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Blog do Desemprego Zero

Archive for 2008

O Mito que o Brasil não pode crescer a mais do que 5% ao ano

Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Bruno Galvão dos Santos*

Deve-se notar que esses dois BCs, ao contrário do brasileiro, não promoveram antecipadamente um choque de juros sob o argumento de que o país não poderiam crescer mais do que 5%. Não está claro porque, enquanto outros países emergentes puderam ter uma rápida aceleração do crescimento nos últimos anos sem que o BC agisse contra, e, o BC do Brasil alega que tinha que fazer isso, pois o Brasil é incapaz de crescer a mais do que 5%a.a.

Mas, e se a hipótese de crescimento potencial máximo do BC em 5% a.a. estiver errada, não é melhor fazer como qualquer outro país, ir testando e, caso a inflação aumente, o BC jogue a economia num crescimento medíocre, como foi de 2005 e de 2006? Não está claro porque grande parte dos países da América do Sul, muitos da África e do Oriente Médio, quase a totalidade do Leste Europeu e da ex-URSS, do Sul e sudeste e Leste Asiático podem crescer a taxas de 6% a mais de 10% a.a. de forma sustentada e o Brasil não pode.

Quais as condições que países tão distintos como Colômbia, Letônia, China, Armênia, Argentina, R. Tcheca, Arzebaijão, Índia, Angola, Etiopia, Rússia, Cingapura, Belarus. Sempre que comparo o crescimento medíocre que o Brasil teve com a ultra-conservadorismo econômico dos últimos anos com determinado país, o ouvinte diz:” Não pode comparar porque o país pequeno é fácil de governar, ou porque país grande tem suas facilidades, ou por causa da cultura milenar, ou porque não dá para comparar com países que não são socialistas, ou porque eles tiveram uma crise forte anos atras, ou porque eles estão crescendo muito há tempos, ou porque esse país tem ajuda da União Europeia, ou porque tem petróleo, ou porque pelo fato de não ter recursos naturais a população teve que desenvolver outras habilidades. Eu ainda não vi o Meirelles falando qual é a condição que todos esses países têm que o Brasil não tem.

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Resumo do 4º Balanço do PAC – eixo Infra-estrutura Logística

Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Recordando que o 4º balanço do PAC, apresentado ontem pela ministra Dilma Roussef e já disponível no Portal do Governo Brasileiro (clique aqui para acessar os documentos), refere-se ao quadrimestre janeiro-abril de 2008.

Abaixo, apresentamos o resumo da situação na área de infra-estrutura logística, em que se pode observar a evolução satisfatória das medidas institucionais, dos projetos, das licitações e das obras.

Lembrando sempre que o PAC:

a) não trata apenas de obras;

b) não há sincronia entre o cronograma físico (o que é realizado de fato) e o cronograma financeiro (o que é pago). Em média, há uma defasagem de três meses entre um e outro.

RESUMO

No eixo Infra-estrutura Logística, o número de ações monitoradas subiu de 1.312, em dezembro de 2007, para 1.352 em abril de 2008.

Em quantidade, a situação dessas ações é a seguinte: 94% adequadas, 3% em atenção e 1% preocupante.

As obras concluídas deste eixo representam 2% do total. Em valor, 90% estão adequadas, 4% em atenção, 1% preocupante. Do total, 5% representam obras concluídas.

Quanto ao estágio das ações de Logística, 71% estão em obras, 19% em licitação e 8% em projeto ou licenciamento.

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Governo passou por cima da Anac, diz ex-diretora da agência

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Em entrevista concedida à Folha, Denise Abreu, ex-diretora da Anac declara que a Casa Civil teve papel decisivo em pelo menos quatro episódios relacionados à Varig: definiu um plano de contingência para o fim da empresa, acusou os diretores de promover lobby a favor das concorrentes, pressionou contra a exigência de documentos que comprovassem a origem do capital dos empresários brasileiros que compraram a VarigLog e, por meio da secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, teria promovido uma sabatina para questionar a sucessão de dívidas em caso de venda da Varig.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente na Folha

Denise Abreu afirma que Casa Civil teve papel decisivo em pelo menos quatro episódios relacionados à Varig Ex-diretora vê pressão contra exigência de documentos que comprovassem origem do capital dos brasileiros que compraram a VarigLog

FOLHA – Por que a sra. resolveu revelar agora essa história? Como isso pode ajudar sua carreira?

DENISE ABREU – Após a renúncia, passei por um processo de recuperação emocional. Fui operada em dezembro para extrair a vesícula. Minha família sofreu. Resolvi dar essa entrevista para virar a página da minha vida e ter o equilíbrio necessário para desenvolver a minha vida profissional, que depende da minha honra. Pretendo trabalhar com consultoria.

FOLHA – Quando o governo decidiu que não deveria deixar a Varig falir? 

ABREU – Entre abril e o começo de junho de 2006, fomos chamados à Casa Civil e estranhamente fomos cobrados por estarmos elaborando um plano de contingência que iria favorecer o duopólio e que tinha sido determinado pela ministra Dilma Rousseff.

