‘Vivemos hoje o terceiro choque do petróleo’
Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Em entrevista ao Jornal da Unicamp, Shigeaki Ueki, ex-ministro de Minas e Energia e ex-presidente da Petrobras, declara que o preço do petróleo pode chegar a uns 200 dólares caso haja algum problema com os países exportadores. E se vive hoje o terceiro choque do petróleo.
Em relação à questão do Brasil ser auto-suficiente de petróleo, Shigeaki responde que em termos de volume, o Brasil é, mas não em valor. Isto porque o País exporta petróleo bruto, mas importa derivados.
Por outro lado, podemos dizer que somos auto-suficientes porque somos exportadores de aço e de alumínio, cujo consumo energético é muito alto. Agora, se pegarmos apenas o petróleo e o carvão, ainda somos dependentes, embora numa porcentagem muito pequena.
*Por Kátia Alves, editora
Por ÁLVARO KASSAB
Publicado originalmente no Jornal da Unicamp
Ex-ministro de Minas e Energia e ex-presidente da Petrobrás, Shigeaki Ueki analisa o setor energético
O consultor e empresário Shigeaki Ueki, ex-ministro de Minas e Energia (1974 1979) do governo Geisel e ex-presidente da Petrobras (1979- 1985), abriu no último dia 20 as comemorações, na Unicamp, do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, com a palestra “Energia – perspectiva sobre petróleo, gás natural e outras fontes de energia no Brasil”. Segundo ministro nissei do Brasil – o primeiro foi Fábio Yassuda, no governo Médici – Ueki analisa, na entrevista que segue, o setor energético do país.
Jornal da Unicamp – Na condição de um dos responsáveis pela implantação do Proálcool, a que o senhor atribui as críticas à produção de biocombustíveis?
Shigeaki Ueki – Trata-se de uma pergunta difícil de ser respondida. A primeira crítica que deveria ser feita seria contra a elevação muito alta do preço do petróleo. Foi justamente essa alta que gerou a busca por alternativas, entre as quais os biocombustíveis – como o etanol, o biodiesel etc. Assim, a crítica deveria ser endereçada aos produtores de petróleo… Leia o resto do artigo »
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Por José Augusto Valente*
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