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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

ONU cria força-tarefa para combater crise dos alimentos

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A força-tarefa irá estudar tanto medidas de emergência como de longo prazo para combater a crise causada pela alta acentuada no preço de alimentos como trigo e arroz”.

*Por Katia Alves

Publicado no BBC Brasil

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, anunciou nesta terça-feira, 29, o estabelecimento de uma força-tarefa das agências das Nações Unidas para apresentar soluções coordenadas para a crise provocada pelo forte aumento dos preços dos alimentos no mercado internacional.

“Nós consideramos que a dramática escalada nos preços dos alimentos se transformou em um desafio sem precedentes de proporções globais atingindo as pessoas mais vulneráveis, incluindo os pobres que vivem em centros urbanos”, diz o comunicado da ONU.

Segundo Ban, o mundo enfrenta o risco de fome generalizada, problemas relacionados à má nutrição e distúrbios sociais.

O anúncio foi feito após uma reunião de dois dias em Berna, na Suíça, com representantes do Programa Mundial de Alimentos da ONU (WFP), do Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), de outras 20 agências da ONU, além dos presidentes do Banco Mundial, Robert Zoellick, e da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy. Leia o resto do artigo »

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Adam Smith em Pequim origens e fundamentos do século XXI

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Giovanni Arrighi, lança um livro cujo objetivo é “interpretar a transferência do epicentro da economia política mundial da América do Norte para a Ásia oriental Através da teoria de desenvolvimento econômico de Adam Smith”.

*Por Katia Alves

Por Giovanni Arrighi

Publicado no: Boi Tempo

O mundo se volta para a China: palco dos próximos Jogos Olímpicos, potência econômica mundial. Lançado quase simultaneamente no Brasil e em dezenas de países, Adam Smith em Pequim: origens e fundamentos do século XXI, do sociólogo italiano Giovanni Arrighi, se torna uma referência inescapável para todos os que querem entender o fenômeno chinês. O livro também aborda a preocupação do governo dos Estados Unidos e suas tentativas de conter a expansão chinesa, originada do crescimento econômico ocorrido nos anos 1990.

Arrighi, professor de Sociologia da Universidade Johns Hopkins (EUA), rejeita análises simplistas e investiga as causas e as conseqüências do crescimento da China. Ele prevê ameaças de enfrentamentos futuros, a decadência da hegemonia dos Estados Unidos e a criação de uma nova ordem internacional.

A obra tem como duplo objetivo interpretar a transferência do epicentro da economia política mundial da América do Norte para a Ásia oriental, à luz da teoria de desenvolvimento econômico de Adam Smith, e apresentar uma releitura do clássico A riqueza das nações a partir dessa transferência. No fim do século XVII, Adam Smith, o pai do liberalismo econômico, previu uma equalização de poder entre os impérios do Ocidente e o Oriente colonizado. Leia o resto do artigo »

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Vale faz parceria com Columbia para criar centro de pesquisa

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Marli Olmos

Publicado no Valor

O presidente da Vale, Roger Agnelli, dividiu a cena ontem com o economista americano Jeffrey Sachs, durante conferência de membros dos países emergentes, em Nova York. Agnelli anunciou que a Vale vai dar US$ 1,5 milhão para a criação, na Universidade Columbia, de um centro de formação e pesquisa para promover o investimento estrangeiro sustentável. Em seguida, Sachs fez comovente discurso sobre a responsabilidade que todas as economias do planeta têm com os problemas que virão com o crescimento das regiões emergentes.

O avanço dessas economias, num momento em que a exploração dos recursos naturais requer um planejamento sustentável, começa a dar motivos para os países desenvolvidos se interessarem mais pelo bem-estar das nações mais pobres. Ao mesmo tempo, carentes de mão-de-obra especializada para crescer dentro e fora das suas fronteiras, empresas dos países emergentes buscam apoio da área acadêmica dos países ricos.

O presidente da Vale, segunda maior mineradora do mundo, diz que enfrenta problemas da falta de formação técnica em duas frentes. De um lado, na contratação dos seus próprios trabalhadores. De outro, nos profissionais do setor público, como, por exemplo, os encarregados de tratar dos projetos ambientais nas áreas que a empresa explora. O objetivo do convênio com a Universidade Colúmbia é enviar brasileiros para cursos nos EUA. A Colúmbia tem interesse em desenvolver o crescimento sustentável nos países emergentes, que apresentam hoje as maiores taxas de crescimento econômico. E percebe que a falta de recursos humanos é aflição comum em todos os países emergentes em processo de internacionalização. Leia o resto do artigo »

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Quem representa o povo?

