Postado em 21 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
Publicado em: Folha Online
As principais Bolsas de Valores da Ásia fecharam em alta nesta sexta-feira, mesmo com a queda recorde do mercado americano nesta quinta (20). A Bolsa de Nova York fechou em nova queda e chegou ao seu nível mais baixo em cinco anos e meio.
Na Ásia, os bons resultados são reflexo dos preços baixos das ações nas Bolsas e das altas em papéis de empresas do setor financeiro e de tecnologia. “Depois de cair por vários dias sempre há a crença de que não podemos riscar uma linha reta para baixo”, afirmou Song Seng Wun, da CIMB Securities em Cingapura. “Sempre haverá um dia ou um dia e meio de reversão de tendência.”
A Bolsa de Tóquio (Japão), o principal mercado da região, o índice Nikkei fechou em alta de 2,86%, aos 7.923,63 pontos. Na Austrália, o mercado subiu 1,63%. O indicador Kospi, da Bolsa de Seul (Coréia do Sul) avançou 5,80%. Em Xangai (China), os ganhos eram de 1,01% perto do fim do dia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 21 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
O significado histórico da eleição de Obama não deve ser subestimado. Basta lembrar que ocorreu em um país onde a Ku-Klux-Klan chegou a ter milhões de membros capazes de executar uma campanha de terror e morte contra cidadãos negros com o apoio de um sistema jurídico discriminatório. É um momento horroroso para ser eleito presidente, mas também é um desafio. Que tipo de mudanças podemos esperar com Obama que assume um país em processo de desindustrialização e fortemente dependente das finanças globais? Segue a anáise de Tariq Ali publicada na Carta Maior.
A vitória de Barack Obama supõe uma mudança geracional e sociológica decisiva na política dos Estados Unidos. É difícil, nestes momentos, predizer seu impacto, mas as expectativas suscitadas entre a gente jovem que impulsionou Obama seguem sendo grandes. Talvez não tenha sido uma vitória arrasadora, mas foi suficientemente ampla para permitir que os democratas ficassem com mais de 50% do eleitorado (62,4 milhões de votantes) e colocassem uma família negra na Casa Branca.
O significado histórico deste fato não deveria ser subestimado. Basta lembrar o que ocorreu no país em que a Ku-Klux-Klan chegou a ter milhões de membros capazes de executar uma campanha de terror e morte contra cidadãos negros com o apoio de um sistema jurídico discriminatório. Como esquecer aquelas fotos de afroamericanos linchados diante do olhar complacente de famílias brancas que desfrutavam seus piqueniques enquanto contemplavam – para dizê-lo na voz memorável de Billie Holliday – “corpos negros balançando-se com a brisa do sul, um fruto estanho pendurado nos álamos”?
Mais tarde, as lutas dos anos 60 pelos direitos civis forçaram a reversão da segregação e impulsionaram as campanhas a favor do voto negro, mas também conduziram ao assassinato de Martin Luther King e de Malcom X ( justo quando este começava a insistir na unidade dos brancos e negros contra um sistema que oprimia a ambos). Tornou-se um lugar comum assinalar que Obama não faz parte desta lista. Não é assim, contudo, como mostram os 96% de afroamericanos que saíram de casa para votar nele. Pode ser que se desiludam, mas por enquanto celebram a vitória e ninguém pode culpá-los por isso.
Há apenas duas décadas, Bill Clinton advertia seu rival, o progressista governador de Nova York, Mario Cuomo, que os Estados Unidos não estavam preparados para eleger a um presidente cujo nome acabasse em “o” ou em “i”. Há apenas alguns meses, os Clinton cediam abertamente ao racismo insistindo que os votantes da classe trabalhadora rechaçariam a Obama, lembrando aos democratas que Jesse Jackson também tinha ido bem nas primárias. Uma nova geração de eleitores demonstrou que eles estavam equivocados: cerca de 66% dos que tinham entre 18 e 29 anos, ou seja, 18% do eleitorado, votou por Obama; 52% dos que tinham entre 30 e 44 – uns 37% do eleitorado – fez o mesmo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 21 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
Publicado em: Folha Online
Por: EDUARDO CUCOLO
O governo federal vai editar uma MP (medida provisória) que permite o repasse de recursos captados pela União junto ao Banco Mundial para o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Serão R$ 5 bilhões para empréstimos a empresas, principalmente exportadores, a uma taxa de juros menor que a do mercado financeiro nacional.
“É normal que o BNDES capte recursos do Banco Mundial, mas essa é uma maneira mais ágil de conseguir o recurso. O Banco Mundial empresta para a União, que repassa para o BNDES”, afirmou o ministro Guido Mantega (Fazenda). Leia o resto do artigo »
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Postado em 21 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
Publicado em: Portal G1
Foram geradas 61 mil vagas; em setembro, haviam sido 282 mil.
Mesmo com menor ritmo, estoque de empregados aumentou em 0,2%.
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, registrou em outubro a abertura de 61,4 mil novos postos de trabalho com carteira assinada no país, o que representa uma retração em relação ao total de vagas geradas em setembro, de 282,8 mil.
Com a geração de vagas em ritmo menor, houve leve crescimento, de 0,2%, no estoque de empregados com carteira assinada.
Considerando os dados de outubro, o saldo entre o número de empregos criados e o de demissões no acumulado do ano de janeiro a outubro é de 2,14 milhões de novos postos de trabalho. Nos últimos 12 meses até outubro, o saldo é de 1,95 milhão de novas vagas.
Os dados de outubro, anunciados pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, porém, são inferiores aos que vinham sendo registrados nos meses anteriores, que superavam 200 mil novos empregos mensais. Leia o resto do artigo »
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