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Blog do Desemprego Zero

Archive for novembro, 2008

A batalha das expectativas

Postado em 14 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Luís Nassif

Afinal, a economia brasileira entrará em pane, crescerá pouco ou continuará mantendo um bom desempenho no próximo ano? A resposta dependerá da maneira como os agentes econômicos – empresários e consumidores – agirem.

Se o consumidor achar que a crise será inevitável, que seu emprego poderá estar ameaçado, tratará de consumir menos, haverá queda de vendas, redução da produção e desemprego – dependendo da intensidade da “dieta” do consumidor.

O mesmo acontece com os empresários. Não há elementos, hoje em dia, para saber como será a economia em 2009. Mas se o empresário se assustar com as notícias do momento, não tiver confiança na recuperação da economia, tratará de suspender investimentos, reduzir gastos, reduzir pessoal. E seu estado de ânimo definirá o resultado do jogo.

Esse movimento desmente a história da economia como uma ciência exata. O mega-investidor George Soros descreveu bem esse movimento. De um lado, se tem a realidade, a tentativa de analisar a economia sem torcida. É um processo incompleto e muito difícil. Poderia, agora, apresentar dez razões para apostar que o país crescerá no ano que vem; e dez razões para apostar na recessão. É quase impossível se ter uma avaliação clara, especialmente em momentos de terremoto, como os atuais. De outro lado se tem o que Soros chama de visão manipulativa dos fatos. Digamos que o investidor quer que os preços caiam. Ele irá selecionar os fatos que favoreçam a sua aposta. Leia o resto do artigo »

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Quanto custa acabar com…

Postado em 13 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

…a fome no planeta?

Parece que a fome não é um problema de dinheiro, como pode se ver.

Texto do Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial.

“Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.

Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro. Leia o resto do artigo »

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Oportunidade e ofertas de emprego, estágios e concursos públicos – 13 de novembro

Postado em 13 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Semanalmente estaremos divulgando uma lista com oportunidades de emprego, estágios e concursos públicos aqui no blog do Desemprego Zero. Confira a lista abaixo com oportunidades para o estado do Rio de Janeiro.

TELEFONIA MÓVEL: 250 PROFISSIONAIS TEMPORÁRIOS

 As vagas são para o cargo de promotor de vendas. O início das atividades está previsto para 15 de novembro, mas este prazo pode ser prorrogado de acordo com a necessidade da empresa. A seleção está sob responsabilidade da consultoria Gerencial Brasil.

Para concorrer, é necessário possuir nível médio completo e idade superior a 18 anos. A companhia tem preferência por candidatos com experiência na área de Telecomunicações. Além disso, características como possuir boa comunicação, persuasão e ser espontâneo são avaliadas durante a seleção.

A empresa oferece salário fixo de R$587,92, além de comissão, cujo valor varia de acordo com a venda dos produtos, vale-transporte, vale-refeição no valor de R$8,50 por dia ou alimentação e assistências médica e odontológica. Os funcionários cumprem jornada de trabalho de 44 horas semanais, divididas em oito horas de segunda a sexta e quatro aos sábados.

Os interessados devem enviar currículo para o e-mail talentorj@gerencialbrasil.com.br  ou entregá-lo pessoalmente na Rua México, 11, 8º andar, Centro, Rio de Janeiro. O horário de atendimento é das 10h às 14h. Leia o resto do artigo »

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Generosidade às Montadoras

Postado em 13 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por: Paulo Passarinho

No último final de semana, o chamado G-20 financeiro (que não deve ser confundido com o G-20, das rodadas de negociação da OMC) realizou reunião em S.Paulo, com a participação de ministros de Estado e presidentes de bancos centrais dos países que compõem esse fórum. Foi uma reunião preparatória do encontro a ser realizado no dia 15 de novembro, em Washington, que reunirá os presidentes e chefes de governo deste grupo de países, composto pelas nações mais ricas do mundo – o G-7 -, acrescido pelos países considerados em desenvolvimento, dentre os quais se inclui o Brasil.

O tema em discussão é a crise financeira e econômica global, que cada vez mais se manifesta não apenas nos circuitos financeiros, atingindo também de forma grave a economia produtiva, com reais perspectivas de redução do ritmo de atividade econômica, concordatas e falências de empresas e desemprego em massa.

