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Blog do Desemprego Zero

Archive for setembro, 2008

A vingança dos heterodoxos

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Por Sérgio Léo

Valor Econômico (08/09/2008)

Analistas como Martin Wolff, do “Financial Times”, já registraram, no início do ano, a morte do sonho liberal de um capitalismo global regido pelo livre mercado. Faltava um documento oficial para decretar o óbito. Essa certidão acaba de ser lavrada – pela mais heterodoxa das organizações econômicas multilaterais, a Unctad, sigla em inglês da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento. 

Críticas como a da Unctad contra o sonho liberal alimentam-se do socorro desesperado do governo dos EUA a bancos e às instituições hipotecárias Fanny Mae e Freddy Mac; da nascente recessão na Europa que se debate entre combater a inflação ou baixar juros; e da emergência das economia asiáticas fortemente impregnadas pelas digitais do Estado. Os economistas da ONU tiraram do limbo peritos de linha heterodoxa, como o neokeynesiano Nicholas Kaldor, para decretar o que chamam de “fracasso do modelo neoclássico”, predominante no Ocidente. 

“Embora a maioria dos economistas concorde que os pressupostos do modelo neoclássico estão longe da realidade, este modelo continua a servir de base para as prescrições de política econômica”, acusa a agência da ONU, no seu recém-lançado Informe de Comércio e Desenvolvimento 2008. O documento combate prescrições do modelo neoclássico que considera baseadas em premissas equivocadas e potencialmente danosas. 

Entre as premissas, está a de que os preços são sinais claros do mercado para corrigir distorções de oferta e demanda. A Unctad também combate a idéia de que o investimento para aumentar a produção tem de ser precedido pelo acúmulo de poupança. Contra a teoria tradicional, por exemplo, os países em desenvolvimento com mais investimentos são os que enviam ao exterior mais poupança do que recebem, nota o Informe. 

Ao lado de questionamentos teóricos sobre a teoria neoclássica de formação preços, o documento menciona os problemas criados com a influência das expectativas nos mercados financeiro sobre os mercados de mercadorias e a produção real. Os economistas da Unctad não sabem dizer o quanto a especulação influencia a atual alta de preços de mercadorias, mas comentam que a lógica de uma parte substancial dos mercados de futuros e hedge hoje descolou do terreno produtivo e atende a decisões de “diversificação de portfólios de investidores”. 

Unctad vê fracasso do modelo neoclássico

Em linguagem um pouco mais simples (só um pouco; nada no mundo atual é simples como se gostaria): ao notarem riscos maiores nos mercados de títulos, ou de ações, por exemplo, uma parte crescente de investidores do mercado financeiro tem diversificado aplicações comprando contratos de mercadorias no mercado futuro. Esses operadores não mudam de posições (comprando contratos ou vendendo os que têm) em função apenas da expectativa de mudança nos preços das mercadorias; só mexem em suas carteiras com base no que acontece nos outros mercados. A alteração no humor de investidores ganha efeito desproporcional no mercado de commodities. 

“Em vez de reduzir riscos, os complexos instrumentos financeiros desenvolvidos recentemente têm servido para espalhar o impacto de investimentos arriscados através de continentes, instituições e mercados”, alerta a Unctad. A interpenetração dos mercados financeiro e de mercadorias e a arbitragem com juros e taxas de câmbio provocam movimentos que contrariam o saber convencional: países com grandes déficits nas contas externas no Leste Europeu vêem suas moedas se valorizarem e países com grandes superávits em conta corrente, como Japão e Suíça sofrem desvalorizações. Políticas baseadas nos pressupostos tradicionais podem exacerbar a crise, acreditam os economistas da ONU. 

“Seguindo a agenda do Consenso de Washington, que visava ‘obter os preços corretos’, muitos países mantém errados dois dos mais importantes preços – as taxas de câmbio e de juros”, diz a Unctad. “Isso pode explicar por que o Consenso de Washington não se aplica em Washington: os EUA, depois de flertar brevemente com a ortodoxia monetária no começo dos anos 80, voltaram à sintonia fina da taxa de juros e a uma política monetária extraordinariamente complacente nas últimas duas décadas.”

