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Blog do Desemprego Zero

Archive for setembro 8th, 2008

O Brasil nunca foi um país industrializado e ainda está regredindo

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Mudança estrutural cria vulnerabilidade

Publicado originalmente na Gazeta Mercantil

Por Simone Cavalcanti

 Embalada pelo aumento do preço das commodities e a valorização do real ante o dólar nos últimos anos, a estrutura industrial brasileira se modificou e hoje está mais centrada em setores extrativos em detrimento daqueles relacionados à transformação. Essa mudança, pouco comum em economias emergentes, pode fazer com que as importações de manufaturados, hoje vistas como um fenômeno conjuntural, se incorporem de vez ao sistema econômico brasileiro. E mais: caso a cotação dos produtos básicos recue, essa situação traria dificuldades para a balança comercial e, conseqüentemente, para o equilíbrio externo do País.

“Estamos criando uma nova vulnerabilidade para o Brasil”, diz Júlio Gomes de Almeida, consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industria (Iedi), cujo estudo foi obtido com exclusividade pela Gazeta Mercantil.  Assim, afirma, se essa dependência por importações se consolidar, não há mudança de câmbio que conserte, pois não se consegue rearmar os elos de uma cadeia produtiva facilmente.

O economista exemplifica: o Brasil já foi grande produtor e exportador de componentes eletrônicos e atualmente “nem com incentivos” há uma indústria grande o suficiente para atender ao mercado interno.  O estudo, elaborado com dados sobre o desempenho global da indústria entre 1996 e 2006, mostra que o peso na estrutura industrial dos setores intensivos em recursos naturais foi crescendo em detrimento das categorias de maior tecnologia. No primeiro ano de análise, eram cinco os setores que representavam 51,8% do chamado valor de transformação (diferença entre o valor bruto da produção industrial e os custos das operações). Pela ordem, os fabricantes de alimentos e bebidas, de químicos, de veículos e carrocerias, de coque, refino de petróleo e produção de álcool e o de máquinas e equipamentos.

Passados 11 anos, 50,3% se concentra em apenas quatro setores. Mantiveram-se na lista, as indústrias de coque (que dobrou a participação de 7% para 16,5%), de alimentos e bebidas e de químicos. Ascendeu em participação a metalúrgica básica. Já setores intensivos em tecnologia e ciência, como de máquinas para escritório e equipamentos de informática e o de transporte, incluindo aí a indústria aeronáutica, mantêm peso de 0,6% e 1,9%, respectivamente, na estrutura produtiva brasileira.  Leia o resto do artigo »

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Inflação menor isola Meirelles em conselho econômico

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Publicado em: Folha Online

Por: Valdo Cruz

     Fernando Rodrigues

Críticos do BC dizem em reunião que não há excesso de demanda na economia

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ficou praticamente isolado ontem durante reunião do conselho econômico informal do presidente Lula, quando alguns dos presentes fizeram o diagnóstico de que não há excesso de demanda nem forte pressão salarial na economia brasileira.

Esses dois fatores têm sido utilizados pelo Banco Central para justificar o movimento de alta dos juros iniciado desde que a inflação apresentou sinal de elevação, no início do ano. Em sua última reunião, o BC subiu os juros em 0,75 ponto percentual, para 13%.

O economista Delfim Netto, ex-deputado do PMDB-SP, foi quem mais tratou do tema durante a reunião do conselho no Planalto. Crítico dos juros altos, Delfim fez uma avaliação de que a inflação brasileira estava sendo puxada pelo alta do preço internacional das commodities, e não por excesso de demanda interna.

Tanto que, segundo ele, a inflação deu sinais de recuo tão logo os preços internacionais começaram a cair. O ex-deputado destacou também não enxergar uma pressão sobre os preços a partir dos aumentos salariais, já que eles estariam subindo abaixo do crescimento da produtividade registrada na economia brasileira. Leia o resto do artigo »

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Porto de Itajaí irá expandir e tem maior aumento de movimentação financeira em 5 anos

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Por José Augusto Valente*

O superintendente do Porto Municipal de Itajaí, Arnaldo Schmitt Júnior, participou de uma reunião na tarde desta sexta-feira, 25, com o superintendente do Teconvi, Walter Joos, para discutir os planos de expansão e ampliação do Porto de Itajaí.

O projeto, que inclui a implantação final da Área B, a demolição do armazém 2 e da área da antiga administração, vai ampliar em 64 mil metros quadrados a área para armazenagem de contêineres.

