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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

ATAQUES AO BNDES, INVESTMENT GRADE E A POSSÍVEL RELAÇÃO COM A BLINDAGEM DE MEIRELLES

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris – A grande mídia vem divulgando nos últimos dias a existência de um possível esquema de corrupção que partiria de dentro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Alguns pontos desta questão merecem uma reflexão mais acurada.

Em primeiro lugar, denúncias publicadas na imprensa dizem respeito a uma suposta conivência de funcionários do banco na utilização de notas frias concernentes a um projeto de investimento feito junto a uma prefeitura tucana (frise-se bem, tucana). Segundo funcionários do BNDES, um projeto deste porte envolve mais de 1000 notas fiscais. Ademais, a comprovação das notas é feita combinando a análise das notas fiscais com a realização do investimento, que é feito dentro do cronograma.

Esta comprovação, por sua vez, é feita por amostragem e em geral envolve um rigor considerável. A este respeito, vale lembrar que os funcionários do banco não são auditores. A auditoria é da competência do Tribunal de Contas do respectivo estado, e não dos funcionários do BNDES. Deve-se também salientar que a auditoria deve analisar a relação da prefeitura tucana com as notas frias. Sobre isso a grande mídia silencia.

De fato, soa estranho o aparecimento destas denúncias num momento em que o BNDES aumenta consideravelmente seu volume de empréstimos, ampliando a concorrência com os bancos privados. Tudo sob a tutela do economista Luciano Coutinho, rejeitado por parte significativa do setor rentista.

Coincidentemente (ou não!), as denúncias relativas ao BNDES, assim como a atribuição do “investment grade” pela agência de classificação de riscos Standard&Poor’s, foram veiculadas na mesma semana em que o Copom aumentou em 0,5% a taxa básica de juros a economia brasileira (Selic).

No que concerne a esta questão, funcionários do Banco Central afirmaram que pela primeira vez o presidente Lula teria cogitado concretamente a hipótese de demitir o mandachuva do Bacen. Quanto ao “grau de investimento”, nem mesmo os agentes financeiros em Nova Iorque entenderam muito bem a decisão da S&P, que é uma das agências de classificação de risco mais conservadoras.

Por fim, talvez as denúncias ao BNDES possam ter servido para tirar o foco da inconcebível decisão do Banco Central. Já a atribuição do “grau de investimento” pode ter sido uma forma de criar um fato positivo para a gestão monetária, frente ao aumento dos juros, o que significa uma decisão deliberada do setor financeiro para blindar Henrique Meirelles.

ARTIGO MAIS COMPLETO SOBRE O ASSUNTO

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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Dilma depõe em comissão do Senado. Oposição quer que ela fale sobre dossiê

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no O Globo online

Por Gerson Camarotti

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, está na manhã desta quarta-feira (7) na Comissão de Infra-Estrutura (CI) do Senado para prestar depoimento. Oficialmente, ela foi convocada para falar sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mas a oposição pretende questioná-la o máximo possível sobre a elaboração do dossiê com gastos sigilosos do ex-presidente Fernando Henrique.

” A legitimidade desta sessão passa pela senhora começar a reunião abrindo seu coração e dizendo o que sabe sobre o dossiê ”

Antes de a ministra iniciar sua exposição, dois líderes da oposição, os senadores Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Agripino Maia (DEM-RN) pediram que Dilma faça declarações sobre o caso do dossiê.

Virgílio afirmou que a palavra de Dilma sobre o dossiê será relevante e prometeu tratar a ministra com “urbanidade e cavalheirismo”. Leia o resto do artigo »

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Tucanos trocam insultos, e Alckmin é lançado em São Paulo

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A indicação de Geraldo Alckmin para prefeito de São Paulo causou confusão entre os tucanos que defendem a reeleição de Gilberto Kassab para prefeito.

Por Katia Alves.

Publicado originalmente no Vermelho

Após uma reunião tensa, marcada por bate-bocas e troca de insultos, o ex-governador Geraldo Alckmin foi indicado ontem (5) à noite pré-candidato do PSDB a prefeito de São Paulo  pelo presidente do diretório paulistano do partido, José Henrique Reis Lobo.

A indicação terá de ser referendada na convenção do partido que deve ocorrer, segundo a lei eleitoral, até o final de junho. A candidatura não chegou a ser submetida aos 71 membros do diretório, como estava programado e era a expectativa de Alckmin e de seu grupo, que planejavam transformar o encontro em uma festa.

Mas tucanos que defendem o apoio à reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM) devem recorrer da decisão, enfrentar Alckmin na convenção e aprofundar a divisão do partido. Serão 1.228 delegados aptos a votar. Uma contraproposta terá de reunir 30% desse total. Leia o resto do artigo »

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A ordem mundial segundo Keynes

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A resistência do então assessor da Coroa britânica à dominação econômica norte-americana, então emergente e hoje ameaçada, e suas receitas para países como o Brasil, poderiam ser uma fonte de inspiração para os dias de hoje.