O FMI já prevê que em 2009 iremos experimentar a primeira recessão global, desde o fim da segunda guerra mundial. Leia o resto do artigo »

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Renda do trabalho cresce menos do que a financeira

Postado em 13 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fonte: Monitor Mercantil  

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), houve forte queda na participação da renda do trabalho no produto interno bruto (PIB) entre 1990 e 2007. Nesse período, somente em seis anos o trabalho teve algum aumento de participação na riqueza nacional, em comparação com o poder público e os rendimentos de propriedade.

Entre 2000 e 2006, o pagamento de juros da dívida pública respondeu, em média, por 7% ao ano da renda nacional. No mesmo período, a soma dos gastos da União com Saúde, Educação e investimentos não chegou à metade das despesas com juros.

Apesar de ter havido alguma recuperação da renda dos ocupados a partir de 2005, ela ainda é menor do que em 1990, acrescenta o Ipea, que divulgará nesta quarta-feira maiores detalhes da pesquisa.

A economista Leda Paulani, presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política (SBEP), observa que os ganhos de produtividade simultâneos ao baixo crescimento da economia mundial no período neoliberal fizeram com que as perdas dos trabalhadores ocorressem de maneira generalizada, mas, no Brasil, o prejuízo dos assalariados foi maior por causa da força do rentismo, com a prática das mais altas taxas de juros do planeta.

“Em muitos quesitos, como o PIB per capta, a década de 90 foi pior do que a de 80, chamada de década perdida. Paralelamente, houve a financeirização da economia. Houve elementos puxando a massa salarial para baixo e outros puxando a renda de juros para cima. Por isso, a melhora do índice de gini não significa muito, pois capta apenas salários, pensões e aposentadorias a rendas compensatórias, como o Bolsa Família”, observou.

Para Leda, até a melhora da distribuição da renda entre os assalariados deveu-se mais à recuperação do salário mínimo do que ao Bolsa Família: “A política social mais importante do governo Lula foi a recuperação do salário mínimo e não o Bolsa Família.

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O capitalismo do século 21 e a armadilha da ideologização

Postado em 13 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por Luís Nassif

1. Olhar com muito cuidado os indicadores. São importantes, mas dependendo de como são feitos e do seu uso, podem ser para o bem ou para o mal.

2. Experiência pública no padrão recente, reabilitando Constituição Federal, que reorganiza a atuação do Estado no âmbito social. Nunca tivermos uma constituição estruturadora tão ampla. Mas responde muito mais a problemas do século 20 do que do século 21.

3. A necessidade de novos indicadores para contribuir para o novo padrão civilizatório, passível de ser construído no capitalismo do século 21.

Ideologização em momento de crise é pior do que em momentos de bonança.

Vim para o Seminário ouvindo um colega comentarista de rádio. Dizia que a medida provisória 477 (que permite aos bancos públicos adquirir outras instituições sem passar por processos de licitação) é ruim, porque não permite controle do dinheiro público.

O âncora pergunta do caso da compra de bancos por bancos privados. Aí nao tem problema, porque o dinheiro é privado e o banco tem o direito de fazer o que quiser.

O comentarista admite que as amarras tiram a competitividade dos bancos públicos, mas tem que ser assim porque é dinheiro público.

Ora, se um banco privado é sociedade anônima, o dinheiro é público. O banco deve satisfações aos seus acionistas. A fiscalização se dá através de ferramentas de mercado. Cada investimento é analisado pelos especialistas de acordo com os processos de precificação (definição de preço) do mercado. Se o banco sai da linha é punido no preço das ações e na grita dos minoritários ou por ações judiciais.

Por que não pode ser com bancos públicos com capital em bolsa? As compras têm que obedecer a critérios de avaliação de mercado. Os analistas irão avaliar se melhorará ou não a performance do banco. O diretor de relações institucionais será chamado a dar explicações.

Ou seja, os modelos de controle são os mesmos do setor privado. O bravo comentarista considera, então, que os sistemas de controle do setor privado são insuficientes? Se são, como as empresas de capital aberto pertencem ao público, ele sugeriria processos licitatórias e prestação de contas ao TCU? É evidente que não.

Entenderam a razão da armadilha da ideologização?

