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Blog do Desemprego Zero

Archive for novembro, 2008

Deixa os RICs p’ra lá

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por CLÓVIS ROSSI

Fonte: FSP, 30/11/08.

Jim O’Neill, economista da Goldman Sachs, inventou o acrônimo Bric ( Brasil, Rússia, Índia e China), que seriam as potências mundiais em 2020.

Outro dia, O’Neill admitiu ter se equivocado ao fazer outra previsão, a de que haveria o famoso “decoupling” (descasamento) entre os países ricos e os emergentes na crise global. Ora, se foi incapaz de enxergar o que aconteceria meses à frente, quem pode levar a sério uma previsão sua feita para 20 anos à frente, já que o termo Bric foi cunhado em 2001?

Quem pode? Fácil de responder: o governo brasileiro, que, todo pimpão, comemorou primeiro uma reunião ministerial dos Brics e, agora, uma futura cúpula.

Nada contra reuniões com quem quer seja. Mas é uma imensa bobagem achar que há alguma comunhão entre os quatro países só porque uma entidade financeira com interesses em todos eles viu numa bola de cristal embaçada um grande futuro para o grupo.

Não há nada em comum, histórica, geográfica, social, cultural e institucionalmente falando, entre os Brics. Pior para o Brasil: é, de todos, o que tem uma situação institucional melhor e mais sólida. Logo, ser apontado como “companheiro” de países com problemas institucionais graves pode não ser um bom negócio.

Sobre a Índia, basta reproduzir editorial de ontem desta Folha: “Violência sectária, conflitos de fronteira, atentados terroristas e assassinatos de políticos marcam os 51 anos de história da Índia independente”.

A Rússia é uma ditadura com verniz democrático leve e um ambiente de negócios em que só prosperam os incondicionais do Kremlin.

A China é uma ditadura. Ponto.

Não estou dizendo, claro, que o Brasil é perfeito, mas, se é para andar em companhias de que orgulhar-se, que o seja com modelos mais saudáveis.

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EUA, América Latina e a crise…

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fonte: Estadão, 30/11/08.

Aos 31 anos, o indiano Parag Khanna chegou aonde poucos chegaram. Pesquisador da Fundação Nova América, foi um dos conselheiros de política externa da campanha vitoriosa de Barack Obama. Em 2007, concluiu uma volta ao mundo que durou dois anos, passou por 50 países e rendeu o livro Segundo Mundo – Impérios e Influência na Nova Ordem Global (560 páginas, editora Atlas), que será lançado amanhã no Brasil.

Khanna diz que vivemos em um mundo multipolar dominado por três impérios: EUA, Europa e China, que tentam construir suas esferas de influência. O jogo será decidido por uma amálgama de nações emergentes – Índia, Rússia e Brasil, entre outras -, que serão o fiel da balança em um novo equilíbrio de poder.

(…) Você escreveu seu livro antes da crise financeira dos EUA e da vitória russa na guerra da Ossétia. Sua visão da geopolítica mundial ainda é a mesma?

É. A Rússia não faz parte do “G-3″. De jeito nenhum. Ela representa uma fração mínima da economia mundial e sua saúde financeira piorou após a invasão da Geórgia. (…) A Rússia nunca mais será uma superpotência.

E a crise americana alterou sua opinião em alguma medida?

Não. Há algum tempo venho enfatizando a falência da economia americana. Com o crescimento de outros modelos capitalistas na Europa e na China, o fim da hegemonia dos EUA era inevitável.

(…) Você acha que o novo governo se reaproximará da América Latina?

Os EUA terão de se aproximar da América Latina. Principalmente se quiserem competir com a Ásia. Isso ocorrerá quando Washington acordar para a necessidade de obter energias alternativas e novas parcerias industriais.

(…) Como será a relação de Obama com Cuba?

Obama deixou claro que haverá mudanças. Acho que EUA e Cuba estão mais próximos do diálogo do que do isolamento. O mesmo vale para o Irã.

Que papel terá o Brasil nessa nova ordem?

Estou muito otimista quanto ao Brasil por causa de sua economia diversificada, de seu corpo diplomático altamente treinado e muitas outras razões. Acho que o Brasil será protagonista em muitas áreas, como meio ambiente, comércio e desenvolvimento.

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Preliminares do pré-sal

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado no Jornal dos Economistas de novembro de 2008

Por: Paulo Metri *

Um monopólio estatal nacional, socialmente controlado, é mais benéfico para a sociedade que um oligopólio privado estrangeiro. A disputa por petróleo em blocos marítimos, onde há muito petróleo no Brasil, dar-se-á entre empresas privadas estrangeiras e a Petrobrás. Se todos blocos não concedidos da área do pré-sal forem entregues, sem licitação, para a Petrobrás explorar e produzir petróleo, após mudança na lei 9.478, e se esta decisão for acompanhada por uma nova taxação e distribuição da arrecadação, ter-se-á a forma mais garantida da riqueza fluir para benefício da sociedade brasileira.

