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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

A era da infra-estrutura

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Nassif faz uma crítica ao artigo publicado pelo Estadão, pois nesta matéria o autor Renée Pereira, ressalta que o grande investimento em infra-estrutura vem acontecendo graças ao setor privado. E critica também a matéria de Fernando Canzian, pois este escreveu que a obra do PAC não avança.

Nassif argumenta que a infra-estrutura depende de concessões federais, logo se aumentou a infra-estrutura foi porque aumentou a concessão do governo e o  PAC desobstruiu pontos de estrangulamento.

*Por Katia Alves

Por Fernando Canzian

Publicado originalmente no Blog do Nassif

Por Luis Nassif

Matéria relevante de Renée Pereira, no caderno de Economia do Estadão, mostrando que finalmente o país entrou definitivamente na era dos investimentos em infra-estrutura – com o setor privado caindo de cabeça.

Na edição escrita, um belo infográfico com as obras que vão mudar o Brasil.

A Folha também cobriu o balanço do PAC, em matéria de Fernando Canzian, com a manchete “PAC não anda, mas empresas investem em infra-estrutura”.

A manchete não tem nexo. Aliás, é incrível, a esta altura do campeonato, que ainda se reduza o PAC apenas a desembolsos do governo. Infra-estrutura depende, fundamentalmente, de concessões federais. Se o setor privado disparou, é porque o sistema de concessões disparou. Caso contrário é supor que a perna direita está andando mais rápido que a esquerda. Se andou é porque o PAC desobstruiu pontos de estrangulamento.

Esse viés acaba impedindo a matéria de apresentar o ponto mais relevante. Levantou ela que as liberações orçamentárias não chegaram a 20% do orçado (considerando os restos a pagar). Leia o resto do artigo »

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O nó das agências reguladoras

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo abaixo, Nassif faz uma breve observação entre as agências reguladoras do no nosso país. Segundo o consultor André Araújo a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) que teve a primeira consultoria e dentro do seu padrão passava a tratar cada agência como um entende autônomo. Mas ANEEL depois de constituída o conceito acabou multiplicado para áreas que não têm ligação nenhuma com agências reguladoras.

A ANATEL(Agência Nacional de Telecomunicações), seguiu um padrão internacional; A ANP (Agência Nacional de Petróleo) é muito peculiar, porque não há no mundo inteiro uma agência de petróleo independente. André Araújo observa que ela deveria ser centralizada, o mesmo ocorre com a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que teria fazer parte da administração central. ANA (Agência Nacional de Água), já que recursos hídricos têm que ser controlado pelo o Estado.

E ao final, o consultor declara que outro erro fundamental é que o pressuposto, para se ter uma agência independente, é o Congresso trazê-la com rédea curta. E que aqui se criou o pior dos mundos, de Agências autônomas, dirigentes com mandato fixo e cargos submetidos a interferência política…

*Por Katia Alves

Publicado originalmente no Blog do nassif

Por Luis Nassif

No 55o Fórum de Debates do Projeto Brasil, houve uma discussão relevante sobre o papel das agências reguladoras. No início do governo Lula, houve um questionamento sobre sua natureza. A discussão se perdeu em meio a outros temas mais imediatos. Mas os problemas persiste.

Segundo o consultor André Araújo, a primeira consultoria foi para a constituição de uma agência do setor elétrico, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). Era uma consultoria inglesa que, dentro do seu padrão, passava a tratar cada agência como um entende autônomo.

Constituída a ANEEL, o conceito acabou multiplicado para áreas que não têm ligação nenhuma com agências reguladoras.

A rigor, a única agência constituída fora desse modelo foi a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), já que o modelo para o setor é similar em todos os países.

Segundo Araújo, a ANATEL seguiu um padrão internacional. Já a ANEEL não. No mundo inteiro a energia elétrica tem padrões diferentes de regulação. Nos Estados Unidos, por exemplo, existe uma agência federal.

Mas grande parte atua em nível regional.

Já a ANP (Agência Nacional de Petróleo) é uma excrescência, diz Araújo. Não há no mundo inteiro uma agência de petróleo independente. É função de um Departamento (Ministério) de Energia porque é tarefa centralizada. Leia o resto do artigo »

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O pré-sal e o fundo soberano

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O artigo publicado no O Globo por José Pio Borges destaca três questões que vem sendo levantada pela crítica à criação do fundo Soberano: de onde virão os recursos; para que o fundo se o Banco Central já vem adquirindo dólares e como será a gestão desse fundo.

Mas segundo a visão do autor, existe outro motivo para a criação do fundo, que no caso tem haver com o anúncio da descoberta de Tupi, megacampo da camada de pré-sal e do megacampo Carioca, pode ter uma capacidade de seis vezes a de Tupi, havendo necessidade de ter um novo plano de desenvolvimento de grandes dimensões.

