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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

Edital do Concurso para engenheiro do BNDES

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Foi publicado no DOU de hoje (pág. 95, seção 3) edital para o concurso de engenheiro do BNDES.

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Repasse de recursos do Bolsa Família tem regras mais rígidas

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vai tornar mais rigorosas as regras para repasse de recursos destinados à gestão municipal do Bolsa Família. A mudança está prevista na Portaria nº 66, de 3 de março de 2008.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal Vermelho

A partir do mês de agosto, receberão parte dos R$ 21 milhões destinados mensalmente às Prefeituras somente as cidades que executarem 50% das ações do programa – combinado a um mínimo de 20% em cada um dos quatro indicadores que compõem o Índice de Gestão Descentralizada (IGD).

Pelo critério atual de repasse, recebem recursos os municípios que alcançam IGD mínimo de 0,4 numa escala que varia de zero a um. É exigido, também, que as Prefeituras tenham assinado o Termo de Adesão ao Bolsa Família e estejam habilitadas ao Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

Com as novas regras, as gestões municipais precisam chegar a um IGD de 0,5 e também a 0,2 em cada um dos quatro indicadores. A mudança não tem relação com o benefício destinado às famílias. De acordo com um levantamento feito pela Secretaria Nacional de Renda de Cidadania do MDS, 1.080 Prefeituras correm risco de não receber os recursos. Leia o resto do artigo »

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O DESATINO DA MOEDA ÚNICA NA AMÉRICA DO SUL

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - O presidente Lula mencionou, no programa semanal “Café com o Presidente”, a possibilidade da criação de uma moeda única na América do Sul. Segundo Lula, a criação de uma moeda para estes países e a constituição de um Banco Central único seria o passo final para a integração do continente. Entretanto, devemos entender as reais dificuldades de tal empreendimento e os limites de suas possibilidades.

 

Em primeiro lugar, a instabilidade monetária dos países periféricos é um dado estrutural de sua condição. Esta instabilidade provém principalmente das restrições associadas ao balanço de pagamentos, vinculados, sobretudo, à composição da pauta de exportação vis-à-vis à pauta de importação. No caso destes países, a predominância de produtos primários nas exportações faz com que os termos de troca se deteriorem, ou pelo menos tenham uma maior volatilidade. Em momentos de auge do ciclo, como os que vivemos nos últimos anos, as commodities normalmente presenciam um aumento significativo dos preços. O problema é quando o ciclo reverte.

 

Além disso, o problema da pauta de exportações é exacerbado num ambiente de liberalização da conta financeira, fazendo com que a taxa de câmbio se torne ainda mais volátil. A volatilidade das principais variáveis monetárias, quais sejam a taxa de câmbio e a taxa de juros, torna hercúlea a tarefa de fazer convergir as principais variáveis macroeconômicas destes países, o que é condição sine qua non para a criação de tal moeda.

 

Portanto, a criação de uma moeda única apenas se colocaria como possibilidade concreta a partir da superação da condição periférica, no sentido furtadiano do termo, ou seja, através do rompimento com a atual divisão internacional do trabalho. Tal alternativa demandaria um nível de esforço coordenado, que incluíra capacidade de planejamento e vontade política das elites, que dificilmente poderia ser colocado em prática diante das atuais condições objetivas. Por fim, uma discussão de tal envergadura não pode ser tomada em conta isoladamente, mas, ao contrário, deveria levar em conta a questão do Desenvolvimento, sendo este visceralmente ligado à supressão da relação centro-periferia.

 

 

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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2,4% de vagas em universidades públicas são de cotas

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Segundo estimativa feita pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) na pesquisa “Juventude e Políticas Sociais no Brasil” 51.875 vagas foram reservadas para beneficiar estudantes negros em universidades públicas.

* Por Kátia Melissa Bonilla Alves, editora

Publicado Jornal da Ciência

Entre 2001 e 2008, foram oferecidas 7.850 vagas por ano destinadas para negros em universidades públicas, diz Ipea

Desde que a primeira universidade pública, em 2001, adotou em seu vestibular o sistema de cotas para beneficiar estudantes negros, 51.875 vagas foram reservadas para essa população, segundo estimativa feita pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) na pesquisa “Juventude e Políticas Sociais no Brasil”.