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Em qualquer país do mundo, a mudança do modelo institucional das relações entre capital e trabalho não se dá de forma pacífica. Nenhuma nação fez isso sem grandes lutas. Trata-se de uma estrutura que mexe diretamente com a distribuição da renda, da riqueza e do poder” comenta Mangabeira.

Por Katia Alves

Por Cristiano Romero

Publicado no: Valor

É louvável a iniciativa do governo, sob a responsabilidade do ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, de promover debate sobre a modernização das relações entre capital e trabalho no Brasil. Trata-se de tarefa hercúlea, mas absolutamente necessária. O sexagenário regime trabalhista aposta no trabalho barato e desqualificado e, ao mesmo tempo, custa caro às empresas e, portanto, à sociedade. Já passou da hora de ser reformado.

“De todas as iniciativas em que estou engajado, talvez seja essa a mais complicada e a que tem maior alcance para o país”, disse Mangabeira a esta coluna. Nos últimos oito meses, ele se reuniu amiúde com lideranças sindicais e empresariais para discutir o tema. Ontem mesmo, recebeu durante uma hora e meia em seu gabinete, em Brasília, Jorge Johannpeter Gerdau.

O diálogo com a elite dos trabalhadores e dos empresários não é propriamente um desafio. O desafio é encontrar convergências entre os dois grupos e, a partir daí, fazer com que elas atendam aos interesses da maioria excluída e desorganizada. Se a maioria dos trabalhadores está fora do sistema, atuando no mercado informal, sem a proteção da lei, quem a representa numa discussão que interessaria primordialmente a ela? Leia o resto do artigo »

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Idade média da frota de caminhões no Brasil – atualização em 30/04/2008

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Idade Média dos Veículos – 30/04/2008

AUTÔNOMO

EMPRESA

COOPERATIVA

TOTAL

Auto

Reboc.

Auto

Reboc.

Auto

Reboc.

Auto

Reboc.

CS

CT

SR

RB

CS

CT

SR

RB

CS

CT

SR

RB

CS

CT

SR

RB

23,2 17,5 13,4 16,7 12,7 8,1 8,9 13,1 15,3 13,7 10,9 14,4 19,9 12,0 10,2 14,4
22,4 13,9 11,1 9,4 14,7 11,1 18,2 10,7
21,2 10,4 13,1 16,5

CS = Caminhão Simples / CT = Caminhão Trator / RB = Reboque / SR = Semi-Reboque

Auto = Autotracionados

Reboc. = Rebocáveis

Fonte: site da ANTT

Sempre lembrando que no Registro Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas não estão computados os caminhões que transportam carga própria de suas empresas. Estão computados apenas os que prestam serviços a terceiros, através de cobrança de frete.

Ao olharmos o quadro, constatamos que a idade média da frota de autônomos é muito elevada (21,2 anos) e que a das empresas está num patamar razoável (10,4 anos).

Isso significa que temos uma grande ineficiência no sistema, porque esses veículos – com idade média elevada – consomem muito mais combustível, emitem muito mais fumaça, têm custos de manutenção mais elevados e são menos seguros e confortáveis do que os das empresas e cooperativas. Leia o resto do artigo »

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MINISTRA DA ECONOMIA FRANCESA DEFENDE PARTICIPAÇÃO DO ESTADO NA SOLUÇÃO DA CRISE FINANCEIRA MUNDIAL

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – Em entrevista ao diário francês Le Figaro (clique aqui para ler a entrevista), a ministra da Economia da França, Christine Lagarde, afirmou ser inevitável o contágio da crise financeira mundial, iniciada no mercado de crédito imobiliário subprime dos EUA. Entretanto, a ministra apoiou a decisão do secretário do Tesouro norte-americano, Henry Paulson, de injetar 1% do valor do PIB norte-americano na própria economia.

 

Há algum tempo, a imprensa européia abandonou o discurso do laissez-faire. Quando a crise veio à tona, todos clamaram pela intervenção do Estado, através de seu emprestador de última instância, no caso a autoridade monetária. Além disso, muitos países têm utilizado uma política fiscal ativa para evitar recessões. Coincidentemente (ou não) as idéias keynesianas renascem a cada crise.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Novo Sinal Vermelho nas Contas Externas

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Paulo Passarinho*

O Banco Central divulgou na última segunda-feira, 28/04, os resultados das contas externas brasileiras do mês de março. Com isso, tivemos o resultado consolidado desses indicadores para o primeiro trimestre do ano.

Os números são mais que preocupantes.

