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Blog do Desemprego Zero

Archive for setembro 15th, 2008

Pré-sal deve mobilizar brasileiros para retomada de um projeto de nação

Postado em 15 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Publicado em: Correio da Cidadania                     

Por: Valéria Nader e Gabriel Brito  

Após alguns anos de prevalência do pensamento e prática neoliberais, percebe-se em nosso país, ainda que de modo incipiente, a retomada de uma consciência do sentido de nação, a partir das discussões que vêm se desenrolando sobre as Telecomunicações, a Vale, o Pré-Sal, para ficarmos em alguns exemplos mais contundentes. E é na esteira das discussões em torno da exploração do pré-sal brasileiro que o Correio da Cidadania entrevistou o economista Carlos Lessa, presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Social) entre janeiro de 2003 e novembro de 2004, a fim de debater este e outros importantes temas da atual agenda nacional.

Para o professor da UFRJ, o pré-sal já começa a trazer benefícios à sociedade brasileira, pois está reinaugurando um espaço vazio das discussões públicas. De acordo com Lessa, o presidente Lula está correto em marcar uma posição de direcionar os lucros com a exploração petrolífera para programas sociais e não tornar o Brasil mero exportador de óleo cru.

A respeito da atual gestão do BNDES, Lessa mostra dúvidas sobre a independência e força de Luciano Coutinho à frente da instituição, pois não sabe se a equipe que o cerca lhe confere liberdade para ações mais nacionalistas, como uma eventual reestatização da Companhia Vale do Rio Doce. O economista aponta ainda para o fato de que se vive no país um momento que pode ser especial no sentido de se reavivar a participação popular nas grandes lutas do país, oportunidade que a população precisa aproveitar, de modo a começar a transformar seu futuro.

A íntegra da conversa com o economista e professor pode ser conferida a seguir.

Correio da Cidadania: Como o senhor tem avaliado nesse momento o governo na condução das grandes pautas políticas da nação?

Carlos Lessa: O pré-sal é a primeira vez que neste governo um tema da nação é pautado como central, pois acho que em matéria de energia elétrica houve um arremedo da privatização do FHC. Sendo assim, não houve nenhuma decisão importante com respeito às recomendações da Petrobras feitas a esse governo desde seu primeiro ano.

Creio que a discussão do pré-sal está muito bem colocada e vejo que a proposta do presidente Lula tem quatro dimensões: a primeira é a idéia, extremamente importante, de não ser exportador de óleo cru, mas sim de derivados de petróleo. Pelo seguinte: primeiramente, porque se retém no Brasil o produto do valor agregado e, principalmente, é muito ruim virar supridor de óleo num mundo em que a geopolítica do petróleo vale tanto, inclusive a destruição de países. Portanto, acho saudável anunciar desde já que o Brasil não será exportador de petróleo, e esse foi um ponto em que o presidente bateu o pé, algo que considerei uma excelente decisão. 

O segundo ponto foi a maior densidade dada a uma decisão que o próprio presidente tinha tomado desde seu primeiro ano: reorientar a política de compras da Petrobras, ou seja, de máquinas e equipamentos, para o mercado interno. Em 2003, por exemplo, a Petrobras fez encomendas à indústria naval, e tal orientação tem sido firme no atual governo. O que o presidente decidiu é que tudo o que venha a acontecer na cadeia do petróleo deve se refletir sob a forma de um desenvolvimento industrial brasileiro, como cargueiros de petróleo e embarcações especializadas. Temos envolvidos nesse processo os equipamentos de perfuração, que indicam um desenvolvimento eletrônico relevante, há também a alvenaria pesada para todas as instalações, tal como refinaria, e há ainda a indústria de componentes mecânicos, extremamente estimulada pela presença da cadeia do petróleo. Isso é um ponto a meu ver muito firme e positivo do Lula em relação ao pré-sal.

O terceiro ponto, que me agradou bastante, é a orientação de que os lucros devam ser direcionados para a melhora do nível educacional do Brasil. Acho isso corretíssimo, não por acreditar nessa bobagem de que educação gera emprego, mas por crer que ela é fundamental para a construção do futuro. Devemos ter gerações cada vez mais preparadas para o processo industrial, a qualidade da nossa educação está muito ruim, péssima, e inverter essa tendência me parece altamente positivo.