A proposta do fundo soberano no Brasil prevê todo um arcabouço institucional com características novas. Em primeiro lugar, a sua criação por projeto de lei descarta a intenção de urgência e de que o objetivo seria a intervenção no câmbio a curto prazo. Assim, o autor finaliza que o fundo soberano, criado através de lei e com normas adequadas, poderá ser de grande importância no futuro não muito distante.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente no O Globo

Por José Pio Borges

As críticas à criação de um fundo soberano podem ser resumidas a três questões. De onde virão os recursos? Apesar de a receita fiscal vir surpreendendo favoravelmente a cada mês, o aumento dos gastos em geral, e de pessoal em particular, vem preocupando mesmo membros da equipe de governo.

Para que um fundo soberano se o Banco Central já vem adquirindo dólares há muitos anos? Não será uma forma de intervir mais ativamente no câmbio em face das críticas à sobrevalorização do real?

E, finalmente, como será a gestão desse fundo? Será que o fundo soberano é necessário à expansão de empresas brasileiras no exterior? É óbvio que empresas que já se internacionalizaram, como Vale, Gerdau e AmBev, entre outras, não dependem dessa fonte de financiamento. É possível que haja uma demanda de criar uma fonte de financiamento no exterior por empresas de porte médio, de crescimento mais recente, baseado fortemente em financiamentos de longo prazo do BNDES, ainda a principal fonte desse tipo no Brasil. Essa insegurança se deve a, até poucos anos atrás, o mercado de capitais não oferecer alternativas àqueles recursos. Não me parece, no entanto, que esse possa ser o objetivo principal do fundo.

Todas essas questões têm fundamento. Mas me parece que a criação do fundo soberano tem outra intenção que não foi ou não pode ser transmitida claramente pelo governo.

O anúncio da descoberta de Tupi, primeiro megacampo da camada de pré-sal, pela ministra Dilma foi objeto de críticas e até mesmo de ironia quando foi mencionado que o Brasil passaria a pertencer ao restrito clube dos exportadores de petróleo, comparando-se aos países do Oriente Médio. Ora, mesmo com o campo de Tupi, as reservas brasileiras atingiriam cerca de 13 bilhões de barris, um salto importante que nos elevaria a um patamar próximo ao México, com 15 bilhões de barris, mas ainda distante dos 80 a 130 bilhões de barris de países como Venezuela, Kuwait e Iraque.

Desde então tem havido várias declarações e desmentidos, oficiais ou não, mas já não há dúvidas de que o potencial é gigantesco. O megacampo Carioca, ao sul, pode ter uma capacidade de seis vezes a de Tupi. Bancos como o Credit Suisse e UBS já trabalham com estimativas de investimento no setor com base numa reserva brasileira de 50 bilhões de barris. Já há relatórios que indicam que as reservas podem atingir mais de cem bilhões de barris, e alguns especialistas são ainda mais otimistas: acreditam que as reservas brasileiras de petróleo e gás estarão entre as cinco maiores do mundo! Leia o resto do artigo »

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Tucano é tão bonzinho…

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Aécio e Serra disputam um jogo nada interessante para o povo: Serra renegocia dívida da mídia conservadora e depois aumenta gastos em propaganda do governo de SP em quase 300%.

Para o povo mineiro, o Cemig (governo de Minas) financia a imprensa nacional, e cabe destacar como a empresa pública vem sido usada para financiar os gastos do governo mineiro…

*Por Katia Alves

Publicado no Blog do Chicão

Parece que o Serra e o Aécio estão disputando um campeonato de quem garante mais retorno financeiro para a grande mídia conservadora.

Até outro dia achava que o Serra estava ganhando.

Ele renegociou generosamente a dívida destes “pobrezinhos” e depois aumentou os gastos em propaganda do governo de SP em quase 300%.

Isto mesmo: aumentou o gasto de publicidade em quase trezentos por cento. Um dinheiro enorme no bolso destes poucos empresários, que é lógico não cansam de mandar seus empregados dizerem que o Serra é um ótimo administrador.

O jogo parece que empatou. Leia abaixo o incrível acordo entre o Cemig (gov. de Minas) e as mesmas grandes mídias conservadoras.

“Cemig financia imprensa nacional, viabilizando projeto político tucano em todo país. Quem paga é o consumidor mineiro.

Inacreditável o quanto uma empresa pública tem sido utilizada para financiar projetos políticos pessoais de governantes mineiros.

Cemig financia imprensa nacional, viabilizando projeto político tucano em todo país. Quem paga é o consumidor mineiro Leia o resto do artigo »

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Melhora na balança comercial

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A balança comercial registrou em maio um superávit comercial de 4,077 bilhões de dólares, o maior valor mensal do ano. Esse foi o primeiro mês, em 2008, em que o saldo comercial mensal superou o do mesmo período do ano passado –em maio de 2007. No ano, o país acumula agora um superávit comercial de 8,655 bilhões de dólares, frente a um saldo de 16,758 bilhões de dólares em 2007.

Por: Luciana Sergeiro, Editora

Publicado em: Blog Luis Nassif
Por: Luis Nassif

Balança mostra força em maio e tem maior saldo do ano

A balança comercial registrou em maio um superávit comercial de 4,077 bilhões de dólares, o maior valor mensal do ano, mostraram números do Minstério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior nesta segunda-feira.

