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Blog do Desemprego Zero

Archive for outubro 8th, 2008

Blues del rescate

Postado em 8 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

by Joseph E. Stiglitz

Texto em inglês

No hace falta ser un genio para darse cuenta de que el sistema financiero de Estados Unidos -de hecho, las finanzas globales- está en un estado de caos. Y ahora, después de que la Cámara de Representantes de Estados Unidos rechazó el plan de rescate de 700.000 millones de dólares propuesto por la administración Bush, también resulta obvio que no existe un consenso sobre cómo repararlo.

Los problemas en la economía y el sistema financiero norteamericanos han sido evidentes durante años. Pero eso no impidió que los líderes de Estados Unidos recurrieran a las mismas personas que ayudaron a generar el caos, que no vieron los problemas hasta que estos nos llevaron al borde de otra Gran Depresión y que han estado saltando de un rescate a otro, para rescatarnos.

Mientras los mercados globales se hunden, el plan de rescate casi con certeza será sometido a otra votación en el Congreso. Allí pueden rescatar a Wall Street, ¿pero qué pasa con la economía? ¿Qué pasa con los contribuyentes, ya hostigados por déficits sin precedentes, y con facturas todavía pendientes de pago por una infraestructura en decadencia y dos guerras? En estas circunstancias, ¿ algún plan de rescate puede funcionar? Leia o resto do artigo »

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Maria da Conceição: “O mundo não vai acabar”

Postado em 8 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Garoto vende maças em frente à bolsa de Nova Iorque, em referência aos meninos que vendiam a fruta durante a Grande Depressão de 1929.

Publicado em: Terra Magazine

Por: Diego Salmen

Segundo a economista Maria da Conceição Tavares, o mundo não vai acabar após a rejeição do Congresso norte-americano ao pacote de ajuda econômica. Em entrevista exclusiva a Terra Magazine, Maria da Conceição afirma que a crise vivida pelo capitalismo internacional está restrita, por ora, aos vizinhos do norte e ao continente europeu. E que, por isso, o apocalipse está distante.

- O mundo não vai acabar. A crise até agora está centrada nos Estados Unidos e na Europa.

Nesta terça-feira, 30, os mercados financeiros – Brasil incluso – abriram em alta depois de um conturbado início de semana nos mercados financeiros dos quatro cantos do planeta.

Cenário distinto da segunda-feira, 29, quando a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos rejeitou por 228 votos a 205 um conjunto de medidas econômicas estimado em US$ 700 bilhões para debelar a crise econômica no país. Reação “totalmente eleitoreira”, na análise de Maria da Conceição.

Até mesmo os republicanos, partidários do presidente George W. Bush, foram contrários ao pacote. “Ele (George W. Bush) não é uma pessoa nada qualificada, e o que ele diz ou não diz não tem a menor importância”, afirma a economista. “Ele efetivamente acabou como líder”.

Maria da Conceição salienta que o poder de intervenção do Estado norte-americano não depende exclusivamente da aprovação do pacote de ajuda econômica.

“Em pânico, os caras se preveniram, antes mesmo de o pacote ser votado e do Wachovia (NR: banco que perdeu quase metade do seu valor de mercado em uma semana) ser comprado pelo Citigroup. Quer dizer, estão agindo rápido”, diz. “Mas, evidentemente, isso não tira o pânico.

Leia a seguir a entrevista com Maria da Conceição Tavares:

Terra Magazine – O Congresso norte-americano rejeitou o pacote de ajuda econômica para a crise no país. O que deve acontecer agora?

Maria da Conceição Tavares – O mundo não vai acabar. Ontem já ocorreu uma deflação de ativos global, já perderam trilhões de dólares. Agora o Banco Central dos Estados Unidos e o Tesouro emprestaram mais dinheiro, e empurraram o Wachovia – que estava como um banco sólido, mas não está sólido, evidentemente – para o Citigroup. Aliás, os japoneses também entraram na jogada. Na Ásia o pau não foi o mesmo. A crise até agora está centrada nos Estados Unidos e na Europa. Leia o resto do artigo »

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O subprime brasileiro

Postado em 8 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Luís Nassif

As peças se encaixaram finalmente.