O Informe dá argumentos em defesa do crédito dirigido para investimentos, e cita o BNDES brasileiro como bom exemplo. No capítulo de propostas para lidar com a crise mundial, porém, apela para uma utópica coordenação multilateral para criar, nos mercados financeiros e na administração das taxas de câmbio, regras e códigos de conduta como os que a desmoralizada OMC aplica ao comércio internacional. O relatório completo, em inglês ou espanhol, está no portal www.unctad.org.

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Desarrollo autofinanciado

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

by Stephany Griffith-Jones , Jose Antonio Ocampo and Pietro Calice

Texto em inglês

Una característica notable del sistema financiero internacional en la última década ha sido la rápida e importante acumulación de reservas extranjeras por parte de los países en desarrollo. Las reservas extranjeras mundiales se triplicaron de 2.1 billones de dólares en diciembre de 2001 a un nivel sin precedentes de 6.5 billones de dólares a principios de 2008, según datos del FMI.

Los países en desarrollo en su conjunto representaron más del 80 por ciento de la acumulación global de reservas en este período, y su nivel actual de reservas se aproxima a los 5 billones de dólares. La mitad de este volumen se concentra en los países en desarrollo de Asia, pero América Latina y África también han estado acumulando activos internacionales a un ritmo notable. Este conjunto de reservas rebasa las necesidades inmediatas de liquidez de los países en desarrollo, lo que ha conducido a una creciente creación y expansión de fondos de riqueza soberana, que tienen un nivel adicional de activos de más de 3 billones de dólares.

El aumento sin precedentes de las reservas extranjeras de los países en desarrollo se debe tanto a sus superávit de cuenta corriente como a los grandes flujos netos de capital. Prácticamente todas las reservas de los países en desarrollo se invierten en activos de los países desarrollados, lo que ha generado un aumento neto en las transferencias de recursos del mundo en desarrollo al mundo desarrollado que, según los cálculos del Departamento de Asuntos Económicos y Sociales de la ONU, llegaron a 720 mil millones de dólares nada más en 2007.

Aunque el crecimiento económico y la reducción de la pobreza en muchos países en desarrollo han sido impresionantes en años recientes, se necesita un aumento significativo de las inversiones en esferas como la infraestructura para mantener ese crecimiento en el futuro. Proponemos que una porción muy pequeña de las reservas extranjeras totales de los países en desarrollo -digamos, el 1%-  se canalice a la expansión de los bancos de desarrollo regionales existentes o a la creación de bancos nuevos que inviertan en infraestructura y otros sectores esenciales. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 5 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

Segundo o blog do Josias, da Folha on-line (clique aqui para ler), a cúpula do tucanato tenta articular secretamente um encontro com o presidente Lula para discutir o “grampogate”, que, segunda a revista (?) Veja, incluiria um grampo de uma conversa entre o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e o presidente do Supremo Tribunal Federal STF), Gilmar Mendes. A pergunta, muito bem formulada, por Paulo Henrique Amorim (clique aqui para ler), é a seguinte: onde está o tal grampo? Ou será mais uma armação da Veja, como a dos dólares de Cuba para campanha petista? O governo continua refém da imprensa. Lamentavelmente.

 

Economia

 

A OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) aponta, em estudo apresentado nesta semana, que as perspectivas de crescimento para economia brasileira aumentaram. A mesma pesquisa pontua a possível deterioração nas perspectivas de crescimento por parte dos países do G-7. A crise econômica mundial ainda não apresentou todas as suas conseqüências. É esperar para ver.

