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Blog do Desemprego Zero

Emprego industrial cresce 2,2% em setembro, diz IBGE

Escrito por lucianasergeiro, postado em 10 dEurope/London novembro dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Na comparação com agosto, criação de vagas ficou estável. No acumulado no ano, o crescimento foi de 2,7%.

Publicado em: Portal G1

Em setembro, o emprego industrial cresceu 0,1% em relação a agosto e 2,2% em relação aos números de um ano atrás, revelou nesta segunda-feira (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A expansão de setembro na comparação anual é a 27ª seguinda, segundo o Instituto.

A variação acumulada nos últimos doze meses (2,9%), que vinha crescendo desde 2006, ficou praticamente estável em relação ao ritmo de crescimento do pessoal ocupado de agosto (3,0%).

Já no acumulado de 2008, o crescimento foi de 2,7% em relação a igual período de 2007.

Regiões e setores

Na comparação mensal, doze das quatorze áreas e doze dos dezoito setores aumentaram o contingente de trabalhadores. São Paulo (2,6%), Minas Gerais (5,2%) e Rio Grande do Sul (3,3%) tiveram as maiores variações positivas no resultado geral.

Na indústria paulista, as contratações foram superiores às demissões, principalmente em produtos químicos (15,6%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (11,1%) e meios de transporte (7,3%). 

Nas indústrias mineira e gaúcha, os destaques foram, respectivamente, alimentos e bebidas (12,1%) e metalurgia básica (10,7%); e máquinas e equipamentos (23,7%) e produtos de metal (14,1%). Por outro lado, Santa Catarina (-1,9%) e Paraná (-0,3%) foram as influências negativas no resultado global, sobretudo devido aos recuos observados em vestuário (-12,1%), no primeiro local, e madeira (-18,3%), no segundo, respectivamente.

Em nível nacional, os ramos com as maiores contribuições positivas foram máquinas e equipamentos (10,2%), meios de transporte (8,2%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (10,2%), produtos de minerais não-metálicos (8,1%) e alimentos e bebidas (1,9%). Em sentido contrário, vestuário (-7,1%), madeira (-11,3%) e têxtil (-6,5%) exerceram as principais pressões negativas.



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