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Blog do Desemprego Zero

Archive for novembro, 2008

CARLOS LESSA: “Vou horrorizar os jovens economistas. Sou favorável a centralizar o câmbio”

Postado em 3 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Em entrevista à Carta Maior, o economista defende a redução dos juros e o aprofundamento do PAC, sobretudo em investimentos sociais e na geração de emprego. Para o ex-presidente do BNDES, o governo deveria também centralizar o câmbio. “Nós temos que reforçar nossas defesas. Se perdermos 50 bilhões e tivermos, em 2009, uma balança comercial altamente deficitária, as reservas brasileiras acabam”.

Fonte: Carta Maior

Para o economista Carlos Lessa, a análise das conseqüências que a crise financeira internacional pode ter sobre a economia brasileira é uma grande aula. Nesta entrevista à Carta Maior, Lessa aponta os possíveis caminhos para que o Brasil possa minimizar os efeitos da falta de crédito mundial nos setores produtivos locais, afirma que o PAC é o grande trunfo sobre a crise e projeta a centralização do câmbio no país. “A idéia do planejamento não é a idéia de uma economia de mercado: planejar é construir o futuro que você deseja pessoalmente enquanto a economia de mercado pensa no futuro que será bom para o mercado”, defende.

Ex-reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Lessa acredita que importante para o Brasil é discutir o futuro, especialmente porque “todos os projetos de infra-estrutura de grande porte são públicos”. Autor de dezenas de livros e artigos especializados, Lessa integrou as equipes do Instituto Rio Branco, da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe e do Instituto Latino-Americano e do Caribe de Planificação Econômica e Social, além de ter atuado em instituições do Chile, Nicarágua e El Salvador.

Carta Maior – A atual crise vem se estruturando desde quando?

Carlos Lessa – A crise do capitalismo é, na verdade, mais antiga que o próprio capitalismo industrial. Se nós formos olhar para o passado, encontraremos a famosa crise holandesa cujo estopim foi o preço da tulipa. Montou-se uma especulação colossal com as tulipas e a lenda é de que um marinheiro entrou numa casa onde estavam dois bulbos de uma tulipa hiper valiosa e as comeu, achando que eram duas cebolas. O fato gerou uma crise de confiança tal que houve uma quebra da bolha especulativa que havia se montado na Holanda do século 17.

As crises que nos interessam mais, no entanto, são aquelas que surgiram depois que o capitalismo industrial se instalou. É famosa a crise que vai de 1870 até 1893, que marca o início do declínio inglês e só se resolve, de certa maneira, na I Guerra Mundial. A grande depressão de 1929, que atravessou todos os anos 30, só foi superada com a reanimação da economia mundial com a II Guerra Mundial. Leia o resto do artigo »

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Pode “Ela” Acontecer de Novo?

Postado em 3 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fernando Ferrari Filho e Luiz Fernando de Paula*

Em um dos seus livros mais conhecidos, Can ‘It’ Happen Again? (publicado originalmente em 1982), a palavra ´Ela’ (´It’) a que se refere Hyman Minsky é a Grande Depressão. Como se sabe este famoso economista pós-keynesiano formulou sua hipótese de fragilidade financeira mostrando que economias capitalistas em expansão são inerentemente instáveis e propensas a crises, uma vez que a maioria dos agentes apresenta postura especulativa, resultando em práticas de empréstimos de alto risco. O aumento da fragilidade financeira é produzido por um lento e não percebido processo de erosão das margens de segurança de firmas e bancos, em um contexto no qual o crescimento de lucros e rendas “validam” o aumento do endividamento.

Para Minsky, respondendo a pergunta que ele mesmo formulou, a depressão pôde ser evitada ou atenuada por conta da atuação do banco central como emprestador de última instância (“Big Central Bank”) e da adoção de políticas fiscais contra-cíclicas (“Big Government”). Neste sentido em suas próprias palavras: “A evolução das relações financeiras conduz a intermitentes ‘crises’ que colocam claros e presentes perigos para uma séria depressão. Até o momento, intervenções do Federal Reserve e outras instituições financeiras junto com déficits do Tesouro têm sido combinados para conter e administrar essas crises”.

A inspiração de Minsky obviamente veio de John Maynard Keynes que na Teoria Geral havia dito: “é uma característica notável do sistema econômico em que vivemos a de que está sujeito a severas flutuações do seu produto e emprego, mas não é violentamente instável (…) Uma situação intermediária, nem desesperadora nem satisfatória, é o nosso resultado normal”. Assim, Keynes sugere que o problema principal dos economistas não deveria ser explicar a flutuação, mas sim entender como um sistema tão simples não entra em colapso sob peso de suas próprias contradições. O que impede que o sistema seja “violentamente instável” é a existência de convenções e instituições (entre os quais o governo). Leia o resto do artigo »

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O que houve de errado na campanha petista na eleição de São Paulo?