FOLHA – Qual foi a explicação da ministra para decidir apoiar a Varig? 

ABREU – Nenhuma. Disse que aquilo era um problema político, que o Congresso estava cobrando e a população também e que o nome Varig era uma grife importantíssima para o país [...] Ela mudou inteiramente o discurso e agregou uma pressão psicológica para os recém empossados. Nessa reunião, ela também me perguntou por que eu teria feito exigências em relação à VarigLog. Ela disse que isso era uma grande bobagem, em primeiro lugar porque Imposto de Renda neste país era uma coisa que não podia levar em consideração porque era muito comum as pessoas sonegarem. No que diz respeito a capital estrangeiro, poderia ter um contrato de mútuo ou de gaveta e não chegaríamos à conclusão nenhuma. Leia o resto do artigo »

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Lula diz que não vai permitir palpites sobre a Amazônia

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Lula assinou o decreto para criação de três novas reservas na região amazônica e declarou que todo mundo pensa que pode se intrometer e ditar regras para dizer o que o país tem que fazer em relação a Amazônia.

Infelizmente depois de três anos consecutivos de queda na taxa de desmatamento agora ela volta a subir. o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou que a Amazônia perdeu 1.123 quilômetros quadrados de floresta em abril, área pouco menor que a cidade do Rio de Janeiro.  

O presidente defendeu também defendeu uma ajuda mais próxima aos países africanos que enfrentam dificuldades com a alta nos preços dos alimentos.  

*Por Katia Alves

Por Reuters

Publicado originalmente  Estadão

 Ao assinar o decreto de criação de três novas reservas na região amazônica para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva rejeitou palpites externos na Amazônia. Ele voltou a defender a Soberania brasileira na floresta.    

“De vez em quando eu fico pensando que a Amazônia é que nem aquele vidro de água benta que tem na igreja. Todo mundo acha que pode meter o dedo”, comparou o presidente durante solenidade no Palácio do Planalto nesta quinta-feira, 5. ”Nós não podemos permitir que as pessoas tentem ditar as regras do que a gente tem que fazer na Amazônia”, completou.

O presidente também voltou a criticar “pessoas que não têm autoridade política” para opinar sobre a Amazônia. “Pessoas que desmataram o que tinham e o que não tinham. Pessoas que emitem CO2 como ninguém”, reclamou.

“É importante que as pessoas, quando vêm na casa da gente, que elas peçam licença para abrir nossa geladeira”, comparou.

A devastação da Amazônia tem preocupado as entidades ambientalistas. Depois de três anos consecutivos de redução do desmatamento, a taxa voltou a subir em 2007, e especialistas atribuem o avanço ao plantio de commodities, como a soja. Leia o resto do artigo »

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Após críticas, Obama muda discurso sobre divisão de Jerusalém

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Barack Obama em discurso no qual declarava que Jerusalém deveria ser a capital indivisível de Israel, muda seu discurso após receber fortes críticas. Obama disse na conferência do Comitê Americano de Assuntos Públicos de Israel que “não há ameaça maior para Israel e para a paz e estabilidade da região do que o Irã”. “O perigo que vem do Irã é grave, é real, e meu objetivo é eliminar essa ameaça”, completou. 

 O ministério iraniano das Relações Exteriores classificou como “inaceitáveis” as declarações do candidato democrata à Presidência americana Barack Obama sobre o Irã.

*Por Katia Alves

Publicado Originalmente no Estadão

Por Reuters

Depois de dizer que cidade deveria ser capital indivisível de Israel, senador diz que questão deve ser negociada

Obama volta atrás em posição sobre Jerusalém

O candidato democrata à Presidência americana Barack Obama mudou seu discurso sobre Jerusalém nesta quinta-feira, 5, dizendo que palestinos e israelenses devem negociar o futuro da cidade. Na quarta, os líderes palestinos se irritaram com um discurso de Obama, no qual ele dizia que Jerusalém deveria ser a capital indivisível de Israel.  

“Bem, obviamente, ficará a cargo das partes negociar essas questões. E Jerusalém será parte das negociações”, disse o democrata à rede CNN. Quando perguntado se ele se opõe a alguma divisão de Jerusalém, Obama disse: “Isso será muito difícil de ser executado. Claro que é bom para nós que qualquer um tenha acesso aos extraordinários locais na antiga Jerusalém, mas Israel tem legitimidade para reivindicá-la” 

Na quarta-feira, Obama disse a um grupo pró-Israel em Washington que, se for eleito presidente em novembro, trabalhará para a paz com o Estado palestino ao lado de Israel. “Jerusalém continuará como a capital israelense, e deve ser indivisível”, declarou o democrata.  Leia o resto do artigo »

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Declaração da cúpula da ONU sobre alimentos é aprovada com objeções e críticas

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Foi aprovada a proposta sobre segurança alimentar que a (ONU) Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) de eliminar a fome do mundo e de não utilizar os alimentos como um instrumento político e econômico. Portanto alguns países criticaram severamente a proposta como, Argentina, Venezuela e Cuba.