 

Internacional

 

Angola viverá sua segunda eleição legislativa, nesta sexta-feira, após 27 anos de guerra civil. O Movimento Popular pela Libertação de Angola (MPLA), partido do presidente José Eduardo dos Santos, deve ganhar a eleição. A oposição acusa o MPLA de utilizar a máquina pública na propaganda eleitora. Os observadores internacionais também têm criticado a organização das eleições.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Independência da racionalidade

Postado em 5 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

 *Heldo Siqueira

Um questionamento recorrente entre os economistas é a possibilidade de existência de uma autoridade monetária neutra em relação às questões políticas. Parece que estamos passando por um período de teste dessa tese. Muitos acreditavam que as políticas dos bancos centrais dos países desenvolvidos eram independentes, e ao BC brasileiro deveria ser dada a mesma autonomia. Nesse caso, a análise da situação por que passam os países desenvolvidos em comparação ao Brasil deve ser importante.

No caso do Banco da Inglaterra, a decisão dessa semana foi por manter a taxa básica de juros em 5% ao ano. Além disso, em abril desse ano, já houve a decisão da autoridade monetária em baixar em 0,25 pp a taxa de juros. (clique aqui para ler sobre as decisões do Banco da Inglaterra) O resultado, é uma inflação de 4,4%, quando a meta é de 2%. (clique aqui para ler os dados na página do Banco da Inglaterra). Provavelmente, em abril a inflação já havia desviado da meta, mas o independente Banco da Inglaterra tomou uma iniciativa inflacionária. Leia o resto do artigo »

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Piada do ano: Impeachment do Lula por uma “reportagem” da Veja

Postado em 4 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Por Bruno Galvão dos Santos*

A piada é tão grande e tem tantos episódios que eu não sei da onde eu começo: se é pela falta de credibilidade da Revista Veja (Luis Nassif ), ou da recorrência das falsas denúncias de grampos com os mesmo responsáveis , ou da piada que é o partido herdeiro da ditadura (Blog Democrata) falar que a democracia está a beira do precipício, ou da hilariante “reportagem” que o conteúdo de um  grampo favoreça tão descaradamente os grampeados, ou da ausência de provas dessa “reportagem” (Luis Nassif) , ou do escândalo de pedir a demissão de toda a diretoria da Abin e ameaçar o impeachment do Lula, ou do ridículo Demóstenes chamar o Paulo Lacerda de monstro ou da impossibilidade de alguém acreditar que a oposição seria suicida de levar o caso para frente justamente na defesa de alguém tão impopular quanto o Gilmar Mendes e contra o Lula no auge de sua popularidade.  A resposta é que o objetivo dessa piada toda é derrubar o Paulo Lacerda e tirar a credibilidade da denúncia contra o Dantas e contra futuras investigações de pessoas de colarinho branco. A oposição não é burra o suficiente de achar que existe a menor possibilidade de derrubar o Lula.

Pela enésima (Idelberavelar) vez, os mesmos personagens – Gilmar Mendes, Demóstenes Torres e Veja -denunciam um suposto Estado policial. Fernando Barros, da Folha, faz uma excelente constatação de que não havia qualquer denúncia de Estado policial que 30% da população carcerária esperava julgamento com prisões preventivas ou temporárias. Vejam essa excelente reportagem no blog do Nassif (Blog do Nassif). Alias, esse é o blog que mais vem denunciando esse absurdo.

A denúncia da Veja é hilária, é a primeira vez que vejo que uma divulgação do conteúdo de um grampo santifica os grampeados. Sugiram que olhem no final da reportagem (Veja) a suposta conversa grampeada. Vocês verão que são dois freis caputinos e extremamente defensores da lei e da democracia conversando. O Blog do Mello também faz uma ótima argumentação de qual não é de interesse da direção da ABIN grampear o Gilmar Mendes. “Por que a ABIN grampearia Mendes, se por mais que descobrissem algo gravíssimo sobre ele, não seria nada, comparado ao fato de ter sido grampeado o presidente de um dos Três Poderes? Leia o resto do artigo »

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O BACEN E A OBSESSÃO PELA TAXA DE JUROS

Postado em 4 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne na semana que vem para decidir o futuro da Selic, a taxa básica de juros da economia. Analistas do mercado acreditam que a autoridade monetária deve mais uma vez aumentar a taxa, devido a um suposto risco inflacionário.

