Postado em 9 dEurope/London setembro dEurope/London 2008
No exagero. Es la expresión más generalizada de muchos compatriotas. Es la impresión del Jefe del Estado Mayor General de las FAR, Álvaro López Miera, un militar experimentado, cuando vio en la Isla de la Juventud las torres de acero retorcidas, las casas convertidas en ruinas y la destrucción por todas partes.
“Ha sido un duro golpe, no podía siquiera imaginarlo”, dijo con voz desgastada por el esfuerzo, pero firme y resuelta, Ana Isa Delgado, Secretaria del Partido y Presidenta del Consejo de Defensa del importante municipio. “¡Es lo nunca visto en los casi 50 años que vivo aquí!”, exclamó un vecino con asombro. Un joven soldado, que descendía de un carro anfibio, gritó: “¡Demostraremos que estamos dispuestos a dar la vida por el pueblo!”
En Herradura, el General de Cuerpo de Ejército Leopoldo Cintra Frías, al observarlo todo convertido en ruinas, mirando a su alrededor, compartía su asombro y admiración por la valentía de la población, y expresó: “Esto es ver una explosión nuclear.” Él estuvo cerca de verla en el Suroeste de Angola, si los racistas surafricanos hubieran decidido lanzar contra las tropas cubano-angolanas una de las siete bombas que el gobierno de Estados Unidos les suministró. Era, sin embargo, un riesgo calculado y las
tácticas más convenientes fueron adoptadas.
Junto a Polo estaba Olga Lidia Tapia, primera secretaria del Partido y Jefa del Consejo de Defensa de la provincia, sin dudar un segundo de los frutos del esfuerzo y la determinación de sus compatriotas.
Con toda franqueza me atrevo a decir que las fotos y vistas fílmicas de lo que transmitían el domingo por la televisión nacional me recordaban la desolación que vi cuando visité Hiroshima, que fue víctima del ataque con la primera bomba atómica en agosto de 1945. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London setembro dEurope/London 2008
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Postado em 9 dEurope/London setembro dEurope/London 2008
Por: Adriano Benayon* 
O Jornal Folha de São Paulo assinala, em editorial de 30 de agosto último, que o Itamaraty contrariou a Constituição ao assinar (em 2007) a Declaração da Assembléia-Geral das Nações Unidas sobre os “direitos dos povos indígenas”.
O editor resume a incompatibilidade entre Declaração da AG da ONU e o direito de países soberanos a conservar a integridade de seu território, dizendo muito bem: “O acervo constitucional brasileiro não abriga o conceito de “povos” nem de “nações” indígenas. A lei fundamental admite apenas uma nação, um território e uma população, a brasileira.”
A severa crítica é fundada, pois a Declaração prevê a “autodeterminação” de povos indígenas, ensejando que tribos indígenas troquem a tutela disfarçada pela tutela declarada das potências hegemônicas. De fato, os agentes destas, há decênios, infiltram-se nas extensas áreas amazônicas ricas em minerais e em biodiversidade, nas quais vêm obtendo demarcações abusivas de “reservas indígenas” em faixas contínuas.
Com efeito, aponta o editor: “Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia … perceberam a esparrela e não assinaram a declaração da ONU.” Mostra, ainda, outro ponto insustentável: o documento da ONU restringe ações militares em terras indígenas. “As áreas ocupadas por índios no Brasil são propriedade da União e, para fins de defesa nacional, estão sujeitas à presença permanente das Forças Armadas.” E: “Na [zona de] fronteira, definida como a faixa de 150 km até a divisa com outros países, a presença militar é mandatória [obrigatória].” Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London setembro dEurope/London 2008
Publicado em: Jornal do Brasil
Por: Sabrina Lorenzi / Rodrigo de Almeida
Economistas discordam de livre mercado adotado no país e alertam para novas medidas
Eles querem mais do que as políticas industriais adotadas pelo governo Lula. Acreditam que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não foi suficiente. Tampouco estão plenamente satisfeitos com os indicadores sociais conquistados nos últimos anos. Seguidores de John Maynard Keynes, economistas que nunca acreditaram no livre mercado como solução para todos os problemas, defendem medidas como controle de capitais e taxa de câmbio.
A sugestão está presente em muitos dos artigos reunidos em Economia do desenvolvimento – teoria e política keynesianas, organizado pelos economistas João Sicsú e Carlos Vidotto e publicado pela editora Campus-Elsevier.
O livro é resultado do Seminário Internacional Políticas Econômicas para o Financiamento do Desenvolvimento: 70 anos da Teoria Geral, realizado no Rio e em Niterói, em outubro de 2006. Conjugados todos os trabalhos num só volume, soa como uma gargalhada de desenvolvimentistas (“Não falei que o neoliberalismo não funciona?”). Leia o resto do artigo »
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