Neste cálculo, não estão incluídos outros estudantes beneficiados por cotas muitas instituições também reservam vagas para alunos da rede pública e outros grupos- e não significa que todas as vagas oferecidas foram preenchidas. Leia o resto do artigo »

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Sessão de Encerramento e novo Ciclo de Conferências, promovido pelo Centro Celso Furtado

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A Professora Maria da Conceição Tavares encerrará na próxima terça-feira, dia 27 de maio, às 16h, no Auditório do IPEA (Av. Pres. Antonio Carlos, 51/ 10º andar – Centro – Rio de Janeiro) o Ciclo de Conferências sobre o Pensamento de Celso Furtado.

Na mesma ocasião será projetado um filme que contém entrevistas de Celso Furtado e um documentário (em inglês), feito pela televisão americana em 1961, sobre a situação no Nordeste na época das Ligas Camponesas e a presença de Celso Furtado à frente da SUDENE.

Maria da Conceição Tavares é Economista, Professora Emérita da UFRJ e organizou o livro Celso Furtado e o Brasil, da Editora Fundação Perseu Abramo, 2000.

PEDIMOS O SEU COMPARECIMENTO MEIA HORA ANTES DA CONFERÊNCIA.

Informações: www.centrocelsofurtado.org.br

E-mail: centro@centrocelsofurtado.org.br

*****

Dando prosseguimento às atividades do Centro Celso Furtado, estão abertas as inscrições para o novo Ciclo de Conferências “Tendências do Capitalismo Contemporâneo”, de 3 de junho a 8 de julho (terças-feiras), sempre às 16h, no Auditório do IPEA (Av. Pres. Antonio Carlos, 51/10º andar – Centro – RJ)

Programação:

3 d e   j u n h o

O poder global

Prof. José Luís Fiori – UFRJ

10 d e j u n h o

A expansão recente da economia mundial

Prof. Franklin Serrano – UFRJ

17 d e j u n h o

Desenvolvimento econômico e ascensão nacional: rupturas e transições na Rússia e na China

Prof. Carlos Medeiros – UFRJ

24 d e j u n h o

Ainda é válido o conceito centro-periferia frente  à emergência econômica dos países asiáticos?

Embaixador Rubens Ricupero – FAAP

1 d e j u l h o

A crise subprime e suas conseqüências no sistema financeiro mundial

Prof. Marcos Antônio de Macedo Cintra – UNICAMP

8 d e j u l h o

Perspectivas recentes da União Européia

Prof. Gilberto Dupas – USP

Inscrições gratuitas no e-mail: centro@centrocelsofurtado.org.br

Será fornecido certificado aos que comparecerem a um mínimo de 4 palestras do ciclo.

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Júlio Gomes: inflação é séria e não se resolve com juros

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Entrevista com Júlio Gomes de Almeida, consultor do IEDI, concedida a Paulo Henrique Amorim.

Júlio Gomes fala nessa entrevista sobre o atual contexto inflacionário que tem acometido todo o mundo e não apenas algumas economias, como a brasileira. Segundo Júlio, essa conjuntura inflacionária é resultante de uma crise estrutural a nível mundial e que afeta o Brasil, pois atinge três importantes componentes da sua Balança Comercial: petróleo, alimentos e minérios.

O consultor do IEDI ainda afirma que esse tipo de inflação, fundamentalmente exógena, não se resolve com medidas de contenção de demanda, como elevação de juros. Ele acredita que apenas a desaceleração da economia mundial deve realmente aliviar essa pressão inflacionária…

Leia a seguir a íntegra dessa conversa, extraída do site de PHA…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Conversa Afiada, de PHA

Por Paulo Henrique Amorim

O consultor do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) Julio Gomes de Almeida disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta sexta-feira, dia 23, que a inflação do Brasil não se resolve com alta na taxa de juros.

“Estou preocupado porque eu acho que o aumento de juros não combate essa inflação. Então a preocupação é redobrada. Se eu achasse que essa inflação que está aí fosse uma questão de ajuste fino, ajuste de sintonia da nossa demanda, eu diria que aí você aumenta os juros, como qualquer situação desse tipo, e nós estaríamos controlando a inflação”, disse Almeida.

Segundo Julio Gomes de Almeida, há uma inflação estrutural a nível mundial e o Brasil tem três choques de custo: petróleo, alimentos e minérios.

