Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2008
No email anterior tinha esquecido de por a mensagem.
Já está surgindo um movimento a favor da Jandira para evitar que dê Paes e Crivella ou Paes e Gabeira e assim o Paes ganhe de WO no segundo turno. Contra o Gabeira e o Crivella, qq um ganha com os pés nas costas. Mas, as pessoas estão movimentando a favor da Jandira. Por exemplo, a Fernanda Montenegro saiu da reclusão por causa da recente morte do marido para apoiar a Jandir.
Acho que a pesquisa do Datafolha e do IBOPE estão manipuladas. Gabeira na frente da Jandira? Acho realmente que a manipulação das pesquisas no Brasil ocorre muito raramente por dois motivos: a) se isso torna-se constante, perderia a credibilidade das pesquisas; b) no geral, pesquisa não influencia opinião das pessoas. Mas, em cenários com tendência ao voto útil, a pesquisa pode ser muito definidora. Fraude nas pesquisas provavelmente ocorreu na eleição da Marta em 98 para governo de São Paulo para fazer com que as pessoas votassem no Covas e evitasse que desse Rossi e Maluf no segundo turno. Agora faz todo sentido dizer que a Jandira não tem chance e que o Gabeira a ultrapassou e está em ascenção. Isso pode fazer com que anti-Crivelistas deixem de votar na Jandira e votem no Gabeira e faz com que pessoas que iriam votar na Jandira por causa do voto útil, deixem de votar nela para votar no seu candidato preferido, já que a Jandira “não teria” chances mesmo segundo essas pesquisas possivelmente fraudadas. Deve-se lembrar que o Crivella tende a cair no final e que a diferença entre ele e a Jandira é igual os votos do Molon. De qualquer forma, apesar de um desanimo de muita gente, há muito outros Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2008
Por: José Augusto Valente*
Publicado em: Logística e Transporte
O clima de bucolismo senegalês esconde o curso acelerado de mudanças profundas que devem não só transformar Colinas, uma cidade paradoxalmente plana, como toda a região do Centro e do Norte do Tocantins, impactando o Nordeste do Mato Grosso, o Maranhão, o Piauí e o Oeste bahiano.
Lá será instalado o centro nervoso de um dos mais importantes projetos de infra-estrutura logística que estão sendo realizados no país: um dos principais pontos de operação da Ferrovia Norte-Sul.
Até dezembro de 2009, a Valec, estatal criada no fim dos anos 80 com o único objetivo de construir a ferrovia, garante que colocará o último dos 720 quilômetros de trilhos que ligarão Palmas à cidade maranhense de Açailândia, por onde passa a Estrada de Ferro dos Carajás, que vai desembocar no Porto de São Luís.
Apesar de sua importância ser praticamente ignorada por boa parte da população local, o consenso entre produtores agrícolas, órgãos governamentais, investidores e empresas de logística é de que a Norte-Sul será responsável pela abertura de uma nova e pujante fronteira agrícola no país.
Não sem razão a Vale, que é dona da Estrada de Ferro dos Carajás, aceitou pagar quase R$ 1,5 bilhão para controlar a Norte-Sul por 30 anos e, assim, ter sob seu domínio todo o corredor logístico que está sendo criado entre o interior do Tocantins e São Luís, que tem o porto brasileiro mais próximo dos mercados americano, europeu e asiático.
Por sua posição geográfica, a cidade de Colinas é estratégica nesse plano ambicioso de redirecionar a expansão agrícola nacional. Vários pontos de transbordo serão instalados ao longo da ferrovia, mas é no grande terminal que está sendo construído a 30 quilômetros da praça principal da cidade que a Vale pretende embarcar a maior parte das quase 9 milhões de toneladas de grãos que espera estar transportando pela ferrovia em 2013. Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2008
“Esta é uma análise muito interessante, a partir de uma leitura marxista, do que vem acontecendo na Bolívia. Em tempos de parcas informações, vale a pena ler o artigo de James Petras.”
Por: James Petras
Desde que Evo Morales foi eleito presidente há mais de 33 meses, a extrema direita boliviano tem-se aproveitado de toda concessão, compromisso e gesto conciliatório do regime Morales para expandir o seu poder político, bloqueando mesmo as reformas sociais mais moderadas e paralisando o funcionamento do governo, através de manobras legais e gangs de violentos rufiões de rua.
Ao mesmo tempo que o governo boliviano utilizava repressão do Estado contra camponeses sem terra e mineiros em greve, permanecia um espectador passivo e impotente diante da tomada da Assembleia Constitucional pela extrema direita, dos principais aeroportos em Santa Cruz (forçando o presidente a voar de volta ao seu palácio), suspendendo todo o transporte público, a arrecadação de impostos federais e projectos e investimentos públicos. Pior ainda, gangs paramilitares fascistas repetidamente insultaram, bateram, desnudaram e ridicularizaram apoiantes camponeses do presidente Morales de etnia índia nas principais ruas e praças das capitais das províncias que eles controlam.
Apesar de receber cerca de 70% da votação nacional na eleição de 10 de Agosto de 2008, Morales não tomou uma única medida para conter o domínio fascista do poder regional, continuando a implorar pelo diálogo e o compromisso, enquanto a extrema direita acumula força e prepara-se para entrar em violenta guerra civil contra os pobres e os indígenas bolivianos. O governo boliviano expulsou o embaixador dos EUA, Philip Goldberg, só depois de a Embaixada dos EUA apoiar activamente a captura do poder regional pela extrema direita depois de quase três anos de financiamento aberto e colaboração pública com os secessionistas. Uma vez que o regime Morales não rompeu relações com Washington, é provável que um novo nomeado para a embaixada chegue logo para continuar a conspiração activa de Goldberg com a extrema direita.
O contraste entre a ignominiosa passividade do presidente e o agressivo e violento putsch político da direita fascista é gritante. A peça central do violento levantamento e da tomada de poder pelos fascistas localiza-se em cinco departamentos regionais: Santa Cruz, Pando, Beni, Tarija e Chuquisaca, os quais estão agrupados numa organização regional de massa, o Conselho Nacional Democrático (CONALDE). Isto inclui prefeitos locais, presidentes de muncipalidade, líderes de negócios e chefes de organizações de latifundiários apoiados por gangs de rufiões de rua armados numa variedade de organizações, sendo a mais importante a União da Juventude Cruceñista, a qual especializou-se em degradar, bater e mesmo matar apoiantes índios desarmados de Morales. Leia o resto do artigo »
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