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Blog do Desemprego Zero

Archive for novembro, 2008

Economista vê fim do Acordo de Basiléia

Postado em 5 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por Rogério Lessa*

Para o economista Fernando Cardim, da UFRJ, o mundo está presenciando o fim do mito da auto-regulação financeira, base do Acordo da Basiléia, que estipula normas internacionais para os bancos. “O problema não são os instrumentos financeiros, como a securitização, mas a falta de regulação. Foi isso que gerou a atual crise”, frisa Cardim.

De acordo com o economista, a securitização foi extremamente importante para alavancar o crédito e o desenvolvimento nos EUA. “Essa forma alternativa de crédito representou uma concorrência com os bancos no mercado norte-americano e ajudou a baixar os juros naquele país”, comentou, recomendando que o Brasil não deixe de promover inovações financeiras por causa da crise iniciada no mercado hipotecário dos EUA.

“O que aconteceu lá foi a emissão de papéis sobre papéis sem a garantia mínima, que, por falta de regulação, chegou a um ponto insustentável, com crise de confiança, que acabou no quadro atual”.

Apesar de defender a utilização desses mecanismos para alavancar o desenvolvimento, Cardim ressalva que eles não devem ser operados pelos bancos brasileiros de maneira nenhuma. “A idéia de que isso poderia promover mais concorrência e obrigar os bancos a baixarem os juros é errada porque no Brasil os bancos têm atuação nacional e o setor é extremamente concentrado. Para dar certo a securitização, além de regulada, deve ser operada por outros agentes”.

*Rogério Lessa Benemond: Jornalista do Monitor Mercantil, colaborador da revista Rumos do Desenvolvimento. Prêmio Corecon- RJ de jornalismo econômico 2006. Meus Artigos

 

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A iliquidez da política monetária

Postado em 5 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por José Roberto Afonso e Geraldo Biasoto Junior

Fonte: Valor Econômico, 04/11/08.  

A crise tem sido avassaladora para as finanças e tudo indica que o setor produtivo atravessará tempos difíceis. Os paradigmas que balizavam a economia brasileira escondiam imensas inconsistências. 

Como a economia não é uma ciência exata, é normal que o mercado construa e crie suas verdades, chamadas por Keynes de “convenções”. Elas são compostas por um conjunto de variáveis articuladas, que permite um funcionamento estável do sistema. O mercado vai além, busca eternizar a convenção como verdade imutável: os “fundamentos”. Assim, políticas monetárias, fiscais e cambiais bem calibradas seriam fiadoras da estabilidade da economia. 

A crise é o momento em que este leque de conceitos e procedimentos, que antes garantia certa uniformidade na formação de expectativas, entra em colapso. As autoridades pelo mundo afora já compreenderam muito bem o que é esta crise. Preceitos solidamente estabelecidos foram abandonados com falência do banco Lehman Brothers. Governos tiveram que fornecer liquidez, endurecer a regulação e até mesmo estatizar instituições financeiras. 

No mundo, trilhões de dólares eram transacionados em mercados desregulados e em condições altamente especulativas. No Brasil, bilhões de reais só agora foram descobertos fora dos balanços, e uma parte sem supervisão estatal e custódia, apostados em derivativos cambiais e transações com carteiras de créditos. Enquanto nossas autoridades bravateavam a solidez de nosso sistema financeiro, uma súbita e radical desconfiança arrasou o crédito no país. Superamos os países ricos aonde a desconfiança imperava apenas entre os bancos; aqui, o contágio envolve diretamente o lado real da economia. O dinheiro sumiu a ponto do valor da empresa parece ter sido reduzido ao valor do seu caixa. Férias coletivas para trabalhadores é eufemismo para esconder que são os próprios empresários que estão parando de trabalhar, pois perderam o referencial futuro para decidir produzir.  Leia o resto do artigo »

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Caminho verde ao crescimento, artigo de Nicholas Stern

Postado em 5 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

“Se trabalharmos juntos, dá para evitar os riscos piores das mudanças climáticas. Se não agirmos agora, essa oportunidade não voltará”.

Sir Nicholas Stern é professor de economia e governo da London School of Economics and Political Science (Inglaterra) e ex-economista-chefe do Banco Mundial. Comandou o “Relatório Stern” sobre mudanças climáticas em 2006.