Dias atrás relatei aqui – com exclusividade – as operações de opções de dólar com CDI, oferecidas por muitos bancos a empresas brasileiras. Segundo informações que colhi no mercado, as empresas haviam incorrido em duas opções de venda de dólar: a R$ 1,80 e a R$ 2,00.

Significava que, enquanto o dólar ficasse abaixo desse valor, elas ganhariam diariamente a diferença. Acima, teriam que pagar.

Quando o dólar passou os R$ 1,80 e encostou nos R$ 2,00, estimava-se uma perda de R$ 25 bilhões para os vendidos; quando passou de R$ 2,00, as estimativas de perda passaram para R$ 35 bilhões.

Hoje, o “Valor” adianta mais detalhes da operação (clique aqui). E, juntando as peças, explica a razão do governo ter editado a Medida Provisória conferindo plenos poderes ao Banco Central.

1. A operação se chama “target forward”. Nela, a empresa aposta duas vezes na valorização do real.

2. No primeiro passo, ela vende o dólar para o banco através de um instrumento chamado de “forward”, o correspondente ao “non-deliverable forward” no exterior. É o que chamamos de venda a termo. Na operação, a empresa se compromete a entregar o dólar em um dia qualquer do futuro, por uma cotação pré-fixada. O jornal montou um exemplo de uma empresa que vendeu US$ 10 milhões ao banco no dia 10 de julho para entrega em 30 de agosto a R$ 1,6040.

3. Para as empresas conservadoras, não há risco. Na outra ponta ela tem dólares a receber de uma exportação efetuada. Se o dólar explodir, ela perde na venda a termo mas ganha as exportações, ficando empatada. É o hedge clássico. Suponha que o dólar vá para R$ 1,70. A empresa recebe R$ 1,70 x US$ 10 milhões por seu contrato de exportação e paga a mesma quantia ao banco.

4. As operações da Sadia e Aracruz continham um componente adicional. Vende uma segunda vez os dólares ao banco através de uma opção de compra. Através dela, o banco paga um valor à empresa para ter o direito de comprar o dólar no futuro pela cotação pré-estabelecida.

5. No exemplo do Valor, o banco passava a ter o direito de comprar US$ 10 milhões a R$ 1,73 no dia 30 de agosto de 2008. Se, nesse dia, o dólar estivesse valendo menos, o banco não exerceria o direito de compra. Perde o que pagou à empresa e a operação se encerra. A opção “virá pó”, no jargão do mercado.

6. Mas se o dólar batesse em R$ 2,00, a empresa teria que adquirir por esse valor no mercado, para entregar ao banco por R$ 1,73. Sua perda seria de 13,5% ou R$ 2,7 milhões. A empresa perde entregando os dólares a termo por esse valor e perde comprando dólares no mercado para pagar as opções.

O Valor conseguiu levantar algumas das propostas dos bancos às empresas, que batem com aquela divulgada aqui dias atrás.

Além das exportadoras, possivelmente empresas médicas, bancos e construtoras entraram nesse jogo. Leia o resto do artigo »

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A crise internacional e a América Latina. Com referência especial ao caso do Brasil

Postado em 8 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Por Reinaldo Gonçaves*

O dólar comercial dispara mais de 5% e é negociado acima de R$ 2,16 nesta manhã no mercado interbancário de câmbio. Às 12h10, a moeda estava cotada a R$ 2,161, alta de 5,62%, na taxa máxima do dia até este horário. Na sexta-feira passada, o dólar comercial havia fechado a R$ 2,044.

A disparada da taxa de câmbio se dá em meio ao estresse do mercado financeiro global. As bolsas asiáticas fecharam em forte queda e as bolsas européias também operam com perdas superiores a 6% nesta manhã.

Clique no link para ler o artigo  A crise Financeira internacional e a América Latina

*Professor titular de Economia Internacional, UFRJ. reinaldogoncalves1@gmail.com.

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