Postado em 1 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Do Blog do Jefferson Marinho

Uma primeira observação diz respeito à própria dinâmica eleitoral. Existem três tipos de campanhas eleitorais na ótica do candidato: (i) eleições perdidas, em que só um grave erro do adversário pode levá-lo à vitória (é o caso da candidatura petista em Curitiba); (ii) eleições possíveis de ganhar, mas deve contar com o erro do adversário e não errar na campanha, ou seja, o ganhador é aquele candidato que errar menos na formação de alianças e na campanha eleitoral; e (iii) eleições vencedoras, em que só um grave erro pode levar o candidato à derrota (Curitiba também é o melhor exemplo para o caso da candidatura de Beto Richa). Para complicar esse quebra-cabeça, existem ainda eleições que podemos chamar de continuidade (situação) e outras de mudança (oposição).

Tal cenário torna-se ainda mais complexo com o instituto da reeleição, que beneficia enormemente o candidato que tem a caneta na mão. Um ditado comum é que o candidato a um cargo executivo no Brasil é eleito para oito anos, mas com um referendo popular na metade do mandato quando a população tem a opção de repensar sua escolha, confirmando a escolha inicial ou escolhendo outro mandatário. Uma prova da força da reeleição para o candidato-mandatário é que todos eles conseguiram melhorar a imagem de suas administrações com as eleições. Mesmo as candidaturas perdedoras (é o caso de Serafim Almeida em Manaus), a avaliação do governo melhorou ao longo da campanha eleitoral. A construção de ampla aliança com grande tempo de televisão colaborou para melhorar a imagem de seus governos. Leia o resto do artigo »

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SIMPOSIO INTERNACIONAL

Postado em 1 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

PERSPECTIVAS DO DESENVOLVIMENTO PARA O SÉCULO XXI

Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento

Rio de Janeiro, 6 e 7 de novembro de 2008

Local: BNDES/RJ

PROGAMA

6 de novembro, quinta-feira

Abertura 9:30

Dr. Marcio Pochmann, Presidente do IPEA

Dr. João Carlos Ferraz, BNDES

Rosa Freire d´Aguiar Furtado, Centro Internacional Celso Furtado

Carlos Pinkusfeld, UFF, Coordenador Acadêmico do Simpósio

Mesa 1 – 10:00: Aspectos teóricos macroeconômicos.

Juros e inflação: notas críticas sobre o Modelo do Novo Consenso de Política Monetária’. Prof. Massimo Pivetti, da Universidade de Roma La Sapienza.

Crescimento e distribuição na economia mundial. Dr. Francis Cripps, da Alphametrics Ltd e Pesquisador Associado ao Centre for Financial Analysis & Policy, Cambridge, GB.

Debatedores:

Prof. Franklin Serrano, UFRJ

Prof. Gilberto Tadeu Lima, USP

Coordenador:

Prof. Antonio Carlos Macedo Silva, UNICAMP

Mesa 2 – 15:00: Impacto da crise do sistema financeiro no potencial de crescimento dos países em desenvolvimento.

Perspectivas da economia mundial. Dr. Heiner Flassbeck, diretor da Divisão de Globalização e Estratégias de Desenvolvimento, Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD).

A crise no cerne do regime do dólar em Wall Street. Prof. Peter Gowan, da London Metropolitan University, membro do Comitê Editorial da New Left Review. 

A crise financeira internacional. Prof. Paul Davidson, visiting scholar do Schwartz Center for Economic Policy Analysis da New School for Social Research, Nova Iorque, e professor emérito da Universidade do Tenessee.

Debatedores:

Prof. Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo, UNICAMP, presidente institucional do Centro Celso Furtado

Prof. Luiz Carlos Bresser-Pereira, FGV-SP

Coordenador da Mesa:

Prof. Ernani Teixeira Torres Filho, UFRJ / BNDES

7 de novembro, sexta-feira

Mesa 3 – 9:30: O desenvolvimento na perspectiva regional: efeitos e conseqüências das políticas de integração regional.

Os spillovers do crescimento internacional e a integração regional. Dr. Mark Roberts, professor do Departamento de Land Economy, Cambridge, GB.

Padrões de desenvolvimento e a experiência latino-americana recente. Dr. Alfredo Calcagno, economista da Divisão de Globalização e Estratégias de Desenvolvimento, UNCTAD.

Debatedores:

Prof. Clélio Campolina, CEDEPLAR/UFMG

Prof. Ricardo Carneiro, UNICAMP

Dr. Renato Baumann, CEPAL

Coordenador:

Prof. Marcos Antonio Macedo Cintra, UNICAMP

Mesa 4 – 14:30: Tendências e perspectivas do desenvolvimento socioeconômico: Rússia, Índia e China.

Ascensão da China, declínio da Rússia: perspectivas de médio e longo prazo. Prof. Vladimir Popov, da New Economic School de Moscou, professor visitante do Institute of European and Russian Studies, Carleton University, Ottawa.

Crescimento econômico e distribuição na Índia, 1950-2005. Prof. Rayaprolu Nagaraj, Indira Gandhi Institute of Development Research.

Mudanças no rumo do desenvolvimento da China: crescimento, política e impacto da globalização. Prof. Dic Lo, da School of Oriental and African Studies, University of London.

Debatedores:

Prof. Carlos Medeiros, UFRJ

Prof. Marcos da Costa Lima, UFPE

Coordenador:

Profª. Carmem Feijó, UFF, Secretária Executiva da ANPEC.

 

Se desejar se inscrever, envie e-mail para simposio@centrocelsofurtado.org.br, preenchendo obrigatoriamente os campos abaixo: Leia o resto do artigo »

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