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Blog do Desemprego Zero

China salva o mundo?

Escrito por lucianasergeiro, postado em 11 dEurope/London novembro dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por: NELSON DE SÁ  

O dia abriu no Oriente com alta nas Bolsas, por conta do pacote da China. O site do “Financial Times” até postou fórum, sob a pergunta geral “a China pode salvar o mundo?”. E assim foi, nas manchetes on-line também do Brasil, até o meio da tarde, quando a Bovespa passou a “oscilar”, a “operar instável”. No mesmo “FT”, fim da tarde, “alta inspirada por gastos do plano de Pequim se esvai”. No “Wall Street Journal”, “plano de estímulo anima os mercados, mas as dúvidas permanecem”, sobre a China ser capaz, “sozinha, de reverter as tendências globais”.

As mesma reportagens, de todo modo, se estendiam mais nas análises que previam impacto positivo global. Na própria China, o primeiro-ministro Wen Jiabao descreveu o pacote como “a nossa maior contribuição para o mundo”. O plano saiu, sublinhou a Associated Press, “antes de o presidente chinês, Hu Jintao, comparecer à reunião de líderes mundiais para discutir uma resposta à crise global”.

A LÍDER

Enunciado no estatal “China Daily”, com a repercussão do pacote: “Banco Mundial, EUA e Brasil saúdam plano de estímulo econômico chinês”. Pelo Brasil, falou o ministro Guido Mantega, que comanda interinamente o G20 e para quem a China “tomou a liderança” com o plano.

AOS POUCOS

O Radar On-line, no meio da tarde, postou uma “constatação: a liqüidez começa a voltar ao sistema financeiro brasileiro”, ainda que “aos poucos”. E o site de “O Estado de S. Paulo” postou à noite, em manchete, “Henrique Meirelles diz que o crédito está voltando aos poucos”.

TEMPOS EXTRAORDINÁRIOS

Em longas reportagens enviadas do Brasil, “New York Times” e “Washington Post” retrataram a reunião preparatória para o G20. Para o primeiro, ela “revelou um desejo profundo entre os países em desenvolvimento, inclusive o anfitrião Brasil, para alcançar maior voz no esforço do mundo para escapar da crise”.

Citando o secretário britânico do tesouro, o “WP” destacou que “tempos extraordinários, com choques sem precedentes na economia mundial”, exigem “nova estratégia”, com pronta resposta internacional.

DISCORDÂNCIA

Não falta pessimismo sobre a reunião do dia 15 em Washington. No “FT”, o colunista Gideon Rachman escreve que não se deve esperar Bretton Woods 2, sobre a conferência que “deu à luz” FMI e Banco Mundial, em parte porque a primeira foi preparada em dois anos e a segunda em duas semanas. Mais importante, “os países discordam”, com os EUA “cautelosos”.
De outro lado, “falta liderança” aos 20 países, com Barack Obama fora.

BABEL

“Líderes de 20 nações vão se reunir sexta, supostamente para falar em uma só voz sobre como lidar com a crise que engole o mundo”, publica o “WSJ”, de sua parte. “Mas não conte com uma união. Uma Torre de Babel nacionalista é o mais provável.”

A França quer uma nova ordem regulatória, os EUA, não. O Reino Unido quer um FMI mais forte, a Rússia, não. A China quer influência no FMI “e todo o resto quer que a China financie o FMI”.



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