Fonte: Jornal da Ciência

As mudanças climáticas são um problema global de escala sem precedentes. O mundo tem apenas alguns poucos anos para agir de modo a evitar grandes riscos de danos graves ao planeta e às perspectivas de crescimento econômico sustentado, desenvolvimento e redução da pobreza.

A crise financeira ressalta a urgência das ações em relação às mudanças climáticas. Essa crise vem sendo gestada há 20 anos e mostra claramente que, quanto mais tempo se ignora o risco, maiores são as conseqüências.

Até meados deste século, o alto crescimento de carbono terá elevado as concentrações de gases-estufa até um ponto em que desastres climáticos de grandes proporções serão prováveis. Nesse ponto, correremos claro risco de sufocar o crescimento. Leia o resto do artigo »

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Não há razão para falar em calamidade global inevitável

Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Jeffrey D. Sachs

Fonte: Valor Econômico, 27/10/2008

Esta crise econômica mundial ficará registrada na história como a “Insensatez de Greenspan”. Esta é uma crise feita principalmente pelo Federal Reserve Board (banco central) dos Estados Unidos durante o período do dinheiro fácil e da desregulamentação financeira de meados de 1990 até hoje.

Essa política do dinheiro fácil, respaldada por reguladores que fracassaram em regular, criou bolhas habitacionais e de crédito ao consumidor sem precedentes nos Estados Unidos e nos demais países, especialmente naqueles que compartilhavam a orientação política dos EUA.

Agora a bolha estourou, e essas economias estão rumando para uma profunda recessão.

O núcleo desta crise foi o aumento repentino nos preços das ações e moradias, que estavam em descompasso com os padrões de referência históricos. Greenspan alimentou duas bolhas: a bolha da internet de 1998-2001 e a bolha habitacional subseqüente, que está estourando agora.

Nos dois casos, os aumentos nos valores dos ativos levaram as famílias dos Estados Unidos a acreditar que se tornaram muito mais ricas, tentando-as a aumentar enormemente os seus gastos e empréstimos – para casas, automóveis e outros bens de consumo duráveis. Leia o resto do artigo »

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A versão de Dirceu…

Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fonte: CartaCapital

José Dirceu deixou a chefia da Casa Civil há 40 meses. Desde então, segundo ele, toca sua vida sem se meter em assuntos do governo. O ex-ministro recusa-se a dizer que tipo de consultoria presta nem quem são seus clientes, mas garante que nenhum deles o procura em busca de facilidades em Brasília. “Não faço lobby.”

O ex-homem forte do Planalto, o dirigente que tornou possível a eleição de Lula em 2002, parece mais atuante do que nunca quando se analisam as recentes operações da Polícia Federal. De forma direta ou indireta, Dirceu aparece associado a diversas investigações, das negociatas da MSI-Corinthians à Satiagraha, contra o banqueiro Daniel Dantas. “Há mais de oito meses minha vida vem sendo devassada. E não há nada contra mim. Nada”, afirma durante a entrevista à CartaCapital em seu escritório, um sobrado de dois andares em São Paulo.

No caso da Satiagraha, paira sobre o ex-ministro a suspeita de participar da tentativa de impedir que Dantas fosse preso. Há dois episódios específicos. Um deles, citado no relatório do delegado Protógenes Queiroz, é o encontro com o ex-deputado petista Luiz Eduardo Greenhalgh em um hangar da TAM em Brasília. Greenhalgh, codinome “Gomes” nesta operação salva-banqueiro, foi contratado pelo Opportunity e na época em que se encontrou com Dirceu movia-se desesperadamente em busca de informações sobre a investigação da PF. “Não tratamos do Dantas. O encontro foi para falar da situação do Cesare Battisti”, garante o ex-ministro.

Em tempo: Battisti é um assassino italiano preso no Brasil que se apresenta como militante de grupos de esquerda. O governo da Itália pede sua extradição. Integrantes do PT tentam impedir que ele seja extraditado.

O outro episódio, relatado na edição 513 de CartaCapital, é a convicção de investigadores federais de que Dirceu soube da operação contra Dantas por intermédio do atual diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa. Ambos estiveram no Marrocos no mesmo período e teriam se encontrado lá. Corrêa então informou ao ex-ministro da Satiagraha. “Isso é infame, é mentira”, rebate.

Não é de hoje que o nome de Dirceu aparece associado ao de Dantas. As citações remontam ao tempo do chamado mensalão. À época, CartaCapital colheu relatos de dirigentes e parlamentares do PT, juízes e empresários sobre as intervenções do ministro, depois deputado federal cassado, a favor do banqueiro. Um desses relatos foi revelado recentemente por Mino Carta em sua página na internet (blogdomino.com.br).

