prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

A Lei Geral em compasso de espera

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Se uma empresa está isenta de ICMS, o comprador não tem direito a esse crédito. Essa questão cria resistências para que grandes redes comprem de MPEs. Agora se está tentando resolver a situação com o projeto de lei complementar 126, em tramitação na Câmara.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luis Nassif

O Supersimples pode ser uma revolução. Não apenas pelos benefícios que traz às pequenas e micro empresas, mas pelo fato de ser um ensaio geral para uma ampliação do modelo para outros setores da economia.

Simplifica a tributação, reduz a carga tributária e, com isso, permite a ampliação da formalidade das empresas.

Mas, para ser implantado, há a necessidade da aprovação de leis estaduais e municipais. E aí a roda está emperrando.

O problema é que vários estados implementaram leis de ampliação da arrecadação do ICMS. E as novas determinações – feitas para arrecadar – colidem com o espírito do Supersimples.

Segundo Bruno Quick, gerente de Políticas Públicas do Sebrae Nacional, as maiores dificuldades estão em instrumentos como a substituição tributária, a antecipação do imposto em fronteira e um entendimento equivocado de que benefícios às MPEs fazem parte da guerra fiscal Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

O modelo elétrico

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no: Blog do Nassif

Por Luis Nassif

Em 23 de janeiro, a probabilidade de racionamento era de 22%. Em fevereiro, passou a zero. O que aconteceu nesse período, se nenhuma hidrelétrica foi construída, nenhuma medida tomada? E só mudou o ritmo das chuvas?

O problema maior é o da não uniformização dos critérios de avaliação de riscos no sistema. Essa foi a conclusão unânime dos especialistas que participaram do primeiro painel do seminário do Projeto Brasil sobre Energia Elétrica.

Estavam presentes os principais agentes do sistema.

Os desencontros de informação custarão caro ao consumidor e aos investidores.

A crise foi causada pela interrupção do fornecimento de gás da Bolívia e da Argentina – que tiraram do mercado brasileiro o equivalente a 6,5 mwh.

O Brasil tinha uma alternativa de última instância: desviar todo o gás veicular e das indústrias para produzir energia. Nesse caso, considerando esse gás, o risco de racionamento seria reduzido a zero. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Energia, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Mantida por aparelhos

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Um panorama das teorias econômicas que influenciaram o mercado desde a Primeira Guerra Mundial aos anos 80.

*Por Luciana Sergeiro.

Publicado em: Carta Capital

Por: Luiz Gonzaga Belluzzo

Ao longo do tumultuado período encravado entre a Primeira Guerra Mundial e a vitória dos Aliados em 1945, a fúria e a desordem dos mercados haviam colocado em risco a ordem social e econômica. Esse intervalo histórico foi marcado por instabilidades monetárias e cambiais devastadoras transmitidas por circuitos financeiros internacionais.

As disputas comerciais e as desvalorizações competitivas promoveram a contração do comércio internacional e os países envolvidos tratavam de despejar o desemprego no território do vizinho. Tudo isso em meio à intensificação dos conflitos sociais. A luta política, cada vez mais radicalizada entre a extrema-esquerda e a ultradireita, foi coroada com os espinhos da experiência nazi-fascista. Neste clima cresceu o convencimento de que o capitalismo, entregue à sua própria lógica, era uma ameaça à vida civilizada.

No pós-guerra, para evitar a repetição do desastre era necessário, antes de tudo, constituir uma ordem econômica internacional capaz de alentar o desenvolvimento. Em primeiro lugar, remover os obstáculos à expansão do comércio entre as nações e conceber regras monetárias aptas a garantir a confiança na moeda-reserva e, ao mesmo tempo, impedir o ajustamento deflacionário do balanço de pagamentos. Tratava-se, portanto, de erigir um ambiente econômico internacional destinado a propiciar um amplo raio de manobra para as políticas nacionais de desenvolvimento, industrialização e progresso social.

