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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

Ciranda financeira: lucro fácil para bancos e multinacionais

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O País capta recursos no exterior a um custo baixo e, depois, cobrando dos consumidores brasileiros uma taxa maior, grandes empresas ampliam seu resultado financeiro à custa de um modelo que eleva a vulnerabilidade do país e, em última análise, penaliza o trabalhador.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Vermelho Online

Por Dafne Melo

A expressiva diferença entre a elevada taxa de juros da economia brasileira e as pequenas taxas dos países ricos está turbinando o lucro dos bancos e das transnacionais no país. Captando recurso no exterior a um custo baixo e, depois, cobrando dos consumidores brasileiros uma taxa maior, grandes empresas ampliam seu resultado financeiro às custas de um modelo que eleva a vulnerabilidade do país e, em última análise, penaliza o trabalhador.

Isso tem ocorrido mesmo em um cenário teoricamente adverso para as captações externas, com a crise do setor financeiro internacional. Números do primeiro trimestre deste ano confirmam esse movimento expressivo de captações externas dos grupos privados. Segundo o Banco Central, as empresas trouxeram do exterior US$ 4,680 bilhões. No mesmo período de 2007, foram US$ 5,097 bilhões. Esses valores são bem superiores às necessidades de financiamento externo dos grupos privados. Também no primeiro trimestre deste ano, a dívida do setor privado estava em US$ 1,907 bilhão, mas teve uma taxa de rolagem de 231%. Ou seja, o setor privado tomou no exterior muito mais dinheiro do que em tese precisaria. Leia o resto do artigo »

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A Farm Bill e os estoques de alimentos

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Segurança alimentar foi uma preocupação que surgiu no pós-guerra, depois de países inteiros terem sido assolados pela fome, quando parecia que esse assunto já tinha sido encerrado, ele reaparece inclusive em culturas que nunca tiveram problemas com oferta de alimentos.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luis Nassif

Segurança alimentar foi uma preocupação que surgiu no pós-guerra, depois de países inteiros terem sido assolados pela fome, em decorrência do conflito. Nas décadas seguintes, ajudou a consolidar políticas protecionistas na Europa e no próprio Estados Unidos – mesmo após o fim da ex-URSS.

Quando parecia que tinha sido exorcizado, inclusive nas negociações da rodada de Doha (que visa reduzir o protecionismo internacional) reaparece, inclusive em culturas que nunca tiveram problemas maiores de oferta, como o arroz.

Para o consultor Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro, em entrevista ao programa Agribusiness Online, do Canal Rural, as raízes desse problema estão na mudança da Farm Bill (a lei agrícola americana) em fins da década passada. Leia o resto do artigo »

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Biodiesel traz expectativa de inclusão social no Norte e Nordeste

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O aumento da produção de biodiesel no Brasil oferece ao país a possibilidade de diminuir suas importações de diesel, além de ser uma alternativa energética ambientalmente sustentável, trata-se de um combustível econômico e ecológico, lançado pelo governo federal e com o objetivo de inclusão social. Inserindo a agricultura familiar numa cadeia produtiva que permita melhorar a geração de emprego e renda no campo e a qualidade de vida dos agricultores familiares. O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) é hoje um dos principais programas do governo federal para promover essa inclusão social no Brasil.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Maurício Thuswohl

Criado com o objetivo de gerar emprego e renda entre os agricultores familiares, o programa de biodiesel mudou a rotina de parte dos trabalhadores rurais em algumas regiões. No Norte, com o plantio do dendê, e no Nordeste, com o cultivo da mamona, os agricultores já vislumbram dias melhores.

O aumento da produção de biodiesel no Brasil oferece ao país a possibilidade de diminuir suas importações de diesel convencional, além de apresentar para todo o mundo uma alternativa energética ambientalmente sustentável à utilização dos combustíveis fósseis, que são extremamente poluentes e um dos principais causadores do aquecimento global. Mas, além de explorar esse potencial econômico e ecológico do novo combustível, o programa de biodiesel lançado pelo governo federal tem um objetivo social. Ele almeja inserir a agricultura familiar numa cadeia produtiva que permita melhorar a geração de emprego e renda no campo e a qualidade de vida dos agricultores familiares, que são responsáveis por 13% do PIB brasileiro.