O então diretor-geral da PF Paulo Lacerda, atualmente afastado do comando da Abin, contou ter recebido pressões de autoridades durante a Operação Chacal, que também alvejou o Opportunity. Mino perguntou se Dirceu era uma dessas autoridades. Lacerda disse que sim.

O ex-ministro nega qualquer relação com Dantas. Ou com Marcos Valério. Ou com qualquer assunto que diga respeito ao Opportunity. Assim caminhou a entrevista, realizada na tarde da terça-feira 28. CartaCapital fez as perguntas que queria. Dirceu respondeu-as como achou melhor. Leia o resto do artigo »

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Liderança e politização na USP

Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

ELCIO ABDALLA e SILVIO SALINAS

Fonte: FSP, 03/11/2008

Foram esquecidas as grandes questões nacionais, praticamente não se pensa o país, mas há muito interesse em cargos e favores

A USP pode se orgulhar de setores de excelência, com padrões elevados de ensino e pesquisa, que a colocam em posição de liderança no país, no mesmo patamar das grandes universidades internacionais. Isso não nos exime, no entanto, de apontar e corrigir falhas e prestar contas ao público que tão magnificamente nos tem apoiado.

Nos últimos anos, a USP vem sofrendo forte crise de liderança, a qual se manifesta em politização excessiva, de fôlego curto, distante das considerações de mérito acadêmico. Foram esquecidas as grandes questões nacionais, praticamente não se pensa o país, mas há muito interesse em cargos e favores, na perpetuação em postos da administração universitária. Leia o resto do artigo »

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Leis de incentivo são pouco eficazes para a inovação

Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Dificuldades de acesso aos recursos de apoio afetam principalmente micro e pequenas empresas

Jornal da Ciência

A segurança jurídica e a desburocratização no acesso ao crédito são os itens mais importantes para o estímulo à inovação no Brasil. As empresas, no entanto, encontram dificuldades para usar os instrumentos de apoio à inovação e por isso relutam em buscar os benefícios das leis de incentivo. Essa foi a principal constatação do grupo que participou da temática “Inovação e Produtividade na Indústria”, realizada durante o 3º Encontro Nacional da Indústria (Enai).

A inovação tecnológica é reconhecida pela maioria dos executivos mundiais como essencial para uma trajetória competitiva e obrigatória na estratégia das empresas de sucesso, segundo a definição que consta do documento “Mobilização Nacional para a Inovação – MEI”.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, disse que o maior problema para o estímulo à inovação é a burocracia. Segundo ele, as dificuldades de acesso aos recursos afetam principalmente as micro e pequenas empresas.

“As empresas só conseguem ter acesso se tem a Certidão Negativa de Débitos e, segundo levantamento da Abimaq, quase 70% dos associados tem algum problema com a receita, o que é natural em um país com uma das maiores cargas tributárias do mundo”, afirmou Aubert Neto.

O presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Luis Manuel Rebelo, concordou que há uma burocracia excessiva no financiamento. Ele destacou que ela é fruto de um contexto em que a organização tinha poucos recursos para investir. “Com a escassez de recursos, a Finep tinha processos mais complexos de financiamento, para diminuir a demanda”, explicou Rebelo. “Hoje a situação é de abundância relativa de recursos e isso implica mudança cultural dentro da Finep, que tende a ampliar o acesso ao crédito.” Leia o resto do artigo »

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Boletim Semanal do Desemprego Zero

Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

n.26, ano 1 -22/10/2008 a 04/11/2008

Destaques da Semana no Blog

Economia

LUIZ GONZAGA BELLUZZO – “Cortar gasto público? Foi essa receita que empurrou a Alemanha para o nazismo em 1933?

A crise e a regulação do sistema financeiro

Três medidas para incentivar o crédito

Posição difícil do Banco Central do Brasil: a marcha da insensatez?

Política

TCU: governo só aplicou 11% em educação em 2008

Lula e a Crise

O que houve de errado na campanha petista na eleição de São Paulo?

Internacional

As três ondas da crise

Prioridade é evitar um colapso global

Desenvolvimento

Adeus à revolução neoclássica

Sobre democracia e capitalismo…

Estratégias contra a crise

CARLOS LESSA: “Vou horrorizar os jovens economistas. Sou favorável a centralizar o câmbio”

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