James Galbraith*

Fonte: LMD Brasil

Keynes imaginava um sistema em que as grandes nações não fossem obrigadas a colocar o cumprimento de acordos comerciais acima dos objetivos do progresso social.

Em 1944, no final da II Guerra Mundial, a Conferência de Bretton Woods criou o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. O renome conquistado por John Maynard Keynes com suas retumbantes críticas ao Tratado de Versalhes de 1919 [1] e, em seguida, sua revolução teórica, em meados da década de 30, e suas inovadoras propostas para enfrentar a Grande Depressão, valeu-lhe a liderança da delegação britânica. Como relata Robert Skidelsky em sua trilogia [2], Keynes enfrentou a vontade do Tesouro norte-americano de impor à Grã-Bretanha, à beira da bancarrota, uma rigorosa dependência financeira. O presidente Franklin D. Roosevelt terminaria por resolver o problema por meio de um empréstimo prévio referente ao período de duração da guerra. Mas o assessor da Coroa britânica iria ter que enfrentar questões muito mais sérias para a ordem mundial daquela época. Sua resistência à dominação econômica norte-americana, então emergente, poderia ser uma fonte de inspiração até os dias de hoje.

Para o pós-guerra, Keynes imaginava um sistema em que as grandes nações não fossem obrigadas a colocar o cumprimento de acordos comerciais acima dos objetivos do progresso social, particularmente o do pleno emprego. Previa a coexistência do livre comércio com um generoso sistema de proteção, garantido por instituições financeiras internacionais. Este teria como principal mecanismo um creditor adjustment (ajuste de créditos) que iria impor sanções aos países com excedentes comerciais, e não àqueles em situação deficitária. Isso obrigaria os primeiros a optarem entre aceitar uma discriminação em relação a suas vendas comerciais ou ampliar a demanda de seus mercados internos para absorver mais importações. Paralelamente, os devedores teriam direito a uma linha de crédito num sistema de pagamentos internacional baseado num mecanismo de compensação e numa moeda de reserva mundial – o bancor.

Ordem inaceitável para norte-americanos

Ele previa a coexistência do livre comércio com um generoso sistema de proteção, garantido por instituições financeiras internacionais. Leia o resto do artigo »

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‘Oitavo mandamento, mentirás’

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O presidente George W. Bush havia anunciado que a guerra poderia custar, quando muito, 50 bilhões de dólares, no entanto a carnificina do Iraque dura há mais de cinco anos e, neste período, os Estados Unidos gastaram um milhão de milhões de dólares matando civis inocentes”.

Por katia Alves

Por Eduardo Galeano

Publicado no Vermelho  

Até há pouco as grandes mídias brindavam-nos, a cada dia, números alegres acerca da luta internacional contra a pobreza. A pobreza estava a bater em retirada, ainda que os pobres, mal informados, não soubessem da boa notícia. Os burocratas mais bem pagos do planeta estão a confessar, agora, que os mal informados eram eles. O banco Mundial divulgou a atualização do seu International Comparison Program. Neste trabalho participaram, juntamente com o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, as Nações Unidas, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico e outras instituições filantrópicas.

Ali os peritos corrigem alguns errinhos dos relatórios anteriores. Entre outras coisas, ficamos a saber agora que os pobres mais pobres do mundo, os chamados “indigentes”, somam 500 milhões mais do que os que apareciam nas estatísticas. Além disso, ficamos a saber que os países pobres são bastante mais pobres do que aquilo que diziam os numerozinhos e que a sua desgraça piorou enquanto o Banco Mundial lhes vendia a pílula da felicidade do mercado livre. E como se isso fosse pouco, verifica-se que a desigualdade universal entre pobres e ricos havia sido mal medida e à escala planetária o abismo é ainda mais fundo que o do Brasil.

Outra mentira

Ao mesmo tempo, um ex vice-presidente do Banco Mundial, Joseph Stiglitz, num trabalho conjunto com Linda Bilmes, investigou os custos da guerra do Iraque. O presidente George W. Bush havia anunciado que a guerra poderia custar, quando muito, 50 bilhões de dólares, o que a primeira vista não parecia demasiado caro tratando-se da conquista de um país tão rico em petróleo. Eram números redondos, ou melhor, quadrados. Leia o resto do artigo »

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Estão fazendo do etanol um? bode expiatório?, diz UE

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Os biocombustíveis não solucionarão todos os nossos problemas, mas também não são os responsáveis pela fome. Usado de maneira correta, pode ser uma arma contra mudanças climáticas e até um seguro contra problemas de fornecimento de energia.”  alega a Comissária de Agricultura da União Européia (UE), Mariann Fischer Boel.

Por Katia Alves

Por Jamil Chade

Publicado no Estadão

Comissária de Agricultura da região culpa os especuladores pela alta dos preços dos alimentos

A principal autoridade agrícola da Europa reafirmou ontem o compromisso do continente em expandir o etanol e acusou a imprensa internacional e ativistas de estarem transformando o biocombustível em “bode expiatório”. A Comissária de Agricultura da União Européia (UE), Mariann Fischer Boel, rejeitou a tese de que o etanol seja o responsável pela alta nos preços dos alimentos, culpou os especuladores e garantiu que a UE seguirá com suas metas de aumento do uso do combustível nos próximos anos, até mesmo com a importação do etanol.