“Então, você pega a inflação do mês de maio, está lá: aumento de alimentos, choque internacional, trigo, por exemplo, arroz. Choque de ferro, do preço do ferro. Aumentou 70%, o que beneficia a gente pelo lado da balança comercial, mas é também um insumo que está aumentando aqui para nós. E o custo de combustível, que a Petrobras acabou de aumentar o óleo combustível. E isso não se resolve com juros”, disse Almeida.

Julio Gomes de Almeida disse que o problema de inflação no mundo se resolve quando a economia mundial se desacelerar.

Leia o que Julio Gomes de Almeida disse sobre inflação durante a entrevista a Paulo Henrique Amorim:

Paulo Henrique Amorim – Agora, Julio, deixa eu lhe perguntar outra coisa. Eu li uma reportagem do jornal Valor que diz que está havendo um aumento de salário superior ao nível de produtividade da economia e isso pode gerar uma pressão inflacionária adicional. Você compartilha desse temor?

Julio Gomes de Almeida – Não, não. O dado eu não sei qual é. O nosso do Iedi é do ano passado, na média no ano passado. A gente tem que tomar cuidado para não comparar esses dados em períodos muito curtos. Nós comparamos no ano passado e foi o contrário: o salário aumentou bem, não vamos deixar de frisar isso, aumentou muito o salário médio na indústria, mas a produtividade cresceu mais ainda. A faixa de variação é na casa de 4,2% de crescimento da nossa produtividade industrial contra 3,5% do crescimento do rendimento médio na indústria.

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Novo Nordeste, novas esperanças

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Emiliano José

Fonte: CartaCapital

A descoberta de um novo Nordeste. A ressurreição da questão regional no Brasil. O crescimento econômico da região em ritmo maior do que a média brasileira. O aumento do consumo numa proporção bem maior do que no resto do País. A impressionante transformação política, com a autonomia da cidadania e o reflexo disso na eleição de governadores afinados com as teses reformistas e progressistas. Esses foram alguns dos temas que afloraram com intensidade no seminário O novo Nordeste e o Brasil, realizado em Teresina, no Piauí, nos dias 15, 16 e 17 deste mês de maio, promovido pela Fundação Perseu Abramo. Temas que animaram os participantes, abrindo perspectivas para o enfrentamento dos enormes desafios que a região enfrenta desde tempos imemoriais.

Participaram do seminário, entre outros, o governador Wellington Dias; os ministros da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, e da Cultura, Gilberto Gil; o coordenador da bancada do Nordeste, deputado federal Zezéu Ribeiro, do PT, José Machado, diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (Ana), além do presidente e do vice-presidente da Fundação Perseu Abramo, Ricardo Azevedo e Nilmário Miranda, respectivamente.

A economista Tânia Bacelar, que fez a conferência central do seminário – Um projeto para o Nordeste brasileiro – não deixou de ressaltar, no entanto, o quanto a região ainda se encontra distante dos níveis da média nacional, do Sudeste e do Sul quanto, por exemplo, à escolaridade. Enquanto a média nordestina da população ocupada com 10 anos e mais é de 6 anos de estudos, a nacional é de 7,6 anos, a do Sudeste de 8,5 anos e a do Sul de 8 anos.

Além disso, se o olhar se volta para a relação entre a população e o valor do PIB, a discrepância também não é pequena. O Nordeste tem 28% da população e participa com apenas 13,1% do PIB. O Sul tem 14,5% da população e participa com 16,6% do PIB. O Sudeste tem 42,5% da população e contribui com 56,5% do PIB. Esses dados evidenciam que há, inegavelmente, ainda, uma questão regional a ser enfrentada e não entendida apenas como a questão nordestina. O Norte, por exemplo, enfrenta problemas semelhantes. Essa questão, no entanto, só voltou a ter alguma importância nos anos recentes, sob o governo Lula. Havia sido praticamente esquecida durante a gestão Fernando Henrique Cardoso e durante todos os anos 90.

Antes de tratar do Nordeste, no entanto, Tânia Bacelar optou por fazer uma breve análise das macro-tendências mundiais. Na demografia, localiza uma diminuição do ritmo de envelhecimento e o crescimento da importância das cidades médias. Um novo padrão de uso dos recursos naturais e um novo olhar sobre o meio ambiente. O avanço da ciência e da tecnologia apontando para a convergência tecnológica. Leia o resto do artigo »

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A nova geopolítica da energia

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A iminente escassez do principal recurso energético contemporâneo, o petróleo, tem gerado crescentes preocupações aos estrategistas militares dos Estados Unidos, que temem cada vez pelo futuro do país em relação ao domínio dessa commodity.

