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Blog do Desemprego Zero

Archive for setembro, 2008

Un golpe nuclear

Postado em 9 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

No exagero. Es la expresión más generalizada de muchos compatriotas. Es la impresión del Jefe del Estado Mayor General de las FAR, Álvaro López Miera, un militar experimentado, cuando vio en la Isla de la Juventud las torres de acero retorcidas, las casas convertidas en ruinas y la destrucción por todas partes.

“Ha sido un duro golpe, no podía siquiera imaginarlo”, dijo con voz desgastada por el esfuerzo, pero firme y resuelta, Ana Isa Delgado, Secretaria del Partido y Presidenta del Consejo de Defensa del importante municipio. “¡Es lo nunca visto en los casi 50 años que vivo aquí!”, exclamó un vecino con asombro. Un joven soldado, que descendía de un carro anfibio, gritó: “¡Demostraremos que estamos dispuestos a dar la vida por el pueblo!”

En Herradura, el General de Cuerpo de Ejército Leopoldo Cintra Frías, al observarlo todo convertido en ruinas, mirando a su alrededor, compartía su asombro y admiración por la valentía de la población, y expresó: “Esto es ver una explosión nuclear.” Él estuvo cerca de verla en el Suroeste de Angola, si los racistas surafricanos hubieran decidido lanzar contra las tropas cubano-angolanas una de las siete bombas que el gobierno de Estados Unidos les suministró. Era, sin embargo, un riesgo calculado y las
tácticas más convenientes fueron adoptadas.

Junto a Polo estaba Olga Lidia Tapia, primera secretaria del Partido y Jefa del Consejo de Defensa de la provincia, sin dudar un segundo de los frutos del esfuerzo y la determinación de sus compatriotas.
Con toda franqueza me atrevo a decir que las fotos y vistas fílmicas de lo que transmitían el domingo por la televisión nacional me recordaban la desolación que vi cuando visité Hiroshima, que fue víctima del ataque con la primera bomba atómica en agosto de 1945. Leia o resto do artigo »

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Boletim semanal do Blog do Desemprego Zero

Postado em 9 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

n.22, ano 1 -02/09/2008 a 08/09/2008

Destaques da Semana no Blog

1.    Economia

O BACEN E A OBSESSÃO PELA TAXA DE JUROS

Independência da racionalidade

A vingança dos heterodoxos

Inflação menor isola Meirelles em conselho econômico

2.    Política

Piada do ano: Impeachment do Lula por uma “reportagem” da Veja

O medo à revolução

3.    Internacional

De Karl Popper a Karl Rove: ida y regreso

4.    Desenvolvimento

Desarrollo autofinanciado

O Brasil nunca foi um país industrializado e ainda está regredindo Leia o resto do artigo »

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Cortina de fumaça na Raposa do Sol

Postado em 9 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Por: Adriano Benayon

O Jornal Folha de São Paulo assinala, em editorial de 30 de agosto último, que o Itamaraty contrariou a Constituição ao assinar (em 2007) a Declaração da Assembléia-Geral das Nações Unidas sobre os “direitos dos povos indígenas”.

O editor resume a incompatibilidade entre Declaração da AG da ONU e o direito de países soberanos a conservar a integridade de seu território, dizendo muito bem: “O acervo constitucional brasileiro não abriga o conceito de “povos” nem de “nações” indígenas. A lei fundamental admite apenas uma nação, um território e uma população, a brasileira.”

A severa crítica é fundada, pois a Declaração prevê a “autodeterminação” de povos indígenas, ensejando que tribos indígenas troquem a tutela disfarçada pela tutela declarada das potências hegemônicas. De fato, os agentes destas, há decênios, infiltram-se nas extensas áreas amazônicas ricas em minerais e em biodiversidade, nas quais vêm obtendo demarcações abusivas de “reservas indígenas” em faixas contínuas.

