- nos participar da construção de portos, rodovias, entre outras obras”, disse Shuqing à Folha. “Não tenham muita expectativa em relação a investimentos da China”, recomendou o diretor do Instituto de Estudos Latino-Americanos, da Academia Chinesa de Estudos Sociais, Jiang Shixue. “Acham que a China tem muito para aplicar, mas está havendo excesso de expectativas.”

O vice-presidente do China Council for the Promotion of International Trade não poupou os anfitriões do evento: “As companhias mexicanas precisam ser mais agressivas do que otimistas”. “O boom sul-sul, entre China e América Latina, ainda está para ocorrer. Por que ainda não aconteceu?,” perguntou Javier Santiso, diretor da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), em Paris. Santiso mediou um dos painéis do Fórum, sobre o crescimento da China como maior exportador de capital. Por dois dias, o Fórum Econômico Mundial reuniu cerca de 500 participantes, de 40 países, em Cancún. Leia o resto do artigo »

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Após Copom, indústrias já revêem investimento

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A retomada do aumento dos juros leva as empresas a reverem os seus planos de investimentos para 2008.”

*Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: Estado de S. Paulo

Por: Marcelo Rehder

Pesquisa feita capta mudança de humor em 18% de 114 empresas

A retomada da escalada dos juros anunciada na semana passada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central já leva um número razoável de empresas a rever os seus planos de investimento para este ano. Sondagem realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) nos dois dias seguintes ao aumento do juro mostra que 18% de 114 empresas do setor que já haviam confirmado a intenção de investir no negócio afirmaram que vão rever seus planos diante da mudança do cenário.

A sondagem que revelou a mudança no humor das empresas em relação aos projetos de investimento complementou uma pesquisa sobre a intenção de investimento realizada pela entidade em março. De um universo de 601 empresas consultadas, 85% (510) trabalhavam em projetos de investimento para este ano. Esses projetos resultariam num incremento médio de 19% na capacidade de produção desse conjunto de empresas.

“Uma mudança dessa natureza (na política de juros) sempre tem conseqüências na vontade de investir”, diz Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp. “Em que proporção esses 18% vão reduzir, adiar ou até cancelar seus projetos, não se sabe.”

Da mesma forma, o diretor da Fiesp frisa que ainda não dá para saber dos outros 82% quantos, eventualmente, vão fazer essa mudança mais à frente. Ele argumenta que a alta dos juros da semana passada (de 11,25% para 11,75% ao ano) não deverá ser a única e observa que os efeitos indiretos sobre a valorização do real frente ao dólar já começaram a aparecer.

“A conjugação de uma taxa de câmbio ainda mais desfavorável à exportação com uma demanda interna menor do que se imaginava pode ampliar essa determinação de rever investimentos”, afirma Francini.

O porcentual de empresas que afirmaram que vão rever seus planos de investimento logo depois do anúncio do aumento dos juros surpreendeu especialistas. “Eu esperava que nenhuma empresa fosse rever seus projetos de investimento neste momento”, diz o economista Júlio Sérgio Gomes de Almeida, consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda. Leia o resto do artigo »

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Política econômica embute contradição, diz economista

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Aumentam-se os juros, expande-se a base monetária e não adota-se nenhuma providência com relação à expansão do crédito.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Jornal do Brasil

Por: Ubirajara Loureiro

A ata do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), que será divulgada quinta-feira, deixará à mostra uma grave inconsistência na política do governo. Esta é a análise de Reinaldo Gonçalves, professor titular da Faculdade de Economia da UFRJ.

- Ao mesmo tempo em que se aumentam os juros, expande-se a base monetária (dinheiro em poder do público somado às reservas bancárias) com a entrada de capital, sem que seja adotada qualquer providência com relação à expansão do crédito – completa Gonçalves.