Esse foi o primeiro mês, em 2008, em que o saldo comercial mensal superou o do mesmo período do ano passado –em maio de 2007, o superávit comercial foi de 3,853 bilhões de dólares.

De janeiro a abril, a balança comercial mostrou forte deterioração com as importações crescendo bem acima das exportações na comparação com 2007.

O governo argumentava que os números vinham sendo distorcidos por uma greve dos auditores fiscais que afetou os processos de exportação e de importação durante cerca de dois meses. O movimento foi suspenso em 12 de maio. Leia o resto do artigo »

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Na Europa, Lula eleva o tom em defesa dos biocombustíveis

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva elevou o tom neste domingo às vésperas do encontro sobre segurança alimentar no mundo, no que se torna um debate entre alimentos e biocombustíveis. O encontro reunirá dezenas de chefes de Estado na Agência das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma, de terça até quinta-feira.

Por: Luciana Sergeiro, Editora 

Publicado: Portal VERMELHO

Para Lula, o vilão não é o etanol, e sim o preço do petróleo, pela alta de preços dos alimentos e pelo retorno da inflação ao centro das preocupações globais. Disse que nenhum país tem autoridade moral ou política para criticar o etanol brasileiro e culpou a especulação com o preço do petróleo nos mercados futuros.

Em entrevista de uma hora concedida sob os afrescos da Galeria Cortona, no palácio da embaixada brasileira na Piazza Navona, o presidente chegou a suar ao desmontar os argumentos que vinculam a alta de preços dos alimentos à crescente produção de biocombustíveis.

“Não vamos nos curvar diante das criticas que nos fazem, quando por trás há interesses eminentemente econômicos e comerciais”, afirmou Lula, sem citar expressamente os produtores de petróleo. “O Brasil hoje não é coadjuvante. Fica mais visado e as pessoas começam a bater. Nessa guerra comercial não temos de ficar nervosos, temos de entrar nela preparados. O Brasil faz esse debate inclusive quando tem auto-suficiência em petróleo.” Leia o resto do artigo »

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BC IGNORA SUPERÁVIT NOMINAL DAS CONTAS PÚBLICAS

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – Segundo o editorial de hoje do jornal Valor Econômico (clique aqui só para assinantes), União Estados e Municípios tiveram uma arrecadação superior a soma dos seus respectivos gastos. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o superávit atingiu a marca de 0,76% do PIB (o Produto Interno Bruto), ou R$ 61,6 bilhões.

 

Como ressalta o próprio editorial do diário, “Ao produzir um superávit nominal, o Estado brasileiro não pode ser acusado de ter uma política fiscal expansionista e, assim, de contribuir para o aquecimento da demanda agregada e, por conseqüência, para o aumento da inflação. Mesmo críticos da política fiscal do governo federal reconhecem isso.”.

 

A partir da declaração do Valor, que certamente não é um jornal de esquerda, inferimos o desatino da política monetária do Banco Central. Se o Executivo não é responsável por uma possível “pressão de demanda”, por que mantel tal política de juros?

 

O aumento do preço do petróleo e dos alimentos tem pressionado a inflação. Entretanto, o remédio amargo da taxa de juros não é o melhor antídoto para curar pressões inflacionárias oriundas de choques de preços.

 

Talvez o mais inteligente seria desenvolver políticas direcionadas – por exemplo, subsídios e investimentos em áreas específicas – para os setores envolvidos na alta dos preços. Todavia, é sabido que a taxa de juros neste patamar serve para o duplo propósito de conter a inflação e encher os cofres das grandes instituições financeiras.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Brasil vence disputa contra subsídios ao algodão nos EUA

Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A Organização Mundial do Comércio (OMC) condenou nesta segunda-feira (2) os subsídios norte-americanos ao algodão, em uma disputa aberta pelo Brasil. A decisão abre caminho para um possível pedido de sanção por parte do Brasil, suspendendo direitos de patentes e interrompendo parte do comércio.

Por: Luciana Sergeiro, Editora 

Publicado em: Estadão

Por: JAMIL CHADE

A Organização Mundial do Comércio (OMC) confirmou hoje que o Brasil venceu no seu tribunal uma disputa sobre a legalidade dos subsídios norte-americanos para o algodão. A decisão abre a possibilidade para que o País retalie o governo dos EUA, suspendendo direitos de patentes e interrompendo parte do comércio. A OMC condenou os subsídios americanos e pede sua retirada.

Nos últimos meses, a Casa Branca vem tentando convencer os Estados do Sul do país de que o Partido Republicano, o mesmo do presidente George W. Bush, não abandonará os produtores de algodão. O setor é um dos importantes doadores de recursos aos candidatos. A estratégia, portanto, foi a de arrastar o quanto pôde a disputa com o Brasil nos tribunais da OMC.

A guerra entre os dois países durava cinco anos, sem qualquer resultado concreto na redução dos subsídios, apesar das inúmeras derrotas dos norte-americanos. O Brasil se queixava em 2003 de que os subsídios agrícolas dos Estados Unidos estavam prejudicando os produtores nacionais de algodão. Leia o resto do artigo »

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