As autoridades econômicas do governo já esperavam uma piora nas contas externas ao longo de 2008. Contudo, a dinâmica da deterioração dos saldos comerciais do país os tem surpreendido, a partir inclusive das projeções que são feitas e que a realidade insiste em contrariar.

A piora nas contas externas já era esperada, por uma combinação de fatores. A aceleração das importações, de uma forma mais acentuada do que as receitas das exportações, é um desses fatores e muitos o atribuem à dinâmica do crescimento econômico em curso. Para esses analistas, a compra no exterior de máquinas e equipamentos, principalmente, indicaria que a economia estaria passando por uma fase de modernização, de ganhos de produtividade que acabariam fazendo com que o aumento da competitividade de diversos setores da economia logo viesse a apresentar melhores resultados, especialmente em termos de receitas de exportações, e, com isso, voltaríamos a ter uma ampliação do saldo de comércio do país.

Porém, a realidade é outra.

A ampliação desses saldos talvez tenha sido o maior trunfo do atual governo. No segundo mandato de FHC, entre 1999 e 2002, por exemplo, o Brasil acumulou um saldo comercial de apenas 13,9 bilhões de dólares. Já entre os anos de 2003 e 2007, esse saldo deu um salto, acumulando um resultado de US$ 189,3 bilhões.

Esses saldos são importantes para a cobertura das despesas de serviços, que são estruturalmente um problema para o Brasil. Essas despesas se referem ao pagamento de juros aos banqueiros internacionais; de lucros e dividendos aos estrangeiros, com negócios no país; de despesas com fretes, que temos de contratar junto a empresas de outros países, para o transporte de mercadorias, na medida em que nossa marinha mercante foi praticamente extinta.

Voltando aos períodos mencionados, do segundo mandato de FHC e de 2003 para cá, temos com clareza a dimensão dessas despesas. De 99 a 2002, gastamos mais de US$ 101 bilhões com esses serviços; e de 2003 a 2007, foram mais de US$ 160 bilhões!

Daí a importância dos saldos comerciais, para a manutenção de um modelo econômico perverso, antinacional e antipopular. Entretanto, desde 2006, quando alcançamos um saldo recorde de 46,5 bilhões de dólares, esse resultado vem se apresentando em queda. No ano passado, houve um recuo no resultado acumulado da balança comercial, com um saldo de US$ 40 bilhões. E, para esse ano, a partir de uma estimativa inicial de um resultado positivo de US$ 30 bilhões, já há projeções que apontam que dificilmente chegaremos a um saldo de 20 bilhões. Até o mês de março desse ano, por exemplo, o saldo comercial alcançou a cifra de US$ 2,8 bilhões – no mesmo período do ano passado, esse resultado foi de US$ 8,7 bilhões. Leia o resto do artigo »

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O racismo separatista

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Para o sociólogo Emir Sader, o atual cenário político da Bolívia é fruto de uma das modalidades que o racismo assume hoje em dia”.

Por Katia Alves

Publicado no Vermelho

Por Emir Sader

Uma das novas modalidades que o racismo assume hoje em dia é o separatismo, forma de tentar delimitar os territórios da raça branca, apropriando-se privadamente de riquezas que pertencem à nação e ao seu povo. Nós já conhecíamos essas tentativas na forma de bairros ricos que procuram constituir-se como prefeituras próprias, para que os impostos que são obrigados a pagar por uma parte – a parte que não podem sonegar – das suas imensas riquezas, fiquem ali, aumentando os benefícios dos seus bairros entrincheirados, dentro dos quais procuram isolar e defender – com segurança privada, é claro – suas formas privilegiadas de vida.

Um fenômeno que inicialmente caracterizou cidades como Los Angeles e Miami, que agrupam em territórios comuns ou próximos setores muito ricos da população e outros muito pobres -com freqüência imigrantes-, foi se alastrando pela América Latina, conforme os estilos de vida miamescos e californianos das burguesias e classes médias altas do continente foram se espalhando. São reiteradas as tentativas, por exemplo, de bairros da Barra da Tijuca (que já foi caracterizada como “A Miami da América do Sul”) para conseguir aprovar, por meio de referendos, a separação das suas zonas residenciais da cidade do Rio de Janeiro.

Fracassaram sistematicamente, seja porque domingos de sol dificultam o quorum necessário para que a consulta tenha validade legal, seja porque os bairros pobres que estão em volta votam massivamente contra essas tentativas elitistas. Não há dúvida de que os moradores de bairros como Chacao, em Caracas, e outros redutos privilegiados de cidades latino-americanas alimentam sempre esse sonho racista e separatista. Leia o resto do artigo »

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