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Blog do Desemprego Zero

Real foi quem mais perdeu

Escrito por beatriz, postado em 16 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Monitor Mercantil

DESDE JUNHO, A MOEDA DO PAÍS JÁ SOFREU DESVALORIZAÇÃO DE 48% EM RELAÇÃO AO DÓLAR

O economista Reinaldo Gonçalves, da UFRJ, advertiu para os riscos da maxidesvalorização do real sobre a economia. Segundo ele, a moeda brasileira é que mais teve seu valor reduzido desde junho, em cerca de 48%. E observa que esse indicador é ainda mais preocupante, porque o passivo externo do país está na casa de US$ 1 trilhão, cinco vezes superior às reservas internacionais do país.

Para Gonçalves, que participou, semana passada, do seminário internacional “Crise: Rumos e Verdades”, organizado em Curitiba pelo governo do Paraná, descontados as reservas e os investimentos produtivos, o passivo de curto prazo chega a US$ 500 bilhões:

“O Brasil tem uma absoluta desproteção em termos de passivos. Além do passivo externo, o Brasil tem o problema da deterioração nos fluxos externos aceleradamente”, ressaltou.

Para o economista Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES, o real pode sofrer um ataque especulativo, o que faria com que as reservas, na casa de US$ 200 bilhões, desaparecessem “num minuto”.

Lessa afirmou que nem o Banco Central sabe o montante de compromissos que as empresas e bancos do país assumiram com os derivativos no mercado financeiro, já que não há registro dessas operações: “Esse efeito ainda não foi avaliado corretamente, porque não há condições nesse momento de avaliar o grau de solvência das empresas brasileiras”, comentou.

A hipótese levantada pelo ex-presidente do BNDES foi corroborada pelo editor César Benjamin, que também participou do evento. Para Benjamin, a saída de recursos do país pode ser acelerada pelas filiais aqui instaladas de empresas transnacionais.

Ele alertou que essas companhias têm suas metas definidas por suas matrizes, em seus países de origem, e que, durante um período de crise mundial, a tendência é de que aumentem as remessas de lucro, o que intensificaria a fuga de capitais do Brasil.



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