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A aura dos principais bancos de fusão e aquisição ofusca os baixos retornos proporcionados aos clientes

Postado em 13 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fonte: Wharton Universia

A reputação faz diferença. As empresas de melhor reputação seriam aquelas que, supostamente, gerariam maior valor para seus clientes. É nisso que as pessoas normalmente acreditam e, em Wall Street, esse tipo de raciocínio ajudou a fazer da Goldman Sachs e do Morgan Stanley os bancos de investimentos de maior participação de mercado no segmento de consultoria em operações de fusão e aquisição. A Goldman foi inclusive muito elogiada em um livro recente, The partnership, de Charles Ellis, como a empresa mais bem administrada no segmento financeiro americano.

Contudo, Alex Edmans, professor de finanças da Wharton, chegou à conclusão de que tal idéia seria equivocada. Pelo menos para as consultorias do segmento de fusão e aquisição, a participação de mercado não parece corresponder ao valor gerado para o cliente. Em um estudo intitulado “Como devem os compradores escolher seus consultores? Persistência no desempenho dos bancos de investimentos” (How Should Acquirers Select Advisors? Persistence in Investment Bank Performance), Edmans e Jack Bao, aluno da graduação do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), constataram que a participação de mercado não se traduz, necessariamente, em melhores retornos para os clientes dos bancos.

Edmans e Bao analisaram cerca de 30 anos de retornos proporcionados aos acionistas no segmento de fusões e aquisições, e constataram que havia uma forte correlação negativa entre a participação de mercado de um banco e o retorno proporcionado a seus clientes compradores. Em outras palavras, quanto maior a participação de mercado de um banco, menor o valor por ele gerado. “Os profissionais do setor parecem estar usando a participação de mercado como medida de qualidade sem analisar devidamente se ela, de fato, está relacionada a um desempenho superior”, assinalam os autores.  “Os resultados que obtivemos indicam que se trata de recurso de qualidade duvidosa.” Em vez disso, Edmans e Bao constataram que a melhor forma de prever o retorno proporcionado por um banco consiste em analisar os retornos gerados anteriormente por ele: bancos que no passado souberam identificar os parceiros mais promissores, e negociaram os melhores termos, devem ser capazes de fazê-lo também hoje. Leia o resto do artigo »

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¿Qué debería contener un segundo acuerdo de Bretton Woods?

Postado em 12 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

by José Antonio Ocampo

 Texto em inglês (Project Syndicate)

Para aquellos que hemos reclamado por mucho tiempo que la arquitectura financiera internacional necesita reformas profundas, la llamada a convocar una segunda conferencia de Bretton Woods es afortunada. Cabe recordar, por supuesto, que después de las crisis asiática y rusa de 1997-1998 se hicieron solicitudes similares, que los países industrializados no tomaron en serio. Quizás el hecho de que ahora están en el centro de la tormenta los lleve a tomar la tarea con empeño.

Hay dos problemas fundamentales con el reciente llamado a la reforma. El primero es que carece de contenido: no es claro en qué consistirían las discusiones sobre un eventual Bretton Woods II. El segundo es que el proceso comenzó con un paso en la dirección equivocada, al excluir a la mayoría de los países de los diálogos. Es obviamente saludable que el Grupo de los 7 o un subconjunto de países del G-7 muestre liderazgo, pero no puede haber una reforma fundamental sin un proceso inclusivo que de voz adecuada tanto a los países industrializados como en desarrollo, y tanto a los países grandes como pequeños. Las instituciones de alcance mundial, no grupos ad hoc de países deben estar en el centro del proceso de reforma.

El tema más claro de la agenda es cómo corregir el déficit de regulación prudencial que caracteriza los mercados financieros mundiales. Esta discusión debe comenzar por acuerdos sobre los principios regulatorios. Uno obvio es que las regulaciones deben ser comprensivas, para evitar los vacíos significativos que condujeron a la turbulencia actual.

Las regulaciones deben tener también un fuerte contenido anti-cíclico, lo que implica aumentar el capital y provisiones (o reservas) de la entidades financieras e impedir el excesivo endeudamiento (apalancamiento) durante los auges, y evitar que la inflación de activos retroalimente las expansiones crediticias. Se debe descartar la dependencia de los modelos internos de evaluación de riego de las entidades financieras, el principal centro de atención del segundo acuerdo de Basilea sobre regulación bancaria. Esa estrategia ha demostrado ser peligrosa y de hecho, ya se ha visto cómo el uso de modelos similares de riego por parte de las instituciones puede aumentar la inestabilidad financiera. Leia o resto do artigo »

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