As novas instituições e as políticas econômicas do Estado Social estavam comprometidas com a manutenção do pleno emprego, com a atenuação, em nome da igualdade, dos danos causados ao indivíduo pela operação sem peias do “mecanismo econômico”. Eric Alliez escreveu que, durante mais de duas décadas, realizou-se a criação de um mundo fundado sobre o direito ao trabalho, que tinha como objetivo o pleno emprego, o crescimento dos salários reais. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

RESUMO DO DIA – 24/04/2008

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Elizabeth Cardoso e Luciana Sergeiro

Política

O tema candente que mobiliza as partes em confronto na arena federal são os aloprados esforços do Planalto para sumir com o escândalo do dossiê…

O Estadão: A desconstrução do dossiê

Marta Suplicy deixa claro que provavelmente aceitará ser a candidata petista à Prefeitura de São Paulo e para isso deve abrir mão do cargo de Ministra do Turismo já no próximo mês…

O Estadão: Marta deve antecipar saída do ministério para disputar eleição

De olho nos elevados índices de aprovação popular do governo Lula, deputados do PT querem pegar carona na popularidade do presidente para conquistar prefeituras…

Último Segundo: Aliados pegam carona no governo nas eleições 2008

Economia

Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa de juro neste mês e disse que continuará atuando com “prudência”, disse ainda que suas previsões para a inflação neste ano e em 2009 aumentaram desde a reunião de março…

Reuters Brasil: Copom reitera preocupações; mercado vê nova alta de 0,5 ponto.

A taxa de desemprego nacional marcou 8,6% da população economicamente ativa (PEA) em março, com ligeira queda em relação a fevereiro (8,7%) e inferior aos 10,1% registrados no terceiro mês de 2007. Este é o menor nível para o mês de março desde 2002…

Uol Economia: Desemprego de 8,6% em março é o menor para o mês desde 2002

Um relatório da Organização Mundial do Comércio (OMC), divulgado hoje, mostrou que o crescimento das exportações brasileiras em 2007 (17%) foi o menor, ao lado da Rússia, entre os chamados Brics (grupo de países emergentes que é formado por Brasil, Rússia, China e Índia)…

JB Online: Brasil tem menor crescimento dos países emergentes

Internacional

Hillary Clinton venceu o rival Barack Obama nas primárias da Pensilvânia nesta terça-feira…

JB online: Hillary vence na Pensilvânia e sobrevive na campanha

Haitianos em desespero prometem aproveitar a primeira oportunidade de embarcar num navio que os levem aos Estados Unidos e os tirem da miséria no país mais pobre do Ocidente…

JB Online: Crise de alimentos no Haiti leva a fuga pelo mar

Direitos para a natureza, constitucionalmente garantidos… Equador discute a possibilidade de tipificar direitos para a natureza, em sua nova Constituição, garantindo juridicamente sua proteção e sua existência. O escritor uruguaio Eduardo Galeano discorre sobre essa novidade histórica, aparente insana para a concepção de muitos, que não estranham, entretanto, que empresas possam ser tratadas como “pessoas”, pessoas jurídicas, que dispõem de amplos direitos…

Agência Carta Maior: A natureza não é muda

Desenvolvimento

A confiança do empresário industrial brasileiro aumentou pelo quarto trimestre consecutivo e atingiu, em abril, o maior nível desde janeiro de 2005…

Folha Online: Confiança da indústria é a maior desde janeiro de 2005, diz CNI

Os centros de estudos sismológicos nacionais começaram a ser avaliados para verificar a necessidade de investimentos na área de detecção de fenômenos como terremotos…

JB Online: Governo avalia laboratórios de sismologia

Para o biênio 2008-2009, Brasil apresenta desequilíbrio entre oferta e demanda energética, que tem implicado em um balanço negativo de energia firme, prenunciando uma possível crise no setor. Contudo, o país detém boas perspectivas de desenvolvimento futuro de novas matrizes energéticas, pois possui um elevado potencial para o uso de fontes alternativas de energia…

Projeto Brasil: Energia: fatores de risco e novas possibilidades

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, RESUMOS DO DIA | Sem Comentários »

“Desemprego recua para 8,6% em março” é a boa-nova de hoje

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

A taxa de desemprego brasileira recuou em março, para 8,6%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em março de 2007, a taxa havia ficado em 10,1%.

