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Blog do Desemprego Zero

Archive for novembro 10th, 2008

Classe C, muito além do DVD

Postado em 10 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: CartaCapital

“Eu quero um pouquinho mais (da vida)”, diz um vendedor. “Gosto de coisa boa”, decreta uma empregada doméstica. “Não é por causa de 1 real que vou deixar de comprar a melhor”, completa uma assistente social. Todos da classe C, parte dos 86,2 milhões de brasileiros com renda familiar média de 1.602 reais e que hoje representam 46% da população. A ascensão da “nova classe média” está nas projeções há tempos, mas pouco se sabe sobre o que pensa e o que deseja essa fatia da sociedade. É o que a Limo Inc, empresa de estratégia de comunicação, investigou no estudo Breakonsumers. Apresentado em formato de documentário, revela novos padrões de consumo e uma tendência de convergência de comportamento das classes A, B e C. Grosso modo, Discovery Channel e compras na rua 25 de Março (comércio popular) para todos. 

“O que vem depois da conquista da casa própria? Do carro? Da geladeira nova?”, questiona Laura Chiavone, publicitária formada em Sociologia e sócia da Limo, que, ao lado da publicitária Ana Kuroki, concebeu o estudo e o documentário. 

Foram feitas 30 entrevistas qualitativas e ouvidos 2.016 integrantes das classes A, B e C em Goiânia, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Na classe C, 81% dos entrevistados dizem ter tido mais oportunidades na vida do que os pais. Na A/B, 91% afirmam o mesmo.  Leia o resto do artigo »

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Emprego industrial cresce 2,2% em setembro, diz IBGE

Postado em 10 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Na comparação com agosto, criação de vagas ficou estável. No acumulado no ano, o crescimento foi de 2,7%.

Publicado em: Portal G1

Em setembro, o emprego industrial cresceu 0,1% em relação a agosto e 2,2% em relação aos números de um ano atrás, revelou nesta segunda-feira (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A expansão de setembro na comparação anual é a 27ª seguinda, segundo o Instituto.

A variação acumulada nos últimos doze meses (2,9%), que vinha crescendo desde 2006, ficou praticamente estável em relação ao ritmo de crescimento do pessoal ocupado de agosto (3,0%).

Já no acumulado de 2008, o crescimento foi de 2,7% em relação a igual período de 2007. Leia o resto do artigo »

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Reflexões de outubro

Postado em 10 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Pode-se dizer, com razoável grau de segurança, que os problemas sistêmicos provocados pela crise financeira, deverão vir de outro lado, e eles já estavam se anunciando, nos últimos dias de outubro. Todos organismos internacionais estão prevendo quedas acentuadas da produção, dos preços e das exportações.

Por José Luís Fiori

“Nós decidimos tomar medidas decisivas e utilizar todos os instrumentos à nossa disposição para sustentar as instituições financeiras que tenham importância sistêmica e impedir que elas possam falir.” – Plano de Ação do G7, Washington, 10/10/2008

Fonte: Agência Carta Maior

Na segunda-feira, dia 13 de outubro de 2008, o mundo amanheceu em silêncio e ficou em suspense, durante quase todo o dia, à espera do que seria uma espécie de “duelo final”, entre o poder político e os mercados, que estaria se travando nos principais centros financeiros do mundo. No final do dia, entretanto, os primeiros sinais já indicavam que não houve duelo e que o poder político havia imposto sua autoridade sobre os “mercados financeiros”. Depois de uma semana de pânico, entre os dias 5 e 12 de outubro, em poucas horas os governos das principais economias do mundo conseguiram formular um “plano comum” de intervenção massiva e estatização parcial dos seus sistemas financeiros, que cumpriu com o seu objetivo imediato de estancamento de “sangria” e estabilização do cambio.

Quem quis, pode ver e aprender, naqueles dias, que existe uma relação essencial e expansiva entre o poder político e o capital financeiro, e que apesar de tudo o que foi dito e repetido nestes últimos anos, o poder político tem uma precedência hierárquica e dinâmica, com relação aos mercados e ao capital financeiro. Ou seja: o poder e a riqueza capitalista se expandem juntos, mas o poder político é uma condição essencial, permanente e dinâmica dos mercados e do capital financeiro. Neste sentido, é interessante observar que o plano de nacionalização dos principais sistemas financeiros do mundo, tenha sido formulado pela Inglaterra, com base na experiência da Holanda, e antes de ser aceito pelos EUA e pela EU. Logo a Inglaterra e a Holanda, as duas potências marítimas e econômicas que teriam estado na origem do “capitalismo liberal”, e na defesa permanente do laisez-faire.

