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Blog do Desemprego Zero

Archive for novembro 17th, 2008

Substituição de tecnologias energéticas antiquadas ajudaria na criação de empregos, artigo de Al Gore

Postado em 17 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fonte: Jornal da Ciência   

“Eis as boas notícias: os ousados passos necessários para resolver a crise climática são os mesmos que precisam ser tomados para resolver a crise econômica e a crise de segurança energética”.

Al Gore foi vice-presidente dos EUA durante a administração de Bill Clinton, entre 1993 e 2001, e foi candidato à presidência daquele país em 2000. É autor do documentário “Uma verdade inconveniente” e dos livros “Terra em Balanço: Ecologia e o Espírito Humano” (Augustus, 1993) e “Uma verdade inconveniente” (Manole, 2006). Artigo originalmente publicado no “The New York Times”:

A inspiradora e transformadora escolha feita pelo povo americano ao eleger Barack Obama como nosso 44º presidente estabelece os fundamentos para outra escolha decisiva que ele – e nós – teremos de fazer em janeiro para dar início a um resgate da civilização humana, em caráter emergencial, da iminente e cada vez maior ameaça representada pela mudança climática.

A eletrizante redenção da revolucionária declaração feita pelos EUA afirmando que todos os seres humanos nascem iguais prepara o palco para a renovação da liderança americana num mundo que precisa desesperadamente proteger seu dote primário: a integridade e as condições de vida do planeta.

A autoridade mundial sobre a crise climática, o Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC), depois de 20 anos de estudos detalhados e da publicação de quatro relatórios unânimes, diz agora que as provas são “inequívocas”. Para aqueles que ainda se sentem tentados a ignorar os alarmes cada vez mais urgentes emitidos pelos cientistas de todo o mundo, a fechar os olhos para o derretimento da calota de gelo sobre o pólo norte e para todas as outras advertências apocalípticas feitas pelo próprio planeta, e para aqueles que dão mostras de tédio à menor menção desta ameaça existencial ao futuro da espécie humana, por favor, acordem. Nossos filhos e netos precisam que vocês nos dêem ouvidos e reconheçam a verdadeira natureza da nossa situação, antes que seja tarde demais.

Eis as boas notícias: os ousados passos necessários para resolver a crise climática são os mesmos que precisam ser tomados para resolver a crise econômica e a crise de segurança energética.

Os economistas de todas as orientações – incluindo Martin Feldstein e Lawrence Summers – concordam que investimentos rápidos e de grande valor numa iniciativa de infra-estrutura capaz de criar muitos empregos são a melhor maneira de reanimar nossa economia de maneira ágil e sustentável. Muitos também concordam que nossa economia enfrentará dificuldades se continuarmos a gastar centenas de bilhões de dólares todos os anos com petróleo importado. Além disso, especialistas em segurança nacional de ambos os partidos concordam que enfrentaremos uma perigosa vulnerabilidade estratégica caso o mundo perca subitamente o acesso ao petróleo do Oriente Médio.

Conforme disse Abraham Lincoln no momento mais sombrio pelo qual a América já passou, “a ocasião nos apresenta uma montanha de dificuldades, e precisamos corresponder à ocasião. Por ser novo o nosso problema, nós também precisamos inovar nas nossas idéias, e agir de maneira inovadora”. No nosso caso atual, pensar de maneira inovadora exige rejeitar uma definição superada e fatalmente equivocada do problema que enfrentamos. Leia o resto do artigo »

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Salvar os bancos ou o meio ambiente?

Postado em 17 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

“O Brasil poderia também se beneficiar dos esforços globais de redução das emissões, pois há ações a serem realizadas aqui, no país, que são mais baratas que ações realizadas no Japão ou na Europa”.

José Goldemberg foi secretário de Meio Ambiente da Presidência da República. Artigo publicado no “Estado de SP”.

Fonte: Jornal da Ciência

A crise que assola a economia mundial, com sinais claros de recessão, pode pôr em risco as medidas necessárias para reduzir a emissão dos gases que estão provocando o aquecimento da Terra e as mudanças de clima resultantes?

À primeira vista a resposta é sim, uma vez que a crise vai reduzir a atividade econômica e provocar desemprego, que são problemas que exigem ações imediatas. A rápida reação dos governos dos EUA, da Inglaterra e outros, “salvando” o sistema bancário, vai nessa direção e reduzirá recursos disponíveis para enfrentar problemas ambientais, cujas conseqüências só se vão fazer sentir a longo prazo, como o aquecimento global.

Além disso, a recessão, reduzindo a atividade econômica, reduzirá também a emissão de gases de efeito estufa, como ocorreu com os ex-integrantes da União Soviética, diminuindo a urgência que se deve dedicar a estes problemas.

A queda dos preços do petróleo pode também tornar investimentos em energias alternativas menos atraentes. O uso dessas formas de energia é um dos caminhos utilizados até agora para reduzir as emissões.