A citada lei entrega o petróleo para quem o descobre, que faz com ele o que quer, inclusive o exporta, proibindo o país de realizar qualquer ação geopolítica com seu petróleo. Atualmente, todas empresas, inclusive a Petrobrás, pagam muito pouco imposto sobre a produção de petróleo, em comparação com a situação de outros países, segundo o número 162 da revista “Ciência Hoje”. Alem disso, a assimetria de informações entre empresas estrangeiras e o governo pode permitir perdas ainda maiores sobre o que seria a taxação justa. Contrariando o principal argumento destas empresas, o desenvolvimento do setor foi menor do que ocorreria, se o modelo do monopólio estatal não fosse substituído pelo da lei 9.478, com licitações e concessões.

Quem sempre correu risco no Brasil foi a Petrobrás. As empresas estrangeiras, na maioria dos casos, se associaram à Petrobrás. Quando atuaram sozinhas, geraram poucos empregos e compraram pouco no país, se compararmos ao que compra a Petrobrás hoje e foi comprado durante o monopólio. Com relação ao desenvolvimento de tecnologia, só a Petrobrás a desenvolve no Brasil. Assim, o atendimento a políticas públicas com entes privados estrangeiros é desprezível.

Esta lei e os contratos da ANP forçam a produção rápida do petróleo descoberto e sua exportação, por a produção exceder a demanda do país, gerando uma necessidade de investimentos que a Petrobrás sozinha não pode atender. A indução à exportação, o intervalo das rodadas de licitações e o número de blocos ofertados em cada rodada são fixados para forçar a entrada de grupos estrangeiros no país. Por estas evidências, a ANP parece estar capturada pelos agentes econômicos do setor. Leia o resto do artigo »

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Seminário “As Alternativas para o Brasil enfrentar a crise”

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

O Jornal Monitor Mercantil organiza, de 02 a 04 de dezembro – junto com Corecon-RJ, AFBNDES, Aepet, ABI, Fórum de Mídia Livre RJ e outras entidades – o seminário Alternativas para o Brasil enfrentar a crise, na ABI – Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro. A abertura será terça-feira (2/12), às 19h, com a presença do governador do Paraná, Roberto Requião. Inscrições abertas pelo site http://seminario-alternativas-crise.blogspot.com/ . A participação garante certificado de participação.

Depois de quase duas décadas e meio crescendo apenas pouco mais de 2% ao ano, o Brasil enfrenta a maior crise internacional desde 1929. Apesar de a gravidade da situação estar mais para tsunami do que para marola, a crise internacional também oferece uma oportunidade para nosso país enfrentá-la e sair dela em melhores condições, rumo a um grande projeto de desenvolvimento nacional.

Este é o principal objetivo do seminário “Alternativas para o Brasil enfrentar a crise”, que reunirá economistas como Carlos Lessa e João Paulo de Almeida Magalhães, políticos como o governador do Paraná, Roberto Requião, e especialistas de diversas áreas.

O evento é uma realização de Aepet, Corecon-RJ, Fórum Mídia Livre RJ, Jornal Monitor Mercantil, Modecon, Movimento em Defesa da Amazônia, Movimento de Solidariedade Ibero-americana e Associação dos Funcionários do BNDES.

Será na ABI, de 2 a 4 de dezembro.

Para conhecer a programação e se inscrever gratuitamente, acesse o site do evento: http://seminario-alternativas-crise.blogspot.com/

Informações:

Conselho Regional de Economia 1ª Região (Corecon-RJ)

Tel.: (21) 2533-7891/7892 e 2103-0105

Assessoria de imprensa:

Gustavo Barreto: (21) 9250-9594 / 9551-4453 / gb@consciencia.net

Rogerio Lessa: (21) 9993-9400

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Mesa redonda de apresentação do livro da Editora Record

Postado em 29 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

 

Na próxima quinta-feira 04/12 haverá a Mesa Redonda de lançamento do livro O Mito do Colapso do Poder Americano dos professores José Luis Fiori, Carlos Medeiros e Franklin Serrano.

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Política Anticíclica do governo Lula: o Endividamento da nova classe média

Postado em 29 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por: Bruno Galvão dos Santos*

Há muito tempo, as principais economias do mundo, notadamente a China e os EUA, executam políticas anticíclicas fortemente keynesianas. Foi por causa dessa política que a China conseguiu manter taxas de crescimento superiores a 7% a.a. na crise asiática, enquanto a economia de seus vizinhos contraía-se entre 5% e 10% a.a. Os EUA conseguiram evitar que a combinação de endividamento excessivo das famílias americanas, o estouro da bolha da Internet e os atentados terrorista de 11 de setembro, resultasse em uma forte crise econômica com a política de déficit público e taxa de juros de 1% a.a. Na época houve importantes economistas que previam que a economia poderia entrar em depressão.

Contudo, na atual crise econômica a execução e as recomendações de políticas fortemente anticíclicas se generalizaram. Há alguns anos era impensável que o FMI, o Banco Mundial e até a conservadora revista The Economist, recomendassem a elevação dos gastos e investimentos públicos e a execução de uma política monetária expansionista menos focada na inflação. O governo americano já lançou dois pacotes de quase US$ 1 trilhão cada. Em outubro, o déficit público foi de mais de 20% do PIB americano. A taxa de juros de três meses dos EUA está em 0,04% a.a. A China lançou um pacote de US$ 600 bilhões em obras. Após as principais economias européias anunciarem pacote de dezenas de bilhões de dólares, a Comissão Européia aprovou um pacote de 200 bilhões de euros. Os cortes de juros têm sido generalizados. Se antes da quebra do Lehman Brothers a grande maioria dos países emergentes e desenvolvidos estava com taxa de juros reais negativas, atualmente isso ainda é mais geral. Diferentes de outras crises, países emergentes com restrição externa, como México e Argentina, anunciaram fortes medidas keynesianas e anticíclicas.

O governo brasileiro reconhece os riscos de haver uma forte queda da demanda. Mas, ao contrário, das recomendações keynesianas, a solução do governo é fazer uma campanha para a elevação do consumo privado por meio do endividamento das famílias. Em um país normal, essa proposta seria considerada esdrúxula, por ser limitada e muito dependente de decisões voluntaristas das pessoas. Entende-se um agente privado faz uma campanha publicitária para as pessoas aumentarem seu consumo, pois ele não dispõe das condições de elevar os gastos públicos e de reduzir os juros. Mas, para um governo que mantém uma política fiscal e monetária restritiva, isso é completamente incompreensível. Ainda mais no Brasil, que para cada real que as famílias gastarem mais por meio de crédito significará 2 reais a menos de sua renda disponível daqui a 1 ano. Se o diagnóstico do governo é de que o risco da economia é de uma forte queda da demanda, porque o governo: Leia o resto do artigo »

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Crise econômica: grande oportunidade de “inovação disruptiva” para as empresas

Postado em 28 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fonte: Wharton Universia

Com a globalização veio o declínio do domínio americano nos setores de fabricação, energia e até mesmo no setor financeiro. Uma coisa, porém, continua de pé: a boa e velha engenhosidade americana.

Mas até isso parece estar em perigo atualmente. A China, cujas indústrias são motivo de inveja no Ocidente mais por sua tenacidade do que por sua engenhosidade, criou uma estrutura que, ao longo de alguns anos, deverá torná-la mais inovadora e, portanto, mais competitiva. Cingapura fez o mesmo. A Finlândia juntará sua principal escola de negócios à escola de design e de tecnologia para formar uma “universidade da inovação” multidisciplinar no ano que vem.

Membros do conselho da Academia Nacional de Ciências e da Academia Nacional de Engenharia mostraram-se “preocupados com o fato de que o enfraquecimento da ciência e da tecnologia nos EUA possa degradar as condições sociais e econômicas do país e, de modo particular, comprometer a capacidade dos seus cidadãos de competir por empregos de maior qualidade”, conforme relatório de 600 páginas das Academias Nacionais publicado em 2007 com o título “Para vencer a tempestade que se aproxima”.

O fator imprevisível atualmente diz respeito ao futuro da inovação – isto é, ao avanço das idéias progressistas na ciência, na tecnologia e nos negócios. O que será dela agora que a economia mundial está em crise? É opinião corrente que empresas, o governo e o mundo acadêmico vão estar menos dispostos a correr riscos e a trabalhar com os custos de curto prazo que acompanham o território da inovação.

Contudo, Paul J. H. Schoemaker, diretor de pesquisas do Centro de Inovação Tecnológica Mack (Mack Center for Technological Innovation), diz que, no caso de algumas empresas, a crise econômica pode muito bem servir de plataforma para a inovação. “A crise tem impactos variados”, diz Schoemaker. “Os prejuízos com receita e lucros vão instilar, num primeiro momento, uma mentalidade de corte de custos, o que não é bom para a inovação. No entanto, quando o paciente estiver sangrando, primeiro é preciso estancar a hemorragia. Em seguida, começa uma fase em que os líderes procuram saber que partes do seu modelo de negócios não vão bem (e, talvez, sejam até mesmo insustentáveis). Daí poderá decorrer a reestruturação e a reinvenção.” Leia o resto do artigo »

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Alternativas para o Brasil sair da Crise (seminário aberto)

Postado em 28 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

O Monitor Mercantil organiza, na próxima, semana, em parceria com Corecon-RJ, AFBNDES, Aepet, ABI e outras entidades, o seminário Alternativas para o Brasil sair da Crise, na ABI, Rua Araújo Porto Alegre 71, Centro.

A abertura será terça (02/12), às 19h, com a presença do governador do Paraná, Roberto Requião.

Quarta e quinta (03 e 04/12), vão ser realizadas mesas de manhã (09h30m) e de tarde (14h30′), com Carlos Lessa, o embaixador Samuel Guimarães, João Paulo de Almeida Magalhães, Theotonio dos Santos, entre outros especialistas e intelectuais de renome internacional.

A entrada é gratuita e será concedido certificado a quem participar.

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