Com efeito, aponta o editor: “Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia … perceberam a esparrela e não assinaram a declaração da ONU.” Mostra, ainda, outro ponto insustentável: o documento da ONU restringe ações militares em terras indígenas. “As áreas ocupadas por índios no Brasil são propriedade da União e, para fins de defesa nacional, estão sujeitas à presença permanente das Forças Armadas.” E: “Na [zona de] fronteira, definida como a faixa de 150 km até a divisa com outros países, a presença militar é mandatória [obrigatória].” Leia o resto do artigo »

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Controle de capitais e câmbio

Postado em 9 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Publicado em: Jornal do Brasil

Por: Sabrina Lorenzi / Rodrigo de Almeida

Economistas discordam de livre mercado adotado no país e alertam para novas medidas

Eles querem mais do que as políticas industriais adotadas pelo governo Lula. Acreditam que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não foi suficiente. Tampouco estão plenamente satisfeitos com os indicadores sociais conquistados nos últimos anos. Seguidores de John Maynard Keynes, economistas que nunca acreditaram no livre mercado como solução para todos os problemas, defendem medidas como controle de capitais e taxa de câmbio.

A sugestão está presente em muitos dos artigos reunidos em Economia do desenvolvimento – teoria e política keynesianas, organizado pelos economistas João Sicsú e Carlos Vidotto e publicado pela editora Campus-Elsevier.

O livro é resultado do Seminário Internacional Políticas Econômicas para o Financiamento do Desenvolvimento: 70 anos da Teoria Geral, realizado no Rio e em Niterói, em outubro de 2006. Conjugados todos os trabalhos num só volume, soa como uma gargalhada de desenvolvimentistas (“Não falei que o neoliberalismo não funciona?”). Leia o resto do artigo »

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O Brasil nunca foi um país industrializado e ainda está regredindo

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Mudança estrutural cria vulnerabilidade

Publicado originalmente na Gazeta Mercantil

Por Simone Cavalcanti

 Embalada pelo aumento do preço das commodities e a valorização do real ante o dólar nos últimos anos, a estrutura industrial brasileira se modificou e hoje está mais centrada em setores extrativos em detrimento daqueles relacionados à transformação. Essa mudança, pouco comum em economias emergentes, pode fazer com que as importações de manufaturados, hoje vistas como um fenômeno conjuntural, se incorporem de vez ao sistema econômico brasileiro. E mais: caso a cotação dos produtos básicos recue, essa situação traria dificuldades para a balança comercial e, conseqüentemente, para o equilíbrio externo do País.

“Estamos criando uma nova vulnerabilidade para o Brasil”, diz Júlio Gomes de Almeida, consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industria (Iedi), cujo estudo foi obtido com exclusividade pela Gazeta Mercantil.  Assim, afirma, se essa dependência por importações se consolidar, não há mudança de câmbio que conserte, pois não se consegue rearmar os elos de uma cadeia produtiva facilmente.

O economista exemplifica: o Brasil já foi grande produtor e exportador de componentes eletrônicos e atualmente “nem com incentivos” há uma indústria grande o suficiente para atender ao mercado interno.  O estudo, elaborado com dados sobre o desempenho global da indústria entre 1996 e 2006, mostra que o peso na estrutura industrial dos setores intensivos em recursos naturais foi crescendo em detrimento das categorias de maior tecnologia. No primeiro ano de análise, eram cinco os setores que representavam 51,8% do chamado valor de transformação (diferença entre o valor bruto da produção industrial e os custos das operações). Pela ordem, os fabricantes de alimentos e bebidas, de químicos, de veículos e carrocerias, de coque, refino de petróleo e produção de álcool e o de máquinas e equipamentos.

Passados 11 anos, 50,3% se concentra em apenas quatro setores. Mantiveram-se na lista, as indústrias de coque (que dobrou a participação de 7% para 16,5%), de alimentos e bebidas e de químicos. Ascendeu em participação a metalúrgica básica. Já setores intensivos em tecnologia e ciência, como de máquinas para escritório e equipamentos de informática e o de transporte, incluindo aí a indústria aeronáutica, mantêm peso de 0,6% e 1,9%, respectivamente, na estrutura produtiva brasileira.  Leia o resto do artigo »

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Inflação menor isola Meirelles em conselho econômico

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Publicado em: Folha Online

Por: Valdo Cruz

     Fernando Rodrigues

Críticos do BC dizem em reunião que não há excesso de demanda na economia

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ficou praticamente isolado ontem durante reunião do conselho econômico informal do presidente Lula, quando alguns dos presentes fizeram o diagnóstico de que não há excesso de demanda nem forte pressão salarial na economia brasileira.

