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Blog do Desemprego Zero

Archive for dezembro 1st, 2008

Adam Smith e Marx dialogam sobre o desmonte do capitalismo financeiro

Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Publicado em: Agência Carta Maior

“O que aconteceu nos últimos 30 anos no mundo vai contra tudo o que tu e eu, como economistas e como filósofos morais, queríamos”, diz Adam Smith a Karl Marx”, num diálogo imaginado pelo professor Antoni Domènech, professor de Filosofia da Universidade de Barcelona. No diálogo, eles conversam sobre a situação do capitalismo, defendem a atividade econômica geradora de riqueza e criticam os parasitas rentistas que buscam o lucro a qualquer preço.

Antoni Domènech – Sin Permiso

O professor Antoni Domènech, catedrático de Filosofia Moral na Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade de Barcelona e editor da revista SinPermiso, produziu um diálogo fictício entre Adam Smith e Karl Marx sobre a crise atual do capitalismo.

Karl Marx: Viste, velho, que esse menino, Joseph Stiglitz, anda dizendo por aí que o colapso de Wall Street equivale à queda do Muro de Berlim e do socialismo real?

Adam Smith: Não é para ficar contente, nem eu nem tu. E tu, menos ainda que eu, Carlos.

Karl Marx: Cara, por conta do suicídio do capitalismo financeiro, meu nome voltou a estar na moda; meus livros, segundo informa o The Guardian, se esgotam. Até os mais conservadores, como o ministro das finanças da Alemanha, reconhecem que em minha teoria econômica há algo que ainda vale à pena levar em conta…

Adam Smith: Não me venhas agora com vaidades acadêmicas mesquinhas post mortem, Carlinhos, já que em vida jamais te abandonaste a esse tipo de coisa. Eu falo num sentido mais fundamental, mais político. Nenhum dos dois pode estar contente e, te repito, tu menos ainda que eu. Leia o resto do artigo »

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”Não faz sentido um juro tão alto”, alerta o ex-economista-chefe da FEBRABAN

Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Banco Central deveria punir os bancos por exagero nas taxas dos empréstimos

Fonte: Estadão

A economia brasileira está sendo prejudicada pelo abuso de alguns bancos no campo do crédito e o Banco Central (BC) não deveria tolerar esse comportamento. A crítica não é de nenhum sindicalista, economista de esquerda ou consumidor que tenha se sentido esfolado pelos recentes aumentos no custo dos empréstimos. Seu autor é Roberto Troster, que foi economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) por quase seis anos.

De acordo com pesquisas de várias entidades de acompanhamento econômico, nas últimas semanas o setor financeiro aumentou os juros dos empréstimos e reduziu o prazo de pagamento. Troster avalia que não há razões para que os bancos tenham subido tanto as taxas de juros e acha que eventuais abusos devem ser punidos pelo governo.

Troster deixou a entidade há pouco mais de dois anos, após criticar publicamente algumas medidas do governo que afetavam o setor. Do outro lado do balcão, tornou-se um crítico freqüente das instituições financeiras, embora sua consultoria, a Integral Trust, tenha bancos como clientes. Ele nega ter mágoa da entidade. “Tanto na Febraban quanto fora da Febraban, sempre preservei minha independência”, diz ele, nesta entrevista ao Estado.

O crédito está voltando?

Os indicadores mais recentes estão menos pessimistas do que os de um mês atrás, mas ainda é cedo para indicar uma retomada. Há bancos que reduziram as suas estruturas de distribuição de crédito. É uma área que se desmonta rapidamente, mas demora para montar. O crédito está mais caro e escasso. Neste ano, o crédito para grandes empresas cresceu a uma taxa que é o dobro das pequenas. Há crédito para grandes tomadores, mas, para os pequenos, não. O impacto disso é muito ruim no consumo e no investimento. Se você não tem crédito, não vende.

Por que alguns bancos não emprestam?

É uma visão imediatista. Não faz sentido emprestar com taxas tão altas e por prazos tão curtos. Estão visando ao lucro no curto prazo, em vez de lucros sustentáveis no médio e longo prazos.

Trata-se de não querer ou é resultado da piora da conjuntura?

A conjuntura piorou, mas também aproveita-se da falta de liquidez para emprestar a taxas desproporcionalmente mais altas. Não há justificativa para aumentarem as taxas na velocidade em que aumentaram. Leia o resto do artigo »

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