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Blog do Desemprego Zero

‘Ritmo da China continuará forte’

Escrito por Katia Alves, postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Por Katia Alves

O Banco de Desenvolvimento Asiático divulgou um relatório que prevê crescimento menor para a região neste ano e no próximo. A queda é explicada pelo desaquecimento das economias dos Estados Unidos e da Europa. Pois Estudos empíricos sugerem que o crescimento da Ásia cai entre 0,3 e 0,5 ponto porcentual para cada ponto porcentual de redução da expansão americana.

Publicado originalmente no O Estado de S. Paulo

Especialista diz que expansão chinesa perderá vigor, mas permanecerá robusta, o que garante demanda por commodities

No fim de julho, o Banco de Desenvolvimento Asiático (ADB, na sigla em inglês) divulgou um relatório que prevê crescimento menor para a região neste ano e no próximo. Segundo a instituição, que tem sede nas Filipinas, a expansão média sairá de 9% em 2007 para 7,6% em 2008 e 2009. No caso da China, a expectativa é de uma desaceleração de 11,9% em 2007 para 9,9% este ano e 9,7% no ano que vem. A queda é explicada pelo desaquecimento das economias dos Estados Unidos e da Europa. Ainda assim, diz Jong-Wha Lee, coreano que comanda o escritório de Integração Econômica da ADB, “o crescimento chinês continuará robusto”. “A demanda (do país) por commodities continuará forte”, diz. Ele já trabalhou no Fundo Monetário Internacional (FMI) e lecionou, como professor visitante, na Universidade Harvard. Ele concedeu uma entrevista ao Estado por e-mail. A seguir, os trechos principais.

Qual o impacto da desaceleração da economia americana nas economias asiáticas?

Estudos empíricos sugerem que o crescimento da Ásia cai entre 0,3 e 0,5 ponto porcentual para cada ponto porcentual de redução da expansão americana. O impacto pode ser maior caso a economia americana entre em uma recessão e a economia global desacelere em série.

Que países seriam mais afetados?

Com o comércio e as finanças asiáticas cada vez mais ligadas aos mercados globais, uma desaceleração conjunta do mundo e dos EUA – aliada aos efeitos de um mercado de crédito já mais apertado – colocam a Ásia sob um risco significativo em termos de perspectivas de crescimento. Alguns países, como Camboja, China e Vietnã são relativamente mais expostos ao mercado americano.

E a China, especificamente?

Aproximadamente 20% das exportações chinesas foram para os EUA no ano passado e o porcentual pode ser ainda maior se levarmos em conta as economias que reexportam produtos com componentes chineses. Mudanças bruscas nos fluxos de capitais em conjunto com uma potencial reversão no apetite dos investidores pelo risco, além de ajustes abruptos na taxa de câmbio, são outras fontes de preocupação para a China.

Muitos especialistas argumentam que o crescimento da Ásia, sobretudo de China e Índia, deve-se a fatores internos. Por isso, a desaceleração global teria pouco impacto nessas nações. O sr. concorda?

A desaceleração global vai afetar a China e a Índia, sobretudo por causa da ligação desses dois países com as três maiores economias do mundo. Dito isso, a demanda doméstica nos dois países é forte e contribuiu decisivamente para a expansão global nos últimos anos. Na China, a demanda externa contribuiu com aproximadamente 2,5 pontos porcentuais no crescimento de 11,9% do PIB no ano passado.

A China compra especialmente matérias-primas do Brasil. O sr. acredita que essas compras podem ser negativamente afetadas por esse cenário?

Uma desaceleração substancial da economia chinesa reduzirá a demanda por commodities, que são responsáveis pela maior parte das exportações brasileiras. A fatia da China nas exportações brasileiras cresceu rapidamente, de cerca de 1,8% do total em 2000 para 9,2% em 2007, graças, justamente, à demanda chinesa por recursos naturais do Brasil. De qualquer modo, o crescimento da China continuará robusto e, como resultado, a demanda por commodities permanecerá forte, embora com um crescimento menos expressivo que o dos últimos anos.

China e Índia serão as duas economias mais importantes do mundo nos próximos 20 ou 30 anos?

Nos próximos 20 ou 30 anos, a economia mundial será dominada por três potências: EUA, Europa e Ásia. Mas EUA e Europa continuarão as mais importantes.



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