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Blog do Desemprego Zero

Crise reduz investimentos de empresas em R$ 40 bilhões

Escrito por lucianasergeiro, postado em 8 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Publicado em: Folha Online

A crise financeira mundial fez empresas brasileiras decidirem suspender cerca de R$ 40 bilhões em novos investimentos desde setembro, informam Fernando Canzian e Verena Fornetti. A reportagem completa está na edição deste domingo da Folha, que já está nas bancas.

O montante equivale a 31% do que as companhias investiram no segundo trimestre de 2008 (R$ 134 bilhões).

Dados divulgados ao longo desta semana dão conta de que as empresas –em especial as indústrias– começam a acusar o golpe da crise de crédito internacional. Segundo informou ontem (5) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a produção industrial brasileira caiu em dez de 14 regiões do país em outubro. As maiores variações foram as registradas nos Estados do Espírito Santo (-5,7%), Rio Grande do Sul (-5,5%) e na região Nordeste (-5,1%).

Na última terça-feira (2), o IBGE também divulgou que a produção industrial do país desacelerou 1,7% em outubro frente ao mês anterior, após crescimento de 1,7% em setembro. Foi a maior queda observada em relação ao mês anterior desde novembro de 2007, quando a indústria apresentara recuo de 2,1%.

Nesta semana, as gigantes industriais Vale do Rio Doce e Votorantim anunciaram demissões e férias coletivas de funcionários em conseqüência da crise econômica. A indústria automotiva, que também tem revezado a atividade dos funcionários, registrou queda da produção e das vendas em novembro –28% e 25%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado.

Ontem, em evento em São Paulo, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, pediu serenidade aos empresários e disse que as crises nem sempre podem ser evitadas, mas que o governo tem trabalhado para que o Brasil atravesse esses momentos “mais rapidamente que outros países, e com mais força.”

De acordo com o presidente do Banco Central, a escassez de crédito –um dos principais efeitos negativos da crise– já não é a mesma de meses atrás. “Segundo dados parciais de novembro, até o dia 24, as concessões diárias [de empréstimos] mostraram uma expansão de 4,7% sobre a média de outubro, com destaque para o crescimento de 10,9% no crédito para pessoa física”, informou.



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