Segundo ela, em 1998, o volume de investimentos no setor chegava a US$ 10 bilhões. No ano passado, foram US$ 140 bilhões. “Apenas em fevereiro, 140 produtos financeiros com base nas commodities foram lançados. Esse é o maior número já registrado”, afirmou Mariann, insinuando a participação dos especuladores na alta dos preços.

A declaração feita em Bruxelas foi considerada uma dura mensagem às críticas cada vez maiores que existem na Europa em relação ao biocombustível, inclusive por parte de alguns governos. Mesmo dentro da UE, alguns comissários alertam para os riscos da expansão, alegando que o projeto deve ser feito com cuidado. Leia o resto do artigo »

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Oi mais Brasil Telecom

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Por Paulo Metri

Publicado no Mercantil

A incorporação da Brasil Telecom pela Oi entrou na fase dos grupos de interesse fazerem suas críticas, na mídia em geral, utilizando pesadamente o poder econômico, para influenciar a opinião pública. Esta busca de manipulação da opinião da população, se valendo, na maioria dos casos, de análises simplificadas, ocorre com diversos temas, trazendo grandes benefícios para os manipuladores.

O fato de as duas empresas divulgarem o interesse mútuo pela incorporação, que é proibida pela lei das outorgas, em uma demonstração de prepotência, é pouco inteligente. Os congressistas deveriam demonstrar indignação, senão, darão a impressão que cumprem ordens do empresariado.

No entanto, se o Executivo acha que a lei atual não atende aos interesses da sociedade, ao se posicionar a favor da mudança, não é razão para ser criticado, bastando ver, no artigo 61 da Constituição, que ele pode ser propositor de projetos de lei. Contudo, o fato de o Executivo ter possibilidade de propor a mudança de leis não significa, obviamente, que qualquer proposta oriunda dele é melhor que a lei existente e, portanto, críticas ao conteúdo da proposta podem e devem ser feitas.

Na época da implantação do modelo atualmente existente no setor houve forte preocupação com a garantia da concorrência, em detrimento de outros objetivos tão importantes quanto este para a sociedade. Esta garantia não é mais vista como o único objetivo a ser considerado na administração de um setor industrial ou de serviços, pois, por exemplo, uma forte concentração de empresas estrangeiras em um setor é tão preocupante quanto existir um número reduzido de empresas atuando no setor. Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 06/05/2008

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Elizabeth Cardoso, Kátia Alves e Luciana Sergeiro

Política

A CPMI dos Cartões Corporativos identificou contratos entre órgãos públicos e empresas privadas nas quais havia sócios que eram simultaneamente funcionários desses órgãos. Entre estes organismos públicos está a UnB. Acredita-se em possível tráfico de influências na realização desses contratos…

Último Segundo: CPI dos Cartões suspeita de tráfico de influências em contratos com a UnB

Economia

Tensões políticas e militares em alguns países, como Nigéria, Irã e Indonésia, aumentam a preocupação com uma possível redução na oferta de petróleo. Esse clima levou a novo recorde, nesta madrugada, nos preços dessa commodity, pressionando negativamente o mercado asiático…

JB Online: Ásia sem tendência definida; Petróleo bate recorde

IBGE divulgou hoje desempenho da indústria no primeiro trimestre deste ano e mostra que crescimento do setor perdeu velocidade, corroborando a tendência à redução no nível de atividade prevista para este ano…

Agência Reuters: Expansão da indústria desacelera no 1o tri a 6,3%

Internacional

Os pré-candidatos democratas à Casa Branca, Barack Obama e Hillary Clinton, enfrentam hoje mais uma prévia eleitoral, agora nos estados da Indiana e Carolina do Norte. Após as prévias de hoje faltarão apenas seis prévias estaduais para que fiquem definidas as votações pré-convenção, que decidirá quem será o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos…

Agência Reuters: Obama e Hillary enfrentam-se de novo por vaga à Casa Branca

Em declarações à televisão cubana o presidente boliviano, Evo Morales, afirmou que a Embaixada dos Estados Unidos na Bolívia orquestrou conspirações promovendo o plebiscito de autonomia de Santa Cruz

O Estadão: Morales acusa EUA de conspirarem em plebiscito de autonomia

Desenvolvimento

Problemas para liberação de licenças ambientais para construção de novas usinas de pequeno e médio porte e falta de estudos adequados quanto aos impactos no meio ambiente provocam atraso na expansão programada para o setor elétrico, de acordo com relatório da Aneel. As construções previstas representam uma ampliação da capacidade de geração de energia da ordem de aproximadamente 30 mil MW…

Projeto Brasil: Brasil não contará com metade da energia esperada para este ano

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