Esses dois fatores têm sido utilizados pelo Banco Central para justificar o movimento de alta dos juros iniciado desde que a inflação apresentou sinal de elevação, no início do ano. Em sua última reunião, o BC subiu os juros em 0,75 ponto percentual, para 13%.

O economista Delfim Netto, ex-deputado do PMDB-SP, foi quem mais tratou do tema durante a reunião do conselho no Planalto. Crítico dos juros altos, Delfim fez uma avaliação de que a inflação brasileira estava sendo puxada pelo alta do preço internacional das commodities, e não por excesso de demanda interna.

Tanto que, segundo ele, a inflação deu sinais de recuo tão logo os preços internacionais começaram a cair. O ex-deputado destacou também não enxergar uma pressão sobre os preços a partir dos aumentos salariais, já que eles estariam subindo abaixo do crescimento da produtividade registrada na economia brasileira. Leia o resto do artigo »

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Porto de Itajaí irá expandir e tem maior aumento de movimentação financeira em 5 anos

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Por José Augusto Valente*

O superintendente do Porto Municipal de Itajaí, Arnaldo Schmitt Júnior, participou de uma reunião na tarde desta sexta-feira, 25, com o superintendente do Teconvi, Walter Joos, para discutir os planos de expansão e ampliação do Porto de Itajaí.

O projeto, que inclui a implantação final da Área B, a demolição do armazém 2 e da área da antiga administração, vai ampliar em 64 mil metros quadrados a área para armazenagem de contêineres.

Durante a reunião, além de discutir os trabalhos de demolição para ampliação da área do porto municipal, os representantes da Autoridade Portuária e do Teconvi, arrendatário de parte do Porto de Itajaí, conversaram também sobre a chegada dos novos equipamentos.

O guindaste de terra MHC (foto) chega ao porto neste domingo. O equipamento tem capacidade para movimentar até 30 contêineres por hora e perfaz um investimento de, aproximadamente, 3,5 milhões de euros.

As Reach Stacker, empilhadeiras de grande porte, num total de sete, devem chegar a Itajaí dentro de 15 dias. Cada empilhadeira Reach Stacker tem um valor aproximado de US$ 750 mil.

A movimentação financeira das mercadorias que circulam através do Porto de Itajaí apresentou o maior incremento dos últimos cinco anos. Entre exportações e importações foram movimentados, de janeiro a julho, US$ 6,5 bilhões. Leia o resto do artigo »

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O medo à revolução

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Emir Sader

Cada vez que alguém de esquerda crê confirmar que sua previsão de que um projeto de esquerda ia dar errado, deu na mosca, sua reação costuma ser de alegria e de auto-congratulação. “Não disse!” – é a exclamação costumeira. E sai, todo lampeiro, disposto a seguir exercendo suas previsões agourentas.

Estranha reação. Se a pessoa é de esquerda, deveria torcer para que um projeto de esquerda desse certo. “Ah”, mas dirá o tipo: “Acontece que já não é de esquerda”, zeloso de que a esquerda é aquela que ele escolheu, que leu nos livros, que sua leitura dos clássicos e dos processos revolucionários – quase todos malogrados, aliás – lhe forneceu.

Pelo menos deveria se sentir derrotado, senão porque o projeto que galvanizou o apoio de tanta gente, que ocupou o lugar da esquerda, fracassou – na sua impávida visão -, mas porque sua corretíssima concepção não conseguiu, uma vez mais, se impor. Deveria sentir que sua capacidade de convencimento dos que deveriam estar loucos para receber a concepção iluminada, não conseguiu conquistar ninguém ou quase ninguém – apenas a uns poucos iluminados. Ou, quem sabe, suas idéias não são tão corretas assim. Mas esta hipótese nem lhe passa pela cabeça, dane-se a realidade e viva suas idéias. Leia o resto do artigo »

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