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Blog do Desemprego Zero

Archive for dezembro, 2008

Boletim Semanal do blog Desemprego Zero

Postado em 16 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

n.30, ano 1 -10/12/2008 a 16/12/2008

Destaques da Semana no Blog

Economia

Efeitos da crise econômica no Brasil

Real foi quem mais perdeu

Política

Artigo: O pacote brasileiro da ajuda aos bancos

O pacto político-financista

O fator Gilmar Mendes

Internacional

Carta Apoio a Auditoria do Equador

Obama e a nova América Latina

Desenvolvimento

Keynes e o fim do laissez-faire

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“Banco Central é um banco. Devia prover o crédito; não agir como governo paralelo”

Postado em 16 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

ENTREVISTA: LUIZ GONZAGA BELLUZZO

Publicado em: Carta Maior 

Para o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, professor do Instituto de Economia da Unicamp, recusa do Banco Central em baixar os juros é a “reafirmação algo infantilizada de um princípio de independência que não hesita em colocar suas supostas prerrogativas à frente das prioridades da economia nacional num momento grave como esse”. O BC, acrescenta, deveria ter uma ação enérgica para prover o crédito e impedir a passagem da crise financeira para uma crise da economia real. 

A decisão não surpreendente do Banco Central brasileiro, cujo comitê de política monetária, o Copom, reafirmou na última quarta-feira a supremacia de um capricho ideológico contra as evidências econômicas, a sensatez política e as urgências da sociedade brasileira, reavivou a lembrança de um diagnóstico feito em 2003, pelo então recém-eleito Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. 

“Terceirizaram o Brasil”, desabafou o novo mandatário ao tomar conhecimento do excesso de poder investido nas agências reguladoras pelos entusiastas do Estado mínimo, que há pouco haviam deixado o Palácio do Planalto. 

Nos dias que antecederam a última reunião de 2008 do Copom, países com economias de escala e histórico distintos, como os EUA, a China, Japão, Inglaterra, Suécia e Tailândia, ademais do Banco Central Europeu , comando pelo nada heterodoxo Jean Claude Trichet, baixaram os juros. O mundo em geral opera atualmente em patamares cada vez mais distantes do pico mundial de 13,75% ostentado pela taxa Selic brasileira e reafirmado agora pela agência reguladora da moeda nativa. No Japão, por exemplo, a taxa básica é de 0,3%. Nos EUA, 1% e um novo corte não está descartado ainda este ano. 

Imediatamente ao pronunciamento do Copom, BCs da Suíça, Taiwan e Coréia do Sul reafirmam esse distanciamento em relação ao blindado da ortodoxia tropical. Na quinta-feira pela manhã, a Coréia do Sul, cuja moeda enfrenta ataques especulativos, reduziria a taxa de juro ao patamar mais baixo da história, 2%. 

A convergência mundial reflete uma ação coordenada de Estados e governos para resistir à “virada abrupta”. Ou seja, à passagem dura da crise financeira para uma crise da economia real. Trata-se de opor barreiras a uma espiral recessiva que se nutre de suas próprias crias e dejetos, desencadeando a partir daí um processo longo, penoso, quase incontrolável depois que se inicia.  Leia o resto do artigo »

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O fator Gilmar Mendes

Postado em 16 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Por Luís Nassif

Nos últimos dias, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, tem sido alvo de uma impressionante onda de solidariedade: governadores, entidades empresariais, canais de televisão, uma louvação ampla e irrestrita.

Por diversas vezes assumiu atitudes corajosas contra atos arbitrários de juízes, procuradores e policiais. Por outro lado, expôs a imagem do STF com uma verborragia incompatível com o cargo.

O primeiro passo para entender esse fenômeno é situar corretamente a questão da repressão no país, dividindo-a em dois pontos.

O primeiro, são os abusos contra direitos individuais, a obsessão pela penalização, a perseguição a pessoas. Após a Constituição, o fortalecimento do Ministério Público deu margem, em uma primeira fase, a muitos abusos, acusações sem fundamento, armações.

O segundo, é o combate ao crime organizado, que nada tem a ver com o primeiro – embora eventualmente possa dar margem a abusos individuais. Esse combate exige articulação entre as diversas forças de repressão, trabalho de inteligência policial, tempo para investigar e colher provas. É o caso típico da Operação Satiagraha. O que colocou Gilmar Mendes no centro da polêmica foi o fato de utilizar a bandeira relevante dos direitos individuais para comprometer uma operação que visava desmantelar um trabalho de quadrilha.

Sua atuação foi vergonhosamente parcial, a ponta de não se manifestar contra casos ostensivos de assassinatos de reputação (inclusive contra juízes), cometidos pelo esquema de Daniel Dantas, de ter emitido pré-julgamento em um episódio suspeito (o factóide do grampo telefônico, que a cada dia que passa mais parece uma armação), de ter investido contra juízes de primeira instância e, mesmo com todo apoio midiático, ter exposto o Supremo ao maior risco de imagem desde os tempos da ditadura.

Então, qual a razão para tantos apoios?

Aí se entra na grande balbúrdia financista dos anos 90 – que narro em detalhes no meu livro “Os Cabeças de Planilha”. Nesse período, o Banco Central, Receita e CVM (Comissão de Valores Mobiliários) fecharam os olhos a um conjunto amplo de fraudes.

Permitiram o florescimento de um terreno pantanoso onde havia de tudo, do crime menor da sonegação fiscal das empresas (desviando recursos de atividades não-criminosas para não pagar tributos), até o dinheiro graúdo do crime organizado, narcotráfico, corrupção política, bingos, comércio de jogadores etc.

Trailers desse jogo apareceram na CPI dos Precatórios, na CPI do Banestado e, mais recentemente, nos inquéritos abertos pela Polícia Federal. Agora, chegou a hora do acerto de contas com a Justiça. Há justificado receio de empresas e investidores de atividades não-criminosas, de que suas contravenções fiscais sejam confundidas com o crime organizado.

Gilmar Mendes navega nessas águas. Ganhou procuração desse pessoal para se tornar a última trincheira contra o seu enquadramento. E poderia até cumprir adequadamente sua missão, não fosse a circunstância de ser visto, por parcela expressiva da opinião pública, como um defensor de Daniel Dantas contra os rigores da lei.

Com isso, conseguiu comprometer duas bandeiras: a defesa dos direitos individuais e a defesa da imagem do Supremo.

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Real foi quem mais perdeu

Postado em 16 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Fonte: Monitor Mercantil

DESDE JUNHO, A MOEDA DO PAÍS JÁ SOFREU DESVALORIZAÇÃO DE 48% EM RELAÇÃO AO DÓLAR

O economista Reinaldo Gonçalves, da UFRJ, advertiu para os riscos da maxidesvalorização do real sobre a economia. Segundo ele, a moeda brasileira é que mais teve seu valor reduzido desde junho, em cerca de 48%. E observa que esse indicador é ainda mais preocupante, porque o passivo externo do país está na casa de US$ 1 trilhão, cinco vezes superior às reservas internacionais do país.

Para Gonçalves, que participou, semana passada, do seminário internacional “Crise: Rumos e Verdades”, organizado em Curitiba pelo governo do Paraná, descontados as reservas e os investimentos produtivos, o passivo de curto prazo chega a US$ 500 bilhões:

“O Brasil tem uma absoluta desproteção em termos de passivos. Além do passivo externo, o Brasil tem o problema da deterioração nos fluxos externos aceleradamente”, ressaltou. Leia o resto do artigo »

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Árabes apóiam nas ruas jornalista que atirou sapatos em Bush

Postado em 16 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Fonte:Vermelho

Milhares de iraquianos foram nesta segunda-feira (15) às ruas do bairro Sadr, de Bagdá, para protestar contra a prisão do jornalista que no último domingo atirou seus sapatos contra o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, em uma entrevista coletiva na capital iraquiana.

O jornalista Muntadhar al-Zaidi foi detido, acusado pelo governo iraquiano de ter cometido um ”ato bárbaro e humilhante” durante a entrevista coletiva realizada domingo.

O presidente americano fez uma visita ”surpresa” a Bagdá e, enquanto dizia aos jornalistas que embora a guerra no Iraque ainda não tenha terminado por ”estar decididamente a caminho de ser vencida”, al-Zeidi pegou seus sapatos e os atirou contra Bush, acusando o presidente americano de ”assassino”.

Bush, que estava concedendo uma entrevista junto com o premiê iraquiano Nuri al-Maliki, abaixou-se por trás do ganinete, enquanto os sapatos por pouco não atingiam sua cabeça.

”Milhões de iraquianos ou talvez milhões de pessoas no mundo inteiro gostariam de ter feito o que Muntadhar fez”, afirmou hoje Uday al-Zeidi, irmão de Mundathar.

”Graças a Deus ele teve a coragem de fazer isso, vingando o povo iraquiano e o país contra aquele que massacrou e matou seu povo”.

A emissora de televisão Al-Baghdadiya, a empregadora de Muntadhar, eigiu a libertação depois que Iassin Majid, assessor de imprensa do premiê, afirmou que al-Zeidi será julgado por crimes de ”insulto ao Estado”.

Um advogado iraquiano disse à agência de notícias AFP que al-Zeidi está arriscado a penas de no mínimo dois anos de prisaõ se for processado por insultos contra um chefe de estado em visita ao país.

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O que move o mercado

Postado em 16 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Fonte: Carta Capital

Por Delfim Netto

Quando os homens se reúnem para cumprir qualquer objetivo, nasce espontaneamente uma certa divisão de tarefas que leva à especialização e aumenta a produtividade de cada um. Já em A República, Platão (no terceiro século a.C.) mostra a necessidade da divisão do trabalho e da especialização para produzir os bens e serviços que levarão ao bem-estar da sociedade. E sugere que isso deve ser facilitado com o uso dos mercados e de uma moeda que torne possíveis as trocas. Depois dele, todos os curiosos que cuidaram dos problemas econômicos (no Ocidente e no Oriente) chamaram a atenção para os mesmos fatores.

Foi com Adam Smith (em 1776) que a divisão do trabalho se transformou, definitivamente, na explicação do próprio processo de desenvolvimento econômico. A partir daí, nunca mais os economistas deixaram de lado as condições que o propiciam: os estímulos à incorporação do conhecimento científico e tecnológico no sistema produtivo, a construção de uma unidade monetária com valor estável e o uso cada vez maior dos mercados. Leia o resto do artigo »

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Efeitos da crise econômica no Brasil

Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Para ler clique no link:

Fonte: Círculo do Desenvolvimento – Os primeiros efeitos da crise econômica no Brasil

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Obama e a nova América Latina

Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Fonte: Correio da Cidadania

Por Arthur Domike

O mundo ainda está absorvendo o fato de que os EUA elegeram para presidente uma pessoa que promete mudar a relação de seu país com o resto do mundo – e dar um tempo na arrogância dos anos Bush. Ainda. Isso está longe de esclarecer o que a América Latina pode esperar de Barack (abençoado em árabe) Obama.

A região pode não estar no topo da agenda do novo presidente, que deverá dar prioridade a duas guerras (Afeganistão e Iraque) assim como à recessão econômica e ao pânico financeiro.

No entanto, Obama apresentou elementos de sua provável abordagem na região em 23 de maio de 2008, num discurso em Miami antes de uma audiência que incluía a presença de vários expatriados da comunidade cubana. À época, prometeu erguer suas políticas em torno das Quatro Liberdades de Roosevelt (liberdade de expressão, religiosa, de soberania e do medo, que nos termos atuais significa redução do número de armamentos).

“É hora de uma nova aliança nas Américas. Depois de oito anos de políticas fracassadas do passado, nós precisamos de uma nova liderança para o futuro. Depois de décadas pressionando por reformas de cima para baixo, nós precisamos de uma agenda que faça avançar a democracia, a segurança e oportunidade de ascensão. Portanto, meu governo será guiado pelo simples princípio de que ‘o que for bom para os povos das Américas será bom para os Estados Unidos’. Isso significa medir o sucesso não somente através dos acordos entre governos, mas também pelas esperanças das crianças nas favelas do Rio, pela segurança dos policiais da Cidade do México e pela diminuição da distância entre Miami e Havana”.

Indicações mais concretas de suas políticas irão surgir na Cúpula Presidencial da América Latina, marcada para Trinidad e Tobago, em abril. Tal ocasião, sua primeira viagem para a região, também marcará seu primeiro encontro com os líderes políticos latino-americanos. Se Bill Richardson, atual governador do Novo México, foi selecionado como seu Secretário de Estado, é sinal de que Obama pode dar à região uma maior, e mais simpática, atenção. Uma razão adicional para conceder tal atenção ao sul de sua fronteira seria o esmagador apoio dos eleitores hispânicos, que foram decisivos em alguns dos estados tradicionalmente republicanos.

Para ler o artigo na íntegra clique aqui

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