O quarto ponto é a reiteração de que toda a área do pré-sal que não foi concedida em nenhum leilão é propriedade da União. Isso está em artigo da Constituição, mas, como ela não é respeitada, é importante ser reforçado.

Por trás de tudo isso, está a idéia de se discutirem as atuais concessões de exploração do pré-sal e aumentar a participação especial do governo, que hoje está em 40%. Acho muito positivo e interessante que o presidente tenha lançado tal idéia, pois, se não me engano, a questão do petróleo é entendida com muita facilidade pelas pessoas. As pessoas comuns perceberam que o Brasil esbarrou num eldorado e pensam: “ou ele é nosso ou ele é nosso”. Leia o resto do artigo »

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República de Saló

Postado em 15 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Wálter Fanganiello Maierovitch

CartaCapital

Com a segurança de um marechal em guerra, o comandante do Ministério da Defesa, Nelson Jobim, convenceu o presidente Lula, numa reunião ministerial, de a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) possuir, como o Exército, equipamento capaz de realizar escutas telefônicas clandestinas.

Diante da informação dada por Jobim, o presidente Lula resolveu afastar a cúpula diretora da Abin, que não possui legitimação para solicitar, em juízo, autorização para “grampeamento”.

Em outras palavras, a Abin não pode pedir autorização judicial para realizar “grampo” nem na hipótese de Bin Laden, em lugar incerto no Rio de Janeiro, estar a transmitir, por celular, ordens para um subordinado alqaedista mandar aos ares, no Corcovado, a estátua do Cristo Redentor.

Posteriormente, o ministro-general Armando Félix, responsável pelo Gabinete de Segurança institucional a que se subordina agência dos 007 brasileiros, descobriu que a Abin não possui equipamento de grampeamento. Mas também o comandante do Exército desmentiu Jobim. Ficou patente que o equipamento é apenas para “varredura” e, se adaptado com outro específico para gravações, poderá ter a função de registrar conversas. Leia o resto do artigo »

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Milton Friedman and the Money Matters Controversy

Postado em 15 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

By Henry CK Liu 

Love is blind and infatuation disguises faults as virtues. As Rudyard Kipling fell in love with the pageantry of colonialism and saw racial exploitation as the “White Man’s Burden”, Nobel economist Friedman fell in love with colonial Hong Kong, seduced by the wine-and-dine hospitality of its colonial masters and elite compradors before China reclaimed sovereignty of it in 1997. Friedman mistook Hong Kong’s colonial economic system as a free market, despite Hong Kong’s long history of highly orchestrated colonial command economic structure. The Hong Kong economy that Friedman loved prospered from Cold War geopolitical tension, not free market principle. The Asian Financial Crisis that broke out in Thailand on July 2, 1997, one day after China took back Hong Kong, put monetarist market fundamentalism in the public opinion dog house in Asia.

The Chicago School, a refuge for snubbed market fundamentalists during the Keynesian era, began to enjoy broad establishment support after the end of the Cold War, when the sole remaining superpower no long needed to win the hearts and minds of the world by reining in systemic exploitation of the weak by the strong.  The function of government shifted from protecting the weak from the strong, to freeing the strong to cannibalize the weak under the doctrine that survival of the fittest strengthens the specie.

The Chicago School is strongly identified with monetarism in microeconomics. Central Bankers, many trained by Chicago School monetarists, became blind-sighted by Friedman. Chicago School monetarism enjoyed respectful awe from central bankers because it provided them with a simple formula for handling complex problems, by accepting that inflation is always and everywhere monetary phenomenon, which relieved them from the dilemma of choosing between full employment and price stability. A natural rate of unemployment is structural in a market economy and therefore not the fault of central bankers. Full employment is not even a policy prerogative of the central bank.

Critics have long pointed out that the data behind the Chicago School theories are selectively collected and arranged to support a preconceived ideology, which is more a vertical system of beliefs than the outcome of truly open scientific inquiry. Economics is a complex subject. Any subject, however complex, if looked at in the right way, will become even more complex. On the other hand, if it is looked at in a simplistic way, it can lead to convenient but misleading conclusions. This truth escapes many experts who tend to avoid small errors meticulously while sweeping on to grand fallacy. This was what happened to the Chicago School economists.