Na comparação com o mês anterior (8,7%), houve estabilidade no indicador.

Leia mais no G1

A redução do desemprego certamente levará ao aumento do consumo, da produção e, conseqüentemente, da movimentação de cargas.

Como já vimos dizendo há algum tempo é preciso acelerar os investimentos previstos no PAC. Isso será possível com a garantia de pagamento logo após a liquidação da fatura de medição dos serviços e obras de infra-estrutura. É possível também com o aumento de recursos disponíveis para financiamento no BNDES.

Por outro lado, os embarcadores e transportadores têm que aumentar a eficiência das cadeias logísticas, na parte que lhes cabe.

Especialmente, na construção de novos silos e armazéns, para garantir o fluxo adequado das cargas. Para isso existe o Moderinfra do BNDES que está sendo insuficientemente demandado pelas empresas. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, José Augusto Valente, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Política industrial é adiada de novo e deve sair só em maio

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Pacote de medidas para o setor industrial brasileiro tem seu nascimento adiado ainda por mais um mês…

*Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Diário do Comércio, Indústria e Serviços

Por Paula Andrade

A política industrial será adiada mais uma vez. Em espera há mais de nove meses, ela deveria ter nascido por volta do dia 15 de abril, como havia prometido o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge.

Os motivos alegados por fontes do governo para que o programa fosse protelado mais uma vez são dois: a indefinição do orçamento deste ano pelo Congresso Nacional e a demora por parte da Receita Federal em dar o aval para as desonerações fiscais pretendidas pelo Ministério do Desenvolvimento. Diante disso, a nova política industrial deve sair do papel apenas na segunda quinzena do próximo mês.

“A Receita Federal ainda estuda as nossas propostas. Por isso estamos demorando. Como o contingenciamento saiu na semana passada, acredito que não deve demorar mais agora. Falta apenas o aval deles”, informou um dos técnicos do governo.

Apesar da demora, praticamente todo o texto foi divulgado para a imprensa antecipadamente pelos ministros da área econômica. Serão beneficiados 24 setores da economia e estão previstos cerca de R$ 256 bilhões em financiamentos públicos e desoneração de impostos para a indústria até 2010.

Os 24 setores serão divididos em três tipos de abordagem: em primeiro estão os programas mobilizadores em áreas estratégicas (saúde, energia, tecnologia da informação e comunicação, defesa, nanotecnologia e biotecnologia).

Em segundo lugar estão os programas para fortalecer a competitividade, com doze áreas, entre elas: o complexo automotivo, os bens de capital seriados, os bens de capital sob encomenda, têxtil e confecções, móveis e madeira, higiene e perfumaria, construção civil, complexo de serviços, indústria naval e de cabotagem, couros, calçados e artefatos, agroindústria e plásticos.

Em terceiro lugar estão os programas para consolidar e expandir a liderança, onde se inserem setores em que o Brasil já é forte, como aeronáutica, carnes, mineração, papel e celulose, siderurgia e petroquímica.

Em princípio, a nova política visa quatro “macrometas” até 2010: aumentar a taxa de investimento do País de 16,5% do Produto Interno Bruto (PIB), registrado em 2006, para 21% do PIB, em 2010; elevar os gastos em pesquisa de 0,51%, em 2006 para 0,65% do PIB até 2010; acrescer de 1,15% para 1,25% a participação das exportações brasileiras no mercado internacional; e aumentar em 10% o número de micro e pequenas empresas exportadoras do País. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, política industrial | Sem Comentários »

Uma política para atravessar fronteiras

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

No Brasil falta uma política para incentivar as empresas atuarem no exterior e faltam profissionais capacitados para operações estrangeiras… e são pouquíssimas empresas que conseguem superar essas dificuldades.  

