Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008
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Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008
Fonte: Correio da Cidadania
Por Arthur Domike
O mundo ainda está absorvendo o fato de que os EUA elegeram para presidente uma pessoa que promete mudar a relação de seu país com o resto do mundo – e dar um tempo na arrogância dos anos Bush. Ainda. Isso está longe de esclarecer o que a América Latina pode esperar de Barack (abençoado em árabe) Obama.
A região pode não estar no topo da agenda do novo presidente, que deverá dar prioridade a duas guerras (Afeganistão e Iraque) assim como à recessão econômica e ao pânico financeiro.
No entanto, Obama apresentou elementos de sua provável abordagem na região em 23 de maio de 2008, num discurso em Miami antes de uma audiência que incluía a presença de vários expatriados da comunidade cubana. À época, prometeu erguer suas políticas em torno das Quatro Liberdades de Roosevelt (liberdade de expressão, religiosa, de soberania e do medo, que nos termos atuais significa redução do número de armamentos).
“É hora de uma nova aliança nas Américas. Depois de oito anos de políticas fracassadas do passado, nós precisamos de uma nova liderança para o futuro. Depois de décadas pressionando por reformas de cima para baixo, nós precisamos de uma agenda que faça avançar a democracia, a segurança e oportunidade de ascensão. Portanto, meu governo será guiado pelo simples princípio de que ‘o que for bom para os povos das Américas será bom para os Estados Unidos’. Isso significa medir o sucesso não somente através dos acordos entre governos, mas também pelas esperanças das crianças nas favelas do Rio, pela segurança dos policiais da Cidade do México e pela diminuição da distância entre Miami e Havana”.
Indicações mais concretas de suas políticas irão surgir na Cúpula Presidencial da América Latina, marcada para Trinidad e Tobago, em abril. Tal ocasião, sua primeira viagem para a região, também marcará seu primeiro encontro com os líderes políticos latino-americanos. Se Bill Richardson, atual governador do Novo México, foi selecionado como seu Secretário de Estado, é sinal de que Obama pode dar à região uma maior, e mais simpática, atenção. Uma razão adicional para conceder tal atenção ao sul de sua fronteira seria o esmagador apoio dos eleitores hispânicos, que foram decisivos em alguns dos estados tradicionalmente republicanos.
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Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008
Propostas dos movimentos sociais e as respectivas assinaturas
Propostas de articulações internacionais:
1. Defendemos como resposta à crise o fortalecimento da estratégia de integração regional, que se materializa a partir dos mecanismos como: MERCOSUL, UNASUL e ALBA.
2. Apoiamos medidas como a substituição do dólar nas transações comerciais por moedas locais, como recentemente fizeram Brasil e Argentina, e sugerimos que esta medida deva ser adotada pelo conjunto dos paises da América Latina.
3. Defendemos a consolidação o mais rápido possível do BANCO DO SUL, como um agente que promova o desenvolvimento regional e que auxilie o crescimento do mercado interno entre os paises da América Latina e como um mecanismo de controle de nossas reservas, para impedir a especulação dos bancos, do FMI, e dos interesses do capital dos Estados Unidos.
4. Nós afirmamos que a atual crise econômica e financeira é de responsabilidade dos países centrais e dos organismos dirigidos por eles, como a OMC, o Banco Mundial e o FMI. Defendemos uma nova ordem internacional, que respeite a soberania dos povos e nações. Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008
A Auditoria é Legitima: O Equador tem direito!
A Rede Jubileu Sul Brasil, reunida em Assembléia Geral em Salvador da Bahia durante os dias 10 a 12 de dezembro de 2008, reafirma seu apoio à decisão soberana do governo do Equador, assim como os movimentos e organizações socais do país, de levar adiante as conclusões da Comissão de Auditoria Integral do Crédito Público (CAIC) que podem resultar no não pagamento de dívidas ilegítimas. O fazemos com base em princípios de justiça.
Auditorias são instrumentos fundamentais para revelar a verdade sobre o processo de endividamento publico com base em documentos e provas, por ser um procedimento soberano, digno e responsável para com o povo que tem arcado historicamente com os ônus destas dívidas. Leia o resto do artigo »
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