Lançado oficialmente em dezembro de 2004, o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) é hoje um dos principais programas do governo federal para promover essa inclusão social no Brasil. Em 2005, foi aprovada pelo Congresso Nacional a lei que estabelece um cronograma de execução para o programa e também os percentuais mínimos obrigatórios de mistura de biodiesel ao diesel convencional. De acordo com essa lei, desde janeiro de 2008 a mistura de 2% de biodiesel ao óleo convencional, nomeada B2, é obrigatória em todo o país, o que representou a criação de um mercado estimado em cerca de 840 milhões de litros de biodiesel por ano. A previsão inicial do governo era que em 2013 o percentual de mistura chegasse a 5% (B5), mas o avanço da nova cadeia produtiva já fez com que essa meta fosse antecipada para 2010. Leia o resto do artigo »

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Os Biocombustíveis e seus Desafios

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Os Biocombustíveis e seus Desafios

“A discussão sobre o aumento mundial do preço dos alimentos, a crise global da agricultura e a pressão exercida pela expansão da produção de biocombustíveis no meio rural mobiliza corações e mentes em todo o planeta. Se, por um lado, crescem as críticas aos biocombustíveis, por outro pouco ainda se sabe sobre os verdadeiros impactos sociais e ambientais que eles já estão trazendo. No Brasil, país que pretende se tornar o maior produtor e fornecedor mundial de biocombustíveis, o governo garante que a produção de agroenergia e a produção de alimentos podem caminhar lado a lado, sem ameaçar o meio ambiente ou a soberania alimentar dos brasileiros.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Maurício Thuswohl

Nos dias atuais, a discussão sobre o aumento mundial do preço dos alimentos, a crise global da agricultura e a pressão exercida pela expansão da produção de biocombustíveis no meio rural mobiliza corações e mentes em todo o planeta. Se, por um lado, crescem as críticas aos biocombustíveis (a ponto de o relator especial sobre a fome da ONU, o suíço Jean Ziegler, pedir uma moratória imediata de sua produção), por outro pouco ainda se sabe sobre os verdadeiros impactos sociais e ambientais que eles já estão trazendo.

Outra discussão urgente trata do aquecimento global e da necessidade imperiosa de vencermos seus efeitos, sob pena de extinção de inúmeras formas de vida. Aí, mais uma vez, os biocombustíveis são personagens centrais, pois se colocam como alternativa à queima de combustíveis fósseis e ao aquecimento da atmosfera. No Brasil, país que pretende se tornar o maior produtor e fornecedor mundial de biocombustíveis, o governo garante que a produção de agroenergia e a produção de alimentos podem caminhar lado a lado, sem ameaçar o meio ambiente ou a soberania alimentar dos brasileiros. Essa discussão, no entanto, promete se aprofundar em todo o mundo.

Os biocombustíveis não são exatamente uma novidade. Países como o Brasil e os Estados Unidos, por exemplo, têm uma experiência de produção de etanol em larga escala (seja produzido a partir da cana-de-açúcar ou do milho) que remonta às décadas de setenta e oitenta do século passado. Até mesmo os primeiros testes para a produção de biodiesel, obtido a partir de plantas oleaginosas, aconteceram no final do século XIX, logo depois da invenção do motor com ignição por compressão pelo alemão Rudolf Diesel. Leia o resto do artigo »

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Investimet Grade não era esperado para agora, segundo Estadão

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Em bancos e consultorias em Wall Street, agitação e euforia :: TXT Estado
www.estado.com.br/editorias/2008/05/01/eco-1.93.4….