Durante a reunião, além de discutir os trabalhos de demolição para ampliação da área do porto municipal, os representantes da Autoridade Portuária e do Teconvi, arrendatário de parte do Porto de Itajaí, conversaram também sobre a chegada dos novos equipamentos.

O guindaste de terra MHC (foto) chega ao porto neste domingo. O equipamento tem capacidade para movimentar até 30 contêineres por hora e perfaz um investimento de, aproximadamente, 3,5 milhões de euros.

As Reach Stacker, empilhadeiras de grande porte, num total de sete, devem chegar a Itajaí dentro de 15 dias. Cada empilhadeira Reach Stacker tem um valor aproximado de US$ 750 mil.

A movimentação financeira das mercadorias que circulam através do Porto de Itajaí apresentou o maior incremento dos últimos cinco anos. Entre exportações e importações foram movimentados, de janeiro a julho, US$ 6,5 bilhões. Leia o resto do artigo »

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O medo à revolução

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Emir Sader

Cada vez que alguém de esquerda crê confirmar que sua previsão de que um projeto de esquerda ia dar errado, deu na mosca, sua reação costuma ser de alegria e de auto-congratulação. “Não disse!” – é a exclamação costumeira. E sai, todo lampeiro, disposto a seguir exercendo suas previsões agourentas.

Estranha reação. Se a pessoa é de esquerda, deveria torcer para que um projeto de esquerda desse certo. “Ah”, mas dirá o tipo: “Acontece que já não é de esquerda”, zeloso de que a esquerda é aquela que ele escolheu, que leu nos livros, que sua leitura dos clássicos e dos processos revolucionários – quase todos malogrados, aliás – lhe forneceu.

Pelo menos deveria se sentir derrotado, senão porque o projeto que galvanizou o apoio de tanta gente, que ocupou o lugar da esquerda, fracassou – na sua impávida visão -, mas porque sua corretíssima concepção não conseguiu, uma vez mais, se impor. Deveria sentir que sua capacidade de convencimento dos que deveriam estar loucos para receber a concepção iluminada, não conseguiu conquistar ninguém ou quase ninguém – apenas a uns poucos iluminados. Ou, quem sabe, suas idéias não são tão corretas assim. Mas esta hipótese nem lhe passa pela cabeça, dane-se a realidade e viva suas idéias. Leia o resto do artigo »

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A vingança dos heterodoxos

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Por Sérgio Léo

Valor Econômico (08/09/2008)

Analistas como Martin Wolff, do “Financial Times”, já registraram, no início do ano, a morte do sonho liberal de um capitalismo global regido pelo livre mercado. Faltava um documento oficial para decretar o óbito. Essa certidão acaba de ser lavrada – pela mais heterodoxa das organizações econômicas multilaterais, a Unctad, sigla em inglês da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento. 

Críticas como a da Unctad contra o sonho liberal alimentam-se do socorro desesperado do governo dos EUA a bancos e às instituições hipotecárias Fanny Mae e Freddy Mac; da nascente recessão na Europa que se debate entre combater a inflação ou baixar juros; e da emergência das economia asiáticas fortemente impregnadas pelas digitais do Estado. Os economistas da ONU tiraram do limbo peritos de linha heterodoxa, como o neokeynesiano Nicholas Kaldor, para decretar o que chamam de “fracasso do modelo neoclássico”, predominante no Ocidente. 

“Embora a maioria dos economistas concorde que os pressupostos do modelo neoclássico estão longe da realidade, este modelo continua a servir de base para as prescrições de política econômica”, acusa a agência da ONU, no seu recém-lançado Informe de Comércio e Desenvolvimento 2008. O documento combate prescrições do modelo neoclássico que considera baseadas em premissas equivocadas e potencialmente danosas. 

Entre as premissas, está a de que os preços são sinais claros do mercado para corrigir distorções de oferta e demanda. A Unctad também combate a idéia de que o investimento para aumentar a produção tem de ser precedido pelo acúmulo de poupança. Contra a teoria tradicional, por exemplo, os países em desenvolvimento com mais investimentos são os que enviam ao exterior mais poupança do que recebem, nota o Informe. 

Ao lado de questionamentos teóricos sobre a teoria neoclássica de formação preços, o documento menciona os problemas criados com a influência das expectativas nos mercados financeiro sobre os mercados de mercadorias e a produção real. Os economistas da Unctad não sabem dizer o quanto a especulação influencia a atual alta de preços de mercadorias, mas comentam que a lógica de uma parte substancial dos mercados de futuros e hedge hoje descolou do terreno produtivo e atende a decisões de “diversificação de portfólios de investidores”. 