O crédito, aliás, fator de aquecimento do consumo, embasaria os temores quanto a um aumento de inflação e a elevação da Selic para 11,75%. Sem grandes expectativas quanto a novidades na ata do Copom, o professor explica que, com o salto das reservas internacionais do país no ano passado, houve um aumento significativo na dívida pública que também fez subir a quantidade de moeda circulante. Leia o resto do artigo »

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Exportação está sob risco, diz Fiesp

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em entrevista, Juan Quirós, ex-presidente da Apex, afirma “Se as importações continuarem no atual ritmo, duas ou três vezes maiores do que as exportações, não tenha dúvida de que em 2009 teremos déficit na balança comercial”.

 Por Katia Alves

 Publicado na: Folha

 Por Agnaldo Brito

 Responsável por uma importante peça do projeto exportador no primeiro mandato do governo Lula, Juan Quirós, ex-presidente da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos), hoje vice-presidente da Fiesp e de volta à iniciativa privada, afirma que a exportação brasileira está sob risco. A situação cambial, segundo ele, pode comprometer o esforço de criar uma “cultura exportadora” brasileira, com forte envolvimento das pequenas e médias empresas.

FOLHA – O câmbio está minando a cultura exportadora?  

JUAN QUIRÓS – Precisamos gerar um novo modelo exportador. No primeiro mandato do presidente Lula, se criou uma cultura exportadora. O dólar sempre foi um fator complicado. Quando estava a R$ 3,50, quando caiu para dois reais e pouco. Muita gente falava que a R$ 2,50 não dava para exportar. O fato foi o de que o dólar caiu e as exportações continuaram crescendo, mas cresceu com a iniciativa privada. Hoje, está ficando insustentável para alguns setores exportadores. A exportação vai crescer, mas o problema está nas importações, que crescem muito mais devido ao câmbio.

FOLHA – O déficit na balança comercial está no horizonte?

QUIRÓS – Se as importações continuarem no atual ritmo, duas ou três vezes maiores do que as exportações, não tenha dúvida de que em 2009 teremos déficit na balança comercial. Vai depender muito da importação do petróleo e do preço das commodities, mas há risco grande disso.

FOLHA – O governo acaba de lançar uma meta na qual pretende exportar US$ 210 bilhões em 2010. É factível?

QUIRÓS – A meta dos US$ 210 bilhões faz parte da política industrial. Suponho que existe um estudo que ancore essa meta de exportação e a nova política industrial que será anunciada. A política industrial precisa ser anunciada e entrar imediatamente em prática para o setor exportador. Nós já passamos da luz amarela. Nós já estamos na luz vermelha.

 

 

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Uma manchete histórica

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Ponto de vista: Stephen Kanitz

“O importante para o leitor é o juro real e não o nominal…”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Revista Veja (restrito a assinantes)

Por: Stephen Kanitz

A manchete de primeira página da Folha de S.Paulo de 19 de março de 2008 foi um marco na história do jornalismo brasileiro, que merece comentário e elogios. A manchete noticiou o seguinte: “Juro real dos EUA fica negativo com o sexto corte seguido”.

Nenhum jornal do mundo alertou seus leitores de que os juros viraram negativos e de que quem aplicasse em títulos públicos americanos iria, a partir daquele dia, perder dinheiro.

Jornais como o The New York Times e o Wall Street Journal publicaram o contrário, que os investidores continuariam a ganhar dinheiro, à taxa de 2,25% ao ano, uma informação incorreta e enganosa.

Jornais e jornalistas americanos discutem há mais de vinte anos por que o jornalismo econômico está lentamente perdendo espaço. Mais intrigante ainda é analisar por que o leitor médio não está disposto a pagar o preço justo da informação, justamente na era da informação. A imprensa precisa subsidiar o custo do jornalismo em geral com a verba dos anunciantes.

Você pagaria uma boa soma em dinheiro para receber manchetes corretas, avisando-o de que você poderia perder dinheiro? Claro que sim! Talvez esse seja o âmago da questão. O jornalismo econômico nem sempre fornece informação útil suficiente para motivar o leitor a pagar o custo desse jornalismo informativo. Pagar caro para ler informação incorreta, como nesse caso, e ainda ter de ler sobre a desgraça alheia, dossiês e escândalos, simplesmente não compensa. Leia o resto do artigo »

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