Por outro lado, a crise financeira abre novas oportunidades, como expressou em artigo recente o economista inglês Nicholas Stern, que assessora o governo britânico em questões referentes às mudanças de clima. A crise, ao provocar uma redução do consumo, postergará o problema, mas não o resolverá. Isso já ocorreu em 1973, com o primeiro choque do petróleo, que adiou a adoção de medidas sérias contra o aquecimento global. Passados alguns anos o problema voltou a preocupar a todos.

O argumento de Stern é o de que é investido, por ano, cerca de US$ 1 trilhão na área de energia – com crise ou sem crise – e, portanto, o que se deve fazer é redirecionar esse investimento para atividades que permitam racionalizar o uso de eletricidade e outras forma de energia, e lançar os fundamentos de uma economia que – passada a crise – emitirá pouco carbono.

O aumento de eficiência energética tem grande espaço para crescer nos países industrializados e energias renováveis – entre as quais os biocombustíveis – têm grandes oportunidades nos países em desenvolvimento. Em outras palavras, não podemos daqui para a frente repetir a trajetória seguida no século 20 – altamente dependente de combustíveis fósseis -, mas “saltar na frente”, adotando novas estratégias. Leia o resto do artigo »

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Para Lula, reunião do G20 muda lógica das decisões políticas

Postado em 17 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: Portal Vermelho

Lula lembrou que esta foi a primeira vez que 20 lideranças de países que representam mais de 85% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial se reuniram para discutir uma crise econômica que teve início no setor financeiro nos Estados Unidos, que se espalhou pela Europa e que já começou a ser sentida em diversos outros países por causa do crédito.

O presidente reforçou ainda o compromisso firmado durante o encontro de, até o final deste ano, retomar as negociações da Rodada Doha. Para ele, um acordo sobre o tema é um sinal importante para que o mundo saiba que os dirigentes políticos estão agindo com responsabilidade, preocupados e tomando decisões.

Leia abaixo a íntegra do programa desta segunda-feira: Leia o resto do artigo »

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Um monumento à banalidade: ação relevante está sendo definida na equipe de Obama

Postado em 17 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fechadas as janelas anteriores de oportunidade, e tendo a crise financeira contagiado, provavelmente de forma irreversível, a economia real, cabem duas indagações: em que estágio estamos? Foi a reunião do G20 neste último fim de semana uma intervenção significativa para interromper ou atenuar esse processo? A resposta parece ser não. A análise é de Fernando J. Cardim de Carvalho.

Fonte: Agência Carta Maior

Como todo processo social, crises econômicas são fenômenos complexos, para cujo perfil contribuem tanto necessidades quanto contingências. Necessidades, porque o capitalismo é um sistema ordenado, onde diferentes grupos sociais exercem papéis específicos, e regras e instituições limitam as escolhas de cada um de nós. Alem disso, as oportunidades abertas e possibilidades oferecidas a cada momento são limitadas pelas heranças do passado, sob a forma de perfis determinados do estoque de capital, habilidades da força de trabalho, obrigações contratuais pré-existentes, etc. Mas também contingências são importantes, porque toda decisão econômica é orientada por expectativas a respeito de seus resultados no futuro.

Todos sabemos, porém, que o futuro é desconhecido. Se existe um livro do destino, nós não temos acesso a ele, e, portanto, ele seria irrelevante de qualquer forma. Eventos imprevistos (e imprevisíveis) podem ocorrer e mudar completamente o futuro real, distanciando-o do esperado. O futuro é incerto em um sentido fundamental e inacessível aos instrumentos usualmente utilizados de previsão estatística. Toda projeção estatística pressupõe que o futuro repetirá de alguma forma o passado. No entanto, como observou Keynes, “o inevitável nunca acontece. É o inesperado sempre.” Entre as contingências mais importantes a determinar o futuro, está a política econômica dos governos.

A maior dificuldade que se encontra ao analisar um fenômeno social, é exatamente a complexidade da interação entre necessidade e contingência na determinação da evolução de um determinado processo. Assim, teria sido possível, talvez, impedir o acúmulo de tensões que levaram à crise financeira, não tivesse sido a regulação financeira tão enfraquecida pela liberalização financeira dos anos 1980. Ou, a crise poderia ter sido contida, por exemplo, no início deste ano, tivessem as autoridades americanas percebido seu potencial de transformação em uma crise sistêmica e tivessem definido uma estratégia de combate, ao invés de socorrer instituições financeiras caso a caso (deixando de fora, naturalmente o Lehman Brothers, o que parece hoje ter sido um grave equívoco).

Fechadas as janelas anteriores de oportunidade, tendo a crise evoluído para a dimensão que assumiu em meados deste ano, cabem duas indagações: em que estágio estamos? Foi a reunião do G20 neste último fim de semana uma intervenção significativa para interromper ou atenuar seu desenvolvimento? Leia o resto do artigo »

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