Por Kátia Alves

Por Claudia Mancini

Publicado na: Gazeta Mercantil

Vale do Rio Doce, Gerdau e Marcopolo têm superado obstáculos, mas são exceção

Ser um país emergente nunca foi e provavelmente nunca será fácil. Ser empresa de país emergente pode ser ainda mais difícil, em especial se houver pretensões de expandir negócios para o exterior. Empresas como Vale do Rio Doce, Gerdau e Marcopolo têm superado obstáculos, mas fazem parte de seleto grupo no Brasil – tão seleto que indica que algumas coisas estão fora de lugar ou não estão em lugar algum.

Um dos problemas para a empresa brasileira que quer se internacionalizar é a falta de política pública de incentivo a investimentos diretos no exterior. “Se você quiser saber quem lida com esse assunto no Brasil, possivelmente vai acabar na mesa de um funcionário de estatísticas do Banco Central. Não há política formulada e coerente para apoiar quem quer se tornar transnacional”, diz Karl Sawant, diretor executivo do Columbia Program on International Investment (CPII), da Universidade de Columbia.

E o que uma política dessas deve incluir? Para Sawant, o governo deve financiar estudos de viabilidade e oferecer seguro para investimentos. Outro  passo é colocar à disposição das empresas informações sobre oportunidades e ambiente de negócios em outros países. Tudo de maneira organizada e centralizada. É preciso também acordos bilaterais de investimentos que evitem dupla tributação e esclareçam questões trabalhistas, por exemplo. Como demonstraram reportagens da editora de Direito Corporativo da Gazeta Mercantil, Gilmara Santos, países com os quais o Brasil não tem tratados tendem a diminuir suas fatias no bolo de IED que entra aqui (publicação em 12 de março). E só há uma lei sobre o trabalho de brasileiros expatriados por suas firmas (publicação em 26 de março). Ainda por cima é lei para atender primordialmente um setor, o da construção civil. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, O que deu na Imprensa, política industrial | Sem Comentários »

Reservas escassas de recursos podem travar expansão global

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em seu artigo, Paul Krugman questiona se as reservas limitadas de recursos naturais vão representar um obstáculo ao crescimento econômico futuro do mundo. E apresenta três visões para isso e complementa dando a sua opinião.

Por Katia Alves

Por paul krugman do “New York Times”

Publicado na: Folha

Estoques baixos indicam que era das commodities baratas acabou para sempre

NOVE ANOS atrás, a “Economist” publicou grande reportagem sobre o petróleo, que na época era vendido por US$ 10 o barril. A revista avisou que essa situação poderia não durar muito tempo. Sugeriu que, em lugar disso, o preço poderia cair para US$ 5.

De qualquer maneira, disse a revista, o mundo “está diante da perspectiva de petróleo em abundância e a preço baixo durante o futuro previsível”. Na semana passada, o preço do barril chegou a US$ 117. Não se trata só de dizer que o petróleo desmentiu a complacência de alguns anos atrás. Os preços dos alimentos também subiram, assim como os de metais básicos. E o aumento mundial nos preços das commodities está trazendo de volta pergunta que não ouvíamos com freqüência desde os anos 1970: as reservas limitadas de recursos naturais vão representar um obstáculo ao crescimento econômico futuro do mundo?

A resposta que se dá a essa pergunta depende em grande medida do que se acredita que esteja motivando a alta nos preços dos recursos. Há três pontos de vista distintos sobre isso. O primeiro diz que a razão principal é a especulação: que os investidores, interessados em obter retornos altos num período de juros baixos, investiram pesado em futuros de commodities, gerando alta nos preços. Segundo essa visão, a bolha deve se romper em algum momento não distante. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »