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	<title>Comentários sobre: Análise Crítica do artigo &#8220;A questão energética&#8221; de Fábio Giambiagi</title>
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		<title>Por: Olavo Cabral Ramos Filho</title>
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		<dc:creator>Olavo Cabral Ramos Filho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 12:16:09 +0000</pubDate>
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		<description>Errata:
PREVIDÊNCIA PRIVATIZADA E REESTATIZADA - E O SETOR ELÉTRICO ?...
 
O economista Fábio Giambiagi deveria ter mais cuidado quando se dedica a escrever sobre o sistema elétrico brasileiro. Deveria aprofundar-se ouvindo os especialistas que poderiam lhe esclarecer até onde o modelo mercantil,  adotado nos anos noventa, causou dramáticas consequências cujas sequelas são sentidas até hoje.
Do artigo publicado há poucos dias no VALOR, basta a leitura de um só trecho que honraria um descuidado Conselheiro Acácio tentando - melhor dizer -  a tentar ser didático:
&quot;Os reservatórios funcionam como grandes depósitos, que não é aconselhável que estejam muito cheios (pelo risco de alagamento das áreas vizinhas), nem muito vazios (pelos problemas que a lama pode acarretar para funcionamento das turbinas).” (SIC)
Durante anos o economista escreveu artigos  sobre as vantagens da privatização da previdência social no Brasil.
Suponho que Giambiagi, ao saber do terremoto que obrigou os governos da  Argentina e do Chile a reestatizarem seus sistemas de previdência social, resolveu mudar de assunto. Escolheu um novo: o setor elétrico. Mas entrou com o pé na lama dos reservatórios que ele entende ficarem a perigo de serem esvaziados por loucuras dos operadores do sistema.
 
Olavo Cabral Ramos Filho
22/10/2008</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Errata:<br />
PREVIDÊNCIA PRIVATIZADA E REESTATIZADA &#8211; E O SETOR ELÉTRICO ?&#8230;</p>
<p>O economista Fábio Giambiagi deveria ter mais cuidado quando se dedica a escrever sobre o sistema elétrico brasileiro. Deveria aprofundar-se ouvindo os especialistas que poderiam lhe esclarecer até onde o modelo mercantil,  adotado nos anos noventa, causou dramáticas consequências cujas sequelas são sentidas até hoje.<br />
Do artigo publicado há poucos dias no VALOR, basta a leitura de um só trecho que honraria um descuidado Conselheiro Acácio tentando &#8211; melhor dizer &#8211;  a tentar ser didático:<br />
&#8220;Os reservatórios funcionam como grandes depósitos, que não é aconselhável que estejam muito cheios (pelo risco de alagamento das áreas vizinhas), nem muito vazios (pelos problemas que a lama pode acarretar para funcionamento das turbinas).” (SIC)<br />
Durante anos o economista escreveu artigos  sobre as vantagens da privatização da previdência social no Brasil.<br />
Suponho que Giambiagi, ao saber do terremoto que obrigou os governos da  Argentina e do Chile a reestatizarem seus sistemas de previdência social, resolveu mudar de assunto. Escolheu um novo: o setor elétrico. Mas entrou com o pé na lama dos reservatórios que ele entende ficarem a perigo de serem esvaziados por loucuras dos operadores do sistema.</p>
<p>Olavo Cabral Ramos Filho<br />
22/10/2008</p>
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		<title>Por: Olavo Cabral Ramos Filho</title>
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		<dc:creator>Olavo Cabral Ramos Filho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 01:13:02 +0000</pubDate>
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		<description>PREVIDÊNCIA PRIVATIZADA E REESTATIZADA. E O SETOR ELÉTRICO ?...
 
O economista Fábio Giambiagi deveria ter mais cuidado quando se dedica a escrever sobre o sistema elétrico brasileiro. Deveria aprofundar-se ouvindo os especialistas que poderiam lhe esclarecer até onde o modelo mercantil,  adotado nos anos noventa, causou dramáticas consequências cujas sequelas são sentidas até hoje.
Do artigo publicado há poucos dias no VALOR, basta a leitura de um só trecho que honraria um descuidado Conselheiro Acácio tentando - melhor dizer -  a tentar ser didático:
&quot;Os reservatórios funcionam como grandes depósitos, que não é aconselhável que estejam muito cheios (pelo risco de alagamento das áreas vizinhas), nem muito vazios (pelos problemas que a lama pode acarretar para funcionamento das turbinas).” (SIC)
Durante anos o economista escreveu artigos  sobre as vantagens da privatização da previdência social no Brasil. Suponho que Giambiagi, ao saber dos terremoto que obrigaram os governos da  Argentina e do Chile e reestatizar seus sistemas de previdência social, resolveu mudar de assunto. Escolheu um novo: o setor elétrico. Mas entrou com o pé na lama dos reservatórios que ele entende ficarem a perigo de serem esvaziados por loucuras dos operadores do sistema.
 
Olavo Cabral Ramos Filho
22/10/2008</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PREVIDÊNCIA PRIVATIZADA E REESTATIZADA. E O SETOR ELÉTRICO ?&#8230;</p>
<p>O economista Fábio Giambiagi deveria ter mais cuidado quando se dedica a escrever sobre o sistema elétrico brasileiro. Deveria aprofundar-se ouvindo os especialistas que poderiam lhe esclarecer até onde o modelo mercantil,  adotado nos anos noventa, causou dramáticas consequências cujas sequelas são sentidas até hoje.<br />
Do artigo publicado há poucos dias no VALOR, basta a leitura de um só trecho que honraria um descuidado Conselheiro Acácio tentando &#8211; melhor dizer &#8211;  a tentar ser didático:<br />
&#8220;Os reservatórios funcionam como grandes depósitos, que não é aconselhável que estejam muito cheios (pelo risco de alagamento das áreas vizinhas), nem muito vazios (pelos problemas que a lama pode acarretar para funcionamento das turbinas).” (SIC)<br />
Durante anos o economista escreveu artigos  sobre as vantagens da privatização da previdência social no Brasil. Suponho que Giambiagi, ao saber dos terremoto que obrigaram os governos da  Argentina e do Chile e reestatizar seus sistemas de previdência social, resolveu mudar de assunto. Escolheu um novo: o setor elétrico. Mas entrou com o pé na lama dos reservatórios que ele entende ficarem a perigo de serem esvaziados por loucuras dos operadores do sistema.</p>
<p>Olavo Cabral Ramos Filho<br />
22/10/2008</p>
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