 

Apesar da elevação do índice de utilização da capacidade instalada, o que se vê na economia mundial é um arrefecimento dos preços das commodities, dentre elas o petróleo e o aço. Tal fato pode ter dois efeitos. Se por um lado, há um efeito de diminuição no nível dos preços, por outro lado a redução da receita das exportações pode levar a uma desvalorização da taxa de câmbio.

 

Entretanto, como já alertamos anteriormente neste espaço, é absolutamente questionável a utilização da taxa de juros para absorver choques externos. Economistas de alto gabarito, como o prêmio Nobel Joseph Stiglitz, argumentam que o impacto de um aumento da taxa de juros para absorver tais choques pode ser inócuo ou ínfimo, o que o torna indesejável, dado seu alto custo em termos de crescimento econômico e geração de empregos.

 

Mesmo com tantos argumentos contrários, o Banco Central deve utilizar seu monetarismo cego para tomar a decisão da próxima semana. A crítica de importantes setores do governo à política monetária do Bacen nos leva ao questionamento de quem realmente dá as cartas por lá: o governo ou o mercado financeiro.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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Reservas indígenas e racismo

Postado em 3 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Por: Adriano Benayon*

Não deverá prevalecer – e é isso que a integridade da Nação exige – o voto do ministro relator no julgamento, em curso, sobre a demarcação da reserva da Raposa Serra do Sol. Além de não fulminar a insensata demarcação em faixa contínua, aquele voto faria expulsar todos os “não-índios” da extensa área de mais de 17 mil quilômetros.

Há ali mais de 450 famílias “não-índígenas”. Que se pretende fazer com elas, se não uma operação de limpeza étnica, no pior estilo que as potências hegemônicas vêm realizando nos Bálcãs? Ademais, impõe-se a pergunta: que quer dizer “não-índio”? Será uma questão de etnia? Nesse caso, admitir a distinção atenta contra a Constituição.

 Art. 3º: “Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: …. IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.”

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade.” “Inciso XLI – a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais; Inciso XLII – a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei.”

O voto do ministro relator faz de conta que esses dispositivos pétreos da Constituição não existem e também que a Lei Afonso Arinos foi revogada. O artigo 5º da CF trata dos direitos e liberdades fundamentais. Ora, o assentamento de famílias ditas não-índias na área da Serra é evidentemente anterior ao absurdo decreto de 15.04.2005, que confirmou a ilegal portaria de 13.04.2005 do Ministério da Justiça. De resto, o assentamento seria lícito, mesmo que fosse posterior ao decreto.

Ademais de odioso, determinar a erradicação de famílias que vivem e produzem em território pátrio, significa estarem as autoridades que assim procedem sendo vítimas da perniciosa lavagem cerebral portadora do racismo inculcado pelas potências hegemônicas, ávidas de tornar absoluto o controle que já exercem sobre populações ditas indígenas, por intermédio de ONGs, Conselhos de Igrejas e outras entidades. Leia o resto do artigo »

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Oportunidade e ofertas de emprego, estágios e concursos públicos – 03 de Setembro

Postado em 3 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Semanalmente estaremos divulgando uma lista com oportunidades de emprego, estágios e concursos públicos aqui no blog do Desemprego Zero. Confira a lista abaixo com oportunidades para o estado do Rio de Janeiro.

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OPERADOR DE TELEMARKETING ATIVO – URGENTE!
2º grau completo;
Idade e sexo indiferentes;
Noções de Informática;
Disponibilidade de horário;
Não estar trabalhando atualmente;
Desejável experiência com TMKT ATIVO;
Boa Fluência Verbal
Ser VENDEDOR AGRESSIVO.

Salário / Benefícios: R$ 486,00 + Comissão + Prêmios + VT + Lanche no local + Convênio SESC

Horário: 06 horas p/ dia de 2ª a Sábado
Para trabalhar no Centro – RJ
Enviar curriculo para    bianca.santos@moneymarket.com.br Leia o resto do artigo »

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