Unctad vê fracasso do modelo neoclássico

Em linguagem um pouco mais simples (só um pouco; nada no mundo atual é simples como se gostaria): ao notarem riscos maiores nos mercados de títulos, ou de ações, por exemplo, uma parte crescente de investidores do mercado financeiro tem diversificado aplicações comprando contratos de mercadorias no mercado futuro. Esses operadores não mudam de posições (comprando contratos ou vendendo os que têm) em função apenas da expectativa de mudança nos preços das mercadorias; só mexem em suas carteiras com base no que acontece nos outros mercados. A alteração no humor de investidores ganha efeito desproporcional no mercado de commodities. 

“Em vez de reduzir riscos, os complexos instrumentos financeiros desenvolvidos recentemente têm servido para espalhar o impacto de investimentos arriscados através de continentes, instituições e mercados”, alerta a Unctad. A interpenetração dos mercados financeiro e de mercadorias e a arbitragem com juros e taxas de câmbio provocam movimentos que contrariam o saber convencional: países com grandes déficits nas contas externas no Leste Europeu vêem suas moedas se valorizarem e países com grandes superávits em conta corrente, como Japão e Suíça sofrem desvalorizações. Políticas baseadas nos pressupostos tradicionais podem exacerbar a crise, acreditam os economistas da ONU. 

“Seguindo a agenda do Consenso de Washington, que visava ‘obter os preços corretos’, muitos países mantém errados dois dos mais importantes preços – as taxas de câmbio e de juros”, diz a Unctad. “Isso pode explicar por que o Consenso de Washington não se aplica em Washington: os EUA, depois de flertar brevemente com a ortodoxia monetária no começo dos anos 80, voltaram à sintonia fina da taxa de juros e a uma política monetária extraordinariamente complacente nas últimas duas décadas.”

O Informe dá argumentos em defesa do crédito dirigido para investimentos, e cita o BNDES brasileiro como bom exemplo. No capítulo de propostas para lidar com a crise mundial, porém, apela para uma utópica coordenação multilateral para criar, nos mercados financeiros e na administração das taxas de câmbio, regras e códigos de conduta como os que a desmoralizada OMC aplica ao comércio internacional. O relatório completo, em inglês ou espanhol, está no portal www.unctad.org.

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Desarrollo autofinanciado

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

by Stephany Griffith-Jones , Jose Antonio Ocampo and Pietro Calice

Texto em inglês

Una característica notable del sistema financiero internacional en la última década ha sido la rápida e importante acumulación de reservas extranjeras por parte de los países en desarrollo. Las reservas extranjeras mundiales se triplicaron de 2.1 billones de dólares en diciembre de 2001 a un nivel sin precedentes de 6.5 billones de dólares a principios de 2008, según datos del FMI.

Los países en desarrollo en su conjunto representaron más del 80 por ciento de la acumulación global de reservas en este período, y su nivel actual de reservas se aproxima a los 5 billones de dólares. La mitad de este volumen se concentra en los países en desarrollo de Asia, pero América Latina y África también han estado acumulando activos internacionales a un ritmo notable. Este conjunto de reservas rebasa las necesidades inmediatas de liquidez de los países en desarrollo, lo que ha conducido a una creciente creación y expansión de fondos de riqueza soberana, que tienen un nivel adicional de activos de más de 3 billones de dólares.

El aumento sin precedentes de las reservas extranjeras de los países en desarrollo se debe tanto a sus superávit de cuenta corriente como a los grandes flujos netos de capital. Prácticamente todas las reservas de los países en desarrollo se invierten en activos de los países desarrollados, lo que ha generado un aumento neto en las transferencias de recursos del mundo en desarrollo al mundo desarrollado que, según los cálculos del Departamento de Asuntos Económicos y Sociales de la ONU, llegaron a 720 mil millones de dólares nada más en 2007.

Aunque el crecimiento económico y la reducción de la pobreza en muchos países en desarrollo han sido impresionantes en años recientes, se necesita un aumento significativo de las inversiones en esferas como la infraestructura para mantener ese crecimiento en el futuro. Proponemos que una porción muy pequeña de las reservas extranjeras totales de los países en desarrollo -digamos, el 1%-  se canalice a la expansión de los bancos de desarrollo regionales existentes o a la creación de bancos nuevos que inviertan en infraestructura y otros sectores esenciales. Leia o resto do artigo »

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