Nas semanas seguintes, depois do dia 13 de outubro, a própria evolução da crise foi dando maior transparência à uma outra relação que costuma embaralhar a análise dos economistas: entre a moeda estatal e as infinitas moedas privadas e financeiras que coexistem dentro de um mesmo sistema econômico nacional e internacional. Permitindo separar a crise do “mercado financeiro do mundo”, que se estabeleceu nos EUA depois de 1980, de uma crise eventual do dólar e da hegemonia monetária dos EUA que ainda não aconteceu. E foi esta a estratégia que o governo americano adotou no campo internacional buscando sustentar a confiança e a centralidade mundial do dólar. Leia o resto do artigo »

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Um pesadelo, creio eu

Postado em 10 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por Mino Carta

Fonte: CartaCapital

Ocorre-me um enredo estranho, peculiar, não sei se li algum dia e vem da memória, ou de um sonho. É um conto, eu diria, não simplesmente policial. Nele a complexidade é notável, atinge profundidade igual à alma de um país.

O entrecho começa pela descrição do seu protagonista, que o autor batiza Ezequiel. Por trás de olhos azuis carregados de estupor à beira da insegurança, ele é obcecado pelo impulso irredutível da acumulação. Dinheiro e poder. Determinado, audacioso, singra a vida ao sabor de casos de corrupção e falcatruas de alto bordo, com o adendo de capilares operações de escuta telefônica. Uma investigação policial apura-lhe o conjunto da obra e indicia Ezequiel. Nos seus escritórios, apreende, inclusive, discos rígidos que, tudo indica, resumem suas aventuras e apontam parceiros. Nada acontece, com a inestimável contribuição de certa juíza da Suprema Corte, cenho de governanta de castelo escocês e carente de lábios. Ela impede com argumentos “pueris” (o adjetivo é do autor) a abertura dos tais discos.

Desde o momento das privatizações das telefônicas e que tais por parte do governo do Pássaro Misterioso, episódio que passou a ser conhecido como “A Bandalheira Supimpa”, a história de Ezequiel não somente divide a polícia, mas também, e sobretudo, atinge os mais altos escalões da política, para tornar-se epicentro da luta intestina pelo poder. E chega até a embrenhar-se, com tocha e cordas, pelas cavernas dos humores nacionais. Quanto a esta incursão nas entranhas de emoções e pendores da nação, o autor será mais explícito mais adiante. Leia o resto do artigo »

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10 questões para entender o tremor na economia

Postado em 10 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: Folha Online

Por: GUSTAVO PATU

O que era uma onda de calotes no mercado imobiliário dos Estados Unidos se transformou em uma crise nos mercados de ações, de crédito e de câmbio do planeta –e os efeitos já começam a chegar ao comércio, aos empregos e ao cotidiano de todos. As próximas páginas procuram trazer à linguagem comum as origens da crise, a dinâmica do mundo financeiro e os desafios a serem enfrentados pelo Brasil.

Leia a seguir dez explicações que ajudam a entender a atual crise:

1 – Como um momento de euforia econômica e se transforma em pânico financeiro?

Crises especulativas como a atual –documentadas desde o século 17, com dimensões variadas– são sempre gestadas em momentos de juros baixos e crédito farto, mais comuns em fases de prosperidade. E a economia mundial vivia o melhor momento desde a década de 70.

O acesso mais fácil ao dinheiro reduz a noção geral de risco. Tanto profissionais do mercado quanto cidadãos comuns se tornam mais propensos a investimentos ousados, em busca de lucros mais altos e rápidos.

Nesse cenário, surgem as ‘bolhas’: um tipo de investimento -sejam ações, moedas, imóveis, empréstimos ou, em tempos mais remotos, canais, ferrovias e até tulipas- se torna uma mania e se valoriza muito além das reais possibilidades de retorno. Cria-se um círculo vicioso: quanto mais gente entra no mercado, mais ele se valoriza; quanto mais se valoriza, mais gente entra.

No caso atual, a bolha foi criada no mercado imobiliário americano, antes de se disseminar por outros mercados e países. Casas e apartamentos com preços em alta serviam de garantia para financiamentos imobiliários que ajudavam a elevar os preços. A espiral culminou em financiamentos de altíssimo risco para clientes sem capacidade de pagamento. Leia o resto do artigo »

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