The claim of the Chicago School that prosperity will spring from markets left free of government interference is challenged by developing facts. Recurring financial crises appear to have jelled into a pattern of 10-year cycles, as evidenced by the crashes of 1987, 1997 and 2007. By now, after three decades of hegemonic dominance in government policy penchant and private enterprise philosophy, the Chicago School theology can no longer rest on its secure platform of political power disguised as theoretical supremacy. The collapse of market fundamentalism in economies everywhere is putting the Chicago School theology on trial. Its big lie has been exposed by facts on two levels. The Chicago Boys’ claim that helping the rich will also help the poor is not only exposed as not true, it turns out that market fundamentalism hurts not only the poor and the powerless; it hurts everyone, rich and poor, albeit in different ways. When wages are kept low to fight inflation, the low-wage regime causes overcapacity through over investment from excess profit. And monetary easing under such conditions produces hyperinflation that hurts also the rich. The fruits of Friedman test are in – and they are all rotten.

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More Dangerous Than the A-Bomb?

Postado em 15 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

The Chicago School’s Record of Infamy

By MICHAEL HUDSON

Fonte: Artigo

“So I recognized that from the U/C’s vantage point, a “free market” in ideas was one where students were only free to choose the ideology that the U/C supported. Their teaching was like the Terminator. You can’t reason with it. It’s just there to kill the opposition”.

As a graduate of the University of Chicago (1959) and also of its Laboratory School (1955-56), I think my experience there confirms the picture portrayed by Henry Liu in his wonderful essay last week on Milton Friedman and the “Money Matters Controversy”.

My introduction to the University of Chicago (UC) was via the Manhattan Project around 1948. I lived in Chicago neighborhood of Kenwood, just north of Hyde Park. We rented the top floor of our house to a physicist, Shuki Hayashi, who worked on the project at Stagg Field, under whose bleachers the project’s atomic pile still continued. To bring me to the Lab School, he would put me on his bike (a Raleigh DL-1 28-incher) and drive me up to the field. Only much later in my life was I left to wonder what has been more dangerous to humanity: the A-bomb or Chicago School monetarism?

My father was a labor leader and we often had UC professors over to the house for discussions in the early 1950s. In contrast to today, the Chicago faculty from the 1930s through early 1960s included such men as Maynard Krueger (a vice presidential candidate on the Socialist Party ticket behind Norman Thomas), and Rexford Tugwell, a Roosevelt brain truster and former governor of Puerto Rico (and protege of Simon Patten). The post-Keynesian economist Hyman Minsky told me that it was Krueger who converted him to socialism. Minsky later became the godfather of the present post-Keynesian faculty providing an alternative to Chicago-style monetarism at the University of Missouri – Kansas City, where I now teach.

Today, the Chicago School is known for its censorial intolerance. The first thing the “Chicago Boys” did in Chile after 1974, for example, was to close down every economics and social science department in the country, except at the Catholic University where they had a foothold with “the brick”, ie Friedmanite doctrine. Leia o resto do artigo »

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Polêmicas da Semana – Lehman Brothers, Lula, CPI da Pedofilia, CNJ, TCU, Maranhão

Postado em 15 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Por Katia alves

Economia

 

  • O banco de investimentos Lehman Brothers, o quarto maior dos Estados Unidos, anunciou nesta segunda-feira que vai declarar concordata, um dia depois de falharem as negociações de compra da instituição de investimento. Para ler mais clique aqui
  •  A economia brasileira está chegando a um estágio de equilíbrio entre oferta e demanda, afirmou nesta segunda-feira o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
    “Esse equilíbrio é que vai permitir que a gente cresça, distribua renda e mantenha a inflação altamente controlada”, disse Lula, em seu programa semanal de rádio, “Café com o Presidente”. Para ler mais clique aqui

Política

  • Instalada no Senado desde março deste ano, a CPI da Pedofilia conseguia divulgação razoável no noticiário policial e tecnológico por volta de agosto. Até que uma conversa interceptada sobre os trabalhos da comissão –que investiga crimes sexuais contra crianças, sobretudo na internet– foi parar, no início deste mês, na revista “Veja”. Para ler mais clique aqui
  • Investigação conjunta do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou desvio de R$ 90,5 milhões no Tribunal de Justiça do Maranhão – os valores foram ilegalmente pagos a servidores da corte no período de janeiro de 2005 a dezembro de 2007, beneficiando ativos e aposentados. É o rombo mais notável já apurado no Judiciário desde a criação do CNJ, em 2005. Para ler mais clique aqui

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