Países em grande processo de desenvolvimento, como a China e a Rússia, começam a ameaçar a liderança estadunidense nesse mercado. Por isso, os estrategistas militares do Pentágono acreditam que se deve dar atenção prioritária na política militar do país à manutenção de tal liderança no contexto internacional, o que significa garanti-la por força bélica.

Apesar de não ser novidade nas políticas militares dos Estados Unidos a luta bélica em nome do petróleo, a diferença é que desta vez ela se motiva por um claro temor quanto à escassez futura desse recurso e, principalmente, pelo aumento da competição internacional por ele. Não há nenhum véu ideológico, diferentemente das guerras contra o “terrorismo”, que dissimule a atual intenção, é puramente estratégica e econômica…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente na Agência Carta Maior

Por Michael T. Klare – The Nation

Os estrategistas militares norte-americanos estão se preparando para as futuras guerras que certamente serão empreendidas, não por questões de ideologia ou política, mas em luta por recursos crescentemente escassos. Estima-se que, juntos, os Estados Unidos e a China chegarão a consumir 35% das reservas mundiais de petróleo em 2025.

Enquanto a atenção diária do exército norte-americano está concentrada no Iraque e Afeganistão, os estrategistas norte-americanos olham para além destes dois conflitos com o objetivo de prever o meio em que irá ocorrer o combate global em tempos vindouros. E o mundo que eles enxergam é um no qual a luta pelos recursos vitais – mais do que a ideologia ou a política de equilíbrio de poder – domina o campo da guerra. Acreditando que os EUA devem reconfigurar suas doutrinas e forças para prevalecer em semelhante entorno, os oficiais mais veteranos deram os passos necessários para melhorar seu planejamento estratégico e capacidade de combate. Apesar de que muito pouco disto tudo chegou ao domínio público, há um bom número de indicadores-chave.

A partir de 2006, o Departamento de Defesa, em seu relatório anual “Capacidade Militar da República Popular da China“, coloca no mesmo nível a competição pelos recursos e o conflito em torno de Taiwan como a faísca que poderia desencadear uma guerra com a China. A preparação de um conflito com Taiwan permanece como “uma razão importante” na modernização militar chinesa, segundo indica a edição de 2008, mas “uma análise das aquisições recentes do exército chinês e do seu pensamento estratégico atual sugere que Pequim também está desenvolvendo outras capacidades do seu exército, para outro tipo de contingências, como, por exemplo, o controle sobre os recursos.” O relatório considera, inclusive, que os chineses estão planejando melhorar sua capacidade para “projetar seu poder” nas zonas em que obtêm matérias-primas, especialmente combustíveis fósseis, e que esses esforços podem supor uma significativa ameaça para os interesses da segurança norte-americana.

O Pentágono também está solicitando, neste ano, fundos para o estabelecimento do Africa Command (Africom), o primeiro centro de mando unificado transatlântico desde que, em 1983, o presidente Reagan criou o Central Command (Centcom) para proteger o petróleo do Golfo Pérsico. A nova organização vai concentrar seus esforços, supostamente, na ajuda humanitária e na “guerra contra o terrorismo”. Mas em uma apresentação na Universidade Nacional de Defesa, o segundo comandante do Africom, o Vice-Almirante Robert Moeller, declarou que “a África tem uma importância geoestratégica cada vez maior” para os EUA – o petróleo é um fator-chave – e que entre os desafios fundamentais para os interesses estratégicos norte-americanos na região está a “crescente influência na África” por parte da China.

A Rússia também é contemplada através da lente da competição mundial pelos recursos. Apesar de que a Rússia, diferentemente dos EUA e da China, não precisa importar petróleo nem gás natural para satisfazer suas necessidades nacionais, esse país quer dominar o transporte de energia, especialmente para a Europa, o que tem causado alarme nos oficiais veteranos da Casa Branca, que receiam uma restauração do status da Rússia como superpotência e temem que o maior controle desse país sobre a distribuição de petróleo e gás na Europa e na Ásia possa enfraquecer a influência norte-americana na região.

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