Em bancos e consultorias em Wall Street, agitação e euforia

Em uma instituição de Nova York, funcionários abriram champanhe

Patricia Campos Mello

Foi um dia de euforia e surpresa em bancos de investimentos e consultorias americanas que trabalham com o Brasil. “As pessoas começaram a berrar. Saiu o investment grade do Brasil, saiu o investment grade do Brasil!”, contou um operador de banco em Nova York. Em uma consultoria, o telefone tocou 10 vezes em menos de cinco minutos. Todas as ligações eram de clientes que queriam saber o impacto da promoção. Em um banco americano, os funcionários abriram uma champanhe para comemorar.

“Ninguém esperava que o grau de investimento fosse sair agora, a aposta é de que viria no fim do ano ou início do ano que vem”, disse Vitória Saddi, economista que coordena a área de América Latina na consultoria RGE Monitor, de Nova York.

Segundo Arturo Porzecanski, professor de Finanças Internacionais na American University, desde que o Brasil se tornou credor internacional, ao menos em algumas medidas, começou a se especular sobre a promoção a grau de investimento. Mas ninguém esperava que fosse ocorrer agora, no meio da crise global de crédito.

Ricardo Amorim, chefe de pesquisas para América Latina do banco West LB, acredita que a redução nos spreads (quanto o Brasil precisa pagar a mais de juros, em comparação com títulos americanos) não será significativa, porque a promoção já estava parcialmente “precificada”, ou seja, os investidores já embutiam nos preços a iminente promoção.

Para Amorim, o maior impacto será na atração de investimentos estrangeiros diretos, a médio prazo, além da grande valorização do Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa).

Thomas Trebat, diretor do Centro de Estudos do Brasil da Universidade Columbia, comemorou o grau de investimento, mas demonstrou certa cautela. “Fiquei surpreso pelo timing, conceder o grau de investimento bem no meio de um ciclo econômico que está prestes a virar”, disse. Leia o resto do artigo »

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Oportunidades de emprego: 07 de maio

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Semanalmente divulgamos uma lista com oportunidades de emprego aqui no blog do Desemprego Zero. Confira a lista abaixo com oportunidades para o estado do Rio de Janeiro

Encarregado Operacional

Perfil Exigido:

- Superior completo em Administração/ Logística;

- Conhecimento do Pacote Office;

- Experiência na função.

Atividades: liderar equipe operacional, distribuir atividades, monitorar o pátio, desenvolver produtividade, entre outras atividades.

Local: Centro/ Rio de Janeiro.

Remuneração: 1.800,00

Benefícios oferecidos: VT + Refeição no local + Assistência médica e odontológica.

Os candidatos interessados deverão encaminhar o currículo para thalita.modesto@ manpower. com.br <mailto:thalita.modesto@ manpower. com.br>; colocando no assunto do e-mail: Encarregado Operacional e/ou cadastrar o currículo gratuitamente no site: www.manpower.com.br <http://www.manpower .com.br/>, associando-se a vaga de número 12415.

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RESUMO DO DIA – 07/05/2008

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Elizabeth Cardoso, Kátia Alves e Luciana Sergeiro

Política

Ministra admitiu que houve vazamento de informações sigilosas da Casa Civil referentes aos gastos da gestão FHC…

Folha Online: Brasil – Dilma nega dossiê anti-FHC e diz que Casa Civil montou banco de dados

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff afirmou, no Senado, que o governo está aberto a negociar outros assuntos com o Paraguai, mas não alterar o tratado da usina hidrelétrica de Itaipu…

Terra Economia: Dilma: Brasil não negocia tratado de Itaipu com Paraguai

Economia

Além de termos uma carga tributária elevada, ela compromete 49% da renda de quem ganha até dois salários mínimos e 26% para os que ganham acima de trinta. Isso acontece em razão da tributação elevada sobre o consumo e baixa sobre o patrimônio e a renda…

Info Money: Carga tributária compromete 49% da renda de quem ganha até dois mínimos

Grau de investimento torna a dívida do País mais atraente para grandes fundos de pensão e seguradoras. Não é um certificado de desenvolvimento…

