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Blog do Desemprego Zero

Taxa de longo prazo terá uso restrito nos créditos do BNDES

Escrito por Katia Alves, postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Por Katia Alves

A majoração da taxa básica de juros pelo Banco Central eleva o custo das operações de crédito no mercado privado, o que acaba por impulsionar a demanda ao BNDES. Por isso, o banco prioriza os recursos atrelados à TJLP, que não sofreu aumentos. Para setores considerados prioritários, como a formação de capacidade industrial nova, infra-estrutura nova e inovações tecnológicas. Há também uma diferenciação de participação por região do País. “Se a região é mais pobre, a gente dá mais”, garante Luciano  Coutinho, presidente do BNDES..

Publicado no DCI

Por Juliana Ennes

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai reduzir a participação dos recursos desembolsados atrelados à taxa de juros de longo prazo (TJLP), devido ao aumento da Selic, que encarece o crédito e eleva a demanda pelos recursos do banco de fomento. Com isso, o BNDES estima ampliar a quantia desembolsada este ano, cuja previsão até então era de R$ 80 bilhões. No primeiro semestre, o banco bateu recorde de desembolsos, atingindo os R$ 38,6 bilhões, liderados pelo setor de infra-estrutura. O crescimento em relação a equivalente período de 2007 foi de 56,2%. No acumulado de 12 meses até julho, os desembolsos somaram R$ 78,8 bilhões, alta de 34,1% ante os 12 meses imediatamente anteriores.

“Os investimentos estão em alta em boa parte relacionados ao PAC [Programa de Aceleração do Crescimento]. A tendência é de aceleração da expansão de investimento em infra-estrutura, mas não no mesmo ritmo, porque a base era muito baixa”, avaliou o presidente do banco, Luciano Coutinho. As aprovações também cresceram em ritmo acelerado. Nos primeiros seis meses do ano, foram R$ 51,2 bilhões, com aumento de 34,2% em relação ao primeiro semestre de 2007. De julho de 2007 a junho último, as aprovações somaram R$ 111,8 bilhões, com elevação de 29,6%.

A majoração da taxa básica de juros pelo Banco Central eleva o custo das operações de crédito no mercado privado, o que acaba por impulsionar a demanda ao BNDES. Por isso, o banco prioriza os recursos atrelados à TJLP, que não sofreu aumentos. Para setores considerados prioritários, como a formação de capacidade industrial nova, infra-estrutura nova e inovações tecnológicas. Há também uma diferenciação de participação por região do País. “Se a região é mais pobre, a gente dá mais”, garante Coutinho.

“Há uma utilização muito seletiva dos recursos em TJLP. Recursos para giro, para exportação, para empresas que tenham alternativas, oferecemos ou IPCA ou cesta de moedas”, disse. A estimativa, é fazer com que a proporção atual, de 80% dos recursos atrelados à TJLP e 20% ao mix de produtos passe para 70% das liberações atreladas à taxa de longo prazo e a parcela de cesta de moedas e índices de inflação passe para 30%. “Estamos oferecendo um mix de recursos, de tal maneira a tornar isso compatível com a nossa estrutura de funding. Na medida em que o custo na margem de recursos sobe, estamos também diferenciando o mix da oferta de recursos”, explicou o presidente.

Segundo ele, o banco tem recursos com diferentes custos. Na média, o custo da oferta de recursos também passa a ser mais alto, o que foi considerado “absolutamente natural” quando se tem pressão de demanda. O maior banco de fomento brasileiro tem acompanhado o ritmo de crescimento do sistema bancário, em torno dos 30%. A diferença é que o crédito do BNDES está focado na formação de capital e no investimento. Coma elevada demanda, o banco pretende incrementar as operações além da previsão inicial de R$ 80 bilhões até o final do ano. Coutinho vai pedir permissão para elevar os gastos e, conseqüentemente, a captação, na próxima reunião do Conselho do BNDES, no dia 11 de agosto.

“O mercado não está muito favorável nesse momento. O mercado de capitais está muito volátil, muito instável. A subida necessária da taxa Selic torna também o mercado de crédito mais oneroso. Então nós vamos aguardar um pouco uma janela de oportunidades”, disse Coutinho. Ele espera poder captar no mercado em setembro ou outubro.

“Em geral, o segundo semestre sempre é um pouco mais forte que o primeiro. É possível que a demanda ultrapasse um pouco os R$ 80 bilhões. Nós teremos que negociar ou captar mais para ultrapassar um pouquinho”, disse Coutinho. Mas ele não soube dizer o quanto a mais seria liberado.

Infra-estrutura

Os resultados semestrais apontam para uma inversão de tendência, com aumento da participação de infra-estrutura nas liberações de recursos. A expectativa de Coutinho é que o setor ultrapasse a indústria até o final do ano, o que não acontece desde a década de 1950. “É muito provável que a infra-estrutura passe a indústria na carteira do banco até o final do ano, porque é muito intensiva em capital”. Um exemplo de grandes projetos que deverão receber recursos no segundo semestre são as obras de construção das usinas do rio Madeira. A expectativa é de que o financiamento seja aprovado em agosto.

O maior crescimento dos desembolsos foi do setor de infra-estrutura, que recebeu R$ 15,2 bilhões de janeiro a junho, um incremento de 83,1% em relação aos primeiros seis meses de 2007. Já a indústria recebeu R$ 16,1 bilhões, mas com ritmo de crescimento menor, de 42,6% em relação ao primeiro semestre de 2007. O setor agropecuário teve alta de 15,8% dos desembolsos, com R$ 2,8 bilhões. O setor de serviços recebeu R$ 3,8 bilhões – avanço de 41,4%. Já nas aprovações, a infra-estrutura recebeu R$ 16,4 bilhões, com alta de 14,1%, enquanto a indústria foi responsável por R$ 26,8 bilhões do total, incremento de 59,5%, devido a grandes operações de mineração e alimentos e bebidas. Agropecuária não teve aumento, recebendo R$ 2,8 bilhões, e o setor de serviços, com R$ 5,3 bilhões, teve incremento de 24%.



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