Na declaração, os países que integram a FAO se comprometeram a diminuir “à metade, até 2015″, o número de pessoas que passam fome no mundo. A reunião de cúpula da FAO conseguiu recolher mais de US$ 6,5 bilhões para lutar contra a fome no mundo e hoje 850 milhões de pessoas sofrem de desnutrição e a nova crise de preços dos alimentos arrastou outros 100 milhões para a indigência.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente no Folha

A declaração final da cúpula sobre segurança alimentar que a (ONU) Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) propôs em Roma foi aprovada com os compromissos de eliminar a fome do mundo e de não utilizar os alimentos como um instrumento político e econômico.

O diretor-geral da FAO, Jacques Diouf, avaliou que os resultados obtidos após a cúpula sobre segurança alimentar estiveram “à altura das expectativas”.

Diouf se mostrou muito satisfeito por ter havido um consenso que permitiu a aprovação de uma declaração, apesar de o texto ter recebido críticas de países como Argentina, Cuba, Venezuela, Equador, Bolívia e Nicarágua, que condenaram a falta de medidas reais para a erradicação da fome no mundo.

Após a aprovação do texto, Equador, Nicarágua e Bolívia se uniram às críticas de Argentina, Venezuela e Cuba, mas o presidente do plenário impediu que as delegações se manifestassem.

A representante equatoriana disse que “são muitos os países que não estão de acordo” com a minuta da declaração, embora nenhum tenha bloqueado a aprovação do documento, com exceção da Argentina, que fez objeção ao texto inteiro. Leia o resto do artigo »

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O BC e a bolsa mercado

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo a seguir, Luiz Nassif explica o mecanismo adotado pelo Banco Central, chamado de “swap reverso”, que consiste em uma operação em que o BC mistura operações de dólar e de DI. Explica todas as operações envolvidas com os contratos de Depósitos Interbancários (DI), como o BC ganha ou perde. A aposta, no fundo, é em relação ao resultado final, o valor do “cupom”, e haverá seis possibilidades possíveis: entre taxas DI e cambial estáveis, subindo ou descendo.

Por Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luiz Nassif

Vamos avançar um pouco mais nas explicações sobre o “swap reverso”, a operação de derivativos empregada pelo Banco Central, que apenas de 2007 para cá deu mais de R$ 10 bilhões de prejuízos ao Tesouro.

Operações de “swap cambial” existem, por exemplo, na Bolsa Mercantil e de Futuros (BM&F). Nela, um investidor que acredita que o dólar irá cair “vende” um contrato futuro de câmbio para outro, que acredita que o dólar irá subir. Suponhamos que venda o dólar futuro a R$ 1,80. Se, no dia seguinte, a taxa futura cair para, digamos, R$ 1,78, o comprador do contrato é obrigado a depositar a diferença na conta do vendedor. Se o dólar subir, o vendedor é obrigado a depositar a diferença na conta do comprador.

***

O mesmo ocorre com os contratos de DI (Depósitos Interbancários), que é a taxa pela qual os bancos trocam reservas entre si (aqueles que têm sobras de caixa “emprestam” para os que necessitam de liquidez). Leia o resto do artigo »

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Inflação, salários e lucros: Outra vez esta velha maldição argentina

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Fabián Amico

Fonte: Grupo Lujan de Teoria Econômica, Argentina

e Revista Circus

Tradução de Raphael Padula da Revista Oikos

Indicação de Franklin Serrano

Entre as explicações da inflação, existe um amplo cardápio de opções. Na direita ortodoxa, invariavelmente, a inflação é explicada por “excesso de gasto” (usualmente público) ou por “transbordo salarial”, o que configura um quadro de inflação por “excesso de demanda”: se pretenderia consumir mais do que se tem produzido. Por fim aumentam os preços. No fundo do argumento sempre há um governo irresponsável e “populista” que aumenta o gasto e “adoça” a economia com o único e diabólico fim de ganhar as eleições e se perpetuar no poder.

Daí as receitas de frear o crescimento da demanda ou esfriar a economia. O problema com esta tese é que tem existido períodos de baixo crescimento ou recessão com alta inflação, em general as etapas imediatas que sucedem às grandes desvalorizações. O outro problema é que hoje existe certa margem de capacidade ociosa (está utilizando-se cerca de 72% em média) fruto em boa medida de investimentos realizados entre 2005 e 2007. Não parece existir excesso algum de demanda. É notório que muitas análises supostamente críticas costumam ter “recaídas” neste tipo de diagnóstico ortodoxo, associando pressão inflacionária com suposto esgotamento da capacidade instalada.

Oligopólios e preços

Uma explicação mais heterodoxa, freqüente nas análises de esquerda, é que a inflação teria como causa a forte concentração e oligopolização dos mercados. Leia o resto do artigo »

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