Postado em 14 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
Publicado em: Folha Online
O novo relatório da Polícia Federal sobre o banqueiro Daniel Dantas é seco como um artigo do Código Penal. Em vez de teorias e especulações, o delegado Ricardo Saadi se concentra em descrever os crimes principais que a PF atribui ao banqueiro: gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro, informa nesta sexta-feira reportagem de Mario Cesar Carvalho, publicada pela Folha (a íntegra está disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL).
Segundo a reportagem, o relatório de 243 páginas e cinco anexos foi entregue gravado em CD na última sexta-feira ao juiz federal Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo, e está agora com o Ministério Público Federal.
A Folha informa que, no documento, uma atividade aparentemente paralela de Dantas ganha relevância central: a Agropecuária Santa Bárbara Xinguara, empresa que em três anos se tornou proprietária de um dos maiores rebanhos do mundo, com cerca 500 mil cabeças, segundo Dantas, ou 1 milhão, de acordo com estimativas do mercado. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
Publicado em: Uol Economia
O PIB (Produto Interno Bruto) da zona do euro encolheu 0,2% no terceiro trimestre deste ano, repetindo o desempenho obtido no período de abril a junho, segundo cálculos do Eurostat, o escritório estatístico da União Européia (UE).
A contração econômica por dois trimestres seguidos configura uma situação de recessão, segundo muitos economistas.
“Agora que a recessão foi confirmada, o debate irá se concentrar sobre sua extensão e severidade”, afirmou Martin van Vliet, da ING Financial Markets, em Londres. “Uma nova contração do PIB da zona do euro no atual quarto trimestre parece virtualmente assegurada”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
Publicado em: ANP
Por Fátima Lacerda
Diante da notícia de que seriam demitidos, cerca de mil trabalhadores espanhóis jogavam ovos, pedras e outros objetos nas paredes da fábrica de caminhões Nissan, na última terça, 11. Essa é a imagem da semana que ficou mais marcada. A montadora japonesa, instalada na cidade de Barcelona, na Espanha, anunciou a dispensa de 40% dos seus trabalhadores – 1288 ainda em dezembro e outros 392 no próximo ano – após a queda drástica nas vendas de seus caminhões leves e utilitários. Além da Renault-Nissan, a americana General Motors (GM) e a espanhola Seat, ligada ao grupo Volkswagen, também anunciaram cortes em sua folha de pagamento. A Espanha estaria à beira da recessão.
Se a General Motors quebrar, a taxa de desemprego nos Estados Unidos, estimada em 6,5% (índice de outubro de 2008) subirá para 9,5%, levando em conta a enorme cadeia de fornecedores e negócios que afundariam junto com a GM. Seca rapidamente o pote de recursos que o Congresso aprovou para socorrer bancos, seguradoras e agora montadoras. Um dado significativo é que a venda de automóveis nos Estados Unidos hoje está equiparada, numericamente, aos níveis de pós-guerra, na década de 1940. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
by Joseph E. Stiglitz
Texto em inglês
El mundo está cayendo en una gran desaceleración que probablemente sea la peor en un cuarto de siglo y tal vez desde la Gran Depresión. Esta crisis estuvo “hecha en Estados Unidos” en varios sentidos.
Ese país exportó sus hipotecas tóxicas a todo el mundo bajo la forma de valores respaldados por activos. Los Estados Unidos exportaron su filosofía de desreglamentación de libre mercado cuyo alto sacerdote, Alan Greenspan, ahora admite que fue un error. Los Estados Unidos exportaron su cultura de irresponsabilidad corporativa – opciones de compra de acciones no transparentes, que fomentan la mala contabilidad que ha desempeñado un papel en esta debacle, como lo hizo en los escándalos de Enron y Worldcom de hace unos años. Y, por último, los Estados Unidos han exportado su deterioro económico.
La administración Bush por fin se decidió a hacer lo que todos los economistas le insistieron que hiciera: poner más capital en los bancos. Pero como siempre, el problema está en los detalles, y el Secretario del Tesoro de los Estados Unidos, Henry Paulson, puede haber logrado trastornar incluso esta buena idea; parece haber descubierto la manera de recapitalizar a los bancos de forma que el resultado no sea la reanudación del crédito, lo cual no presagia nada bueno para la economía. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
Luís Nassif
Afinal, a economia brasileira entrará em pane, crescerá pouco ou continuará mantendo um bom desempenho no próximo ano? A resposta dependerá da maneira como os agentes econômicos – empresários e consumidores – agirem.
Se o consumidor achar que a crise será inevitável, que seu emprego poderá estar ameaçado, tratará de consumir menos, haverá queda de vendas, redução da produção e desemprego – dependendo da intensidade da “dieta” do consumidor.
O mesmo acontece com os empresários. Não há elementos, hoje em dia, para saber como será a economia em 2009. Mas se o empresário se assustar com as notícias do momento, não tiver confiança na recuperação da economia, tratará de suspender investimentos, reduzir gastos, reduzir pessoal. E seu estado de ânimo definirá o resultado do jogo.
Esse movimento desmente a história da economia como uma ciência exata. O mega-investidor George Soros descreveu bem esse movimento. De um lado, se tem a realidade, a tentativa de analisar a economia sem torcida. É um processo incompleto e muito difícil. Poderia, agora, apresentar dez razões para apostar que o país crescerá no ano que vem; e dez razões para apostar na recessão. É quase impossível se ter uma avaliação clara, especialmente em momentos de terremoto, como os atuais. De outro lado se tem o que Soros chama de visão manipulativa dos fatos. Digamos que o investidor quer que os preços caiam. Ele irá selecionar os fatos que favoreçam a sua aposta. Leia o resto do artigo »
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