Terra Notícias: ‘FT’: grau de investimento não é certificado de desenvolvimento

Em abril de 2007, entraram US$ 10,7 bi; resultado foi piorado pela balança e mexerá com contas externas…

O Estadão: Entrada de dólares no País cai para US$ 6,723 bi em abril

Internacional

Primárias em Indiana e Carolina do Norte confirmam vantagem de Obama, o candidato conquistou 91 delegados contra 79 de sua rival, Hillary Clinton…

Folha Online: Primárias em Indiana e Carolina do Norte confirmam vantagem de Obama

Eleito novo presidente da Rússia, Dmitri Medvedev é o terceiro presidente da federação russa após o colapso da União Soviética, assume o governo de oito anos do padrinho Vladimir Putin Medvedev herda um país com as finanças em ordem, mas com problemas profundos estruturais…

Uol Notícias: Novo presidente da Rússia assume um país rico, mas com problemas estruturais profundos

O secretário americano do Tesouro, Henry Paulson, afirmou que já passou o pior da turbulência financeira iniciada no ano passado crise do crédito hipotecário de risco, porém “os solavancos” ainda são possíveis e que “ainda faltam mais alguns meses” para que a situação se estabilize…

Uol Notícias: Pior da crise financeira já passou, diz secretário do Tesouro dos EUA

Desenvolvimento

Segundo José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobrás, a estatal planeja captar US$ 5 bilhões até o fim de 2008 para financiar a exploração de petróleo da camada do pré-sal. O financiamento se dará por meio de emissão de bônus. Gabrielli não especificou se as operações serão em mercado brasileiro ou internacional. Ele informou também que a produção da área de Tupi, na Bacia de Santos, será antecipada de 2010 para 2009…

O Globo Online: Petrobras fará captação de US$ 5 bilhões para explorar pré-sal

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DILMA ARRASA A OPOSIÇÃO

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi convocada a falar do PAC no Senado e “oposição pretendia questioná-la o máximo possível sobre a elaboração do dossiê com gastos sigilosos do ex-presidente Fernando Henrique”.  Portanto, como disse Paulo Henrique Amorim: a oposição deu um tiro no pé…

Por Katia Alves

Por Paulo Henrique Amorim

Publicado no Conversa Afiada

 A oposição deu um tiro no pé ao convocar Dilma Rousseff para se afogar nos cartões corporativos.

 O senador Agripino Maia, do PFL-RN, voltou aos bons tempos de provocador e deu a entender que tudo o que Rousseff dissesse ali poderia ser uma mentira.

O senador lembrou que, numa entrevista recente, Rousseff confessou que mentiu quando esteve presa no regime militar.

Uma mentira que Rousseff contou quando tinha 19 anos.

Ela foi torturada e ficou três anos presa.

Diante da provocação do senador pefelista, Rousseff subiu.

Rousseff atingiu o ponto certo da resposta, com firmeza e serenidade, e colocou o senador na posição histórica que ocupam os que acionavam a maquininha do choque elétrico.

Rousseff falou:

Não há dialogo com o pescoço na forca.

Não há verdade na ditadura.

O que se trava aqui no Senado, agora, é o dialogo democrático, entre iguais, entre cidadãos em igualdades de condição.

Eu me orgulho de ter mentido para salvar companheiros da tortura e da morte.

No pau de arara e com choque elétrico não há possibilidade de dialogo civilizado.

Tenho imenso orgulho do que fiz: mentir aos torturadores.

A oposição errou: deu a possibilidade de se conhecer essa Rousseff, que parecia adormecida sob o sucesso do PAC.

Em tempo: um amigo meu, especialista em construir e analisar cenários políticos, me telefonou assim que viu Rousseff arrasar Maia: “além da competência técnica, você tem que ter sorte. Você pode fazer tudo certo. Mas, se não tiver sorte, não adianta nada. A sorte da Dilma foi pegar o Maia”.

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